Categoria CULTURA

Quatro atrações regionais animam a segunda noite do Xamegão no São João de Cajazeiras

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A segunda noite do Xamegão atraiu grande público no momento que Iohannes e banda subiu ao palco para animar os festejos juninos de Cajazeiras, numa promoção da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura e Turismo.

As atrações da noite do último domingo (24) foram: Vaval Amaro, Flávio Pizada Quente, Iohannes e Tora Chinela, que fizeram o público presente dançar e cantar na quadra do Xamegão. Houve um momento por volta das 21 horas e, antes desse horário, que o público não tinha aparecido – como está registrado por fotos no local.

Nesta segunda-feira (25), a programação reserva os shows de Judimar Dias, Forró do Bole Bole, Bonde do Brasil, Biguinho Show. Na terça, o encerramento com Sarah Lorena, Rafinha do Arrocha, Felipão e Robertinha Maia.

 

Com informações da Secom

Ao lado da pré-candidatada, prefeito José Aldemir faz abertura do Xamegão de Cajazeiras

Ao lado da pré-candidata Drª Paula e do vice-prefeito Marcos do Riacho do Meio e de diversos secretários, o prefeito José Aldemir fez a abertura do Xamegão, na noite desse sábado (23). Como sempre, a tradição foi mantida. Um grande público lotou a quadra do Xamegão e prestigiou as atrações locais e regionais da noite. O prefeito José Aldemir destacou a importância de manter a tradição, dentro das condições financeiras do município, com atrações para todos os gostos.

Entre as atrações da primeira noite, nomes como Chico Amaro, Laís Amaro, Os Nonatos, Bruno Batista e Luan Pakerô, que segurou o público até às 4h10 da manhã, com um show irreverente e que agradou ao público presente.

Hoje o evento continua tendo como atrações Vaval Amaro, Flávio Pizada Quente,  Iohannes e  Tora Chinela. Amanhã, com Judimar Dias, Forró do Bole Bole, Bonde do Brasil, Biguinho Show. Na terça, o encerramento com Sarah Lorena, Rafinha do Arroxha, Felipão e Robertinha Maia.

Secom – Cz

Por que as mulheres não podem frequentar eventos esportivos no Irã

Proibição está relacionada ao islamismo, religião que rege a Constituição do país

Mulheres iranianas são impedidas de frequentar eventos esportivos no país desde 1981. Nesta semana, a seleção do Irã sofreu derrota de 1 a 0 para Espanha. Após o jogo, o capitão Masoud Sojaei deu entrevista para a imprensa e demonstrou apoio ás mulheres que participaram da torcida na Arena Kazan, na Rússia.

A lei, que foi estabelecida após a Revolução Islâmica, diz que as mulheres não possuem acesso livre para frequentar estádios e ginásios no país. O diretor do Centro Islâmico do Brasil, Nasser Khazraji, explica que a proibição que tem como base a religião.

“Não é uma questão política, e sim uma questão religiosa. Dentro das tradições islâmicas, existem algumas limitações no que diz respeito à presença do homem e da mulher no mesmo espaço. Principalmente em lugares onde tem esse tipo de espetáculo, onde tudo pode acontecer, tanto alegria quanto tristeza.”

O que rege esse tipo de comportamento dos mulçumanos é a Sharia, um tipo de código de conduta fundamentado no islamismo. Uma das regras principais é que homens e mulheres são espiritualmente iguais perante Allá, mas só espiritualmente. Por esse motivo, Nasser Khazraji acredita que é possível um espaço para as mulheres nos estádios, desde que seja separado dos homens ou em família.

“Pode sim acontecer, se forem isolados. Pode acontecer de um espaço ser reservado para as mulheres onde elas mesmas podem se sentir mais à vontade, mais acomodadas. Porque você sabe que, infelizmente, as mulheres às vezes são maltratadas e perseguidas.”

A campanha do jogador Massoud para que as mulheres possam frequentar os jogos no Irã foi feita, nesta semana, durante a Copa do Mundo. Mas em março, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, se reuniu com o presidente da FIFA, Gianni Infantino. Rouhani garantiu que em breve as mulheres poderão acompanhar os jogos de dentro do estádio.

 

Reportagem: Sara Rodrigues

 

Junina de João Pessoa é escolhida a melhor da Paraíba

A quadrilha junina que vai representar este ano a Paraíba no concurso nacional foi conhecida na última quinta-feira (21) durante o festival estadual, que aconteceu durante quatro dias em Santa Rita. A Lageiro Seco, de João Pessoa, se consagrou como a melhor junina do estado, seguida pela Fogueirinha, também da capital. A Moleka 100 Vergonha, de Campina Grande, ficou com a terceira colocação.

A representante de Santa Rita, Explosão Nordestina, que havia conquistado o festival municipal, ficou em quinto lugar. Ao todo, 26 quadrilhas juninas, de todas as regiões do estado, participaram da disputa.

O festival aconteceu na Praça do Povo e contou com uma grande infraestrutura, muito elogiada pelo público. Inicialmente, a cidade sediou, no final de semana, o festival municipal de quadrilhas juninas e, a partir da segunda-feira, passou a ser palco do festival estadual. Milhares de pessoas prestigiaram os eventos, que já se consolidaram no calendário cultural de Santa Rita.

Abaixo, o resultado final de todas as juninas:

1º Lageiro Seco

2º Fogueirinha

3º Moleka 100 Vergonha

4º Sanfona Branca

5º Explosão Nordestina

6º Dona Xita

7º Amor Caipira

8º Mistura Gostosa

9º Raio de Sol

10º Manuel Cardoso

11º Fazenda Brasil Caboclo

12º Arraial em Paris

13º Joia Rara

14º Kaçulinha

15º Explode Coração

16º Geração Matura

17º Rosas dos Ventos

18º Balão Dourado

19º Eterno Amor

20º Filhos do Sertão

21º Encanto Junino

22º Forró Bodó

23º Explosão Patoense

24º Paixão Nordestina

25º Não Potiguara

26º Paixão Junina.

 

Secretaria de Comunicação Institucional

Sousa: São João do Povo dessa quinta-feira (21) tem Gustavo Lima como principal atração musical

As festividades juninas na cidade de Sousa, no Sertão paraibano intitulada por “São João do Povo”, organizada pela Prefeitura Municipal daquela cidade traz logo mais à noite, às atrações musicais: Gustavo Lima, Douglas Pegador, Trio Nordestino e Emiliano Por Deus. Vale a pena prestigiar!

Redação – fmrural.com.br

Comissão define detalhes da 4ª Cavalgada e da Missa do Vaqueiro que serão realizadas no aniversário de Cajazeiras

Uma reunião realizada na manhã de ontem, quarta-feira (20) serviu para definir detalhes da 4ª Cavalgada de Cajazeiras e da Missa do Vaqueiro, que serão realizadas no dia 18 de agosto, dentro das programações da semana de aniversário da cidade. Os eventos contam com o apoio da Prefeitura Municipal de Cajazeiras, através da Secretaria de Cultura e Turismo.

Segundo informações do secretário de Cultura e Turismo, Ubiratan de Assis, a Cavalgada acontecerá no dia 18 de agosto, dentro da semana da cidade, e terá sua concentração às 8 horas no Estádio Perpetão, seguindo até a Igreja da Sagrada Família.

Após a Cavalgada, será realizada uma missa no pátio da Igreja Sagrada Família, com todos os rituais da Missa do Vaqueiro, com aboiadores e sanfoneiros. Logo em seguida, participação de banda de forró, com violeiros e cantadores. Esta é a quarta Cavalgada que será realizada em Cajazeiras, sendo que duas foram feitas na gestão do ex-prefeito Antônio Quirino.

A comissão organizadora dos eventos é composta pelo ex-prefeito Antonio Quirino, professor José Antônio de Albuquerque, Padre Francivaldo, Padre Mendes, Padre Jackson, Marcos do Riacho do Meio, Francinaldo Abreu, ex-prefeito Vituriano de Abreu, Sitonio, Padre Josinaldo Pereira, Coronel Cunha, Moacir das Cavalgadas, Naldo das Barreiras, e os secretários José Anchieta e Ubiratan de Assis.

 

Secom 

Professor e produtor artístico faz explanação em audiência pública na Câmara de Cajazeiras sobre festividades juninas e cultura popular

A Câmara Municipal de Cajazeiras através do Vereador Jucinério Félix (PPS), autor da propositura que realizou na noite da última terça-feira (19), uma audiência pública para debater e em tempo, homenagear as festividades juninas e, cultura popular regional.  

Houve ainda o depoimento de pessoas da sociedade, produtores culturais, artistas de teatro, músicos e apresentações artísticas locais.

Em entrevista ao repórter Luiz Vilar da Rádio Rural, o professor e produtor cultural – Daniel Dantas fez uma explanação sobre os fazeres culturais e suas fundamentações. Escute!

 

Redação – fmrural.com.br

CULTURA: No Dia do Cinema Nacional, relembre filmes que fazem parte da história brasileira

Especialista defende mais investimento em produções brasileiras

Já se passaram 110 anos desde que o Brasil lançou seu primeiro longa-metragem. O drama policial “Os Estranguladores” foi o primeiro filme a ser produzido e exibido no Brasil. A trama se passa no Rio de Janeiro, cidade que até hoje é palco de grandes filmes produzidos nacionalmente. Desde então, as telonas brasileiras já foram palco de muita história.

O filme “Minha Mãe é Uma Peça”, protagonizado por Paulo Gustavo, é um exemplo de sucesso. A série, que já possui dois lançamentos nas telonas, é a que tem a maior bilheteria nesta categoria: mais de 15 milhões de ingressos foram vendidos durante as exibições nos cinemas brasileiros.

Acontece que, mesmo com essa aceitação, os filmes nacionais ainda não são muito valorizados entre os brasileiros. Bilheterias de filmes internacionais costumam ser muito mais altas. De acordo com o especialista em cinema da Universidade de Brasília, Alex Calheiros, isso pode ser explicado pela falta de incentivos financeiros para esse setor.

“Em outros países que têm políticas específicas voltadas para o cinema, que é uma indústria poderosa, inclusive de geração de emprego, de renda, capital e exportação, têm políticas específicas incentivando para que os filmes sejam passados nos cinemas nacionais e, portanto vistos. Eu acho que há preconceito, mas o preconceito não advém da qualidade. O preconceito vem da falta de políticas específicas voltadas para a nossa produção cinematográfica.”

Mas nem a falta de incentivos foi um empecilho para que filmes nacionais fossem indicados ao maior prêmio de cinema mundial. O longa-metragem “Cidade de Deus”, dirigido por Fernando Meirelles, foi indicado em 2004 às categorias de melhor diretor, roteiro adaptado, edição e melhor fotografia do Oscar.

E a tradição brasileira no cinema não para por aí. Quem se lembra de Chicó e João Grilo? O Auto da Compadecida marcou e ainda marca a vida de muitos brasileiros com risadas, frases inesquecíveis e faz completa referência à cultura nordestina. Esse foi um dos filmes que levou a consultora de eventos Iris Grijó a se apaixonar pelos filmes nacionais. Ela conta que, na família dela, “a promessa sem jeito de Chicó” faz o maior sucesso até hoje.

“Eu gosto muito do fato da gente não precisar ler legenda, da gente se identificar com muitas coisas da cultura, da gente se identificar com muitos locais conhecidos. Eu acho que essa é uma das coisas que eu mais gosto em relação aos filmes nacionais.”

Se você não assiste filmes nacionais há algum tempo e bateu aquela curiosidade para sabe como anda o mercado, essa é a oportunidade. Nesta quinta-feira (20) tem estreia nos cinemas. O filme Mulheres Alteradas conta a história de quatro mulheres com rotinas diferentes que fazem de tudo para sobreviver em meio ao caos.

 

Reportagem: Sara Rodrigues

 

Seis artistas paraibanos recebem título de “Mestre das Artes” em cerimônia no Espaço Cultural

Contemplados por meio da Lei Estadual nº 7.694/2004, seis artistas paraibanos passam a ter registro no Livro de Mestre das Artes (Rema), gerido pelo Governo do Estado da Paraíba, por meio do Conselho Estadual de Política Cultural (ConseCult-PB). A Lei, também conhecida como “Canhoto da Paraíba”, visa reconhecer, proteger e valorizar os conhecimentos, fazeres e expressões das culturas tradicionais do Estado.

Os novos Mestres e Mestras das Artes são: Antônia Ribeiro de Mendonça (artesã de renda labirinto); Domerina Nicolau da Silva (“Vó Mera”, cirandeira), Ismael Freire da Silva (cordelista); Pedro Acelino de Lima (“Seu Cícero”, cirandeiro e luthier); Salete da Silva Araújo (artesã/santeira) e Sebastião Trajano da Silva (“Basto do Acordeom”).

A cerimônia de titulação dos artistas aconteceu na última segunda-feira (18), no Auditório I do Espaço Cultural José Lins do Rêgo. Com essas posses, a lista dos 30 nomes registrados no Livro do Rema passa a ficar completa. “A Lei Canhoto da Paraíba prevê um benefício vitalício no valor de dois) salários mínimos para os 30 contemplados. A ideia é que seja um auxílio para medicamentos, mobilidade, instrumentos e materiais para suas artes, etc. Em contrapartida, os beneficiários devem transferir seus conhecimentos e técnicas aos alunos e aprendizes, através de programas de ensino e aprendizagem. Além disto, o Governo do Estado pode incluí-los em projetos e programações culturais”, afirma Lau Siqueira, secretário da Cultura e presidente do Conselho Estadual de Política Cultural (ConseCult-PB).

Edital – Os novos Mestres e Mestras das Artes foram contemplados por meio do Edital Público nº 001/2017, que abriu seis novas vagas para o Rema. Como o benefício é vitalício, as vagas só podem ser remanejadas em caso de falecimento de um dos Mestres.

Segundo Bia Cagliani, conselheira do ConseCult-PB e membro da Comissão de Análise de Requerimento do Rema, foram usados como critérios de avaliação os itens elencados na própria lei, mas a comissão se ateve principalmente ao tempo de atuação na área, que é de pelo menos 20 anos, e também à relevância da sua obra para a cultura paraibana. “Realizamos visitas nas residências e locais de trabalho de 17 dos 26 candidatos e candidatas e os entrevistamos, a fim de conseguir preencher lacunas que constavam nos processos de inscrição. Observamos muitos detalhes para chegar nos seis nomes da lista final”, explicou.

Os candidatos a Mestres e Mestras das Artes devem ser indicados por representantes da Assembleia Legislativa da Paraíba, Conselho de Proteção dos Bens Históricos Culturais – Conpec e entidades sem fins lucrativos sediadas no Estado.

Confira a lista atual de Mestres e Mestras das Artes da Paraíba:

– Antônia Ribeiro de Mendonça (Artesã de renda labirinto)

– Catarina Maria de França (Cantora, compositora e instrumentista – Cátia de França)

– Clóvis Martins Bezerra (Babau “Teatro de Bonecos” – Mestre Clovis)

– Domerina Nicolau da Silva(Cirandeira – “Vó Mera”)

– Fernando Valentim dos Santos (Marcheteiro – Mestre Valentim)

– Francisca da Conceição Barbosa (Indaiá – Ceguinha de Campina Grande)

– Francisco Alves (Quadrilheiro – Coroné Chico Tripa)

– Francisco Pedrosa Galvão (Poeta – Chico Pedrosa)

– Geraldo Jorge Mousinho (Cantor de Embolada de Coco)

– Ismael Freire da Silva (Cordelista)

– João Benedito Marques (Cantor, compositor e percussionista – Benedito do Rojão)

– João Gonçalves de Araújo (Cantor e Compositor)

– José Altino de Lemos Melo (Xilogravurista – Zé Altino)

– José Enoch Ramos (Bailarino)

– José Hermínio Caeira (Rabequeiro – Zé Hermínio)

– José Nunes Filho (Poeta e Escritor – Zé de Cazuza)

– José Pedro Fernandes (Baixinho do Pandeiro)

– José Ribeiro da Silva (Instrumentista, compositor e luthier – Mestre Duduta)

– Lindalva Maria Andrade Neri (Bonequeira – Dona Lindalva)

– Manoel Alexandre Filho (Artista Plástico)

– Maria Ivoneide Ferreira da Silva (Artesã – Lucinha dos Bichos)

– Maria José do Nascimento (Artesã – Dona Zefinha)

– Oliveira Francisco de Melo (Poeta, repentista e cantador – Oliveira de Panelas)

– Pedro Acelino de Lima (Cirandeiro e luthier – Seu Cícero);

– Regina Barbosa (Poroca – Ceguinha de Campina Grande)

– Salete da Silva Araújo (Artesã/santeira)

– Sávio Max Sobreira Rolim (Ator)

– Sebastião Trajano da Silva (Músico – Basto do Acordeom)

– Terezinha da Silva Carneiro (Teca do Coco de Roda)

– Tomaz Cavalcanti da Silva (Cantor de Embolada de Coco – Cachimbinho).

Secom – PB

Romero Rodrigues participou neste sábado da 5ª Cavalgada Junina

A Prefeitura de Campina Grande e o “Clube Manga Larga Marchador” realizaram na manhã deste sábado, 16, a 5ª Cavalgada Junina. Os cavaleiros em número de 100 participantes, saíram da Estação Velha, desfilaram pela ruas centrais da cidade, passaram pelos monumentos dos pioneiros e do sesquicentenário, em seguida se dirigiram para o Centro de Exposição de animais no bairro do Ligeiro.

O prefeito Romero Rodrigues foi um dos cavaleiros do evento, que contou com outras autoridades, entre elas, o deputado estadual Bruno Cunha Lima, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Fábio Nogueira (organizador da Cavalgada) e os secretários municipais, Fábio Medeiros (Agricultura) e Teles Albuquerque, Esporte, Juventude e Lazer (Sejel).

A Cavalgada, que nasceu sob a inspiração dos Tropeiros da Borborema, ficou conhecida como um dos eventos culturais mais prestigiados da programação junina de Campina Grande e que atraiu uma multidão de expectadores, que a todo instante aplaudiu os participantes, onde cerca de 30 deles eram mulheres (amazonas).

O cavaleiro Valdenor Cavalcante participante da cavalgada desde a primeira edição, disse que cavalgada é “uma coisa que está no sangue”, ele esteve montado no cavalo “Batuke” o mesmo que o cantor Mano Walter gravou um vídeo e que já tem mais 2,7 milhões de visualizações, nas redes sociais do artista.

O prefeito Romero Rodrigues, afirmou que participar da cavalgada junina é voltar no tempo e na história de Campina Grande, visto que a cidade se originou com as tropas de burros e seus tropeiros, fato que faz parte da cultura campinense.

Romero também aproveitou a oportunidade para fazer uma avaliação da primeira semana do Maior São João do Mundo, ele disse que todos os índices da festa já se apresentam de forma positiva, incluindo a presença de público e a parte econômica, que segundo o SindCampina já apresenta uma tendência de crescimento e de reação positiva.

O organizador da Cavalgada, Fábio Nogueira destacou que este é um evento que busca resgatar a história da cidade e fazer a integração do cavalo com o homem, com a sociedade. Fábio Nogueira disse em suas palavras que aproveitava a oportunidade para fazer um agradecimento incondicional e irrestrito a prefeitura de Campina Grande, que se fez presente com a Sejel, Sesuma, STTP e com a Secretaria de Saúde, para ele sem esta estrutura, não seria possível a realização do evento.

Teles Albuquerque, secretário de Esportes de Campina Grande, um dos entusiastas da Cavalgada Junina, descreveu a cavalgada como sendo um momento cultural e histórico e que traduz a história de Campina e dos tropeiros que contribuíram com desenvolvimento da cidade, segundo ele isto é uma forma de dizer a nova geração com Campina Grande se desenvolveu.

 

Ascom