Categoria ESPORTE

Morre Toninho Metralha, ex-jogador do Corinthians nos anos 70

Ex-ponta direita também teve passagem por times portugueses

Morre Toninho Metralha, ex-jogador do Corinthians nos anos 70

O ex-atleta tinha também passagens pelo América-RJ e Botafogo-SP, até seguir carreira em Portugal, onde atuou pelo Porto, Marítimo e União Leiria.

Toninho jogou pelo Timão no mesmo período em que Tobias, Lance, Vaguinho, Adilson Miranda e Zé Maria, nos anos de 1975 e 1976.

Ele tinha 64 anos e a causa de sua morte não foi divulgada.

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

Umtiti marca de cabeça e garante França na final da Copa

Time francês chega terceira final de Copa do Mundo e aguarda adversário que sai do duelo entre Inglaterra e Croácia

Umtiti marcou o gol da vitória da França em cima da Bélgica

Gostinho de champanhe e caviar na final da Copa da Rússia. França e Bélgica entraram em campo na tarde desta terça (10) pelas semifinais. Quem esperava um jogo equilibrado, acertou, mas quem estava torcendo para muitos gols, se decepcionou.

Com dois contra-ataques velozes, as duas equipes se estudavam, mas não deixavam de avançar e fazer pressão, alternando momentos de melhor desempenho entre elas. Mbappé, com sua velocidade característica, infernizava a defesa belga, enquanto De Bruyne e Hazard não conseguiam acertar os passes precisos que quebram as linhas de defesa adversária.

Quando conseguia furar o bloqueio liderado por Kanté, o time da Bélgica parava nas mãos de Lloris. O mesmo acontecia com os franceses, que não conseguiam furar o bloqueio de Courtois, um dos melhores goleiros da Copa até aqui. No entanto, em uma bola parada logo aos cinco do segundo tempo, o panorama mudou. Umtiti, zagueiro nascido em Camarões, subiu mais alto que todo mundo e mandou no cantinho. Era o gol da classificação francesa.

Os belgas partiram para cima com todo o poderio ofensivo, mas não tinham chances claras, e a França apostava nos contra-ataques. A vontade foi muita, mas não foi suficiente para mudar o placar. Placar final, França um, Bélgica zero. Agora os franceses aguardam o resultado de Croácia e Inglaterra para saber com quem farão a final no domingo, em Moscou.

Reportagem: Raphael Costa

 

Croácia elimina Rússia e está na semifinal após 20 anos

Croatas venceram nos pênaltis e duelam com a Inglaterra por uma vaga na final

Acabou a festa para nós, mas a Copa continua. Sábado de mais decisões com emoção de sobra. Em Sochi, os donos da casa tinham a dura missão de encarar a habilidosa Croácia por uma vaga nas semifinais.Croácia repete melhor campanha de sua história e tenta vaga inédita na final diante da InglaterraO jogo era de marcação forte e boa troca de passe pelos dois lados. A Rússia era melhor e até criou algumas chances. Até que aos 30 minutos, o talento individual apareceu. E se engana quem acha que foi do camisa 10 Luka Modric. Foi dos pés de Cheryshev, camisa 6 russo, que veio o primeiro grito de gol. De fora da área, ele bateu com a perna esquerda no ângulo, sem chance para o goleiro. Um a zero para a Rússia.

Até pela falta de experiência e rodagem de seus atletas, os russos não souberam administrar a vantagem. Isso porque menos de dez minutos depois, Mandzukic achou Kramaric, que empatou de cabeça para os croatas. A igualdade permaneceu também durante todo segundo tempo, levando o jogo para a prorrogação.

Apesar do cansaço dos jogadores, aos 11 da primeira parte da prorrogação, Vida subiu mais alto que todo mundo e marcou o gol da virada croata. Gol da classificação? Nada disso. A poucos minutos do fim, um lance infantil gerou novamente o empate dos anfitriões. Pivarica colocou a mão na bola e deu uma falta de graça, próximo à área. Na cobrança, o brasileiro naturalizado russo Mário Fernandes marcou de cabeça e levou a partida para os pênaltis.

Nas cobranças alternadas, Subasic defendeu para os croatas, mas não contava que Kovacic perderia seu chute. Herói na prorrogação, Mário Fernandes bateu para fora. Rakitic, experiente meia do Barcelona, não desperdiçou e garantiu a classificação croata. Com o resultado, a Croácia iguala a campanha que fez em 1998, na estreia em Copas do Mundo, e chega mais uma vez às semifinais.

Quem também retorna a essa fase de um Mundial após mais de duas décadas é a Inglaterra, que venceu a Suécia mais cedo por dois a zero. Com boa atuação do goleiro Pickford, que anulou todas as chances suecas, Maguire e Delle Ali balançaram as redes adversárias. O English Team espanta a má fase e volta a ficar entre as quatro melhores seleções do Mundial. Croatas e ingleses se encontram às três da tarde, na quarta-feira (11), por uma vaga na final da Copa.

 

Com a colaboração de Raphael Costa e, reportagem Tácido Rodrigues

 

CBF oficializa convite para Tite seguir na seleção brasileira

Brasil deu adeus ao Mundial após perder para a Bélgica por 2 a 1

A CBF formalizou na madrugada deste sábado (7) um convite para Tite continuar na seleção brasileira. O chefe da delegação e futuro presidente da entidade, Rogério Caboclo, se reuniu com o técnico em Kazan, após a derrota para a Bélgica, por 2 a 1, que eliminou o Brasil da Copa do Mundo.

Eliminado nas quartas de final da Copa, Tite poderá ter um perdão inédito para técnicos da seleção brasileira. Nunca um técnico derrotado em Mundial foi mantido após uma eliminação.

Mesmo entre os vitoriosos, o único que permaneceu foi Zagallo, que renovou o contrato após vencer a Copa de 1970. Quatro anos depois, ele perdeu o torneio da Alemanha, em 1974.

Para Tite, o futuro presidente da CBF ofereceu as mesmas condições e estruturas que foram dadas nesses dois anos para a seleção.

Antes da partida que eliminou o Brasil, eles já tinham sentado para conversar e Caboclo havia dito que a CBF estava “orgulhosa” do trabalho e que queria a permanência da comissão técnica.

Naquele momento, eles acreditavam que Brasil conseguiria vencer a Bélgica e conquistar a vaga para a semifinal do Mundial. A proposta não estava condicionada a essa sequência.

Neste sábado, Tite pediu um tempo para responder ao cartola. Frustrado, vai tirar uns dias de folga e só depois irá à CBF falar sobre o seu futuro. O treinador vai se reunir com a família nos próximos dias e pensar.

Antes de ir à Rússia, ele já havia avisado que tiraria férias após o torneio.

O gaúcho deve ficar no Rio de Janeiro, onde sua família foi morar desde que ele assumiu o comando do time nacional. A definição deve ser tomada em 15 dias.

Com os bons resultados em campo, Tite ajudou a espantar a crise política da CBF, envolvida em escândalos de corrupção. Seus dois últimos ex-presidentes estão com problemas na Justiça. José Maria Marin foi preso e condenado, Marco Polo Del Nero foi banido do futebol.

Com a instabilidade na entidade, o técnico ganhou espaço para fazer tudo que queria. Ele só aceita continuar com a mesma situação.

No período antes da Copa, o treinador fez o time reencontrar o bom futebol e ganhou da direção da CBF todo o apoio financeiro. A delegação brasileira foi a maior da história da seleção. Tite contou com ajuda de 40 pessoas.

A confederação tem a expectativa de que o gaúcho demore para responder.

Após a derrota para a Bélgica, jogadores e comissão se despediram da Rússia. Parte do grupo chega ao Brasil neste domingo, enquanto alguns ficaram na Europa.

O coordenador de seleções da CBF, Edu Gaspar, foi o único a se manifestar publicamente.”Agora é difícil responder e pensar mais adiante, ainda estamos juntando nossas dores. Vamos chegar ao Brasil, esfriar a cabeça e voltar a conversar. Temos que ter um pouco de paciência, tentar ter o máximo de discernimento para retomar a naturalidade”, afirmou Gaspar.

O Brasil deu adeus ao Mundial após perder para a Bélgica por 2 a 1, com gols de Fernandinho, contra, e De Bruyne. Renato Augusto diminuiu no segundo tempo.

Com Tite à frente da seleção, em dois anos, foram 26 jogos, 20 vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas. Foram apenas oito gols sofridos, contra 55 marcados.

Neste sábado, o clima era de frustração na despedida da seleção da Rússia, depois de quase um mês desde a chegada a Sochi no último dia 11 de junho.”Essa dor não é fácil. A maior como atleta e dirigente. Uma dor que sangra. Mas temos que seguir firme nos nossos objetivos. O esporte é inerente ao resultado. Vamos seguir nosso trabalho”, afirmou Edu Gaspar.

O volante Fernandinho, 33, que falhou nos dois gols da derrota para a Bélgica, foi o primeiro a deixar o Mirage Hotel neste sábado, em Kazan.

Ao lado de Marquinhos, Cássio, Alisson, Filipe Luís, Renato Augusto, Paulinho e Firmino, o meio-campista foi aplaudido por cerca de 30 torcedores que aguardavam a saída da seleção na porta.

Os atletas deixaram o local antes dos demais pois vão permanecer na Europa, onde moram ou tem familiares, em vez de retornar ao Brasil.

O voo de volta da CBF faz escala em Madrid e chega ao Rio de Janeiro às 5h de domingo.

Neymar, que saiu sem falar ao final da derrota, vai passar alguns dias de férias em Mangaratiba, no litoral do Rio de Janeiro, com a família e a namorada, a atriz Bruna Marquezine.

Antes de sair para pegar o voo com os demais companheiros, o camisa 10 desceu ao saguão do hotel em Kazan e deu um longo abraço em sua mãe, Nadine Gonçalves, emocionado.

“A partir do momento em que passei a conviver mais com o Neymar, vi que não é fácil ser Neymar. É um menino. Menino, não, desculpe o termo. Deixou de ser menino. É um atleta que merece todo o meu elogio. As pessoas esquecem o tempo que ele ficou parado”, afirmou o coordenador de seleções da CBF.

Fonte: Folhapress

Até 2022: Brasil perde para a Bélgica e é eliminado da Copa da Rússia

O sonho do hexa já era. Pelo menos até 2022. Um apagão no primeiro tempo foi responsável por dois gols da Bélgica: Fernandinho contra, e De Bruyne. Renato Augusto ainda diminuiu na segunda etapa, mas o ferrolho belga, que quase não saiu para o jogo, travou o sistema ofensivo brasileiro e venceu o jogo.

Neymar apagado e Philippe Coutinho pouco criativo não conseguiram ajudar o time: 2 a 1.

Tite optou por voltar com Marcelo ao time, que terá também Fernandinho no lugar de Casemiro, suspenso. Veja a escalação: Alisson, Thiago Silva, Miranda, Marcelo e Fagner; Philippe Coutinho, Paulinho, Fernandinho e Willian; Neymar e Gabriel Jesus.

Já Roberto Martínez definiu os Red Devils com: Courtois, Alderweireld, Kompany, Vertonghen e Meunier; Witsel, De Bruyne, Fellaini e Chadli; Lukaku e Hazard.

JOGO

Primeiro Tempo:

A seleção brasileira começou a partida com ânimo no ataque. Logo no início, após escanteio, Thiago Silva, todo desajeitado, acertou a trave. Mas aos 13′, também de um escanteio, Fernandinho mandou pra dentro, mas contra. Gol da Bélgica.

Aos 31′, Lukaku partiu em contra-ataque, e o pior aconteceu: mais um gol da Bélgica. De Bruyne mandou um balaço da entrada da área, sem chance para Alisson: 2 a 0.

Segundo Tempo:

O Brasil voltou sem Willian, com Firmino. E logo no início, Douglas Costa substituiu Gabriel Jesus. A seleção tem o domínio total da partida, mas não chega com objetividade. A única chance da Bélgica foi num contra-ataque, mas a bola foi para fora.

Aos 30′, a pressão do Brasil surtiu efeito. Renato Augusto, que havia acabado de entrar no lugar de Paulinho, recebeu cruzamento de Philippe Coutinho e marcou de cabeça: GOOOOL DO BRASIL!!!!!!

Mas de nada adiantou. No fim: Bélgica 2 x 1 Brasil.

 

Fonte: Notícias ao Minuto

Melhor ataque x melhor defesa: tudo do jogão entre Brasil e Bélgica

Times se enfrentaram na Copa de 2002 pelas oitavas, com vitória brasileira

Chegou a hora, não tem para onde correr. Sexta-feira e a Copa do Mundo terá o nosso Brasil maravilhoso em campo. E a coisa promete ser complicada. Se em 2002 nós encaramos a Bélgica nas oitavas, neste ano vai ser nas quartas. No último encontro, alegria verde e amarela e vitória por dois a zero. Agora, na Rússia, as seleções volta a ficar frente a frente na Arena Kazan, 16 anos após o último encontro em Copas.

As duas equipes chegam ao duelo com um equilíbrio muito grande. Será o encontro do melhor ataque contra a melhor defesa, jogo que representa a luta pela volta da hegemonia contra os que querem entrar para a história, já que a Bélgica nunca ganhou um título com sua seleção principal.

Sob o comando do técnico Roberto Martinez, os belgas tem 24 jogos, incluindo os da Copa do Mundo. São 18 vitórias, 5 empates e apenas uma derrota.

E a já conhecida geração belga, que conta com jogadores como De Bruyne, Hazard e Lukaku, tem mostrado que a especialidade da casa não se limita à chocolates e cervejas. A Bélgica tem o melhor ataque da Copa, são 12 gols em quatro jogos. Nas 24 partidas sob o comando do técnico Martinez, o número salta para 76. O atacante Lukaku, inclusive, está na briga pela artilharia do Mundial com quatro gols, dois a menos que o inglês Harry Kane.

No entanto, o jogo ofensivo abre brechas para contra-ataques dos adversários. Os belgas sofreram quatro gols na Copa, sendo que dois deles foram marcados pela fraca seleção da Tunísia. A defesa ainda foi vazada outras duas vezes contra o Japão, na partida das oitavas.

Se do lado de lá esse problema ainda precisa ser resolvido, a seleção brasileira tem o equilíbrio como uma de suas virtudes. Sob o comando de Tite, a seleção não faz tantos gols quanto os belgas, mas também não deixa que os adversários marquem. Para se ter ideia, foram apenas seis gols sofridos e 54 marcados em 25 partidas. Na Copa, o Brasil sofreu apenas um, na estreia contra a Suíça, e marcou outros sete.

Para a partida, o técnico Tite tem como desfalque certo o volante Casemiro, que levou o segundo cartão amarelo na última partida e cumprirá suspensão. Fernandinho fica com a posição. Marcelo retorna ao time após sentir um espasmo no jogo contra a Sérvia e sequer entrou em campo contra o México.

De resto, o time não deve mudanças. A seleção canarinho deve ir à campo com Alisson no gol; Fagner, Thiago Silva, Miranda, capitão nesta partida, e Marcelo no setor defensivo. Fernandinho, Paulinho e Phillipe Coutinho formam o meio-campo, enquanto William, Neymar e Gabriel Jesus formam o ataque.

A bola começa a rolar às três horas da tarde, horário de Brasília.

 

Reportagem: Raphael Costa

Redação – fmrural.com.br

 

Lesionado, Danilo está fora da Copa, mas permanecerá com a Seleção

Lesionado, o lateral direito Danilo não tem mais qualquer possibilidade de defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia. Ainda assim, o jogador pediu para permanecer com o grupo comandado pelo técnico Tite até o final da competição e foi atendido.

Danilo iniciou a campanha como titular, mas participou apenas da estreia contra a Suíça, já que sentiu problema no quadril antes do jogo contra a Costa Rica. O atleta se recuperou e chegou a ficar no banco diante do México, mas sofreu uma uma lesão ligamentar no tornozelo esquerdo durante o treino da quinta-feira (05).

Sem Danilo, Tite apostou de maneira bem-sucedida na escalação de Fagner, utilizado nos duelos contra Costa Rica, Sérvia e México. Com atuações consistentes, o jogador do Corinthians permanecerá entre os titulares para o confronto com a Bélgica.

A lateral direita vem sendo a posição mais problemática para Tite na Copa do Mundo. O experiente Daniel Alves, um dos principais líderes do elenco, seria titular no torneio, mas sofreu lesão dias antes da convocação, o que abriu espaço para a breve ascensão de Danilo.

Sem o jogador do Manchester City, o zagueiro Marquinhos passa a ser a alternativa de Tite para a lateral direita até o final da participação brasileira no Mundial. Na medida em que o regulamento do torneio impede a convocação de outro jogador no momento, o elenco fica apenas com 22 atletas em condições de atuar.

Desde o início da preparação para a Copa, a comissão técnica liderada por Tite procurou ao máximo evitar eventuais cortes. Fora de campo, Danilo acompanhará o duelo diante da Bélgica a partir das 15 horas (de Brasília) desta sexta-feira (06), na Arena Kazan, pelas quartas de final.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Protagonistas no Chelsea, Willian e Hazard travam duelo em Brasil x Bélgica

Desde que o sorteio da Copa do Mundo foi realizado em dezembro, era imaginado que Brasil e Bélgica se encontrariam nas quartas de final do Mundial. Nesta sexta-feira, as duas seleções se enfrentarão na Arena Kazan às 15h00 (horário de Brasília).

O jogo trará à tona um duelo particular entre duas estrelas do Campeonato Inglês. Willian e Hazard são peças fundamentais no Chelsea. O belga é o camisa 10, joga pela ponta esquerda, fez bela temporada e é um dos melhores atletas da atualidade. O brasileiro, por sua vez, usa a 22, atua pelo flanco direito do campo, e foi em alguns momentos mais importante que o companheiro na última temporada dos Blues.

Em suas respectivas seleções, o peso é ainda maior. Hazard usa a número 10, a faixa de capitão, e tem a missão de ser o líder de uma das mais talentosas gerações belgas da história do futebol. Até aqui, faz um Mundial bom, mas aquém daquilo que pode apresentar. Se conseguir uma grande atuação contra a Seleção Brasileira subirá de patamar.

O jogador fez dois gols na goleada por 5 a 2 contra a Tunísia, na segunda rodada. No triunfo de 3 a 0 diante do Panamá teve boa participação, mas não marcou. Esteve fora do duelo perante a Inglaterra, que terminou em 1 a 0 para a Bélgica, e fez uma partida aceitável no duro confronto com o Japão.

Eden Hazard

Posição: meia
Camisa: 
10
Altura: 
1,73m
Data de nascimento: 
07/01/1991 (27 anos)
Clubes: 
Lille e Chelsea

Willian não começou bem a Copa do Mundo, especialmente nos dois primeiros jogos, chegando a ser ameaçado de ir para o banco de reservas. No entanto, na vitória por 2 a 0 contra o México, o camisa 19 mostrou um grande futebol, e foi importante para os comandados de Tite vencerem os mexicanos e alcançarem as quartas de final. Ao lado de Neymar, e de um ótimo jogo coletivo, o jogador pode ser peça-chave para o time verde e amarelo alcançar o tão sonhado hexa.

Além de ser fundamental na frente, Willian auxilia quando o Brasil está sem a bola, fechando uma das linhas, se posicionando sempre próximo do lateral-direito Fagner. Hazard joga mais solto que o companheiro, tendo total liberdade para criar e ser o protagonista da Bélgica, ao lado de De Bruyne e Lukaku.

Willian

Posição: meia
Camisa: 
19
Altura: 
1,75m
Data de nascimento: 
09/08/1988 (29 anos)
Clubes: 
Corinthians, Shaktar Donetsk e Chelsea

Além de importantes para o Chelsea, Hazard e Willian são amigos. Em dezembro do ano passado, quando o time bateu o Huddersfield Town por 3 a 1, o belga foi escolhido pela organização do Campeonato Inglês o “Man of the Match” (O Cara do Jogo). Entretanto, o camisa 10 deu o prêmio para o brasileiro, dizendo: “Não, não. Isso é para você meu amigo. O prêmio é seu, você merece”.

O brasileiro fez questão de agradecer o colega: “Foi uma atitude muito bacana do Hazard. Realmente ali o escolheram como o melhor jogador da partida, mas ele se recusou a pegar o troféu e disse que eu tinha sido o melhor do jogo e me entregou o troféu. Foi bem legal e isso mostra que além de ser diferenciado dentro de campo, ele é diferenciado fora de campo também. Por isso, o agradeci pela atitude que teve comigo”, afirmou Willian.

Na última temporada, Willian fez 54 jogos e 13 gols, contando Premier League, Liga dos Campeões, Copa da Liga Inglesa e Copa da Inglaterra. Já Hazard balançou as redes em 17 oportunidades em 51 partidas. Ambos foram os destaques do Chelsea, que conquistou apenas a Copa da Inglaterra em cima do Manchester United, com gol do belga de pênalti.

Brasil e Bélgica se enfrentam pelas quartas de final da Copa do Mundo às 15h00 (horário de Brasília), na Arena Kazan. O vencedor do confronto enfrentará Uruguai e França.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Inglaterra supera gol de Mina, bate Colômbia nos pênaltis e avança

A última seleção classificada às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia foi conhecida na tarde desta terça-feira. No Estádio Spartak, a Inglaterra cedeu o empate por 1 a 1 à Colômbia nos acréscimos, mas enfim levou a melhor na disputa por pênaltis (4 a 3).

Colômbia e Inglaterra fizeram um primeiro tempo com raras oportunidades de gol. Na etapa complementar, Harry Kane abriu o placar em cobrança de pênalti e Yerry Mina empatou de cabeça. De forma inédita, a seleção britânica ganhou uma disputa por penais no Mundial com atuação decisiva do goleiro Pickford.

Classificada às quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, a Inglaterra volta a campo às 11 horas (de Brasília) deste sábado. Em Samara, o time comandado por Gareth Southgate encara a Suécia na briga por um lugar na semi, algo que não consegue desde 1990.

O Jogo – A Inglaterra foi a primeira seleção a chegar ao ataque de maneira consistente em Moscou. Trippier recebeu de Lingard pela direita e cruzou pelo alto. O artilheiro Harry Kane completou de cabeça, mas mandou por cima do gol defendido por Ospina.

Em um primeiro tempo sem grandes emoções, a Inglaterra levou algum perigo novamente em jogada de bola parada. Lerma cometeu falta sobre Kane nas imediações da grande área. Na cobrança, Trippier mandou a bola à direita da meta colombiana.

Desfalcada do lesionado meia James Rodriguez, seu principal articulador, a Colômbia não conseguiu criar oportunidades de gol durante a etapa inicial. Já nos acréscimos, Quinteros deu o primeiro chute na meta britânica, facilmente defendido pelo goleiro Pickford.

A Inglaterra inaugurou o marcador aos 11 minutos da etapa complementar. Após cobrança de escanteio, Carlos Sanchez cometeu pênalti sobre Harry Kane, marcado pelo confuso árbitro norte-americano Mark Geiger. O atacante bateu no meio do gol e converteu pela sexta vez no Mundial.

A seleção britânica procurou aproveitar o momento favorável após abrir o placar e quase ampliou a vantagem logo depois. Young apanhou a sobra na entrada da área e cruzou. Dele Alli completou de cabeça e a bola passou perto da trave do goleiro Ospina.

A Colômbia desperdiçou grande chance com Cuadrado, mas chegou ao empate por meio de Yerry Mina. Aos 47 minutos, Pickford espalmou chute de Uribe e cedeu o primeiro escanteio ao adversário. Após a cobrança, o ex-palmeirense subiu alto e cabeceou para empatar em grande estilo.

A Colômbia dominou o primeiro tempo da prorrogação e a Inglaterra reagiu no segundo, encerrado com empate. Nos pênaltis, Kane, Rashford, Trippier e Dier converteram para os britânicos. Henderson parou em Ospina. Falcao, Cuadrado e Muriel marcaram para os sul-americanos. Uribe acertou o travessão e Bacca parou em Pickford. Assim, a seleção europeia ganhou por 4 a 3.

FICHA TÉCNICA
COLÔMBIA (3) 1 x 1 (4) INGLATERRA

Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia)
Data: 3 de julho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 15 horas (de Brasília)
Árbitro: Mark Geiger (Estados Unidos)
Assistentes: Joe Fletcher (Canadá) e Frank Anderson (Estados Unidos)
Cartões amarelos: Barrios, Arias, Carlos Sanchez e Bacca (COL); Henderson e Lingard (ING)
Gols:
COLÔMBIA: Mina, aos 47 minutos do 2º Tempo
INGLATERRA: Kane, aos 11 minutos do 2º Tempo
Pênaltis:
COLÔMBIA: Falcao, Cuadrado e Muriel converteram. Uribe e Bacca erraram;
INGLATERRA: Kane, Rashford, Trippier e Dier converteram. Henderson errou.

COLÔMBIA: Ospina; Arias (Zapata), Mina, Davinson Sanchez e Mojica; Barrios, Carlos Sanchez (Uribe) e Lerma (Bacca); Cuadrado, Quintero (Muriel) e Falcao
Técnico: José Pekerman

INGLATERRA: Pickford; Walker (Rashford), Stones e Maguire; Trippier, Dele Alli (Dier), Henderson, Lingard e Young (Rose); Sterling (Vardy) e Kane
Técnico: Gareth Southgate.

 

Fonte: Gazeta Esportiva

Suécia elimina Suíça e avança na Copa do Mundo

A Suécia segue viva e entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo da Rússia. Nesta terça-feira (03), na Arena São Petersburgo, a seleção sueca voltou a mostrar o futebol que lhe colocou como líder de seu grupo, criou as melhores chances, perdeu muitas, mas viu brilhar a estrela de Forsberg, que aos 20 minutos do segundo tempo marcou o gol da vitória por 1 a 0 sobre a Suíça, pelas oitavas de final.

Com a classificação, a Suécia garante um lugar entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo. Nas quartas de final, programada para o próximo sábado, dia 7, às 11h (de Brasília), em Samara, o adversário da vez ainda está indefinido e sai do vencedor do confronto entre Colômbia e Inglaterra, que medem forças ainda nesta terça, a partir das 15h.

Os primeiros 45 minutos tiveram momentos distintos, mas a seleção da Suécia mais eficiente dentro da sua proposta de jogo. Sem necessitar da posse da bola, que ficava com a Suíça, os suecos encontravam facilidades para realizar a transição rápida e infiltrar na defesa adversária, que sofreu mudanças em relações as últimas partidas. Ainda assim, as chances acabaram não sendo transferidas em finalizações.

Aos poucos, os comandados de Vladimir Petkovic pareciam ter se encontrado no duelo e tinha a bola, mas sem efetividade no último terço do campo. Quem aproveitou isso foi justamente a Suécia, que usou dos erros para criar suas melhores chances. Na principal delas, Ekdal teve muito tempo para escolher o que fazer e, mesmo assim, isolou o chute.

O segundo tempo seguiu o mesmo cenário do primeiro, com a Suíça encontrando amplas dificuldades de infiltrar no forte sistema defensivo adversário e a Suécia se aproveitando dos erros e da transição rápida para chegar a meta de Sommer. Depois de tantas chances perdidas na primeira metade, coube ao camisa 10, “craque” do time, chamar a responsabilidade e resolver. Aos 20 minutos, Forsberg fez tudo sozinho, arriscou de fora da área e o chute encontro o pé do zagueiro suíço Arkanji, morrendo a bola no fundo da rede e dando a vitória para Suécia.

O JOGO

Início movimentado com Suécia mais incisiva no ataque 

Quem esperava um jogo de duas seleções com propostas defensivas e o ataque deixando em segundo plano acabou vendo um cenário completamente diferente logo nos primeiros minutos de jogo. Apesar de suas duas consistentes linhas de quatro, a Suécia encontrava facilidade para chegar na área da Suíça, tanto que criou duas boas chances nos primeiros minutos.

Já que não encontravam espaços para infiltrar no sistema adversário, os suíços tinham como alternativa os arremates de longa distância, mas sem muita precisão. Enquanto isso, a Suécia, aos sete minutos, esteve perto de marcar, não fosse a falta de pontaria de Berg, responsável por arrematar uma grande jogada coletiva, mas isolou. Na sequência, Ekdal soltou tentou de fora da área e a bola passou rente a trave.

Times sem objetividade e goleiros meros espectadores

Depois de um início até empolgante, apesar das poucas chances, a partida, a partir de seus 15 minutos, entrou em um aspecto que deixou a desejar aos espectadores. Com a bola, a Suíça não encontrava espaços nem pelo lado e muito menos pelo meio do campo. “Cabeça pensante” do setor suíço, Xhaka não conseguia se sobressair diante da marcação sueca e, quando tinha a bola, arriscava de fora da área, porém, sem precisão.

Reta final de encher os olhos pela chances, não pelas conclusões 

A partida voltou a ficar franca nos últimos 15 minutos da primeira etapa. Pelo lado esquerdo, a Suíça conseguiu uma boa jogada aos 38. Dzemaili tabelou bonito com Zuber e recebeu de frente para o gol. Entretanto, o chute saiu por cima da meta defendida por Olsen. A resposta sueca veio no minuto seguinte, em cobrança de falta de Forsbeg, que desviou na barreira e por pouco não surpreendeu Sommer.

Ainda deu tempo da oportunidade mais clara do lado da Suécia. Aos 41 minutos do primeiro tempo, Lustig conseguiu chegar a linha de fundo e descolou um ótimo cruzamento que caiu no pé de Ekdal. O meia teve tempo de ajeitar o corpo e escolher entre o chute ou cabeceio. Decidiu pelo pé e, livre de marcação, isolou completamente a bola, desperdiçando uma grande chance.

Segunda etapa com Suécia “letal” para abrir o placar

A segunda etapa seguiu o mesmo cenário dos primeiros 45 minutos, com a Suécia equilibrada e “sabendo sofrer” para manter o placar em igualdade. Na transição rápida, entretanto, criava muito perigo para a Suíça. De tanto assustar e pecar na precisão, coube ao “craque” do time, Forsberg, abrir o placar.

Aos 20 minutos, o meia decidiu tomar para si a responsabilidade e fazer tudo sozinho. Com liberdade, carregou a bola do lado esquerdo para o meio e arriscou de fora da área sem muita força. O arremate que se encaminhava para uma defesa fácil de Sommer, porém, encontrou o pé de Akanji no meio do caminho. O desvio foi “letal” e Forsberg abriu o o placar em São Patersburgo para Suécia.

Vantagem da Suécia e “ferrolho” para garantir a classificação

O tão esperado “ferrolho” sueco apareceu apenas depois de adquirida a vantagem no placar. Com todos os jogadores do adversário ajudando na recomposição defensiva, a Suíça tentou algumas vezes, muitas dessas por meio da bola aérea, mas não conseguiu de maneira alguma furar o bloqueio dirigido pelo treinador Janne Andersson.

No último lance da partida, a Suécia ainda teve tempo de um contra-ataque para consagrar a classificação, mas Lang derrubou Olsson e o árbitro assinalou, inicialmente, o pênalti. Sob a revisão do VAR, foi marcada a falta, que Tiovonen cobrou nas mãos de Sommer.

FICHA TÉCNICA
SUÉCIA 1 X 0 SUÍÇA

Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
Data: 3 de julho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 11h(de Brasília)
Árbitro: Damir Skomina (Eslovênia)
Assistentes: Jure Praprotnik (Eslovênia) e Robert Vukan (Eslovênia)

GOL: Forsberg (Suécia), aos 20 minutos 2T

Cartão vermelho:
Suíça:
 Lang

Cartões amarelos:
Suécia: Lustig
Suíça: Behrami, Xhaka

SUÉCIA: Robin Olsen, Mikael Lustig (Krafht), Victor Lindelof, Andreas Granqvist e Ludwig Augustinsson; Viktor Claesson, Gustav Svensson, Albin Ekdal e Emil Forsberg (Olsson); Marcus Berg e Ola Toivonen
Técnico: Janne Andersson

SUÍÇA: Yann Sommer, Michael Lang, Johan Djourou, Manuel Akanji e Ricardo Rodríguez; Valon Behrami, Granit Xhaka, Xherdan Shaqiri, Blerim Dzemaili (Seferovic) e Steven Zuber (Embolo); Josip Drmic
Técnico: Vladimir Petkovic.

Fonte: Gazeta Esportiva