Categoria Esporte

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Rússia é banida como nação de Jogos Olímpicos e mundiais por 2 anos

A Rússia é acusada de manipular laboratórios, incluir amostras falsas em exames e deletar arquivos relacionados a testes positivos de doping nos últimos anos

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) reduziu nesta quinta-feira (17) a pena imposta à Rússia pela Wada (Agência Mundial Antidoping) em 2019, de quatro para dois anos, mas manteve a proibição de o país usar seu nome, bandeira e hino em edições dos Jogos Olímpicos e campeonatos mundiais.

Atletas e times russos poderão competir na Olimpíada de Tóquio, adiada para 2021, e nos Jogos de Inverno de 2022 em Pequim, bem como em mundiais de diversas modalidades, sob bandeira neutra.
Para isso, a CAS estipulou regras: os atletas e demais envolvidos não poderão estar sujeitos a uma sanção imposta por autoridade antidoping; seus uniformes não terão a bandeira da Rússia; e o hino nacional não será tocado ou cantado em nenhum local oficial do evento.

Ficou determinado ainda que o nome do país poderá figurar nas vestimentas, desde que com o mesmo tamanho e destaque da indicação de “atleta neutro”, em inglês. O uso das cores vermelha, azul e branca também foi liberado.

Esses itens, assim como a redução pela metade do prazo do banimento, são consideradas vitórias russas, apesar do forte impacto da suspensão.

O comitê olímpico do país declarou ter ficado satisfeito com a confirmação de de que seus atletas não serão punidos individualmente, mas considerou inaceitável o fato de que dirigentes e políticos, entre eles o presidente Vladimir Putin, também não poderão comparecer aos Jogos.

O COI (Comitê Olímpico Internacional) se pronunciou de forma breve sobre o tema, dizendo que ainda avaliará as implicações para os Jogos de Tóquio e Pequim com as federações internacionais e o Comitê Paralímpico Internacional.

Não foram detalhados os critérios para participação de atletas russos em competições individuais e coletivas em Tóquio, bem como nos eventos pré-olímpicos. No basquete, por exemplo, a seleção masculina do país é uma das adversárias do Brasil pela vaga.

As condições estipuladas pela CAS em tese valerão também para a Copa do Mundo de futebol de 2022, no Qatar, que será realizada dentro do período da punição, embora a Fifa nunca tenha manifestado uma posição sobre o tema e suas implicações no esporte que comanda.

A sanção vale de 17 de dezembro de 2020 a 16 de dezembro de 2022. Em 9 de dezembro de 2019, a Wada havia aplicado a punição inicial de quatro anos, mas ela ficou suspensa após a Rússia recorrer à CAS.

A entidade jurídica máxima do esporte mundial, localizada na Suíça, confirmou o veredito da Wada de que a agência de controle de doping da Rússia (Rusada) não está em conformidade. Também impôs multa de US$ 1,3 milhão (R$ 6,4 milhões), a ser paga pela Rusada à agência mundial.

Os argumentos da decisão, tomada por três juízes, não foram divulgados. Isso deve ser feito nas próximas semanas.
A punição inicial da Wada se baseou na acusação de que a Rusada agiu para fraudar resultados de exames de atletas e manipular dados submetidos a órgãos internacionais.

“A Wada está feliz por ter vencido esse caso que fará história”, afirmou seu presidente, o polonês Witold Banka. De acordo com ele, a CAS “confirmou claramente nossas conclusões, segundo as quais as autoridades russas manipularam descaradamente e ilegalmente as amostras do laboratório de Moscou, com o objetivo de disfarçar um programa de doping institucionalizado”.

Apesar da comemoração, Banka declarou estar desapontado com a redução da pena. Travis Tygart, presidente da agência antidoping dos EUA, disse que o resultado é “fraco” e um “golpe catastrófico” para a integridade do esporte. Ele já havia considerado a primeira decisão, da Wada, insuficiente por “permitir que a Rússia escape de uma proibição completa”.

A punição de agora se assemelha à qual o país foi submetido nos últimos Jogos de Inverno, em Pyeongchang-2018. Na ocasião, 169 atletas em conformidade competiram sob as condições impostas de neutralidade e sem símbolos nacionais inclusive em modalidades coletivas, como o hóquei no gelo.

Na Olimpíada do Rio-2016, o COI (Comitê Olímpico Internacional) permitiu que cada federação adotasse seus critérios para permitir ou não os atletas russos. Poucas modalidades baniram os esportistas por completo, entre elas levantamento de peso e atletismo, mas vários deles acabaram barrados em decisões individuais ou desistiram de ir ao evento.

A federação internacional de atletismo, World Athletics, inclusive manteve a suspensão do país em suas competições nos últimos anos.

ENTENDA AS ACUSAÇÕES

A Rússia é acusada de manipular laboratórios, incluir amostras falsas em exames e deletar arquivos relacionados a testes positivos de doping nos últimos anos.

O escândalo eclodiu após serem descobertas irregularidades no controle de doping nos Jogos de Inverno de 2014, sediados na cidade de Sochi.

O programa de trapaça era comandado por Grigory Rodchenkov, o antigo presidente da agência antidoping russa. Sua principal ação consistia em trocar amostras de atletas do país-sede, contaminadas com substâncias proibidas, por outras limpas.

Rodchenkov agora vive nos Estados Unidos, sob proteção e em local não divulgado, depois de revelar o esquema que coordenou -de acordo com ele apoiado pelos serviços de inteligência da Rússia- e ter fugido do país.

Neste ano, ele lançou o livro “The Rodchenkov Affair – How I Brought Down Putin’s Secret Doping Empire” (O caso Rodchenkov – Como derrubei o império secreto de doping de Putin) e deu uma entrevista à agência AP dizendo que sofre ameaças de morte por ser visto como um traidor na Rússia.

A história dele também é contada no documentário Ícaro, ganhador do Oscar em 2017.

Como parte da resolução do caso de 2014, nos anos seguintes a Rússia concordou em oferecer um conjunto de resultados de testes de seu laboratório em Moscou às autoridades antidoping. Foram esses dados, manipulados por representantes do país, que ocuparam posição central na crise que levou à atual punição.

De acordo com as investigações, a negação e a manipulação de dados pelos russos continuaram depois de a Wada confirmar publicamente, em setembro de 2019, que milhares de arquivos do país haviam sido apagados ou manipulados, e que os dados fornecidos não batiam com os de um banco sobre atletas russos recebido pela organização em 2017.

Em uma reunião complementar em outubro do ano passado para ajudar a explicar as discrepâncias, o ministro do Esporte russo forneceu novos dados à Wada, que quando estudados revelaram evidências de mais manipulações, segundo a agência.

Na ocasião, investigadores reportaram que 145 casos suspeitos poderiam não ser resolvidos, o que levantou a possibilidade de que atletas que trapacearam continuassem disputando competições impunemente.

É por isso que os EUA defendem que nenhum atleta russo deveria competir nos eventos dos próximos anos, algo negado pela decisão da CAS nesta quinta.

 

 FOLHAPRESS

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Após ‘temporada de aprendizados’, Cesinha, atacante do Botafogo-PB, valoriza passagem pelo Camboriú

No último domingo (13), o Camboriú se despediu da Série B do Campeonato Catarinense. A equipe terminou a primeira fase na quinta colocação, com 12 pontos, e não conseguiu ficar com uma das três vagas na elite estadual.

Presente em oito das nove partidas que a Cambura disputou, o atacante Cesinha lamenta a eliminação, mas valoriza a entrega do time. “Uma pena não termos conquistado o acesso, mas isso faz parte do futebol. Deixamos a competição de cabeça erguida, cientes de que nos entregamos ao máximo em todos os jogos”, disse o jovem atleta, de 21 anos.

De olho em 2021, Cesinha faz um balanço da sua temporada. Emprestado pelo Botafogo-PB, ele defendeu a Chapecoense no início do ano, antes de ser cedido ao Camboriú. Agora, se prepara para retornar ao Belo.

“Foi uma temporada de aprendizados, importante para a minha evolução como atleta. Pude ter uma sequência de jogos pelo Camboriú e isso também me ajudou muito. Agora é recarregar as energias para fazer um ano ainda melhor em 2021”, concluiu.

 

Fotos: Beno Küster/Camboriú FC

Douglas Albino / Assessor de Imprensa

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Conselho de Educação Física fiscaliza orla de João Pessoa e encontra irregularidade

Foram fiscalizados 10 circuitos de treinamento funcional e 02 assessorias de corrida

O Departamento de Orientação e Fiscalização do Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba (CREF10/PB) fiscalizou, nesta semana, 10 circuitos de treinamento funcional e 02 assessorias de corrida na orla de João Pessoa. Uma profissional foi autuada por estar exercendo a função de bacharel, possuindo apenas a licenciatura da profissão. Ela terá 15 dias para contestar a notificação. A ação foi realizada na última quinta-feira (10) e faz parte do balanço semanal oficializado neste sábado.

O CREF10 segue um cronograma de trabalho que não é divulgado com antecedência para não prejudicar as visitas. A programação atende às denúncias recebidas pelos canais de comunicação do Conselho, além das ações de rotina agendadas pela equipe de fiscalização.

As denúncias sobre irregularidades referentes à prática ilegal da Educação Física devem ser feitas por meio do telefone (83) 98832-0237 (neste período atendendo das 10h às 16h) ou do e-mail: dof@cref10.org.br.

 

Assessoria

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Cidades que se destacaram na proteção às crianças recebem Selo Unicef

Na edição deste ano, foram contemplados 431 municípios

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) concedeu hoje (8) o Selo Unicef a 431 municípios do Semiárido e da Amazônia Legal brasileira, pelo esforço para proteger os direitos de crianças e adolescentes. As cidades se destacaram por ações que promoveram nas áreas de saúde, educação e assistência social.

No total, 1.924 municípios de 18 estados participaram da iniciativa, que compreendeu o intervalo de 2017 a 2020. No período, 1.735 municípios implementaram a estratégia Busca Ativa Escolar, programa lançado pelo Unicef em 2017, que tem por objetivo mitigar os fatores que contribuem para a exclusão escolar, isto é, que impedem crianças e adolescentes em idade escolar de frequentar as aulas.

Além disso, 573 municípios realizaram ações para diminuir o número de crianças e adolescentes com dois ou mais anos de atraso escolar. Ao todo, 683 prefeituras capacitaram professores sobre inclusão de crianças com deficiência por meio de educação física.

De acordo com o Unicef, entre 2016 e 2019, o percentual de estudantes dos anos finais do ensino fundamental público com dois ou mais anos de atraso escolar caiu 10,7% em todo o país. Nos municípios da Amazônia e do Semiárido, a redução foi de 11,9%, índice superado pelos municípios que aderiram à iniciativa da entidade, que foi de 12,5%. Entre os municípios que ganharam o selo a queda foi ainda mais expressiva, de 15%.

A representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, disse que muitos desses municípios enfrentam problemas estruturais graves e precisam de intensos investimentos do poder público para resolvê-los. Segundo ela, a certificação permite melhorar os indicadores sociais não somente nos municípios que a conquistam, mas também em outros.

Florence disse também que a pandemia da covid-19 vem causando um “impacto profundo” na realidade de crianças e adolescentes. Ela avalia que o fechamento de escolas traz à tona situações de vulnerabilidade que afetam essa parte da população, como fragilidades de saúde mental e falhas na proteção contra violência, já que muitos dos agressores são parentes das vítimas.

“A gente está numa situação que nos preocupa muito, com o risco de perder, de alguma  maneira, essa geração de crianças e adolescentes”, disse.

Registro civil

Outro exemplo de avanço atingido pelos municípios que ganharam reconhecimento por meio do selo, Florence cita o aumento no número de registro civil. “Mais de mil crianças ganharam certidão de nascimento, que permite acessar outros direitos fundamentais”, disse.

O acesso de crianças ao registro de nascimento aumentou mais do que a média nacional. De 2016 a 2018, último dado disponível, a média nacional cresceu 0,62%, enquanto nos municípios certificados o aumento foi de 0,84%.

Na área de saúde, segundo o Unicef, observa-se um progresso importante quanto à cobertura de exame pré-natal. No total, 581 dos municípios participantes da edição ofereceram capacitações que abordaram assuntos como o pré-natal, parto e pós-parto às equipes da rede pública de saúde. De 2016 a 2018 (último dado disponível), o percentual de mulheres com acesso adequado ao pré-natal (sete consultas ou mais) no Brasil cresceu 4,6%. A proporção, porém, chegou a 7,5% entre os municípios certificados com o selo.

A lista com os 431 municípios que ganharam o Selo Unicef – Edição 2017-2020 pode ser conferida no site do Unicef. Também foi disponibilizado um painel com os principais indicadores de cada estado.

 

Agência Brasil

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Atleta paraibano Daniel Azevedo participa de campeonato nacional em Recife e ganha todas as quatro provas que disputou

O nadador paraibano Daniel Azevedo já se acostumou a subir ao pódio nas provas que disputa, seja em campeonatos locais, regionais, nacionais e até internacionais. E não foi diferente nos últimos dias 04 e 05 quando ele nadou quatro provas do Campeonato Brasileiro, etapa Pernambuco, e foi o campeão em todas elas. Daniel venceu os 200 metros Peito com o tempo de 2.30.51, os 100 metros Costa concluindo a prova em 1.00.23, os 200 metros Costa com 2.17.66 e ainda foi campeão nos 200 metros Medley, com o tempo de 2.17.57.

Por conta da pandemia e para não ter aglomeração, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) encarregou cada Estado de fazer o seu campeonato e os que não tinham condições de realizar, como no caso da Paraíba, encaminharam seus atletas para outros Estados. Os tempos destas disputas serão registrados no histórico de cada atleta, valerão para ranking nacional e o atleta poderá participar da seleção brasileira. Daniel fez excelentes tempos nas provas, na categoria que disputou (Juvenil 1),  ganhou todas as disputas, baixou seu tempo nos 100 Costas e fez o melhor tempo nos 200 Peito.

“As provas do Campeonato Brasileiro este ano, em função da pandemia, aconteceram em vários Estados simultaneamente. Daniel foi disputar as provas em Recife, na etapa Pernambuco, porque a Vila Olímpica está em reforma e não podia sediar as disputas pela Paraíba”, explica a mãe de Daniel, Daniele Azevedo, que é quem costumeiramente acompanha o atleta em todas as disputas dele no Brasil e no exterior.

Para o Atleta, que teve um ano atípico, com treinos reduzidos e até suspensão de treinamentos por um tempo, passou por situações adversas, 2020 não foi um ano completamente perdido, mas ficou longe de chegar onde ele planejou. “Não perdi o foco, voltei a treinar assim que os treinos foram liberados, mantive, mesmo que com restrições minha rotina de exercícios físicos e o mais importante é que não perdi o foco nas competições, nem a vontade de treinar. E embora eu não tenha reduzido muito meus tempos, consegui bons índices nas provas em Recife e acho que ficarei bem posicionado entre os atletas nas categorias que disputei”, disse Daniel.

Os resultados das disputas realizadas em vários estados do país ainda estão sendo computados pela CBDA. Mas, mesmo sagrando-se campeão das disputas, nenhum atleta que participou das provas receberá o título de campeão brasileiro em 2020, em função das provas terem sido disputadas em condições diferentes em cada localidade.  Para Daniel, que pontuou muito bem, os resultados servirão para medição de performance junto a Confederação o que poderá propiciar convocações para competições futuras. O atleta paraibano tentou o índice (59.03) para participar do Troféu Brasil, mas só conseguiu atingir a marca de 59.98 ficando fora da disputa que poderia garantir sua convocação para integrar a formação da seleção brasileira que irá ao Campeonato Sul-Americano de Buenos Aires, adiado para 2021. A seleção será formada por atletas com menos de 20 anos, com o objetivo de dar experiência internacional para os jovens nadadores do Brasil.

Mas, independente da disputa no Troféu Brasil, Daniel tem chances, pelos índices alcançados, de estar entre os convocados não apenas para o Campeonato Sul-Americano, mas, também para as Olimpíadas. “Vamos aguardar o resultado. Estou com bons tempos e ainda treino para melhorar ainda mais”, diz ele, que com apenas 15 anos já é um atleta de nível internacional e desponta no cenário brasileiro de Natação como um dos grandes nomes da atualidade.

 

Assessoria

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CREF10 repercute estudo que aponta prática de atividade física como fator de redução das chances de internação por Covid-19

Profissionais que atuam na PB ressaltam resultados positivos, comprovando indicadores apontados nas pesquisas 

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul mostra que a prática regular de atividade física reduz a possibilidade de internação hospitalar por complicações da Covid-19 em 34,3%. Os indicadores são comprovados na prática pelos profissionais de Educação Física que atuam na Paraíba. Diante dos dados positivos, o Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região (CREF10/PB) vem repercutindo o assunto entre os registrados na autarquia.

Para o presidente do CREF10, Francisco Martins da Silva, o estudo ressalta o que muitos profissionais da área já mencionavam durante a quarentena e surge como reconhecimento aos que promovem saúde e bem estar neste período tão difícil. “Esse indicador científico é importante para reforçar o reconhecimento da atividade física como serviço essencial à saúde da população. São inúmeros benefícios àqueles que mantêm uma rotina de exercícios, com a devida orientação”, destacou.

O personal trainer Douglas Alves, que atua em João Pessoa, diz que houve um crescimento na procura pela prática de atividades físicas e da vida saudável, em virtude da pandemia. “Houve um melhor posicionamento social na escala de prioridades para a população de forma geral, principalmente para as pessoas que adquiriram mudanças comportamentais, corporais ou imunológicas. O aumento de peso, das taxas metabólicas, das taxas glicêmicas e de colesterol (juntamente com a rotina dos grupos de riscos) levaram a população a ter um medo maior sobre a contaminação por Covid-19”, falou.

Segundo ele, muita gente passou a ver a prática de atividades físicas como grande aliada para o fortalecimento da imunidade e, consequentemente, combate às consequências da doença. “Eu tive um aumento considerável de alunos nesse período, principalmente dos grupos considerados especiais. Tem gente que nunca teve experiência esportiva antes e, no geral, relatam grandes melhorias, como melhora da rotina de sono e mais disposição para as atividades do dia a dia”, finalizou.

Dados

O estudo da USP, UFMG, UERJ e Universidade Federal do Rio Grande do Sul avaliou as respostas de 938 pessoas que tiveram a Covid-19 e se recuperaram. Desse total, 91 pessoas precisaram ser hospitalizadas. O resultado evidenciou que as pessoas praticantes de atividade física diária tiveram melhor resposta ao vírus.

A média de exercícios físicos recomendada, por semana, é de 150 minutos para atividades moderadas e 75 minutos para as mais intensas. Além disso, para as pessoas que praticam mais de um exercício, o resultado é ainda melhor, pois a redução no risco de internação foi de 46,2%.

 

Assessoria 

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Após “bater na trave” por classificação na Série D, Patrick se despede do Atlético-PB

O meia Patrick acertou a rescisão do seu contrato com o Atlético-PB. Presente em 12 dos 14 jogos do Trovão Azul na Série D, ele encerrou o vínculo com a equipe nesta semana.

“Foram meses de muito trabalho e uma experiência que agregou bastante na minha carreira. Gostaria de agradecer a todos que fizeram parte disso. Colegas de equipe, diretoria, funcionários e comissão técnica. Ficarei na torcida pelo sucesso do clube”, disse o jogador, de 27 anos.

Com apenas uma derrota nos últimos quatro jogos, o Atlético-PB “bateu na trave” pela classificação na Série D. Apesar da reação, o Trovão Azul encerrou a primeira fase fora do G-4, na quinta posição do grupo A-3, com 16 pontos. Patrick lamenta a eliminação, mas exalta o empenho da equipe.

“Uma pena não termos classificado. A nossa equipe cresceu nas últimas rodadas e se mostrou merecedora desta vaga. Infelizmente, não aconteceu, mas isso faz parte do futebol. O nosso grupo foi muito guerreiro, lutou até o final, e sai de cabeça erguida”, concluiu.

Patrick chegou ao Atlético-PB em agosto, após defender o Nacional de Patos no Campeonato Paraibano. Revelado pelo Atlético-PE, o jogador soma passagens por clubes como Santa Cruz e Treze, onde foi campeão da Série C e vice da Série D, respectivamente.

 

Fotos: Gabriela Sávio/Atlético-PB

Douglas Albino / Assessor de Imprensa

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Volante Judson é eleito o defensor do ano pelos jogadores do San Jose Earthquakes

Na sua segunda temporada atuando no futebol dos Estados Unidos, Judson segue encantando os americanos com sua vitalidade dentro de campo. O “motorzinho” do San Jose Earthquakes foi escolhido pelos próprios companheiros de clube como o defensor do ano.

“Fico feliz pelo reconhecimento. Eu tento deixar o máximo dentro de campo e acredito que eles acabam valorizando essa entrega. Essa é uma votação que acontece todo ano e nós temos que votar nos nossos próprios companheiros de equipe. Tem sido uma experiência incrível atuar na MLS e me sinto cada dia mais em casa. O nosso grupo é incrível e agradeço demais todo suporte que eles sempre me deram por aqui”, revelou Judson, de 27 anos.

Eliminado nas quartas de final da MLS, Judson faz um balanço positivo da atípica temporada. “Acredito que por todas as dificuldades, conseguimos fazer um bom trabalho. Tivemos um período bastante instável dentro da competição, mas reagimos e conquistamos uma classificação importante para às quartas de final. Infelizmente não avançamos, mas lutamos até o último momento”, destacou.

Com 57 jogos com a camisa do San Jose, Judson está retornando ao Brasil nos próximos dias para passar férias e deve retornar ao país americano no início de janeiro.

 

Foto: Divulgação/San Jose Earthquakes

Por Gustavo Neves / Assessor de Imprensa

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CREF10 realiza 58 ações de fiscalização nas regiões do Cariri e Curimataú

Nas mais de 20 cidades, 19 locais foram autuados e 04 pessoas notificadas pelo exercício ilegal da profissão 

O Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba (CREF10/PB) divulgou, nesta sexta-feira (27), os dados da fiscalização realizada, entre os dias 10 e 13 deste mês, nas regiões do Cariri e Curimataú. Ao todo, foram efetuadas 58 ações em mais de 20 cidades. Os números da semana passada e desta semana serão divulgados posteriormente, em virtude de as equipes ainda estarem em campo, em locais que, estrategicamente, são divulgados apenas quando os trabalhos são concluídos.

No Cariri e Curimataú, foram fiscalizados 56 estabelecimentos, 02 praças e 21 Pessoas Físicas. Desses, 19 locais foram autuados e 04 pessoas notificadas pelo exercício ilegal da profissão. Entre outros motivos responsáveis pelas autuações, estão: estabelecimentos sem registro; ausência do profissional de Educação Física durante o horário de funcionamento; permitir que o responsável técnico se ausente durante horário previamente estabelecido; e estagiário em situação irregular.

As ações foram realizadas nas cidades de: Barra de Santa Rosa, Cuité, Nova Floresta, Picuí, Baraúna, Cubati, Pedra Lavrada, Nova Palmeira, Sossego, Cabaceiras, São João do Cariri, Serra Branca, Coxixola, Sumé, Prata, Congo, Camalaú, Monteiro, Ouro Velho, Taperoá, Santo André, Assunção e Amparo. Os notificados têm 15 dias para apresentar contestação.

 

Assessoria

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Em sua partida de número 90 na Ligue 1, Otávio quer manter ascensão do Bordeaux diante do líder PSG

Desde 2017 no Bordeaux, o volante Otávio, ex-Athletico Paranaense, está próximo de atingir mais uma marca importante pelo clube francês. Neste sábado, fora de casa, diante do PSG, ele completará sua nonagésima partida pela Ligue 1, a primeira divisão do Campeonato Francês.

Aos 26 anos e com contrato até 2022 com o Bordeaux, Otávio espera aumentar bastante o número de jogos na principal competição da França. “Chegar a marca de 90 jogos numa das principais ligas do mundo é algo que me deixa muito feliz. Logicamente quero crescer significativamente esse número de partidas e escrever uma história bonita com a camisa do Bordeaux. Mais importante que a marca em si é sairmos de campo com um grande resultado diante do PSG. Esse é o nosso objetivo”, explicou o camisa 5.

Para encarar Neymar, Di Maria, Mbappé e companhia, o Bordeaux chega com a moral elevada. Na última rodada, a equipe buscou um importante resultado longe dos seus domínios ao superar o Rennes por 1×0. “Tivemos uma ótima semana de trabalho após uma vitória importante fora de casa. Queremos consolidar esse bom momento neste jogo importantíssimo contra o PSG. É o líder da competição, uma força mundial e com grandes estrelas do futebol. Estudamos bem os pontos fortes deles e estamos preparados para sairmos de Paris com um grande resultado. São jogos assim que nos darão força e confiança para o restante da competição no objetivo de subirmos na tabela de classificação”, concluiu Otávio.

Com 11 rodadas disputadas na Ligue 1, o PSG está no topo da competição com 24 pontos, enquanto o Bordeaux ocupa o 12ª lugar com 15 pontos conquistados.

 

Fotos: Divulgação/Bordeaux

Arthur Virgílio – Assessor de Imprensa