Categoria INTERNACIONAL

Após campanha histórica em 2014, Colômbia aposta em James Rodríguez

Colombianos estão no grupo H, ao lado de Polônia, Japão e Senegal

Você se lembra do que a Colômbia aprontou na última Copa? Liderados por James Rodríguez, os colombianos fizeram sua melhor campanha em Mundiais, chegando às quartas de final. Em 2018, na Rússia, os colombianos tentam repetir o bom desempenho e começam a caminhada no grupo H, ao lado de Japão, Polônia e Senegal.

A Colômbia chega à Rússia para a sua sexta participação em Copas. A estreia em Mundiais aconteceu em 1962, no Chile. Após perder para Uruguai e Iugoslávia, os colombianos conseguiram apenas um empate por 4 a 4 contra a União Soviética.Seleção colombiana chega à Rússia buscando superar campanha de 2014, no BrasilCom os resultados, os sul-americanos foram eliminados ainda na primeira fase do torneio. Só 28 anos depois voltaram a uma Copa. Em 1990, na Itália, os colombianos conseguiram avançar para as oitavas de final, logo em sua segunda participação em Mundiais. Mas acabaram parando por aí após derrota para Camarões por 2 a 1.

Em 1994, nos Estados Unidos, a Colômbia iria disputar sua segunda Copa de forma consecutiva, a terceira em sua história. A seleção foi derrotada pelos Estados Unidos, donos da casa, e pela Romênia, o que resultou na eliminação precoce.

A terceira participação consecutiva em Copas, e a quarta na história da Colômbia, aconteceu em 1998, na França. Novamente os colombianos deixaram a competição ainda na primeira fase.

Três edições após a última participação da Colômbia em uma Copa, o país realizou, em solo brasileiro, sua melhor participação na história. Com três vitórias em três jogos na primeira fase, se classificou para as oitavas após ficarem com a primeira colocação do grupo.

Nas oitavas, a Colômbia venceu o tradicional Uruguai por 2 a 0. No entanto, nas quartas, o adversário foi o Brasil, que jogava em casa. A partida, que ficou marcada pela entrada dura de Zuñiga em Neymar, terminou com o placar de 2 a 1 para os brasileiros. James Rodríguez acabou como artilheiro daquela edição da Copa, com seis gols em cinco jogos.

E é justamente o meia que aparece como esperança dos colombianos. Com 26 anos, o jogador do Bayern tem uma canhota habilidosa e bom chute. Começou a carreira no Banfield, da Argentina, antes de seguir para a Europa.

Para chegar à Rússia, os colombianos ficaram na quarta colocação das Eliminatórias da América do Sul. Foram sete vitórias, seis empates e cinco derrotas em 18 jogos. A quarta colocação é a última que garante vaga direta para o Mundial.

A Colômbia está no grupo H na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia, ao lado de Polônia, Senegal e Japão. Talvez esse seja o grupo que está mais indefinido, com todas as seleções com chances de classificação.

 

Reportagem: Paulo Henrique Gomes

 

ESPECIAL COPA: Em grupo equilibrado, Polônia tem como arma o faro de gol de Lewandowski

Seleção do leste europeu está no grupo H, que tem ainda Colômbia, Senegal e Japão

Para resgatar a tradição de décadas passadas, a Polônia chega à Copa do Mundo na Rússia apostando em um dos melhores camisa 9 do futebol contemporâneo. Cabeça de chave do grupo H, os poloneses têm a expectativa de fazer um papel dentro de campo.

Essa será a oitava participação da Polônia em Copas do Mundo, mas, das últimas vezes, o desempenho decepcionou. Depois de ficar em terceiro lugar em 1982 e cair nas oitavas em 1986, a seleção do leste europeu ficou de fora das Copas realizadas na Itália, nos Estados Unidos e na França.

Os poloneses retornaram nas Copas de 2002 e 2006, mas não passaram da primeira fase. Em 2010, na África do Sul, e em 2014, no Brasil, sequer se classificaram para o Mundial.

O terceiro lugar em 1982, na Alemanha, foi o melhor resultado do poloneses em Copas. Com o objetivo de voltar a figurar entre as grandes seleções, a Polônia vem embalada. Depois de avançar até as quartas de final na Eurocopa de 2016, quando caiu para Portugal nos pênaltis, a vaga na Copa da Rússia se tornou obsessão.

Nas eliminatórias, a campanha sólida, mas a performance defensiva deixou os torcedores com a pulga atrás da orelha. Foram oito vitórias, um empate e uma derrota, terminando como líder no grupo que ainda tinha Dinamarca, Montenegro, Romênia, Armênia e Cazaquistão. O ataque foi decisivo, marcando 28 vezes, mas a defesa sofreu 14 gols contra adversários tecnicamente mais fracos. A fragilidade defensiva ficou explícita justamente na única derrota nas eliminatórias, quando os poloneses foram goleados por quatro a zero pela Dinamarca.Escalação PolôniaE se o ataque polonês impõe respeito aos adversários, isso tem participação direta de Robert Lewandowski. Camisa nove raiz, Lewa terminou as eliminatórias como artilheiro. Dos 28 gols da Polônia, 16 foram feitos pelo atacante.Perfil Robert LewandowskiCom 29 anos, o goleador que atua no Bayern de Munique é convocado desde 2008 para o time principal da Polônia, e já marcou 51 vezes em 91 jogos oficiais. Suas média de gols nos clubes mostram ainda mais seu poder de decisão. No Borussia Dortmund, onde despontou para o cenário mundial, Lewandowski fez 103 gols em 187 jogos. Pelo Bayerm, onde joga desde 2014, o camisa 9 já fez 149 gols em 195 jogos. É bom ficar de olho no homem!

O grupo da Polônia ainda tem Japão, Senegal e Colômbia. Escolas completamente diferentes e que podem surpreender. Para muitos, essa é a chave mais equilibrada da Copa, em que todas as seleções podem chegar às oitavas de final.

O primeiro compromisso da Polônia é no dia 19 de junho, contra Senegal, ao meio dia, horário de Brasília.

 

Por Raphael Costa

 

Com participação da paraibana Mayara Rocha, Seleção Brasileira de Levantamento de Peso tem ótimo desempenho no Panamericano

Os atletas da Seleção Brasileira de Levantamento de Peso que disputaram o XXVII Campeonato Panamericano de Levantamento de Peso, no último mês de maio, em Santo Domingo, na República Dominicana, tiveram um bom desempenho e conseguiram conquistar cinco, das seis vagas que disputaram para os Jogos Panamericanos 2019, que serão realizados em Lima, no Peru, de 26 de julho a 11 de agosto do ano que vem.

Mayara Rocha foi a única atleta do Nordeste, dentre os atletas da Delegação Brasileira, e a única representante do Brasil na categoria em que disputou (Feminino, até 48 kg). Sua performance na competição foi considerada boa pela Comissão Técnica do Brasil, mesmo sendo a sua primeira competição internacional.

“Representar o Brasil foi muito incrível e emocionante. Dividir a plataforma do Panamericano com os melhores atletas dos países participantes foi uma experiência inesquecível. Saio da competição mais forte e preparada para o meu futuro nesse esporte que amo. Sei que esta foi apenas a primeira de muitas competições como esta que estarei participando”, afirmou Mayara, ao comentar sua participação na competição.

Mayara Rocha Soares é natural de Campina Grande, Paraíba, tem 25 anos e é tricampeã paraibana de Levantamento de Peso, em sua categoria. Ela disputou duas vezes o Campeonato Brasileiro, obtendo um quarto lugar, em 2017; e o segundo lugar (medalha de prata) em 2018.

No final do ano passado Mayara também conquistou o 3º lugar no Mundial CrossFit LiftOff, competição em que os atletas participam das disputas, cada um em seu país, e seus desempenhos são enviados por vídeo, auditados e, em seguida, comparados, para se obter os vencedores.

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ESPECIAL COPA: Com geração de ouro, Bélgica tenta título inédito na Rússia

Com grandes destaques individuais, a Bélgica sonha com o título

Com uma geração muito talentosa, considerada por muitos a melhor da história do país, a Bélgica chega à Copa da Rússia com a missão de fazer uma grande campanha. Os belgas não possuem a obrigação de lutar pelo título, mas a qualidade de seus jogadores credencia a equipe para brigar nas cabeças. A seleção europeia começa sua caminhada na Copa no grupo G, ao lado de Inglaterra, Panamá e Tunísia.

Poucos sabem, mas a Bélgica, juntamente de outros seis países, foi responsável pela fundação da FIFA, entidade máxima do futebol mundial, em 1904. Alguns anos depois, em 1920, a seleção belga conquistou seu primeiro título relevante no futebol. Os belgas foram campeões olímpicos e conquistaram a medalha de ouro na modalidade.Os belgas participaram da primeira edição da Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai. Duas derrotas em dois jogos e eliminação sem sequer marcar um gol. Nas edições de 1934 e 1938, eliminação no primeiro jogo.

Após desistirem de participar da Copa de 1950, no Brasil, os belgas voltaram ao Mundial em 1954. Com um empate e duas derrotas, os europeus ficaram em último lugar de seu grupo e foram eliminados. No entanto, o empate em 4 a 4 com a Inglaterra ficou marcado como a primeira partida que os belgas não perderam em Mundiais.

Ausente das três Copas seguintes, a Bélgica retornou ao Mundial em 1970, no México. Quarenta anos após sua primeira participação, enfim veio a primeira vitória em Copas. No entanto, o placar de 3 a 0 contra El Salvador não foi capaz de fazer com que os belgas passassem de fase, e novamente, a eliminação ocorreu ainda na fase de grupos.

Em 1972, a Bélgica participou pela primeira vez da Eurocopa como país-sede. Após perder nas semifinais para a Alemanha Ocidental, a seleção derrotou a Hungria por 2 a 1 e ficou com a terceira colocação.

A Copa de 1986, no México, marcaria a melhor participação dos belgas em Mundiais. Com uma vitória, um empate e uma derrota na primeira fase, a seleção se classificou para as oitavas como um dos melhores terceiros colocados. Nas oitavas, vitória contra a União Soviética por 4 a 3, em jogo decidido apenas no tempo extra. A adversária das quartas foi a Espanha. Após empate por 1 a 1, a partida foi para a prorrogação. Nas penalidades, vitória dos belgas por 5 a 4, e vaga nas semifinais garantida.

Os belgas, entretanto, não foram páreos para a Argentina de Maradona, que seria campeã daquela edição. Os hermanos venceram por 2 a 0, com dois gols do camisa 10. Na decisão do terceiro lugar, derrota por 4 a 2 para a França.

Em 1990, os belgas foram eliminados nas oitavas pela Inglaterra. Em 1994, nova eliminação nas oitavas, dessa vez para a Alemanha. Em 1998, diferente das edições anteriores, a Bélgica caiu na primeira fase.

Em 2002, ano do pentacampeonato brasileiro, os europeus caíram para o time de Felipão nas oitavas, com gols de Rivaldo e Ronaldo. A Bélgica passou por um período de troca de geração após a Copa do Mundo de 2002, ficando ausente das edições de 2006 e 2010. Já em 2014, no Brasil, voltava ao Mundial com a melhor geração do país. Após ficar na primeira colocação de seu grupo e eliminar os Estados Unidos nas oitavas, os belgas foram eliminados para a Argentina nas quartas.

A classificação para a Copa deste ano veio com a liderança do grupo H das Eliminatórias Europeias, com nove vitórias e um empate em dez jogos. Em meio a tantos bons jogadores, é difícil apontar apenas um como possível destaque durante a Copa da Rússia.

No gol, a segurança de Courtois, goleiro de 26 anos do Chelsea. Na defesa, Kompany, zagueiro do Manchester City. No meio-campo, a cadência e a técnica de Kevin De Bruyne, campeão inglês no Manchester City. E no ataque, a habilidade de Eden Hazard, do Chelsea, e a força física de Romelu Lukaku, do Manchester United. Pela habilidade e bom chute, De Bruyne, de 26 anos, desponta como o cérebro da seleção comandada por Roberto Martínez.

O meio-campista do Manchester City será um dos responsáveis por comandar a Bélgica na CopaA Bélgica, ao lado da Inglaterra, é favorita a ficar com uma das duas vagas do grupo G. Correm por fora Panamá e Tunísia. Atuais terceiros colocados no ranking da Fifa e com jogadores que atuam no principais centros da Europa, os belgas querem assumir o papel de protagonista na competição e lutar pelo título. É aguardar para ver o que a geração de ouro será capaz de fazer na Copa.Provável escalação da Bélgica durante o mundial

 

Por Paulo Henrique Gomes

Sorteio define confronto entre Fla e Cruzeiro nas oitavas da Libertadores

Conmebol sorteou os duelos da Libertadores e Sul-Americana

Chegou a hora das decisões. A Conmebol sorteou na noite desta segunda-feira (4), no Paraguai, os confrontos de oitavas de final da Libertadores e para a fase 16 avos da Sul-Americana.

Pela Liberta, vai ter confronto brasileiro. Logo de cara, as bolinhas colocaram Flamengo e Cruzeiro frente a frente, no jogo entre os atuais líder e o vice-líder do Brasileirão. O primeiro jogo será disputado no Rio de Janeiro.

Conmebol realizou nesta segunda (4) o sorteio para a Libertadores e Sul-Americana

E vai ter também duelo entre Brasil e Argentina com dez taças de Libertadores em campo. Maior vencedor do torneio com sete títulos, o Independiente encara o tricampeão Santos, com o primeiro jogo na Argentina.

O Corinthians terá pela frente o Colo-Colo, do Chile, e decidirá o segundo jogo em Itaquera. O Cerro Porteño recebe o Palmeiras em casa no jogo de ida, enquanto o Estudiantes de La Plata tenta uma vaga nas quartas diante do Grêmio, atual campeão da competição.

Os demais confrontos, que não envolvem brasileiros, ficaram assim: clássico argentino entre Racing x River Plate, o Libertad, do Paraguai, pega o Boca Juniors, e os argentinos do Atlético Tucumán têm pela frente o Nacional de Medellín, da Colômbia.

Pela Sul-Americana, os duelos da fase de 16 avos, anterior às oitavas, serão marcados pelos confrontos entre brasileiros e uruguaios. O Atlético Paranaense encara o Peñarol e faz o primeiro jogo em casa. O Fluminense tem como adversário o Defensor, também do Uruguai. O Bahia tenta uma vaga na próxima fase contra os uruguaios do Atlético Cerro. Quem não terá vida fácil é o Vasco, que foi eliminado da Libertadores e pega a LDU, do Equador. Campeão continental em 2012, o São Paulo pega o Cólon, da Argentina. Já o Botafogo, tem pela frente o Nacional, do Paraguai.

Os jogos das duas competições acontecerão somente em agosto, após a Copa do Mundo.

 

Reportagem: Raphael Costa

 

Neymar volta e comanda a vitória do Brasil em teste contra a Croácia

Neymar está de volta. Neste domingo, após um primeiro tempo sonolento, o astro do Paris Saint-Germain substituiu o volante Fernandinho no amistoso contra a Croácia e provou estar plenamente recuperado da contusão que o afastou dos gramados nos últimos três meses. Foi dele o primeiro gol da vitória por 2 a 0 em Anfield.

Neymar está de volta. Neste domingo, após um primeiro tempo sonolento, o astro do Paris Saint-Germain substituiu o volante Fernandinho no amistoso contra a Croácia e provou estar plenamente recuperado da contusão que o afastou dos gramados nos últimos três meses. Foi dele o primeiro gol da vitória por 2 a 0 em Anfield, casa do Liverpool. Roberto Firmino, atacante do time inglês, fechou o placar nos acréscimos.

O amistoso foi o penúltimo da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo da Rússia. No domingo que vem, em Viena, o time dirigido por Tite será testado diante da Áustria, que não estará no Mundial, mas derrotou a Alemanha por 2 a 1 no sábado. Já a Croácia ainda jogará contra Senegal na sexta-feira, diante do seu povo.

No grupo E da Copa do Mundo, o Brasil terá pela frente a Suíça (17/06), a Costa Rica (22/06) e a Sérvia (27/06). A Croácia está na chave D, pela qual enfrentará a Nigéria (16/06), a Argentina (21/06) e a Islândia (26/06).

Primeiro tempo sonolento

Com o volante Fernandinho como armador central, a Seleção Brasileira era pouco criativa diante de um time que não tinha interesse de propor o jogo, como ocorreu no último amistoso, contra a Alemanha. Mesmo com a postura comedida, a Croácia passou bastante tempo com a bola nos primeiros minutos.

O Brasil só foi finalizar pela primeira vez aos 22 minutos, quando Philippe Coutinho arriscou um chute de fora da área e mandou a bola por cima do gol. Tentando se sentir em casa no estádio do Liverpool, seu ex-clube, o meia procurou se encarregar de fazer o jogo da Seleção fluir, com mais uma conclusão torta na sequência.

As jogadas violentas, porém, ainda causavam maior preocupação do que os ataques das duas equipes. Thiago Silva, por exemplo, recebeu uma entrada dura no joelho e ficou um tempo considerável caído no gramado. Depois, levantou-se, fazendo com que o concorrente Marquinhos voltasse a se sentar no banco de reservas.

Nos minutos finais da primeira etapa, quem se soltou foi Willian, tentando triangular com Danilo e Paulinho na ponta direita e concluir cruzado. Ainda era muito pouco, contudo, para uma equipe que chegará à Copa do Mundo da Rússia credenciada como uma das favoritas à conquista do troféu.

Neymar volta e decide

Tite tinha uma solução óbvia para dar mais mobilidade à Seleção Brasileira no segundo tempo. Recuperado da cirurgia para corrigir uma fratura no quinto metatarso do pé direito, Neymar foi acionado e enfim voltou a jogar. Substituiu Fernandinho, que não conseguia render como um articulador ofensivo.

Bastaram 10 minutos para perceber que o Brasil era outro com a mudança, apresentando um futebol bem mais vistoso. Nesse período, Willian, Coutinho e Marcelo fizeram a defesa da Croácia trabalhar, e o técnico Zlatko Dalic resolveu entrar em ação. Trocou Corluka por Caleta-Car e, depois, Modric por Kovacic.

As alterações croatas foram a senha para Tite começar a fazer testes e a preservar jogadores da formação brasileira. Marcelo e Gabriel Jesus saíram para as entradas de Filipe Luís e Roberto Firmino, atacante do Liverpool, clube anfitrião do amistoso deste final de semana. Mais tarde, Marquinhos substituiu Miranda.

Apesar de bastante mexido, o Brasil conseguiu inaugurar o marcador. Aos 23 minutos, Willian enfiou a bola para Coutinho, que acionou Neymar do lado esquerdo da área. Já sem insegurança por ter se reabilitado há pouco tempo de contusão, o astro clareou entre três defensores e concluiu com força, para o travessão e a rede.

O Brasil passou a jogar mais tranquilo depois de construir a vantagem, com mais espaço e bastante velocidade pelos lados do campo. Nos minutos finais, Tite aproveitou para fazer outras duas alterações. Fred e Taison, ambos do Shakhtar Donetsk, assumiram os postos de Coutinho e Willian, desentrosando o ataque nacional.

Mesmo com a equipe já desorganizada taticamente, tal qual ocorria com a Croácia, o Brasil ampliou. Já aos 47 minutos do segundo tempo, Roberto Firmino recebeu lançamento de Casemiro dentro da área, matou no peito e encobriu o goleiro Subasic para completar a festa diante de muitos torcedores do Liverpool.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 X 0 CROÁCIA

Local: Estádio Anfield Road, em Liverpool (Inglaterra)

Data: 3 de junho de 2018, domingo

Horário: 11 horas (de Brasília)

Árbitro: Michael Oliver (Inglaterra)

Assistentes: Stuart Burt e Simon Bennett (ambos da Inglaterra)

Cartões amarelos: Fernandinho (Brasil); Kramaric, Perisic, Rakitic (Croácia)

Gols: BRASIL: Neymar, aos 23, e Roberto Firmino, aos 47 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda (Marquinhos) e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho, Willian (Taison), Fernandinho (Neymar) e Philippe Coutinho (Fred); Gabriel Jesus (Roberto Firmino)

Técnico: Tite

CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko (Jedvaj), Corluka (Caleta-Car), Lovren e Vida; Rakitic (Bradaric), Badelj (Brozovic), Rebic (Pjaca), Modric (Kovacic) e Perisic; Kramaric

Técnico: Zlatko Dalic

 

Gazeta Esportiva

Seleção brasileira joga neste domingo (03) com adversários e parceiros nos clubes

Casemiro e Modric, Paulinho e Raktic, Firmino e Lovren… Brasil e Croácia é um confronto recheado de atletas que atuam juntos ao longo do ano

O confronto deste domingo (3) entre Brasil e Croácia, válido como preparação para a Copa do Mundo Rússia 2018, promoverá alguns encontros entre companheiros de clube. Acostumados a jogar juntos ao longo do ano, eles estarão em lados opostos quando a bola rolar no Anfield Road

Casemiro e Marcelo com Modric e Kovacic, Paulinho e Philippe Coutinho com Raktic, Roberto Firmino e Lovren, Miranda com Perisic e Brozovic, Douglas Costa com Mandzukic, Filipe Luís com Vrsaljko… Sem dúvidas, este será um embate entre com inúmeros parceiros em campo.

– Além da qualidade técnica indiscutível, o Raktic foi um cara que me ajudou muito quando cheguei ao Barcelona. Me falou bastante sobre o estilo de jogo do clube, me aconselhou e nos tornamos bons amigos. Me senti muito bem recebido por ele – comentou Paulinho.

– O que dizer do Luka (Modric) né?! Um craque, um jogador muito diferenciado, mas neste jogo é cada um de lado tentando defender o seu país e se preparar o melhor possível para a Copa do Mundo – disse Casemiro.

Enquanto a bola não rola para o amistoso, o túnel que dá acesso ao gramado do Anfield Road permitiu um encontro mais descontraído entre os parceiros. Enquanto o Brasil deixava o campo após seu treinamento, os croatas chegavam para sua atividade. E aí não teve como segurar a resenha…

Neste domingo, Brasil e Croácia se enfrentam no Anfield Road, estádio do Liverpool, clube que tem os parceiros Firmino e Lovren. A bola rola para o amistoso às 15 horas (11 horas de Brasília).

CBF

ESPECIAL COPA: Sem Ibra, Suécia volta à Copa do Mundo após 12 anos

Suecos irão jogar contra Alemanha, México e Coreia do Sul na primeira fase

Na Rússia, em 2018, a Suécia voltará a disputar uma Copa após 12 anos fora da competição. E sem sua grande estrela. Para a decepção de muitos, Ibrahimovic não irá disputar a Copa após anunciar que se aposentaria da seleção sueca depois da Eurocopa de 2016. Será uma grande perda para os apaixonados por futebol e para a seleção nórdica, que não contará com a técnica e a habilidade de “Ibracadabra”. Neste edição do Mundial, a Suécia está no grupo F, ao lado de Alemanha, México e Coreia do Sul.

No futebol, a Suécia é mais conhecida pela tradição em Olimpíadas, já que ganharam dois bronzes, nas edições de 1924 e 1952, e um ouro olímpico, em 1948.

Os suecos chegarão à Rússia querendo fazer história

Quando o assunto é Copa do Mundo, a história da Suécia começa em 1934. Após derrotar a Argentina nas oitavas de final, os suecos foram eliminados pela Alemanha por 2 a 1. Quatro anos depois, em 1938, foram eliminados nas semifinais para a Hungria, por 5 a 1. Na disputa pelo terceiro lugar, derrota por 4 a 2 para o Brasil e quarto lugar na classificação geral. Campeã olímpica, a Suécia voltou a um Mundial dois anos depois.

Em 1950, no Brasil, os suecos ficaram com a terceira colocação. Fora em 1954, foram responsáveis por sediar a Copa em 1958. Com o apoio da torcida, a Suécia fez uma ótima campanha e ficou com o vice-campeonato. Na final, derrota para o Brasil, de Pelé e Garrincha, por 5 a 2. A competição marcou a primeira conquista do Brasil e a melhor campanha dos suecos em Copas.

Os azuis e amarelos só retornaram ao Mundial 12 anos depois, em 1970, no México. E a participação não empolgou. Eliminação na primeira fase.

Nas Copas de 1974 e 1978, as participações foram discretas, sem posições de destaque. Fora das duas edições seguintes, os suecos voltaram a uma Copa em 1990, mas não tiveram muitos motivos para comemorar. Três derrotas em três jogos e eliminação na primeira fase.

Apesar de nunca ter participado da Eurocopa até então, a Suécia foi escolhida como sede em 1992, o que garantiu uma vaga automática para o país. Após perder para a Alemanha nas semifinais, os suecos terminaram na terceira colocação.

Na Copa de 1994, disputada nos Estados Unidos, os suecos fizeram uma ótima campanha. Derrotados pelo Brasil nas semifinais, com um gol de cabeça do baixinho Romário, os suecos golearam a Bulgária por 4 a 0 e ficaram com a terceiro lugar no torneio. Ausente em 1998, voltaram a um Mundial em 2002. Acabaram eliminados nas oitavas por Senegal. A Copa de 2006, na Alemanha, foi a última participação dos suecos em Mundiais. Após se classificar em segundo no seu grupo, a Suécia encarou os alemães, donos da casa, e não passaram das oitavas de final.

Para se classificar à Copa do Mundo de 2018, a Suécia ficou em segundo lugar no grupo A das Eliminatórias Europeias, com seis vitórias, um empate e três derrotas. Campanha que tirou qualquer chance da Holanda de carimbar vaga para o Mundial. Na repescagem, os suecos aprontaram novamente.

A adversária seria a Itália, tetracampeã do mundo e ampla favorita para a vaga na Copa. No entanto, os suecos venceram o jogo de ida, em casa, por um a zero. Na partida de volta, em um San Siro lotado, o empate sem gols garantiu a vaga dos nórdicos e deixou a Azzurra de fora do Mundial, algo que não acontecia desde 1958.

Sem Ibrahimovic, os suecos apostam na força coletiva. Cabe ao meio-campista Emil Forsberg a função de criar as jogadas e municiar o ataque. Habilidoso e que chega à área adversária, o jogador do RB Leipzig, de 26 anos, é peça fundamental no esquema tático sueco. Apesar de ter poucos jogos na seleção principal, Forsberg tende a ser a referência técnica da Suécia, que deve lutar com o México pela segunda colocação do grupo F. A Coreia do Sul corre por fora e a Alemanha provavelmente deve ficar com a primeira colocação na chave.Emil Forsberg é a esperança da Suécia para a CopaEntre 2017 e 2018, a Suécia participou de 14 jogos. Conquistaram oito vitórias, três empates e cinco derrotas, marcando 35 e sofrendo 15 gols. Em amistoso de preparação para a Copa, os suecos foram derrotados pela Romênia no fim de março. O último teste da Suécia antes da Copa será o Peru, no dia 9 de março.Provável escalação da Suécia para a Copa

Por Paulo Henrique Gomes

Proposta do Catar pode fazer Zidane o treinador mais bem pago do planeta

Nada de seleção francesa, Zinedine Zidane pode estar a caminho de comandar a equipe do Catar. Segundo informações divulgadas por um bilionário egípcio, Naguib Sawiris, o ex-treinador do Real Madrid teria em mãos uma proposta extratosférica para treinar a seleção do país que sediará a Copa de 2022.

Segundo a publicação do segundo homem mais rico do Egito, o treinador francês recebeu uma proposta salarial do país árabe que gira em torno de 50 milhões de euros por ano (o equivalente a R$ 218 milhões) por um contrato de quatro temporadas.

"Zidane se une ao qatar para treinar a seleção nacional para a Copa do Mundo de 2022. 50mn ao ano em 4 anos ...
Dinheiro fala mais alto"?

“Zidane se juntando a seleção do Catar para ser o treinador para a Copa de 2022. 50 milhões de euros em quatro anos. Dinheiro chamando?”, publicou o empresário egípcio.

Caso Zidane aceite esta investida do Catar, o seu salário como treinador iria quintuplicar, já que seus vencimentos junto ao Real Madrid giravam em torno de 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 44 milhões) anuais.

Além disso, a proposta simboliza também a chance do francês se transformar no treinador mais bem pago do planeta. Isso porque o posto hoje pertence a Marcello Lippi, que recebe 20 milhões de euros anualmente para comandar a seleção chinesa. Isso significa que Zidane pode se tornar o comandante mais bem remunerado do planeta com um salário 250% maior que o anterior.

 

Fonte: gazetaesportiva.com

Sem Neymar, Brasil faz amistoso contra a Croácia em Anfield

Jogo é penúltimo teste antes antes da Copa do Mundo

Na preparação para a Copa do Mundo, a seleção brasileira entra em campo neste domingo (3) para ajustar os últimos detalhes. O time canarinho enfrenta a seleção da Croácia, em partida que será disputada no estádio do Liverpool, na Inglaterra. O adversário é complicado e também disputará o Mundial na Rússia.

O time comandado por Tite deve ter novidades na escalação. A primeira delas é Neymar no banco. Ainda se recuperando de lesão, o camisa dez da seleção e do Paris Saint Germain não deve participar do amistoso. O atacante brasileiro está sem jogar desde o dia 25 de fevereiro, quando se machucou durante uma partida do clube parisiense.

A outra novidade é Thiago Silva como titular. O zagueiro deve começar a partida formando dupla de zaga com Miranda. Marquinhos, que vinha sendo o titular sob o comando de Tite, deve ficar no banco.

De resto, a equipe deve ser a mesma que venceu a Alemanha, em Berlim. O Brasil deve ir à campo com Alison, Marcelo, Miranda, Thiago Silva e Danilo na zaga. Casemiro, Paulinho e Fernandinho formam o meio-campo. No trio de ataque, Philippe Coutinho, Willian e Gabriel Jesus.

A bola rola a partir das onze da manhã, horário de Brasília.

 

Reportagem: Raphael Costa