Categoria Cultura

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Musical inspirado em Michael Jackson chega a João Pessoa

Estrelado por Rodrigo Teaser, “Tributo ao Rei do Pop” acontecerá no dia 21 de dezembro, no Teatro A Pedra do Reino

Considerado um dos maiores shows do mundo, o “Tributo ao Rei do Pop” chega a João Pessoa em uma apresentação única e inesquecível. Reconhecido como o melhor intérprete de Michael Jackson e o único artista brasileiro a ter o nome divulgado no site oficial do cantor, Rodrigo Teaser sobe ao palco do Teatro A Pedra do Reino, no Centro de Convenções, no dia 21 de dezembro, às 21h. A apresentação conta com coreografias, arranjos e figurinos, e é o único show da América Latina que segue o padrão e aval de Lavelle Smith, coreógrafo que acompanhou Michael Jackson por mais de 20 anos. A produção local é da LS Entretenimento.

O tributo traz clássicos emocionantes para o público, como “Billie Jean”, “Thriller”, “Beat it”, “Smooth Criminal” e “Black or White” interpretados pelo compositor, cantor e dançarino Rodrigo Teaser, um dos responsáveis por manter o rei do pop vivo no coração dos fãs. Cover reconhecido pela Sony Music, o artista foi convidado em 2003 para representar a América Latina no show ‘30th Years of Magic’, em homenagem ao Rei do Pop, em Nova Iorque em que o cantor esteve presente.

Com o espetáculo, o artista se apresentou em programas de TV, especiais no Multishow e levou o maior show do mundo em homenagem ao Rei, para o México, em 2017 e CHILE, em 2018. Além disso, Rodrigo foi o único artista a se apresentar por duas vezes na edição do Rock in Rio de 2017. Ivete Sangalo, Seu Jorge, Claudia Leite, são alguns dos artistas consagrados que já dividiram o palco com Rodrigo em homenagem a Michael.

Ingressos – Os ingressos estão sendo vendido via Ingresso Nacional. Setor A (Inteira) R$120, Setor A (Ingresso Solidário) R$80, Setor A (Meia) R$60, Setor B (Inteira) R$100, Setor B (Ingresso Solidário) R$70, Setor B (Meia) R$50.

Sobre Rodrigo Teaser

Começou a imitar Michael Jackson aos 9 anos de idade em programas de TV infantis como Angélica, Mara Maravilha e outros. Cresceu aperfeiçoando seu trabalho, tornando-se um dos mais respeitados profissionais do ramo.

Tendo em seu histórico várias aparições em TV e shows por todo Brasil e exterior. Cover reconhecido pela Sony Music, foi convidado em 2003 para representar a América Latina no show 30th Years of Magic, em homenagem a Michael Jackson, em Nova Iorque onde o próprio esteve presente.

Pela qualidade de seu trabalho Rodrigo Teaser pôde participar de grandes shows e eventos, até mesmo dividindo o palco com artistas como: Seu Jorge, Ivete Sangalo, Claudia Leite, Vanessa Jackson e outros. Participou de campanhas publicitárias para grandes marcas tanto para TV como para mídia impressa. Único artista brasileiro a ter o nome divulgado no site oficial do cantor. Recentemente teve seu show transmitido AO VIVO pelo canal Multishow, sendo o assunto mais comentado no Twitter nacional e o segundo no Twitter mundial.

Serviço:

Tributo ao Rei do Pop – com Rodrigo Teaser

Data: 21 de dezembro (sábado)

Horário: 21h

Local: Teatro A Pedra do Reino – Centro de Convenções de João Pessoa

Ingressos: Setor A (Inteira) R$120, Setor A (Ingresso Solidário) R$80, Setor A (Meia) R$60, Setor B (Inteira) R$100, Setor B (Ingresso Solidário) R$70, Setor B (Meia) R$50.

Produção: LS Entretenimento.

 

Assessoria 

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Paraibano Felipe Alcântara e Santanna o cantador, fazem homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga no Dia Nacional do Forró

Para comemorar a data do Dia Nacional do Forró instituída em homenagem ao nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, em 13 de dezembro de 1912, o cantor e compositor paraibano Felipe Alcântara, celebra o autêntico forró com sua nova música e clipe “Vem me dar um cheiro” e show no “Baião In Lisboa Festival” que acontece entre os dias 12 e 15 de dezembro em Portugal.

“Vem me dar um cheiro” está disponível em todas as plataformas digitais e é uma composição do próprio artista em parceria com Abdias Sá que assina também a Direção Musical. “Quero agradecer ao meu parceiro Santanna o cantador que veio para gravar comigo em João Pessoa, muito obrigado. Queremos levar para todo o Brasil nosso autêntico forró que é a maior expressão do povo nordestino”, declarou Felipinho.

Foi em Lisboa que Felipe descobriu sua verdadeira missão na música, e desde o seu retorno ao Brasil resolveu encarar de frente esse desafio, que é ser porta de entrada do forró para novas gerações e para quem nunca ouviu antes. Ao longo de sua história Felipinho teve oportunidade de conhecer muitos palcos, cidades, estados e países.

Felipe Alcântara segue trilhando uma nova fase musical solo e com novos projetos iniciando na carreira de ator.

SOBRE:

FELIPE ALCÂNTARA

Felipe Alcântara, cristão, pai, marido, paraibano, compositor, cantor, surfista de paixão, louco pela família e pela música. Nasceu com o DNA de músico, seu avô era maestro e seu pai deu continuidade a música tocando por diversão diversos instrumentos como cavaquinho, violão, saxofone além de percussão em geral. Desde criança ouvia seu pai e seus tios se encontrando para fazer música, e eles sempre o incentivaram a tocar.

Com 4 anos de idade, Felipe, já tirava os primeiros sons de instrumentos percussivos, aos 9 anos começou a dar os primeiros acordes no cavaquinho com ajuda do seu pai, e desde então não parou mais. Influenciado pelo surf, que passou a fazer parte do seu estilo de vida, Felipe aos 14 anos formou sua primeira banda, que era uma banda de rock chamada Quarto de Apê do qual nunca fez uma apresentação. (hahaha) Ainda nessa época Felipe junto aos amigos começou a animar festas de 15 anos com uma banda de samba que ele passou a participar.

Logo em seguida começou a se interessar pelo forró. A pesquisa e o interesse pelo ritmo foi mais profundo, o levando a participar de alguns trios de forró na época da escola. Ao entrar na universidade, no curso de Turismo (do qual é graduado) teve a oportunidade de morar na Europa, e lá descobriu que a música realmente era o talento que Deus derramou sobre ele. Começou então a fazer voz e violão em bares e restaurantes, tocando músicas em geral, tocava percussão em uma banda de samba (acompanhando Dinho e Rapha Zamorano), tocou forró em Lisboa e Londres ao lado de grandes amigos (Rogerinho do Acordeon, Enrique Matos, e Zeu Azevedo) e teve oportunidade de rodar países como Espanha, Inglaterra, Irlanda, além de Portugal que era onde morava e mais atuava. Ao voltar para o Brasil resolveu assumir a música como profissão, e teve oportunidade de formar um quarteto de forró com Lucy Alves (Os Parahybas), e logo em seguida entrou na banda Os Gonzagas onde durante cinco anos espalhou música pelo Brasil e pelo mundo. Durante esse período teve a oportunidade de retornar a Europa em turnê nos anos de 2014 e 2017. Junto à Os Gonzagas, Felipe também teve a oportunidade de vencer o Festival de Itaúnas – ES, tendo uma música de composição sua em parceria com Carlos Henrique e Yuri Gonzaga, como vencedora do festival.

Ao longo da estrada Felipe pôde dividir o palco com grandes nomes da música brasileira como Elba Ramalho, Chico César, Padre Fábio de Melo, Pinto do Acordeon, Cezinha, Flávio José, Santana O Cantador, Lucy Alves, Tato Cruz (Falamansa), Antonio Barros e Ceceu, entre outros. Em 2015 participou do programa SuperStar com a banda Os Gonzagas, chegando a semi-final, e a partir daí assumiu a missão de levar a música do nordeste para todas as gerações.

Um ano antes do Superstar, Felipe, passou por uma grande dor, a morte do seu pai, e ao mesmo tempo teve um encontro profundo com Deus, o que aflorou no artista o desejo de dar sentido a missão assumida por ele através da música. Atualmente, Felipe dá seus primeiros passos na carreira solo, com a proposta de cantar uma música que nasce a beira mar, e leva uma mensagem de uma maneira leve o amor, a esperança, a fé, a vida e o dia-a-dia de todos nós, pessoas que acreditam em um mundo melhor.

SOBRE:

FICHA TÉCNICA:

Música: Vem me dar um cheiro

Composição: Felipe Alcântara/Abdias Sá

Direção Musical: Abdias Sá

Participação especial: Santanna O Cantador

Gravação e edição: Venâncio Veber e Gabrielle Cardoso

Letra: VEM ME DAR UM CHEIRO

FELIPE ALCÂNTARA – Participação especial de Santanna o cantador.

Tenho dormido pouco

Tenho pensado em você

Estou ficando louco

Louco de tanto querer

Tenho contado as horas

De te ver no meu portão

Mas se você demora

Maltrata o meu coração

Vem me dar um cheiro vem me dar carinho

Que eu te dou primeiro um beijo de mansinho

Vem com teu chamego me trazer a paz

E me dar sossego cada dia mais

Vem me aquecer com um toque de ternura

E pra cada medo me trazer a cura

Vem com teu sorriso afastar a dor

Eu sou doidinho pelo teu amor

Ai ai como te ter é bom

Quando sinto a saudade apertar

Não tento me livrar dela

Faço uma ligação

Abro a porta e a janela

Espero chegar meu dengo

Enquanto canto pra ela

LINKS:

https://www.youtube.com/watch?v=5Sx7SrZ00Og

https://www.letras.mus.br/felipe-alcantara/vem-me-dar-um-cheiro/

Fotos: Felipe Alcântara/crédito: Gabriel Diniz

Fotos: Felipe Alcântara e Santanna o cantador: Gabrielle Cardoso

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Lúcio Vilar: quando a paixão pelo cinema se transforma no principal festival do gênero no estado

Fest Aruanda surgiu de um desejo e hoje se consagra entre os principais festivais de cinema do Nordeste

Professor universitário, cineasta, jornalista e produtor-executivo de um festival de cinema. A paixão pelo audiovisual está em todas as atividades a que se dedica Lúcio Vilar, doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e professor do Departamento de Mídias Digitais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde leciona desde 2002. Foi no ambiente universitário que ele começou a dar cara ao que hoje conhecemos como Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que teve a sua 14ª edição entre os dias 28 de novembro e 4 deste mês.

Para ele, o cinema nacional precisa ser visto e valorizado – principalmente, o cinema com sotaque paraibano. “Vivemos um momento muito frutífero nessa área, tanto pela quantidade quanto pela qualidade dos filmes produzidos”, diz ele, ao lembrar que, entre os muitos prêmios que a produção paraibana recebeu no último Fest Aruanda, dois foram nas principais categorias: melhor longa-metragem para “Desvio”, de Arthur Lins, e melhor curta para “Quitéria”, de Tiago Neves. “Os festivais são janelas alternativas para que as pessoas conheçam a cinematografia brasileira, tenham encontros e façam intercâmbios de ideias”, acrescenta.

Segundo ele, o Fest Aruanda brotou de uma queixa contumaz do cineasta Vladimir Carvalho, a quem Lúcio já havia entrevistado várias vezes. “Ele não se conformava com o fato de a Paraíba não ter um festival de cinema”, conta. Não tinha, até aquele momento. Em 2005, eles realizaram o primeiro festival, em uma sala pequena, para apenas 70 pessoas. Em 2009, o evento passou a acontecer fora dos limites da universidade, chamando a atenção de um número crescente de participantes e de público, a cada edição. Hoje, dez anos depois, o festival celebrou o centenário do cinema paraibano – cujo marco inicial foram as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez – com exibições e lançamentos de publicações no Cinépolis Manaíra Shopping, além de debates e painéis no Hotel Aram e na Energisa Cultural.

Confira na íntegra:

Que balanço você faz desta edição do Fest Aruanda?

Diretor de festival é sempre suspeito pra falar, mas, a partir do que tenho lido e ouvido – especialmente de jornalistas do Sudeste que estiveram, este ano, em número maior –, posso afirmar duas coisas: 1) realizamos uma edição que fez jus à celebração do centenário do cinema paraibano; e 2) tivemos um festival com seleção primorosa de curtas e longas, tanto locais quanto nacionais. Além disso, a primavera do cinema paraibano, tão festejada ano passado, mostrou que continua viva, com a premiação do longa “Desvio”, de Arthur Lins, triunfando pelas mãos do Júri Oficial.

A crítica à atual política cultural (ou à destruição dela) foi algo muito presente no evento. Nesse sentido, foi articulada alguma ação de enfrentamento por parte do festival?

Foram manifestações espontâneas de produtores e realizadores diante das incertezas e ameaças ao segmento audiovisual. São questões pertinentes e urgentes, e o festival abre espaço para canalizar tais inquietações, que são de todos, hoje, no Brasil. Justas e relevantes, que precisam de visibilidade, sim – e o festival cumpre o seu papel como espaço de reflexão, ao abrigar tais manifestações.

Os filmes vistos no festival – principalmente, os vitoriosos – serão exibidos em alguma sala de cinema?

Nas mostras competitivas, só exibimos filmes que ainda não foram lançados no circuito exibidor nacional. Todos os filmes deverão ser lançados em 2020, mas cada produção é um caso, nunca sabemos quando exatamente isso acontecerá.

Na sua opinião, que medidas seriam necessárias para fazer com que essa produção não se limitasse a festivais e chegasse a mais pessoas?

Baratear o custo dos ingressos, que são muito altos no Brasil, seria uma primeira medida. Mas isso envolve outras questões, mais complexas.

Quais são as perspectivas em relação ao próximo Fest Aruanda?

Celebraremos os 15 anos do Fest Aruanda, em 2020, e já temos a data, que foi anunciada na solenidade de encerramento: será de 3 a 9 de dezembro, na rede Cinépolis e com a parceria do Grupo Energisa (Fundação Ormeo Junqueira), Armazém Paraíba e a Cagepa – que entrou este ano, pela primeira vez. Entre os homenageados, e aqui vai um furo, a jornalista (e crítica de cinema) Maria do Rosário Caetano estará no seleto grupo de “aruandeiros” a receberem essa nossa comenda especial nos 15 anos. Ela está conosco desde o primeiro Fest Aruanda, é a “madrinha” do festival, daí todo o nosso carinho e reconhecimento.

Assessoria

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Artistas cajazeirenses e outros paraibanos serão homenageados pela ALPB e receberão a Medalha Centenária Jackson do Pandeiro

Dez artistas paraibanos receberão da Assembleia Legislativa, em data ainda a ser marcada, a Medalha Centenária Jackson do Pandeiro. A propositura do deputado estadual Jeová Campos foi aprovada, por unanimidade, na sessão da última terça-feira (10). O Projeto de Resolução foi incluído para votação na Ordem do Dia depois que a sessão já havia começado. A Medalha que será outorgada aos artistas foi criada em reconhecimento aos 100 anos de nascimento do cantor, instrumentista e compositor paraibano.

Os artistas que serão agraciados com a comenda são: Marcélia de Souza Cartaxo; Maria do Carmo Moreira; Nanego Lira; Soia Lira; Eliezer Filho; Thardely Lima; Lúcio Villar; Suzy Lopes; Jocélio Amaro e Chico Amaro.

“Essa foi uma forma que encontrei de homenagear esses artistas que tão bem representam a Paraíba com muito talento, respeito à cultura e amor à arte. E penso que a Medalha de Jackson do Pandeiro, esse artista que dispensa apresentações pelo conjunto da obra, fará jus ao talento destas personalidades que fazem da arte sua melhor expressão de viver”, justificou o parlamentar que si inspirou em homenageá-los após participar do 14º Fest Aruanda.

Assessoria 

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Professor e poeta Carlos Gildemar Pontes lança livro “O Olhar Tardio de Maria”. Confira!

O professor e poeta cearense Carlos Gildemar Pontes, irá fazer o lançamento de mais um trabalho literário de sua autoria, na oportunidade, o poeta convida amigos e sociedade para se fazerem presentes no próximo dia (12) de dezembro, às 19 horas, na Livraria Universitária, localizada à Praça Major José Marques, 45 – Centro – Cajazeiras/PB.

Redação

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2020: Santa Rita sediará mais uma vez Festival Paraíba Junino

No último domingo (08), a Federação das Entidades de Quadrilhas Juninas da Paraíba (Fequajune-PB) realizou uma assembleia extraordinária na Câmara municipal de Caldas Brandão, com o objetivo de tratar sobre o festival estadual Paraíba Junino 2020 e escolher a cidade-sede para a realização do evento.

Na ocasião, foi avaliada a realização de 2019, que aconteceu em Santa Rita nos últimos dois anos, e os diretores escolheram, por unanimidade, manter o município como sede do festival do próximo ano.

De acordo com Genilson Felix, presidente da Fequajune-PB, as opiniões sobre Santa Rita foram muito positivas por tudo que foi proposto e realizado pela cidade este ano. “Além da estrutura maravilhosa, foi citada a questão da logística, receptividade, segurança, atendimento médico, entre outros quesitos”, explicou.

Segundo ele, a unanimidade na escolha não foi à toa. “Temos a certeza de repetir o sucesso das edições de 2018 e 2019, ao se destacar todo apoio recebido nos últimos anos. Por isso, todos os diretores e quadrilheiros presentes deixaram sua gratidão a esses incentivadores da cultura junina no estado da Paraíba, e em especial ao prefeito Emerson Panta e a todos que fazem a prefeitura municipal de Santa Rita”, ressaltou.

Secretaria de Comunicação

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Carrapateira promoveu a XIII Mostra de Cultura durante festividades de emancipação política

Numa ação conjunta da Secretaria Municipal de Educação com a Secretaria Municipal de Ação Social de Carrapateira, cidade localizada no Sertão paraibano, as duas pastas promoveram no último sábado (07/12), durante as festividades de comemoração alusiva dos 58 anos de emancipação política, na Praça Santo Afonso, a XIII Mostra de Cultura e, na oportunidade, além de temas como: (mundo lúdico), (fogo no mato, prejuízo de fato), (jogue lixo, no lixo), (sustentabilidade), (robótica), (tecnologia envolvente), (alimentação saudável), foi abordada também a chegada dos negros africanos ao Brasil.

No evento, a professora-mestra e historiadora Ana Tavares de França, juntamente com geógrafa Francisca Pereira da Silva, abordaram o preconceito racial; mostrando a importância do negro africano trazido para o Brasil. Muitos deles eram reis e rainhas em seus territórios de origem.

Com o tema: Raça Não Tem Cor, o referido evento mostrou aos alunos da Escola Municipal Galdino Antônio da Silva e, aos presentes, a valorosa contribuição cultural que o Brasil possui como herança dos negros, que tanto nos influencia até os dias atuais. Os africanos contribuíram para a cultura brasileira em uma gama de aspectos: dança, música, religião, culinária, idioma dentre tantos outros valores, tornando o povo brasileiro um dos mais ricos em sua diversidade cultural.

Vale ressaltar ainda, a elegância das mulheres na sociedade, fazendo um comparativo da época medieval com a atualidade. Podemos encontrar essa beleza presente nos rituais de crença religiosa das praticantes juremeiras, na Umbanda, ou no próprio Candomblé.

A cidade de Carrapateira proporcionou momentos inesquecíveis e grandiosos, para alunos e à comunidade que prestigiou a mostra de cultura.

Assessoria

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Campus Cajazeiras é homenageado pela Câmara de Vereadores em sessão especial

A Casa concedeu Título de Cidadão Cajazeirense ao Reitor Nicácio Lopes

No último dia (04) de dezembro o IFPB Campus Cajazeiras completou 25 anos e promoveu uma extensa agenda de comemorações iniciada na terça-feira, 03. O campus recebeu a sessão especial da Câmara Municipal de Vereadores – Casa Otacílio Jurema.

A sessão proposta pelos vereadores Francisco Jucinério Félix Filho e Kléber Gonçalves Lima em homenagem ao aniversário do Campus concedeu o título de cidadão cajazeirense ao Reitor do Instituto Federal da Paraíba Nicácio Lopes.  Na ocasião o professor Dimas Andriola prestou uma saudosa homenagem ao ex-deputado estadual Edme Tavares autor do projeto de lei que criou o IFPB Campus Cajazeiras.

O vereador Francisco Jucinério ressaltou a importância do Instituto para a região. “Eu acredito na educação libertadora que ensina as pessoas a serem humanas e sei que que essa escola não entrega seu ensino apenas dentro dessas paredes, mas vai onde a comunidade está através de seus projetos de extensão”.

O diretor de gestão de pessoas do IFPB Agnaldo Tejo prestou homenagem ao reitor em nome de toda instituição.

Numa retrospectiva emocionante da trajetória de vida, ele relembrou os passos de Nicácio e detalhou como a cidade de Cajazeiras está presente na vida estudantil e profissional do homenageado.

A diretora Lucrécia Petrucci externou, emocionada, seu orgulho em fazer parte da história do Campus e em como é gratificante lutar por uma educação que liberta e empodera alunos e suas famílias não só da Paraíba, mas de estados como Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e muitos outros. Já Nicácio disse não saber se merece tantas homenagens. “Agradeço a intensidade das homenagens.

O sentindo maior que nos domina é o de gratidão. Peço muito a Deus com a mais indescritível sensação de gratidão que não permita que sejamos contagiados pelos caprichos e vaidades e que possamos continuar nossa luta pela democratização da educação.”

Após a sessão, os convidados apreciaram a boa música com a apresentação da Banda Filarmônica Jovem Ariosvaldo Fernandes da cidade de Uiraúna.

Assessoria de Imprensa – IFPB/Cajazeiras

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Senado Federal ultima detalhes para a sessão que vai homenagear os 250 anos da Catedral de Campina Grande

Membros da Mesa Diretora do Senado Federal estiveram reunidos nesta quinta-feira (05) com o presidente da ‘Comenda Zilda Arns’, Senador Venezia no Vital do Rêgo (PSB-PB) e seus assessores, para ultimar os detalhes da sessão que vai homenagear os 250 anos de fundação da Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição, de Campina Grande (PB).

A reunião ocorreu no gabinete do Senador e serviu para que os detalhes da homenagem fossem discutidos. A sessão especial ocorrerá no Plenário do Senado Federal na próxima terça-feira (10) e contará com a presença do Padre Luciano Guedes da Silva, pároco da Catedral, que receberá a homenagem e fará um pronunciamento sobre os 250 anos da Igreja Matriz de Campina Grande.

Presidente da Comenda Zilda Arns, Veneziano também é autor da propositura para a homenagem à Catedral de Campina Grande. Na sessão, outras entidades e pessoas serão homenageadas. A escolha da Catedral foi votada em plenário e aprovada por unanimidade.

Sobre a Comenda Zilda Arnas – A Comenda Zilda Arns foi instituída pelo Senado Federal para agraciar pessoas ou instituições que desenvolvam, no Brasil, ações e atividades destinadas à proteção da criança e do adolescente. Para conceder a homenagem, o Senado considerou o trabalho que a Catedral de Campina Grande desenvolve com crianças e adolescentes, através das ações da Pastoral do Menor.

Ao longo dos seus 250 anos de existência, a Catedral de Campina Grande tem desenvolvido um trabalho pastoral voltado para pessoas carentes em situação de risco social. Em 1996, a Catedral instituiu a Pastoral do Menor, como fruto de um gesto concreto do Encontro de Jovens com Cristo – EJC. Desde então, vem trabalhando com crianças e adolescentes carentes que vivem em situação de risco social, visando a evangelização destas crianças, para que possam construir valores éticos que possibilitem a formação de verdadeiros cidadãos, modificando o curso esperado de suas histórias.

Em mais de duas décadas, a Pastoral do Menor atendeu milhares de crianças e adolescentes com idades entre 6 e 18 anos, muitas sendo recuperadas da condição em que viviam e, hoje, inseridas no mercado de trabalho. A atuação da Pastoral consiste em momentos de oração e espiritualidade, palestras, “rodas de conversas”, apresentação de vídeos educativos e realização de oficinas de música, artes e confecção de brinquedos, visando o fortalecimento da disciplina e a construção da auto estima. Os animadores são jovens e casais pertencentes à paróquia, através de serviço voluntário.

Sobre a Catedral – A Catedral de Nossa Senhora da Conceição de Campina Grande foi criada em 08 de dezembro de 1769 pelo então Bispo de Olinda, Dom Francisco Xavier. Em 1941, por um decreto do Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor Arcebispo Metropolitano Dom Moisés Coelho, foi elevada à categoria de Paróquia Inamovível, isto é, uma Paróquia que não pode deixar de existir. Atualmente, é dirigida pelo Padre Luciano Guedes do Nascimento Silva.

Sobre Zilda Arnas – Zilda Arns Neumann foi uma médica pediatra e sanitarista brasileira. Foi também fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Recebeu diversas menções especiais e títulos de cidadã honorária no país. Da mesma forma, à Pastoral da Criança foram concedidos diversos prêmios pelo trabalho que vem sendo desenvolvido desde a sua fundação. Em 2012, numa seleção por um formato internacional, Arns foi eleita a 17° maior brasileira de todos os tempos.

Assessoria de Comunicação 

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Auto de Natal: tudo pronto para a abertura do mês natalino em Cajazeiras

A cidade de Cajazeiras vive a expectativa da realização, nesta sexta-feira (06), do espetáculo do Auto de Natal, dramatizando a história do nascimento de Jesus, com exposição também do “Presépio Vivo”, na Praça Cardeal Arcoverde, em frente à Catedral Nossa Senhora da Piedade.

Toda a estrutura de som, palco, iluminação e decoração, está sendo montada para o evento, que deverá reunir um grande público, nesta noite de sexta-feira, a partir das 19 horas.

O prefeito Zé Aldemir vai, na ocasião, abrir oficialmente o mês natalino, que será marcado com a decoração de alguns pontos da cidade, visando estimular cada vez mais as famílias cajazeirenses a celebrar a tradicional festa de Natal.

Secom