Categoria Esporte

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Patric, capitão do Sport, mobiliza elenco rubro-negro em doação de cilindros de oxigênio para Manaus

As cenas da falta de estrutura em diversos hospitais de Manaus, principalmente no que se refere a falta de cilindros de oxigênio para auxiliar na recuperação de enfermos mobilizou uma enorme parcela da população brasileira. Diversas empresas e artistas fizeram doações para auxiliar neste momento complicado que vive a capital do Amazonas.

Demonstrando um senso gigantesco de humanidade, o elenco do Sport também resolveu fazer a sua parte. Encabeça por lideranças importantes, como o capitão Patric, o meia Thiago Neves e a comissão técnica comandada por Jair Ventura, o elenco vai auxiliar no envio de 125 cilindros para a população de Manaus.

Tudo isso será possível graças a parcerias importantes que auxiliarão na logística da entrega dos cilindros. O elenco do Sport contou com o apoio da LP Saúde e também da plataforma Transforma Brasil. Toda a iniciativa ocorrerá com o máximo de transparência e, inclusive, os jogadores estão pedindo em suas redes sociais para que outras pessoas possam ajudar com doações no intuito de auxiliar a população de Manaus.

Patric, que é voluntário do Transforma Brasil, enaltece a iniciativa. “Temos que fazer a nossa parte. Somos figuras públicas e podemos ajudar a que outras pessoas possam contribuir com a população de Manaus. Queremos dar o nosso auxílio para salvar vidas. É preciso ter sensibilidade neste momento com o que vem passando a população de Manaus”, ressaltou o capitão do Sport.

Os 375 cilindros adquiridos (125 do elenco do Sport e 250 dos parceiros: LP Saúde e a Transforma Brasil) serão enviados na próxima quarta-feira para Manaus, local que a plataforma Transforma Brasil já se encontra com diversos voluntários auxiliando na ação #SosManaus.

 

Fotos: Anderson Stevesn/Sport

Assessor de Imprensa

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CREF10 realizou 1.408 fiscalizações em 108 municípios paraibanos em 2020

Academias, escolas, assessorias de corrida e condomínios foram alguns dos espaços fiscalizados

O Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba (CREF10/PB) divulgou, nesta sexta-feira (08), o balanço anual das fiscalizações, realizadas em 2020. Mesmo com o cenário de pandemia, foram realizadas 1.408 ações em 108 municípios paraibanos. Dessas, 1.258 ocorreram em academias e similares, 66 em escolas, 52 em circuitos de treinamento funcional, assessorias de corrida, escolinhas esportivas e condomínios. Além disso, foram fiscalizados um evento esportivo e um centro comunitário. Por meio das redes sociais, foram analisadas 30 páginas na internet.

O balanço indica que 1.632 pessoas foram fiscalizadas, sendo 170 notificadas por apresentarem uma ou mais irregularidades, entre elas o exercício ilegal da profissão (72% dos casos). Em 12% das notificações, profissionais estavam atuando em área diferente da qual são habilitados. No caso dos estabelecimentos, 93 foram autuados por não possuírem registro junto ao CREF10/PB. As ocorrências mais comuns foram relacionadas à ausência de profissional no estabelecimento durante o horário de funcionamento (27%). Em seguida, de acordo com o balanço, estavam os estabelecimentos com estagiários em situação irregular (20,5%).

“Os números mostram que, mesmo diante da pandemia, conseguimos manter um ritmo de trabalho que corrobora com a importância da nossa profissão. Passamos quatro meses sem fiscalização presencial, mas isso não impediu que estivéssemos de olho na internet e retomássemos o foco in loco assim que fomos autorizados pelos órgãos de saúde”, declarou o presidente do CREF10, Francisco Martins da Silva.

Assessoria

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Após vitória no primeiro jogo do ano, Felipe Hereda projeta clássico decisivo no Bahrein

Líder da Liga do Bahrein, o East Riffa iniciou o ano com vitória. No último sábado (2), a equipe superou o Busaiteen por 3 a 0, pela quarta rodada da competição nacional. Quem esteve em campo foi o volante Felipe Hereda, que comemora o triunfo no primeiro jogo de 2021.

“Queremos fazer um grande ano em 2021, então nada melhor do que começar com vitória. Foi um resultado importante para elevar o moral do time. Sabemos que ainda tem muito campeonato pela frente e precisamos manter o foco”, ressaltou o brasileiro, de 28 anos.

Agora, o East Riffa volta as atenções para o clássico local com o Al Riffa. Os dois times se enfrentam neste sábado (9), em duelo que coloca frente a frente os líderes do campeonato nacional, com dez pontos cada. Felipe Hereda projeta o encontro.

“É uma partida diferente, por tudo que significa e por valer a liderança da competição. Temos trabalhado bem ao longo da semana para fazer um grande jogo. Queremos manter o bom momento na temporada e vamos lutar muito para que isso aconteça”, finalizou.

No Bahrein desde 2019, Felipe Hereda vive grande fase com a camisa do East Riffa. O jogador é um dos pilares do time, que ainda não perdeu nesta temporada. A equipe conquistou seis vitórias e dois empates em oito jogos. Se contar o final da última época, a invencibilidade chega a dez partidas.

 

Fotos: Divulgação/East Riffa

Douglas Albino / Assessor de Imprensa

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Após mais de 20 anos, paraibano sobe em pódio no Brasileiro de Motocross, maior competição do gênero na América Latina

Após mais de 20 anos, finalmente um piloto paraibano volta a fazer bonito no Campeonato Brasileiro de Motocross, considerado a maior e mais importante prova do gênero da América Latina. Trata-se de Kleber Moraes, que disputou as quatro etapas do Campeonato Brasileiro de Motocross 2020, sendo duas na cidade de Penha-SC e outras duas em Apiaí-SP, competindo na Categoria MX5, que reúne pilotos acima de 50 anos.

Kleber Herculano de Moraes é advogado, tem 50 anos e já tem um filho que também é amante do Motocross. Ele é natural de Alagoa Grande, já exerceu o cargo de prefeito de Alagoa Nova por dois mandatos consecutivos e atualmente mora em Campina Grande. O último paraibano a se destacar na competição e conseguir um pódio foi Hilton Veloso, conhecido como “Paraibinha”, já falecido.

Para chegar ao final do campeonato na terceira posição, Kleber Moraes subiu no pódio em duas, das quatro etapas disputadas, sendo uma delas em 5º lugar e a outra em 4º lugar. Somando os pontos das etapas, Kleber – que chegou à competição carregando em seu currículo vários títulos estaduais e nordestinos na modalidade – teve a melhor pontuação dentre os pilotos nordestinos, somatório que lhe rendeu a terceira colocação geral.

“O campeonato seria realizado no mês de março, mas aí veio a pandemia e a competição foi cancelada. Agora no segundo semestre eles decidiram montar o calendário e eu resolvi participar. Sempre fui um amante do motocross e disse pra mim mesmo: chegou a vez de representar bem a Paraíba e assim fiz. Fui lá e, graças a Deus, conseguimos uma boa pontuação e a volta da Paraíba ao cenário nacional do Motocross”, afirmou Kleber.

Para disputar a competição e conquistar o objetivo, Kleber contou, além da sua disposição e preparação, com o apoio de parceiros importantes, a exemplo da 115Motoparts, Matuta, Britex, Korpus, Saulo Personal, Posto Sudoeste e Betsul.

A classificação final da competição ficou assim:

1º – Marco Muller, com 86 pontos

2º – Alencar Krefta, com 69 pontos

3º – Kleber Moraes, com 63 pontos

4º – Sandro Botelho, com 53 pontos

5º – Carlos Kettermann, com 53 pontos

O Campeonato chegou ao final na semana passada e Kleber já está de volta à Paraíba, trazendo na bagagem não apenas a conquista do terceiro lugar na maior e mais importante prova de Motocross da América Latina, mas também a disposição de continuar treinando e se preparando para, em 2021, voltar à disputa e, quem sabe, conquistar um novo pódio. “Vamos nos preparar e, no próximo ano, estaremos lá novamente”, reafirmou.

 

Assessoria 

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Capitão do Sport, Patric ‘reforça time’ do Transforma Brasil, maior plataforma de trabalho voluntário do País

Engajado em causas sociais, Patric tem atuado de forma cada vez mais frequente neste tipo de ação. Agora, o lateral-direito e capitão do Sport faz parte do Transforma Brasil, maior plataforma de trabalho voluntário do País.

A parceria do jogador com o movimento terá duas principais motivações: ajudar o próximo e estimular outras pessoas a fazerem o mesmo, como conta Fábio Silva, presidente do Transforma Brasil.

“O Patric é ídolo de um clube da elite do futebol brasileiro e nós vamos, junto com ele, construir campanhas para estimular a promoção de ações do bem. A gente vê o Patric e o esporte como grandes engajadores de pessoas. Nós vamos construir uma agenda de ações durante o ano de 2021 para que ele possa, através da sua influência, convocar e engajar pessoas a ajudarem o próximo”, explica Fábio, considerado pela ONU um dos principais empreendedores sociais do Brasil. Ele ainda é idealizador e presidente do Porto Social, projeto sediado em Recife e que também conta com a atuação de Patric.

Com exemplos como o piloto Lewis Hamilton e o jogador de basquete LeBron James, o esporte tem sido, cada vez mais, utilizado para a promoção de pautas importantes na sociedade. Ciente disso e buscando seguir neste caminho, onde já atua, Patric valoriza a parceria com o Transforma Brasil.

“É um projeto grande, reconhecido e que atua no Brasil e no exterior. Ter a oportunidade de ligar o meu nome a algo dessa dimensão me deixa muito feliz e lisonjeado. É um presente para mim. Acredito que isso é uma extensão daquilo que busco fazer dentro de campo, do aspecto da liderança, de trabalhar em prol do outro. É algo que me deixa ainda mais motivado na busca pelos resultados esportivos, pois me permitirá alcançar cada vez mais pessoas”, ressaltou o defensor do Sport.

Mais sobre o Transforma Brasil e o Porto Social

Fundado em 2016, o Porto Social é um projeto nacional, sediado em Recife, que capacita e ajuda pessoas com ideias e projetos para causar impacto na sociedade. Ele acelera este tipo de processo através do empreendedorismo social.

Iniciado em 2018, o Transforma Brasil também nasce com o intuito de conectar quem quer ajudar com quem precisa de ajuda. A organização conta com cerca de 200 mil brasileiros cadastrados e mais de três milhões de horas de trabalho voluntário. Atualmente, o Transforma também atua em países como Portugal, Chile e, de maneira mais recente, Angola.

Site do Transforma Brasil: https://transformabrasil.com.br/

Site do Porto Social: https://www.portosocial.com.br/

 

 

Fotos: Igor Cysneiros

Douglas Albino / Assessor de Imprensa

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Efraim Filho destina mais de R$ 1.5 milhão para Cabedelo

A modernização do Estádio Francisco Figueiredo de Lima possibilitará novas práticas de esporte e inclusão da comunidade cabedelense’.

Sempre antenado com as transformações sociais, o deputado Efraim Filho (DEM) sempre olhou com atenção especial para a juventude e destinou recursos no valor de R$ 1.528.000,00 para reforma e modernização do Estádio de Futebol Francisco Figueiredo de Lima, pertencente ao município de Cabedelo.

Estou feliz por contribuir de forma decisiva para a chegada de recursos e investimentos para o Estádio de Futebol Francisco Figueiredo de Lima. Assim, podemos oferecer melhor qualidade na formação de novos atletas, que ajudarão cuidar e salvar a vidas com a prática de esporte.” Declarou Efraim.

O prefeito Vitor Hugo disse que está muito feliz. “Mais uma vez o meu amigo, o amigo de Cabedelo, o deputado Efraim Filho, mostrando serviço e enviando mais uma emenda para a nossa cidade, agora destinada ao nosso esporte, que terá um estádio de futebol novinho e pronto para ser a nossa principal praça esportiva. Efraim tem trabalhado muito pelo povo paraibano, e por nossa Cabedelo, em especial, o que nos deixa realizados”, comemorou Vítor Hugo.

A liberação desta emenda, nesta última quinta (17), é mais uma vez fruto do trabalho de Efraim Filho, que tem sido visto notadamente pelo volume de emendas que seu gabinete tem conquistado desde a chegada de Vítor Hugo à Prefeitura de Cabedelo.

“O recurso no valor de R$ 1.528.000,00 já está disponível nos cofres do município, que agora vai licitar a obra e dar início ao projeto, que é uma das propostas de campanha do prefeito reeleito, dentro do plano de apoio e incentivo ao esporte cabedelense”. Destacou Efraim Filho ao ressaltar a reforma e a modernização do estádio.

Os recursos liberados durante este ano, não só para o esporte, como também para educação e ações sociais para a Paraíba coroam o trabalho desenvolvido por Efraim Filho em prol da cidadania.

 

Assessoria de Imprensa

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Com contrato perto do fim, goleiro Neto Volpi agradece passagem pelo Shimizu S Pulse

Após uma temporada atuando no Shimizu S Pulse, o goleiro Neto Volpi está se despedindo do futebol japonês. Aos 28 anos, Neto disputará seu último jogo no sábado (19), contra o Gamba Osaka, na última rodada da J-League.

Depois ter feito sucesso no futebol colombiano, onde conquistou o título nacional defendendo o América de Cali, em 2019, Volpi foi contratado no começo do ano para integrar o elenco do Shimizu S Pulse e se juntar a outros brasileiros como Elsinho, Valdo, Renato, Carlinhos e Júnior Dutra.

Com contrato se encerrando no próximo dia 31 de dezembro, Neto Volpi fez questão de agradecer sua passagem pelo clube e o carinho que recebeu do povo japonês.

“No próximo final de semana participo do meu último jogo defendendo as cores do Shimizu S Pulse, um clube que aprendi a gostar e admirar nesses quase doze meses de trabalho. Só tenho a agradecer o carinho que recebi do povo japonês desde a minha chegada. É impressionante o amor e o respeito que eles nutrem por aqueles que entram em campo e deixam até a última gota de suor pelo seu clube de coração. Mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia do novo coronavírus, posso afirmar que foi uma temporada incrível e de muito aprendizado. Deixo meu sentimento de gratidão a todos os diretores, funcionários e companheiros de equipe pela forma que fui acolhido e sigo na torcida para que o clube siga trilhando seu caminho de vitórias e conquistas”, destacou o jogador.

Planejando a sequência da carreira, Neto Volpi deve retornar ao Brasil na próxima semana para reunir-se com seus representantes e decidir o melhor destino para a próxima temporada.

 

Foto: Divulgação/Shimizu S Pulse

Gustavo Neves / Assessor de Imprensa

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Em nova fiscalização na orla, praça e parques de JP, CREF10 encontra irregularidade

Foram fiscalizadas 10 pessoas, 6 circuitos de treinamento funcional e 3 escolinhas desportivas

O Conselho Regional de Educação Física da 10ª Região – Paraíba (CREF10/PB) realizou ações de fiscalização na orla de Manaíra, Parque Parahyba 1, Parque Parahyba 2 e na Praça Desembargador Osias Nacre Gomes, localizada no Jardim Oceania, e constatou que uma pessoa estava exercendo ilegalmente a profissão. Ela foi autuada e terá 15 dias para apresentar contestação, caso contrário a notificação será convertida em multa ou ação civil.

Ao todo foram fiscalizadas 10 pessoas, seis circuitos de treinamento funcional e três escolinhas desportivas, sendo uma de handebol de areia, uma de vôlei de praia e uma de futevôlei. A ação foi nesta última quarta-feira (16).

 

Assessoria

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Rússia é banida como nação de Jogos Olímpicos e mundiais por 2 anos

A Rússia é acusada de manipular laboratórios, incluir amostras falsas em exames e deletar arquivos relacionados a testes positivos de doping nos últimos anos

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) reduziu nesta quinta-feira (17) a pena imposta à Rússia pela Wada (Agência Mundial Antidoping) em 2019, de quatro para dois anos, mas manteve a proibição de o país usar seu nome, bandeira e hino em edições dos Jogos Olímpicos e campeonatos mundiais.

Atletas e times russos poderão competir na Olimpíada de Tóquio, adiada para 2021, e nos Jogos de Inverno de 2022 em Pequim, bem como em mundiais de diversas modalidades, sob bandeira neutra.
Para isso, a CAS estipulou regras: os atletas e demais envolvidos não poderão estar sujeitos a uma sanção imposta por autoridade antidoping; seus uniformes não terão a bandeira da Rússia; e o hino nacional não será tocado ou cantado em nenhum local oficial do evento.

Ficou determinado ainda que o nome do país poderá figurar nas vestimentas, desde que com o mesmo tamanho e destaque da indicação de “atleta neutro”, em inglês. O uso das cores vermelha, azul e branca também foi liberado.

Esses itens, assim como a redução pela metade do prazo do banimento, são consideradas vitórias russas, apesar do forte impacto da suspensão.

O comitê olímpico do país declarou ter ficado satisfeito com a confirmação de de que seus atletas não serão punidos individualmente, mas considerou inaceitável o fato de que dirigentes e políticos, entre eles o presidente Vladimir Putin, também não poderão comparecer aos Jogos.

O COI (Comitê Olímpico Internacional) se pronunciou de forma breve sobre o tema, dizendo que ainda avaliará as implicações para os Jogos de Tóquio e Pequim com as federações internacionais e o Comitê Paralímpico Internacional.

Não foram detalhados os critérios para participação de atletas russos em competições individuais e coletivas em Tóquio, bem como nos eventos pré-olímpicos. No basquete, por exemplo, a seleção masculina do país é uma das adversárias do Brasil pela vaga.

As condições estipuladas pela CAS em tese valerão também para a Copa do Mundo de futebol de 2022, no Qatar, que será realizada dentro do período da punição, embora a Fifa nunca tenha manifestado uma posição sobre o tema e suas implicações no esporte que comanda.

A sanção vale de 17 de dezembro de 2020 a 16 de dezembro de 2022. Em 9 de dezembro de 2019, a Wada havia aplicado a punição inicial de quatro anos, mas ela ficou suspensa após a Rússia recorrer à CAS.

A entidade jurídica máxima do esporte mundial, localizada na Suíça, confirmou o veredito da Wada de que a agência de controle de doping da Rússia (Rusada) não está em conformidade. Também impôs multa de US$ 1,3 milhão (R$ 6,4 milhões), a ser paga pela Rusada à agência mundial.

Os argumentos da decisão, tomada por três juízes, não foram divulgados. Isso deve ser feito nas próximas semanas.
A punição inicial da Wada se baseou na acusação de que a Rusada agiu para fraudar resultados de exames de atletas e manipular dados submetidos a órgãos internacionais.

“A Wada está feliz por ter vencido esse caso que fará história”, afirmou seu presidente, o polonês Witold Banka. De acordo com ele, a CAS “confirmou claramente nossas conclusões, segundo as quais as autoridades russas manipularam descaradamente e ilegalmente as amostras do laboratório de Moscou, com o objetivo de disfarçar um programa de doping institucionalizado”.

Apesar da comemoração, Banka declarou estar desapontado com a redução da pena. Travis Tygart, presidente da agência antidoping dos EUA, disse que o resultado é “fraco” e um “golpe catastrófico” para a integridade do esporte. Ele já havia considerado a primeira decisão, da Wada, insuficiente por “permitir que a Rússia escape de uma proibição completa”.

A punição de agora se assemelha à qual o país foi submetido nos últimos Jogos de Inverno, em Pyeongchang-2018. Na ocasião, 169 atletas em conformidade competiram sob as condições impostas de neutralidade e sem símbolos nacionais inclusive em modalidades coletivas, como o hóquei no gelo.

Na Olimpíada do Rio-2016, o COI (Comitê Olímpico Internacional) permitiu que cada federação adotasse seus critérios para permitir ou não os atletas russos. Poucas modalidades baniram os esportistas por completo, entre elas levantamento de peso e atletismo, mas vários deles acabaram barrados em decisões individuais ou desistiram de ir ao evento.

A federação internacional de atletismo, World Athletics, inclusive manteve a suspensão do país em suas competições nos últimos anos.

ENTENDA AS ACUSAÇÕES

A Rússia é acusada de manipular laboratórios, incluir amostras falsas em exames e deletar arquivos relacionados a testes positivos de doping nos últimos anos.

O escândalo eclodiu após serem descobertas irregularidades no controle de doping nos Jogos de Inverno de 2014, sediados na cidade de Sochi.

O programa de trapaça era comandado por Grigory Rodchenkov, o antigo presidente da agência antidoping russa. Sua principal ação consistia em trocar amostras de atletas do país-sede, contaminadas com substâncias proibidas, por outras limpas.

Rodchenkov agora vive nos Estados Unidos, sob proteção e em local não divulgado, depois de revelar o esquema que coordenou -de acordo com ele apoiado pelos serviços de inteligência da Rússia- e ter fugido do país.

Neste ano, ele lançou o livro “The Rodchenkov Affair – How I Brought Down Putin’s Secret Doping Empire” (O caso Rodchenkov – Como derrubei o império secreto de doping de Putin) e deu uma entrevista à agência AP dizendo que sofre ameaças de morte por ser visto como um traidor na Rússia.

A história dele também é contada no documentário Ícaro, ganhador do Oscar em 2017.

Como parte da resolução do caso de 2014, nos anos seguintes a Rússia concordou em oferecer um conjunto de resultados de testes de seu laboratório em Moscou às autoridades antidoping. Foram esses dados, manipulados por representantes do país, que ocuparam posição central na crise que levou à atual punição.

De acordo com as investigações, a negação e a manipulação de dados pelos russos continuaram depois de a Wada confirmar publicamente, em setembro de 2019, que milhares de arquivos do país haviam sido apagados ou manipulados, e que os dados fornecidos não batiam com os de um banco sobre atletas russos recebido pela organização em 2017.

Em uma reunião complementar em outubro do ano passado para ajudar a explicar as discrepâncias, o ministro do Esporte russo forneceu novos dados à Wada, que quando estudados revelaram evidências de mais manipulações, segundo a agência.

Na ocasião, investigadores reportaram que 145 casos suspeitos poderiam não ser resolvidos, o que levantou a possibilidade de que atletas que trapacearam continuassem disputando competições impunemente.

É por isso que os EUA defendem que nenhum atleta russo deveria competir nos eventos dos próximos anos, algo negado pela decisão da CAS nesta quinta.

 

 FOLHAPRESS

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Após ‘temporada de aprendizados’, Cesinha, atacante do Botafogo-PB, valoriza passagem pelo Camboriú

No último domingo (13), o Camboriú se despediu da Série B do Campeonato Catarinense. A equipe terminou a primeira fase na quinta colocação, com 12 pontos, e não conseguiu ficar com uma das três vagas na elite estadual.

Presente em oito das nove partidas que a Cambura disputou, o atacante Cesinha lamenta a eliminação, mas valoriza a entrega do time. “Uma pena não termos conquistado o acesso, mas isso faz parte do futebol. Deixamos a competição de cabeça erguida, cientes de que nos entregamos ao máximo em todos os jogos”, disse o jovem atleta, de 21 anos.

De olho em 2021, Cesinha faz um balanço da sua temporada. Emprestado pelo Botafogo-PB, ele defendeu a Chapecoense no início do ano, antes de ser cedido ao Camboriú. Agora, se prepara para retornar ao Belo.

“Foi uma temporada de aprendizados, importante para a minha evolução como atleta. Pude ter uma sequência de jogos pelo Camboriú e isso também me ajudou muito. Agora é recarregar as energias para fazer um ano ainda melhor em 2021”, concluiu.

 

Fotos: Beno Küster/Camboriú FC

Douglas Albino / Assessor de Imprensa