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Rússia é banida como nação de Jogos Olímpicos e mundiais por 2 anos

A Rússia é acusada de manipular laboratórios, incluir amostras falsas em exames e deletar arquivos relacionados a testes positivos de doping nos últimos anos

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) reduziu nesta quinta-feira (17) a pena imposta à Rússia pela Wada (Agência Mundial Antidoping) em 2019, de quatro para dois anos, mas manteve a proibição de o país usar seu nome, bandeira e hino em edições dos Jogos Olímpicos e campeonatos mundiais.

Atletas e times russos poderão competir na Olimpíada de Tóquio, adiada para 2021, e nos Jogos de Inverno de 2022 em Pequim, bem como em mundiais de diversas modalidades, sob bandeira neutra.
Para isso, a CAS estipulou regras: os atletas e demais envolvidos não poderão estar sujeitos a uma sanção imposta por autoridade antidoping; seus uniformes não terão a bandeira da Rússia; e o hino nacional não será tocado ou cantado em nenhum local oficial do evento.

Ficou determinado ainda que o nome do país poderá figurar nas vestimentas, desde que com o mesmo tamanho e destaque da indicação de “atleta neutro”, em inglês. O uso das cores vermelha, azul e branca também foi liberado.

Esses itens, assim como a redução pela metade do prazo do banimento, são consideradas vitórias russas, apesar do forte impacto da suspensão.

O comitê olímpico do país declarou ter ficado satisfeito com a confirmação de de que seus atletas não serão punidos individualmente, mas considerou inaceitável o fato de que dirigentes e políticos, entre eles o presidente Vladimir Putin, também não poderão comparecer aos Jogos.

O COI (Comitê Olímpico Internacional) se pronunciou de forma breve sobre o tema, dizendo que ainda avaliará as implicações para os Jogos de Tóquio e Pequim com as federações internacionais e o Comitê Paralímpico Internacional.

Não foram detalhados os critérios para participação de atletas russos em competições individuais e coletivas em Tóquio, bem como nos eventos pré-olímpicos. No basquete, por exemplo, a seleção masculina do país é uma das adversárias do Brasil pela vaga.

As condições estipuladas pela CAS em tese valerão também para a Copa do Mundo de futebol de 2022, no Qatar, que será realizada dentro do período da punição, embora a Fifa nunca tenha manifestado uma posição sobre o tema e suas implicações no esporte que comanda.

A sanção vale de 17 de dezembro de 2020 a 16 de dezembro de 2022. Em 9 de dezembro de 2019, a Wada havia aplicado a punição inicial de quatro anos, mas ela ficou suspensa após a Rússia recorrer à CAS.

A entidade jurídica máxima do esporte mundial, localizada na Suíça, confirmou o veredito da Wada de que a agência de controle de doping da Rússia (Rusada) não está em conformidade. Também impôs multa de US$ 1,3 milhão (R$ 6,4 milhões), a ser paga pela Rusada à agência mundial.

Os argumentos da decisão, tomada por três juízes, não foram divulgados. Isso deve ser feito nas próximas semanas.
A punição inicial da Wada se baseou na acusação de que a Rusada agiu para fraudar resultados de exames de atletas e manipular dados submetidos a órgãos internacionais.

“A Wada está feliz por ter vencido esse caso que fará história”, afirmou seu presidente, o polonês Witold Banka. De acordo com ele, a CAS “confirmou claramente nossas conclusões, segundo as quais as autoridades russas manipularam descaradamente e ilegalmente as amostras do laboratório de Moscou, com o objetivo de disfarçar um programa de doping institucionalizado”.

Apesar da comemoração, Banka declarou estar desapontado com a redução da pena. Travis Tygart, presidente da agência antidoping dos EUA, disse que o resultado é “fraco” e um “golpe catastrófico” para a integridade do esporte. Ele já havia considerado a primeira decisão, da Wada, insuficiente por “permitir que a Rússia escape de uma proibição completa”.

A punição de agora se assemelha à qual o país foi submetido nos últimos Jogos de Inverno, em Pyeongchang-2018. Na ocasião, 169 atletas em conformidade competiram sob as condições impostas de neutralidade e sem símbolos nacionais inclusive em modalidades coletivas, como o hóquei no gelo.

Na Olimpíada do Rio-2016, o COI (Comitê Olímpico Internacional) permitiu que cada federação adotasse seus critérios para permitir ou não os atletas russos. Poucas modalidades baniram os esportistas por completo, entre elas levantamento de peso e atletismo, mas vários deles acabaram barrados em decisões individuais ou desistiram de ir ao evento.

A federação internacional de atletismo, World Athletics, inclusive manteve a suspensão do país em suas competições nos últimos anos.

ENTENDA AS ACUSAÇÕES

A Rússia é acusada de manipular laboratórios, incluir amostras falsas em exames e deletar arquivos relacionados a testes positivos de doping nos últimos anos.

O escândalo eclodiu após serem descobertas irregularidades no controle de doping nos Jogos de Inverno de 2014, sediados na cidade de Sochi.

O programa de trapaça era comandado por Grigory Rodchenkov, o antigo presidente da agência antidoping russa. Sua principal ação consistia em trocar amostras de atletas do país-sede, contaminadas com substâncias proibidas, por outras limpas.

Rodchenkov agora vive nos Estados Unidos, sob proteção e em local não divulgado, depois de revelar o esquema que coordenou -de acordo com ele apoiado pelos serviços de inteligência da Rússia- e ter fugido do país.

Neste ano, ele lançou o livro “The Rodchenkov Affair – How I Brought Down Putin’s Secret Doping Empire” (O caso Rodchenkov – Como derrubei o império secreto de doping de Putin) e deu uma entrevista à agência AP dizendo que sofre ameaças de morte por ser visto como um traidor na Rússia.

A história dele também é contada no documentário Ícaro, ganhador do Oscar em 2017.

Como parte da resolução do caso de 2014, nos anos seguintes a Rússia concordou em oferecer um conjunto de resultados de testes de seu laboratório em Moscou às autoridades antidoping. Foram esses dados, manipulados por representantes do país, que ocuparam posição central na crise que levou à atual punição.

De acordo com as investigações, a negação e a manipulação de dados pelos russos continuaram depois de a Wada confirmar publicamente, em setembro de 2019, que milhares de arquivos do país haviam sido apagados ou manipulados, e que os dados fornecidos não batiam com os de um banco sobre atletas russos recebido pela organização em 2017.

Em uma reunião complementar em outubro do ano passado para ajudar a explicar as discrepâncias, o ministro do Esporte russo forneceu novos dados à Wada, que quando estudados revelaram evidências de mais manipulações, segundo a agência.

Na ocasião, investigadores reportaram que 145 casos suspeitos poderiam não ser resolvidos, o que levantou a possibilidade de que atletas que trapacearam continuassem disputando competições impunemente.

É por isso que os EUA defendem que nenhum atleta russo deveria competir nos eventos dos próximos anos, algo negado pela decisão da CAS nesta quinta.

 

 FOLHAPRESS

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Como faço para comprar ouro do Gana?

O ouro é um metal precioso de alto valor monetário, muito procurado para a produção de moedas, joias e outros artefatos. Gana é um grande produtor e exportador de ouro como principal fonte de divisas para o seu desenvolvimento socioeconômico. Você já pensou, por exemplo, em comprar ou vender ouro?

As compras e exportações de ouro em Gana são feitas pela Precious Mineral Marketing Corporation (PMMC) em nome de vendedores / fornecedores licenciados para compradores estrangeiros. Entre em contato com um comprador de ouro licenciado (vendedor / fornecedor) em Gana e confirme as ofertas do comprador de ouro com o PMMC para confirmar se a transação é legítima. Preencha sua parte do Formulário de Contrato de Exportação de Ouro. O comprador licenciado adquire o Formulário de Contrato de Exportação de Ouro da PMMC para preenchimento pelo fornecedor e pelo comprador no exterior e, em seguida, o devolve para aprovação. Certifique-se de que o comprador de ouro entregará a remessa no prazo. O ouro a ser exportado pelo comprador de ouro licenciado deve chegar à PMMC em Accra, Gana antes das 9h para avaliação no dia da exportação, se já fundido. O ouro não derretido deve chegar um dia antes da exportação.

Pague os custos de envio, pelos quais o comprador estrangeiro e o fornecedor de ouro são responsáveis. O ouro a ser exportado é lacrado e protegido pela PMMC em caixas especiais de madeira ou metal no dia da exportação na presença dos funcionários da alfândega de Gana, funcionários do PMMC e do fornecedor que solicitou a exportação de ouro. O fornecedor licenciado fornece o endereço de envio completo e o número de telefone do comprador no exterior para a exportação.

A PMMC transporta o ouro garantido para o Aeroporto Internacional de Kotoka em Acra para entrega à companhia aérea de correio (que atualmente é a KLM). Receba sua remessa no local especificado. Os documentos que acompanham o ouro exportado incluem a fatura de ensaio PMMC, os documentos de exportação alfandegária do Banco de Gana e de Gana, o documento de pureza do ouro, a quantidade, o valor do ouro em dólares americanos e em GHS (cedi de Gana, a moeda local) e a via aérea Conta. Dicas O ouro em Gana é mais frequentemente fundido e raramente é vendido como ouro em pó. Os compradores em potencial são aconselhados a não fazer pagamentos ao fornecedor em dinheiro, mas sim por meio de transferência bancária para a conta do PMMC no Banco de Gana.

As ofertas recebidas de empresas de mineração privadas individuais e compradores licenciados para o fornecimento e compra de ouro de Gana devem ser confirmadas com a PMMC. Avisos Negocie apenas com fornecedores de ouro licenciados e confirme seus planos com o PMMD para evitar fraudes.

Ascom

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Mulheres não podem perder conquistas do mercado de trabalho no pós-pandemia

A pandemia continua dificultando a vida e o sustento das pessoas no mundo todo, mas é evidente que a COVID-19 e a recessão econômica afetam muito mais as mulheres.

De acordo com um relatório da empresa de consultoria em gestão McKinsey & Company e o grupo de defesa das mulheres LeanIn.Org, os trabalhos exercidos por mulheres são 1,8 vez mais vulneráveis a essa crise do que os exercidos por homens. Embora ocupem 39% do mercado de trabalho global, as mulheres representam 54% das demissões gerais por conta do coronavírus.

“As mulheres, especialmente negras e pardas, correm mais riscos de serem demitidas ou afastadas durante a crise da COVID-19, o que pode estagnar suas carreiras e afetar negativamente a segurança financeira”, afirma o relatório.

A pandemia intensificou os desafios que as mulheres já enfrentavam. Mães que trabalham fora tiveram que se virar com trabalho, filhos e tarefas domésticas, sem o suporte que tornava essa vida possível, como creches e escolas. Muitas tentam cumprir o horário de trabalho integral de casa e cuidar das crianças ao mesmo tempo.

Pesquisadores do Instituto de Estudos Fiscais e do Instituto de Educação da UCL entrevistaram 3.500 famílias de pais de gêneros opostos e concluíram que as mães cuidam das crianças, em média, durante 10,3 horas por dia — 2,3 horas a mais que os pais. Além disso, as mulheres cuidam da casa por 1,7 hora a mais que os homens.

Uma em cada quatro mulheres pensa em fazer uma pausa na carreira ou abandonar completamente o mercado de trabalho devido ao impacto da COVID-19. Com isso em mente, é mais importante do que nunca que as empresas ofereçam o suporte adequado para garantir que a equidade de gênero no ambiente de trabalho não seja um ideal ainda mais distante.

“As empresas devem apoiar as mulheres para garantir que o equilíbrio entre os gêneros não seja prejudicado para sempre”, afirma Caroline Whaley, cofundadora da Shine for Women, uma agência de consultoria para mulheres e empresas voltada para a promoção da equidade de gênero.

Desenvolver e adotar um novo estilo de liderança centrado na inclusão pode ajudar a compensar o impacto negativo da COVID-19 sobre as mulheres. “Para isso acontecer, é preciso oferecer modelos de trabalho flexíveis para que as funcionárias com compromissos familiares não desistam, seguir as metas e divulgar dados sobre diversidade e salário”, explica Whaley.

A COVID-19 forçou empresas do mundo inteiro a se adaptar e investir no home office — pelo menos no curto prazo. Embora essa transição para o trabalho remoto tenha sido muito rápida em muitas organizações, muitas outras afirmaram que planejam manter essa modalidade após a pandemia, como o Facebook (FB). Com essa flexibilidade, seja trabalhando em casa ou ajustando os horários de trabalho para conciliar com a criação dos filhos, as mulheres têm a chance de continuar trabalhando sem deixar de lado outras responsabilidades com a família.

Também é importante criar redes de apoio para as funcionárias, como sessões de coaching ou acesso a ferramentas de desenvolvimento pessoal on-line.

“Com esses recursos, as funcionárias podem dedicar tempo para aperfeiçoar uma competência e ganhar confiança. Em uma pesquisa recente, perguntamos às mulheres como elas viam a situação atual, o que elas almejavam para a vida pessoal e profissional depois do lockdown e o que pensavam sobre carreira e desenvolvimento pessoal”, contou Whaley.

“Os resultados revelaram que mais de 64% das mulheres que trabalham em período integral querem adquirir novos conhecimentos e investir em desenvolvimento pessoal para se preparar para o futuro em um mercado de trabalho cheio de incertezas”, completa ela.

Além disso, investir em jovens talentos é fundamental após os efeitos da COVID-19. Em outubro, um estudo da London School of Economics apontou que os jovens do Reino Unido têm o dobro de probabilidade de perder o emprego em comparação com profissionais mais velhos. Mais de uma em cada 10 pessoas entre 16 e 25 anos de idade perderam o emprego, enquanto apenas seis em cada 10 passaram a ganhar menos desde o início da pandemia.

“Os jovens, principalmente as mulheres, correm o risco de perder a confiança, e isso pode afetar o futuro de uma empresa em longo prazo. No trabalho remoto não há capacitação presencial, e as chances de um jovem aprender e se inspirar em colegas mais experientes são menores. Este é o momento para as organizações assumirem o controle e se prepararem para desenvolver os funcionários e não desperdiçar talentos”, analisa Whaley.

 

Por Lydia Smith / Yahoo Notícias

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Cidades que se destacaram na proteção às crianças recebem Selo Unicef

Na edição deste ano, foram contemplados 431 municípios

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) concedeu hoje (8) o Selo Unicef a 431 municípios do Semiárido e da Amazônia Legal brasileira, pelo esforço para proteger os direitos de crianças e adolescentes. As cidades se destacaram por ações que promoveram nas áreas de saúde, educação e assistência social.

No total, 1.924 municípios de 18 estados participaram da iniciativa, que compreendeu o intervalo de 2017 a 2020. No período, 1.735 municípios implementaram a estratégia Busca Ativa Escolar, programa lançado pelo Unicef em 2017, que tem por objetivo mitigar os fatores que contribuem para a exclusão escolar, isto é, que impedem crianças e adolescentes em idade escolar de frequentar as aulas.

Além disso, 573 municípios realizaram ações para diminuir o número de crianças e adolescentes com dois ou mais anos de atraso escolar. Ao todo, 683 prefeituras capacitaram professores sobre inclusão de crianças com deficiência por meio de educação física.

De acordo com o Unicef, entre 2016 e 2019, o percentual de estudantes dos anos finais do ensino fundamental público com dois ou mais anos de atraso escolar caiu 10,7% em todo o país. Nos municípios da Amazônia e do Semiárido, a redução foi de 11,9%, índice superado pelos municípios que aderiram à iniciativa da entidade, que foi de 12,5%. Entre os municípios que ganharam o selo a queda foi ainda mais expressiva, de 15%.

A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, disse que muitos desses municípios enfrentam problemas estruturais graves e precisam de intensos investimentos do poder público para resolvê-los. Segundo ela, a certificação permite melhorar os indicadores sociais não somente nos municípios que a conquistam, mas também em outros.

Florence disse também que a pandemia da covid-19 vem causando um “impacto profundo” na realidade de crianças e adolescentes. Ela avalia que o fechamento de escolas traz à tona situações de vulnerabilidade que afetam essa parte da população, como fragilidades de saúde mental e falhas na proteção contra violência, já que muitos dos agressores são parentes das vítimas.

“A gente está numa situação que nos preocupa muito, com o risco de perder, de alguma  maneira, essa geração de crianças e adolescentes”, disse.

Registro civil

Outro exemplo de avanço atingido pelos municípios que ganharam reconhecimento por meio do selo, Florence cita o aumento no número de registro civil. “Mais de mil crianças ganharam certidão de nascimento, que permite acessar outros direitos fundamentais”, disse.

O acesso de crianças ao registro de nascimento aumentou mais do que a média nacional. De 2016 a 2018, último dado disponível, a média nacional cresceu 0,62%, enquanto nos municípios certificados o aumento foi de 0,84%.

Na área de saúde, segundo o Unicef, observa-se um progresso importante quanto à cobertura de exame pré-natal. No total, 581 dos municípios participantes da edição ofereceram capacitações que abordaram assuntos como o pré-natal, parto e pós-parto às equipes da rede pública de saúde. De 2016 a 2018 (último dado disponível), o percentual de mulheres com acesso adequado ao pré-natal (sete consultas ou mais) no Brasil cresceu 4,6%. A proporção, porém, chegou a 7,5% entre os municípios certificados com o selo.

A lista com os 431 municípios que ganharam o Selo Unicef – Edição 2017-2020 pode ser conferida no site do Unicef. Também foi disponibilizado um painel com os principais indicadores de cada estado.

 

Agência Brasil

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Volante Judson é eleito o defensor do ano pelos jogadores do San Jose Earthquakes

Na sua segunda temporada atuando no futebol dos Estados Unidos, Judson segue encantando os americanos com sua vitalidade dentro de campo. O “motorzinho” do San Jose Earthquakes foi escolhido pelos próprios companheiros de clube como o defensor do ano.

“Fico feliz pelo reconhecimento. Eu tento deixar o máximo dentro de campo e acredito que eles acabam valorizando essa entrega. Essa é uma votação que acontece todo ano e nós temos que votar nos nossos próprios companheiros de equipe. Tem sido uma experiência incrível atuar na MLS e me sinto cada dia mais em casa. O nosso grupo é incrível e agradeço demais todo suporte que eles sempre me deram por aqui”, revelou Judson, de 27 anos.

Eliminado nas quartas de final da MLS, Judson faz um balanço positivo da atípica temporada. “Acredito que por todas as dificuldades, conseguimos fazer um bom trabalho. Tivemos um período bastante instável dentro da competição, mas reagimos e conquistamos uma classificação importante para às quartas de final. Infelizmente não avançamos, mas lutamos até o último momento”, destacou.

Com 57 jogos com a camisa do San Jose, Judson está retornando ao Brasil nos próximos dias para passar férias e deve retornar ao país americano no início de janeiro.

 

Foto: Divulgação/San Jose Earthquakes

Por Gustavo Neves / Assessor de Imprensa

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Dezembro terá fenômeno astronômico que não ocorre desde a Idade Média

É a proximidade entre Júpiter e Saturno, parecendo um planeta duplo

Um fenômeno astronômico que não acontece desde a Idade Média poderá ser observado no dia 21 de dezembro, logo após o pôr do Sol: a proximidade entre Júpiter e Saturno fará com que esses dois corpos celestes pareçam um planeta duplo.

A proximidade entre os dois planetas já está ocorrendo e, entre os dias 16 e 25 de dezembro, a percepção será de que eles estarão separados por menos do que um diâmetro de lua cheia. “Na noite de maior aproximação, em 21 de dezembro, eles se parecerão com um planeta duplo, separados por apenas um quinto do diâmetro da lua cheia”, explica o astrônomo da Rice University, Patrick Hartigan.

Embora as melhores condições de visualização sejam próximas ao Equador, o fenômeno poderá ser observado em qualquer lugar da Terra, se o clima permitir. Hartigan explica que a dupla planetária aparecerá baixo no céu ocidental por cerca de uma hora após o pôr do sol todas as noites. “Para a maioria dos observadores do telescópio, cada planeta e várias de suas maiores luas estarão visíveis no mesmo campo de naquela noite”, acrescentou.

Segundo o astrônomo, alinhamentos entre esses dois planetas são bastante raros. “No entanto, esta conjunção é excepcionalmente rara por causa da maior proximidade entre eles. Você teria que voltar até um pouco antes do amanhecer de 4 de março de 1226 para observar um alinhamento mais próximo entre esses objetos visíveis no céu noturno”, complementou.

A próxima vez que esse vento ocorrerá será no dia 15 de março de 2080. Depois, só depois do ano 2400.

 

Com informações da Rice University

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Secretaria de Saúde de Campina Grande realiza ação no Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

O dia 1 de dezembro marca o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Em Campina Grande, a Secretaria Municipal de Saúde vai realizar uma ação de prevenção e diagnóstico da doença. A ação será realizada na Praça da Bandeira, das 8h às 11h e das 13h às 16h, com testes rápidos de AIDS, Sífilis e Hepatites B e C, e a distribuição de preservativos masculinos e femininos.

Atualmente, Campina Grande atende 1.269 pessoas vivendo com HIV e AIDS. Em 2020 foram identificados 82 novos casos, graças à ampliação gradativa que o programa de diagnóstico do município vem recebendo desde 2013. Hoje as pessoas podem realizar o teste na maioria das Unidades Básicas de Saúde da cidade.

Apesar dessa descentralização, existe um serviço que é a referência no município para diagnóstico de AIDS, Sífilis e Hepatites B e C. O Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) fica na sala 5 do Centro de Saúde Francisco Pinto, no Centro da cidade, e funciona de segunda a sexta-feira. Qualquer pessoa pode ir até o local fazer o teste de algumas dessas doenças.

Já o serviço de referência para o tratamento das pessoas com AIDS em Campina Grande é o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), que fica na Rua Siqueira Campos, 658, no bairro da Prata. O SAE foi reformado para atender as pessoas com todos os cuidados necessários, desde consultas com especialistas, exames especializados e a distribuição dos medicamentos de controle e tratamento da doença.

“Nós temos percebido uma consciência maior por parte da população na busca pelo diagnóstico. O tema deixou de ser tabu e as pessoas estão procurando saber mais se foram infectadas pelo vírus HIV, o que é muito bom porque quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, maior a qualidade de vida da pessoa”, explicou a Coordenadora Municipal de Políticas de Saúde para Infecções Sexualmente Transmissíveis, Andréa Truta.

 

Assessoria

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Em sua partida de número 90 na Ligue 1, Otávio quer manter ascensão do Bordeaux diante do líder PSG

Desde 2017 no Bordeaux, o volante Otávio, ex-Athletico Paranaense, está próximo de atingir mais uma marca importante pelo clube francês. Neste sábado, fora de casa, diante do PSG, ele completará sua nonagésima partida pela Ligue 1, a primeira divisão do Campeonato Francês.

Aos 26 anos e com contrato até 2022 com o Bordeaux, Otávio espera aumentar bastante o número de jogos na principal competição da França. “Chegar a marca de 90 jogos numa das principais ligas do mundo é algo que me deixa muito feliz. Logicamente quero crescer significativamente esse número de partidas e escrever uma história bonita com a camisa do Bordeaux. Mais importante que a marca em si é sairmos de campo com um grande resultado diante do PSG. Esse é o nosso objetivo”, explicou o camisa 5.

Para encarar Neymar, Di Maria, Mbappé e companhia, o Bordeaux chega com a moral elevada. Na última rodada, a equipe buscou um importante resultado longe dos seus domínios ao superar o Rennes por 1×0. “Tivemos uma ótima semana de trabalho após uma vitória importante fora de casa. Queremos consolidar esse bom momento neste jogo importantíssimo contra o PSG. É o líder da competição, uma força mundial e com grandes estrelas do futebol. Estudamos bem os pontos fortes deles e estamos preparados para sairmos de Paris com um grande resultado. São jogos assim que nos darão força e confiança para o restante da competição no objetivo de subirmos na tabela de classificação”, concluiu Otávio.

Com 11 rodadas disputadas na Ligue 1, o PSG está no topo da competição com 24 pontos, enquanto o Bordeaux ocupa o 12ª lugar com 15 pontos conquistados.

 

Fotos: Divulgação/Bordeaux

Arthur Virgílio – Assessor de Imprensa

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Corpo de Maradona é velado no palácio presidencial da Argentina

Velório público ocorrerá até as 19h

As cerimônias fúnebres do ídolo do futebol, Diego Maradona, que morreu nessa quarta-feira (25) aos 60 anos, começam hoje no palácio presidencial da Argentina.

Em declarações à imprensa internacional, o porta-voz da Presidência, Mario Huck, disse que as cerimônias serão realizadas na Casa Rosada até sábado (28).

O corpo de Maradona chegou de madrugada à sede do governo, em Buenos Aires. Centenas de pessoas aguardavam em fila para se despedir do campeão mundial de 1986, no velório que ocorrerá entre as 9h e as 19h.

A ex-mulher do ídolo Claudia Villafañe e as duas filhas, Dalma e Gianinna, já se deslocaram para a Casa Rosada. Também estão lá o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, vários jogadores e ex-atletas, incluindo os companheiros de equipe de Maradona no Campeonato Mundial de 1986, que a Argentina ganhou no México.

Morte de causas naturais

O procurador-geral de San Isidro, província de Buenos Aires, John Broyad, disse que a morte de Maradona “só teve causas naturais” e que em seu corpo “não foram encontrados sinais de crime ou violência”, mas que será feita uma autópsia.

“Infelizmente, com uma dor tremenda, podemos confirmar a morte aproximadamente às 12h”, afirmou Broyad em entrevista.

“A autópsia será feita com o objetivo de especificar o motivo da morte. A morte só tem características naturais. Não há indícios de violência”, acrescentou.

O procurador-geral disse ainda que os elementos “mais qualificados” da polícia científica da região estiveram na casa em que Maradona morreu.

 

Com informações da RTP

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Autoridades discutem nesta quinta-feira em evento virtual relação comercial entre o Brasil e China

O Conselho Empresarial Brasil China (CEBC) promove amanhã (26), às 10h00 em plataforma virtual, o lançamento do estudo “Bases para uma Estratégia de Longo Prazo do Brasil para a China”, com a presença de renomadas personalidades como o vice presidente Hamilton Mourão e a diplomata e economista com 10 anos de experiencia na Ásia e autora da proposta de estratégia, Tatiana Rosito.

O presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool), Edmundo Barbosa participou de diversas missões na China, no ano passado e por ter construído uma relação comercial com o país, cumprimentou os representantes do agronegócio pelas inestimáveis contribuições ao Brasil.

Para o dirigente sindical, o agro tem caminhado com equilíbrio, cada vez mais forte ao não se deixa levar por antagonismos. “Nas duas viagens para a China fiz amigos e hoje acompanho algumas realizações como o recente acordo reunindo todos os países asiáticos, sob a liderança do vice ministro Zhang Lubiao. O Brasil teria muito a ganhar melhorando as relações com o bloco asiático. As relações com a China vem sendo prejudicadas pelas indefinições do Governo Federal e malcriações ao maior parceiro comercial. Nós aqui precisamos de conectividade no campo”, lembrou.

Segundo ainda Edmundo Barbosa, o sensacional projeto da Usina São Martinho com a empresa de telecomunicações CPQD de Campinas e muitas startups no campo trouxeram esperança e traduzem a modernidade na produção de alimentos e biocombustíveis no Brasil.

Ele sugeriu um posicionamento do Brasil, por intermédio das lideranças reunidas, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Ministra Tereza Cristina em favor dos avanços na digitalização e melhor avaliação sobre as questões de 5G para o agro. “Não nos interessa o conflito com a China. A Hauwei atende a todas operadoras de celulares há mais de 20 anos aqui no país”, lembrou.

O presidente do Sindalcool ainda informou que a empresa trouxe inúmeras inovações para as telecomunicações mundiais, enquanto as empresas americanas foram superadas pela própria letargia como foi a IBM de anos atrás com centenas de polpudos contratos com órgãos públicos para emitir contracheques.

Quem estiver interessado em saber o que o Brasil quer de seu relacionamento com a China, ou ainda, como o país pode aproveitar as oportunidades trazidas pela rápida ascensão da segunda maior economia do mundo, basta fazer a inscrição totalmente gratuita para participar do evento pelo link bit.ly/39eW0qP

Fundado em 2004, o Conselho Empresarial Brasil-China é uma instituição bilateral sem fins lucrativos formada por duas seções independentes, uma no Brasil e outra na China, e dedicada à promoção do diálogo entre empresas dos dois países.

 

Assessoria