Categoria CULTURA

Confira a agenda cultural do Teatro Ica para este final de semana! O Palhaço do Planeta Verde – 26 e 27 de maio

O PALHAÇO DO PLANETA VERDE conta a história de um palhaço que vem a Terra em busca de novas brincadeiras, ao chegar ao seu disco voador, se encontra com duas crianças, que estão a caminho da escola, esse encontro acontece em um roçado, que é vigiado por um espantalho, que gosta de passarinhos.

A troca de experiências entre as crianças e o palhaço, estabelece um momento de descontração e muitas brincadeiras.

Venham brincar com o palhaço e as nossas crianças no teatro ICA, neste sábado (26) e domingo (27), às 17 horas.

 

Assessoria

Encontro de Influenciadores Digitais é realizado nesta terça-feira em João Pessoa

Publicado em: 22/05/2018 às 02:20HS

João Pessoa-PB: No ponto mais oriental das Américas, tida como uma das cidades brasileiras com os  melhores índices de padrões de qualidade de vida, João Pessoa, capital da Paraíba, será sede do II Encontro de Influenciadores Digitais (EID).

O encontro é idealizado pelo professor Vinnie de Oliveira, fundador da Visual Revolution. Além dele, estarão presentes:  Caito Maia (fundador da Chilli Beans e Shark Thank Brasil); Carini Morandi (resultados digitais); Renan da Resenha (humorista) e Renata Uchôa (digital influencer).

O EID Brasil acontece em sua segunda edição, tendo como objetivo alcançar empresas, profissionais, estudantes, público interessado pelos assuntos e influenciadores digitais de todo o Brasil. Será uma experiência de grande importância para os participantes, bem como uma forma de agregar ainda mais valores nesta profissão do século 21, que são os influenciadores digitais.

Também foi preparado um pocketshow incrível de rock com a banda Lexxxodrive, agregando ainda mais valor ao evento. Afinal conteúdo e música de qualidade é MAAARA!!!

O evento será realizado nesta terça-feira (22), a partir das 19:00HS no Teatro Paulo Pontes, localizado na Rua Abdias Gomes de Almeida, 800 – Tambaúzinho – João Pessoa PB.

As inscrições e demais informações podem ser obtidas pelo site oficial do evento: www.eidbrasil.com.br .

Os valores são:

Sebrae

R$ 79,00

Inscrições até às 15h

Compra 3 Ganha 1 (PROMOÇÃO)

R$ 59,00

Inscrições até às 15h

Entrada Social (+ de 2Kg de alimento)

R$ 90,00

Inscrições até às 18h

1o. Lote (meia-entrada)

R$ 79,00

Inscrições até às 15h

1o. Lote (inteira)

R$ 158,00

Inscrições até às 18h

Assista ao vídeo do Caito Maia falando sobre o evento.

Fonte: Redação, Rádio Rural FM

EDUCAÇÃO: livro investiga os três modelos mais influentes de educação superior

Três modelos de educação superior repercutiram globalmente, influenciando as iniciativas educacionais de diferentes países: o alemão, o francês e o norte-americano. No Brasil, por exemplo, as diretrizes que estruturaram o ensino superior foram, de início, fortemente calcadas na norma francesa – determinante na criação da Universidade de São Paulo, em 1934. Sofreram, depois, pesada influência norte-americana, na reforma educacional promovida pela ditadura civil-militar, em 1969. Um livro, há pouco publicado, investiga os três modelos internacionais de educação superior referidos. Seu título expressa de forma muito simples e direta o conteúdo: Modelos internacionais de educação superior: Estados Unidos, França e Alemanha.

Coordenado por Reginaldo Carmello Corrêa de Moraes, professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o livro constitui um subproduto do projeto “Ensino superior, políticas de pesquisa e inovação, processos de desenvolvimento – estudo comparado de quatro países: Alemanha, Brasil, França e Estados Unidos”, conduzido por Moraes e apoiado pela FAPESP. E também recebeu apoio da FAPESP para publicação. Além de Moraes, participaram da redação as pesquisadoras Maitá de Paula e Silva e Luiza Carnicero de Castro.

“Os três modelos foram escolhidos por nós porque, de certo modo, forneceram padrões que se disseminaram pelo mundo”, disse Moraes à Agência FAPESP. “O modelo alemão, o mais antigo do período contemporâneo, criado por Humboldt na primeira metade do século XIX, estabeleceu um sistema que combina ensino e pesquisa. Tornou-se tão influente que a Alemanha se transformou no polo de atração para os grandes intelectuais norte-americanos no final do século XIX e início do século XX. Era para lá que eles se dirigiam, com o objetivo de aprofundar sua formação em pesquisa. Vários deles estudaram na Alemanha, inclusive Talcott Parsons [1902-1979], o fundador da sociologia norte-americana, que frequentou a Universidade de Heidelberg, em 1927”, prosseguiu.

Quando as universidades de pesquisa norte-americanas foram criadas, em 1870, seus fundadores se inspiraram no modelo alemão. John Hopkins, Chicago, Clark seguiram esse modelo. Após a Segunda Guerra Mundial, com a Europa devastada, os Estados Unidos tornaram-se o centro do mundo. Os fabulosos recursos econômicos proporcionados pela atividade industrial voltada para o esforço de guerra forneceram a base material para a hegemonia cultural norte-americana, que as indústrias cinematográfica e fonográfica ajudaram a disseminar. E isso repercutiu também na exportação de seu modelo de ensino superior.

“O terceiro modelo, o da França, foi replicado nos países que participaram do antigo império colonial francês. Mas não apenas neles. Foi também influente em outros lugares, inclusive no Brasil, servindo de paradigma para a criação da Universidade de São Paulo”, afirmou Moraes. Foi à França que o então governador do Estado de São Paulo, Armando de Salles Oliveira, enviou o matemático Teodoro Ramos, professor da Escola Politécnica, para contratar professores e pesquisadores das várias áreas do conhecimento com o intuito de compor o quadro docente da futura USP. O antropólogo Claude Lévi-Strauss, o historiador Fernand Braudel e o sociólogo Roger Bastide foram alguns dos que atenderam ao convite.

Do ensino profissionalizante às escolas nobres

A pesquisa conduzida por Moraes proporcionou algumas informações de certo modo surpreendentes. “Quando se considera o ‘índice de cobertura’, isto é, a porcentagem de jovens na faixa etária adequada que frequentam instituições de ensino superior e o percentual da população adulta que tem diploma de curso superior, os da Alemanha são os menores no comparativo entre os três países. E, no entanto, a Alemanha é dos três a que possui o padrão industrial mais inovador”, disse o pesquisador.

A explicação para esse aparente paradoxo está na força do ensino médio alemão. “A Alemanha deu muita importância à escola média e profissionalizante como a organização que administra a transição da juventude para a idade adulta: 70% dos jovens alemães desfrutam de algum tipo de ensino profissional. A universidade é um degrau a mais, cujo acesso é relativamente restrito. “Os americanos, ao contrário, têm um ensino médio de qualidade muito desigual. A maioria das High Schools têm baixa qualidade. Eles tentam resolver essa deficiência no nível superior por meio dos Community Colleges, que oferecem um ensino de curta duração, de dois ou três anos, e cujo nível é quase equivalente ao do ensino médio alemão”, informou Moraes.

Como se depreende, a comparação internacional é difícil, pois um mesmo termo nomeia, muitas vezes, coisas bastante diferentes. A Alemanha possui um ensino médio fortíssimo, com viés profissionalizante. E dois tipos de instituição de ensino superior: a universidade e a escola superior. O tempo médio de permanência dos alunos nessas instituições é de cinco a seis anos. Os Estados Unidos, ao contrário, têm um ensino médio fraco e procuram suprir essa deficiência estrutural com os Community Colleges. “Bombeiros, ajudantes de enfermagem, eletricistas, detetives se formam em Community Colleges”, comentou o pesquisador.

Segundo Moraes, mesmo universidades norte-americanas que estão no topo do ranking mundial possuem um ensino de graduação menos sofisticado, concentrando seu padrão de excelência nos cursos de pós-graduação.

A França possui um modelo que fica entre os dois extremos. Tem um sistema de educação superior com basicamente quatro tipos de escola. Uma delas é a universidade. Praticamente todos os estudantes que terminam o ensino médio têm o direito de entrar em alguma universidade. A despeito de seu renome internacional, a universidade francesa é pouco seletiva, a não ser em alguns cursos específicos, como o de medicina. “Em geral, ela é uma ‘escolona’ aberta e não o centro de educação da elite profissional, pública ou privada, nem o centro da pesquisa científica e tecnológica. Isso como regra geral, é claro, pois existem alguns departamentos de algumas universidades que são altamente sofisticados”, ressaltou Moraes.

“A instituição nobre para a formação dos quadros de nível superior é a chamada ‘Grande Escola’: a Escola de Minas, a Escola Politécnica, a Escola Nacional de Ciência Política etc. Estas são seletivas e altamente elitizadas. Formam a elite da elite: presidentes, ministros, diretores de grandes empresas etc. Essas escolas estão fora da estrutura das universidades. Os melhores alunos dos liceus, do ensino médio, se candidatam para elas. Mas, quando aprovados, não entram propriamente nas Grandes Escolas. Fazem o que se chama de classes preparatórias para as Grandes Escolas. São três anos cursados nos próprios liceus. Depois, completam sua formação, com mais dois anos nas Grandes Escolas. Por isso, muitos professores de ensino superior ensinam como agregados [agrégés] nas grandes escolas preparatórias”, prosseguiu.

Muitos dos professores que vieram ao Brasil dar aulas na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP eram, na verdade, professores desses liceus nobres. Foi o caso, por exemplo, de Fernand Braudel (1902- 1985), um dos principais integrantes da chamada École des Annales, que renovou a historiografia francesa e internacional. Braudel foi agrégé nos liceus Pasteur, Condorcet e Henri-IV em Paris, antes de vir para o Brasil e colaborar na estruturação da Universidade de São Paulo, onde lecionou de 1935 a 1937.

“Outro diferencial é que, na França, a pesquisa científica e tecnológica não é administrada pelas universidades, mas por grandes instituições públicas, como, por exemplo, o CNRS [Centre National de la Recherche Scientifique – Centro Nacional da Pesquisa Científica]. Trata-se de um grande contratador e financiador da pesquisa. Muitos cientistas fazem suas carreiras ali. O CNRS estabelece contratos com departamentos e laboratórios de universidades e cria centros de pesquisa de excelência dentro de universidades. Mas esses centros não pertencem às universidades, e, sim, ao próprio CNRS”, acrescentou o pesquisador.

As outras duas instituições de ensino superior francesas foram criadas na transição dos anos 1960 para 1970. Uma delas é o instituto universitário tecnológico (Institut Universitaire de Technologie – IUT), que é seletivo (os aspirantes devem passar por exame de seleção) e muito exigente, muito escolar em seu funcionamento, com controle de frequência, provas todos os meses etc. O padrão de ensino é elevado e o percentual de transição da escola para o emprego é altíssimo.

A outra instituição, também seletiva, mas de nível um pouco mais baixo, é a seção técnica superior (Sections de Technicien Supérieur – STS). Constitui como que um segundo andar dos liceus, para formação de profissionais de nível médio qualificados, com cursos de curta duração, de dois ou três anos. Foi criada como um meio de democratizar e disseminar o ensino.

Ensino público x ensino privado

Tanto na França como na Alemanha, o ensino privado é mínimo, em todos os níveis: elementar, médio e superior. E o ensino superior é quase que totalmente público. Até nos Estados Unidos, o ensino superior de graduação é majoritariamente público: 70% dos alunos estudam em universidades estaduais públicas (não há federais) ou em Community Colleges, que também são públicos. “Mas a educação pública superior nos Estados Unidos é paga, com anuidades e taxas. Um terço do orçamento das escolas é sustentado pelas taxas cobradas dos estudantes. O restante é basicamente dinheiro público. Inclusive grandes e renomadas escolas privadas, como Harvard e MIT, recebem enormes aportes de dinheiro público. O rendimento proveniente das aplicações dos patrimônios privados das universidades e as doações feitas por grandes magnatas cobrem uma parte mínima dos orçamentos. Essas doações servem muito mais para os herdeiros comprarem seus lugares nas escolas”, disse Moraes.

O pesquisador acrescentou que outra importante fonte de recursos para as instituições de ensino superior é a pesquisa contratada. O Massachusetts Institute of Technology (MIT) é, basicamente, um grande provedor de pesquisa contratada. No passado, essa pesquisa foi quase que inteiramente direcionada para o setor militar. Hoje, está mais diversificada, com destaque também para a área de saúde. É claro que os estudantes se beneficiam com essas pesquisas, porque muitos deles se vinculam a laboratórios mantidos pelos contratadores. Mas os gastos com ensino têm importância menor no orçamento da instituição.

Já foi dito que o modelo brasileiro combinou as influências francesa e americana. Esta prevaleceu a partir da reforma universitária da ditadura, com a eliminação da cátedra, a departamentalização, a adoção do sistema de créditos, a chamada diversidade institucional, isto é, a coexistência de universidades e escolas isoladas. Menos conhecido é o fato de que houve também uma influência do modelo inglês no padrão de financiamento da pesquisa, com a criação de agências como a FAPESP, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) etc., que atuam de maneira complementar às universidades.

 

Fonte: Da redação, com José Tadeu Arantes | Agência FAPESP

Foto: Anfiteatro Turgot/Sorbonne

Santa Rita celebrará 242 anos da padroeira da cidade

A Prefeitura, em parceria com a Paróquia Santuário Santa Rita de Cássia, realizará nesta terça-feira (22) a tradicional festa da padroeira do município.

A programação do evento, em comemoração aos 242 anos de Santa Rita de Cássia, conta com as habituais missas, show católico e a romaria, que sairá da Paróquia Santo Antônio, em Marcos Moura e seguirá até o Centro. Serão mais de 12km de caminhada por diversos bairros.

Ao final, na Praça Getúlio Vargas será realizada a missa de encerramento com o arcebispo Dom Frei Manoel Delson e em seguida terá a apresentação da cantora Eliana Ribeiro.

 

SERVIÇO

PAUTA: FESTA DA PADROEIRA DE SANTA RITA

DATA: TERÇA-FEIRA, DIA 22 DE MAIO

ROMARIA: A PARTIR DAS 16H, RUA DR. FRANCISCO RETUMBA (MARCOS MOURA)

MISSA: A PARTIR DAS 18H, NA PRAÇA GETÚLIO VARGAS, NO CENTRO

SHOW CATÓLICO: 20H

 

Secretaria de Comunicação Institucional

Guarabira realiza o 1º Festival Internacional de Arte Naïf

Começa nesta quarta-feira (23), às 20h, o 1º Festival Internacional de Arte Naïf, cuja expressividade se dá pela liberdade estética e criativa do artista, bem como pela ausência de rigores estilísticos e acadêmicos. Ao todo serão exibidas, no Centro de Documentação “Coronel João Pimentel” (CEDOC), em Guarabira, 170 obras, produzidas por 103 artistas de 13 nacionalidades.

Localizado no agreste da Paraíba, o município se destaca nacional e internacionalmente como exportador de talentos da Arte Naïf. Sua projeção é tamanha, que foi cunhada pelo pesquisador Robson Xavier da Costa, como Escola de Guarabira. Entre os expoentes do estilo, estão Adriano Dias, realizador do evento, Clóvis Júnior, artista homenageado, e  ainda Marby Silva e Madriano Basílio.  “Receber em nossa cidade artistas consagrados e outros ainda jovens na cena nacional contribuirá para o fortalecimento dessa corrente estética, permitindo ao público da nossa região o contato com esse universo onírico e multicor de artistas”, ressaltou o idealizador do festival, Adriano Dias.

Estarão presentes nesta primeira edição, os artistas e suas obras, Valdomiro de Deus, Tânea Maria Pedrosa, Omar Souto, Ana Denise, Hermelindo de Almeida e Helena Coelho. Na programação haverá também palestras e oficinas sobre os temas de interesse da arte Naïf, desde a história, passando pela produção, até a exibição pública. Seja através das telas ou de apresentações musicais e teatrais, o estilo artístico encanta por seu modo singelo e inocente de produzir sentido à vida.

Para possibilitar a realização deste importante evento artístico cultural internacional, os realizadores contaram com parcerias significativas como a do Sebrae Paraíba e da Prefeitura Municipal de Guarabira. De acordo com o superintendente do Sebrae PB, Walter Aguiar, este ambiente vai atrair a atenção de artistas, colecionadores e apreciadores para o estilo Naïf e irá promover além do que se propõe, a junção harmoniosa entre arte e negócios.

“O Sebrae reconhece o papel da arte como expressão de uma sociedade e cultura e acredita na força destes artistas em um empreendedorismo não apenas que gera negócios, mas que transforma realidades, fortalece vínculos e potencializa a mudança de cenários econômicos e sociais”, Walter Aguiar.

Por sua vez, o prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano, enfatizou a responsabilidade deste primeiro Festival como palco para o estilo artístico e para a própria região do Agreste paraibano. Segundo Toscano, trata-se de uma importante contribuição para a difusão desta arte, cujos maiores desafios giram em torno da conquista de novos apreciadores.

“A cidade sai na frente em relação ao norte e nordeste do país, numa primeira experiência que já conquistou a simpatia e a reverência dos principais artistas do Estilo, tanto no Brasil, quanto no exterior”, afirma Toscano.

 

Serviço:

Abertura: 23 de maio às 20h

Encerramento: 30 de junho

Local: Centro de Documentação “Coronel João Pimentel” (CEDOC)

Guarabira – PB

ESPORTE: Paratleta do Unipê é sinônimo de superação

O Unipê levou mais um ouro nos Jogos Paralímpicos Universitários 2018. O estudante do P1 de Educação Física do Centro Universitário de João Pessoa Paulo Nogueira, sinônimo de superação, chegou ao primeiro lugar do pódio na modalidade Bocha Adaptada. Atualmente, Nogueira, que também é atleta da Seleção Brasileira de Bocha Adaptada, é o bicampeão da categoria nos jogos Paralímpicos Universitários.

O resultado classificou o estudante para o Parapan Universitário, competição da qual ele vai participar caso a modalidade seja incluída. O Parapan Universitário vai ocorrer no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, entre os dias 19 e 29 de julho deste ano.

Três medalhas em menos de um mês

Subir ao pódio não é uma novidade para Paulo. Em menos de 30 dias ele conquistou dois ouros e uma prata. “Conquistei o bicampeonato nos Paralímpicos Universitários; conquistei o ouro na Tríplice Aliança, que é um campeonato regional; e ainda levei o vice-campeonato na cidade de Montréal, no Canadá”, comemorou o aluno-atleta.

A paralimpíada universitária foi a última medalha do atleta, que revelou que a sua preparação para o campeonato internacional de Montréal foi um diferencial para que ele subisse ao pódio representando o Unipê. “Eu já venho de uma competição internacional. Três anos consecutivos eu já compito em nível nacional e, neste ano, consegui me destacar em nível mundial. Fui selecionado para a equipe brasileira e conquistei um mundial no Canadá. Essa conquista do Universitário foi uma importante oportunidade que o Unipê me deu”, disse.

“Estou cotado para ir para o mundial em Liverpool com a seleção brasileira, para o Parapan, se tiver a categoria Bocha, e ainda para Tóquio em 2020. Espero levar o nome do Unipê comigo por onde quer que eu vá”, declarou, orgulhoso, o atleta Unipê.

Trajetória na Bocha

“Tenho seis anos de Bocha. Comecei em 2012, pela Funad. Eu nunca pensei em fazer até que um técnico acreditou em mim e hoje sou tricampeão regional e, agora, alcançando espaço em nível nacional”, revelou Paulo.

O atleta, por muito tempo, nem pensava em entrar para o mundo do esporte. Paulo tem paralisia cerebral, o que limita os seus movimentos, mas não sua capacidade de sonhar. “Sabe aquelas coisas de Deus? Ele coloca alguma coisa na sua vida para colocar rumo à sua vida. Assim foi com a Bocha. Me supero a cada dia e espero continuar conquistando meu espaço devagar, para levar o nome do Nordeste e, agora, o nome do Unipê”, comentou.

Paulo e o Unipê

O sonho encontrou um propósito. Apaixonado por futebol desde a infância, Paulo descobriu seu amor pela Bocha e, em consequência, pela Educação Física. E foi no Unipê que ele encontrou a possibilidade de adquirir e, quem sabe, repassar conhecimentos.

“Escolhi porque eu sou apaixonado pelo Esporte e quando eu descobri que a Educação Física no Unipê tinha cadeira adaptada eu descobri que poderia trabalhar na minha área. Assim eu me interessei mais ainda. Daqui a um tempo, quando pensar em me aposentar, eu quero me aposentar formado, ter outras carreiras para continuar ativo”, disse.

O aluno-atleta complementou destacando o apoio do Unipê para as suas conquistas. “Nunca achei que fosse encontrar o apoio que o Unipê está me dando como atleta. É um orgulho e uma responsabilidade carregar o nome de uma Instituição tão grande no Nordeste e no país. Tenho consciência dessa responsabilidade. Isso me dá ainda mais gás para treinar e querer fazer bonito para essa Instituição, que está acreditando em mim”, finalizou.

Sobre a Bocha

A competição consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim). Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos. É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros. No Brasil, a modalidade é administrada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).

Fonte: Da redação, com Luis Thales

Tradicional ‘São João do Garrafão’ deste ano homenageia João Claudino e Fátima Claudino

Uiraúna terá neste ano de 2018, mais uma vez, a tradicional festa junina “São João do Garrafão”. A programação do evento já foi publicada pela organização. A festa tem início no dia 1º de junho (sexta-feira) com uma carreata pelas principais ruas da cidade.

Dia 12 haverá uma celebração religiosa, seguida de apresentação de grupos de Xaxado e cultural da FELC. O encerramento acontece no dia 16 (sábado) com ofício e café comunitário pela manhã. À noite, às 19h, será feita uma homenagem ao empresário João Claudino e Dona Fátima Claudino. Em seguida apresentação de quadrilhas.

A festa terá seu encerramento com o show das bandas Kaceteiros do Forró e Tora Chinelo. A organização do evento convida toda população de Uiraúna e região para participar desta festa de nossa cultura popular nordestina.

COFEMAC

Hoje tem espetáculo no Teatro Ica! “A Feia de Caruaru”

O Teatro Íracles Pires apresenta neste sábado (19), logo mais ás 20hs, o espetáculo “A Feia de Caruaru”. O espetáculo é produzido pela Companhia Luna de Teatro. Vale a pena assistir.