Categoria Crônicas

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A infidelidade nem sempre é óbvia

Leia  esse artigo e aprenda a ver o que fazer nessa situação

Como a maioria das pessoas, você também considera a infidelidade uma coisa muito direta? Você já pensou que às vezes caia na área cinzenta?

A maioria das pessoas quer ou precisa que seu parceiro seja fiel, mas e as infidelidades mais discutíveis? Em outras palavras, aquelas situações em que um de vocês sente que está traindo e o outro não. Ou um de vocês sentiria que estava traindo se soubesse e o outro não está exatamente se apressando para ter essa conversa.

A maioria dos casais pode concordar que ter relações sexuais com outra pessoa definitivamente quebra um acordo de monogamia. Fazer sexo com alguém também está claramente cruzando uma linha para a maioria das pessoas. O material que é fácil de concordar é provavelmente uma lista bastante restrita. Infelizmente, o material potencialmente mais complicado é provavelmente uma lista muito mais longa. Essas são as atividades com as quais os casais estão melhor conversando de verdade, em vez de apenas supor que ambos se sintam da mesma maneira.

Por exemplo, como você se sente sobre essas atividades:

·         Amigos de ex no Facebook.

·         Procurando um colega de trabalho atraente nas mídias sociais.

·         Dando um beijo na bochecha de um amigo atraente (especialmente se isso não é algo que você normalmente faz).

·         Almoçando com um amigo potencialmente atraente sem o seu parceiro.

·         Ter longas conversas em texto com um amigo sobre o qual você não fala ao seu parceiro.

·         Compartilhar detalhes íntimos de seu relacionamento romântico e vida sexual com um amigo.

·         Discutindo fantasias sexuais e excitações com um amigo.

Como você se sentiria sobre essas atividades? Como o seu parceiro se sentiria? Você já os discutiu?

É uma ladeira escorregadia?

Existem muitas atividades que, por si só, não são um problema, mas algumas podem se preocupar em ser o primeiro (ou o segundo ou o terceiro) passo em direção a algo problemático. Por exemplo, conversas excessivas com um colega de trabalho sobre assuntos de trabalho podem se transformar em conversas sobre assuntos pessoais que podem levar a um vínculo emocional e, finalmente, um caso. (Ou não.)

Se você é uma mulher que foi traída, ou uma mulher presa num relacionamento sem amor, e que tem vontade de explorar outras coisas no mundo afora, não pense que o mundo não tem outras soluções melhores para você.  É bem comum mulheres se envolverem com homens mais velhos, após vivenciar várias desilusões amorosas, e desempenharem o papel de  oisecret, por que não?

São situações em que essas atividades iniciais são tecnicamente corretas, mas a intenção é o que mais importa. Por exemplo, todas essas conversas sobre esse projeto de trabalho matador são sobre o projeto ou há um motivo oculto? Ou começa de uma maneira e gradualmente se torna outra coisa? E você está sendo totalmente honesto consigo mesmo, pois às vezes queremos aproveitar as possibilidades sem admitir o que realmente estamos fazendo?

Seu parceiro pode entender como essas conversas de trabalho parecem ter um brilho extra, mas não conseguiu provar isso em um tribunal. A intuição de um problema é tudo o que é necessário – o que também significa que você terá um problema para lidar se o seu parceiro acreditar que há alguma infidelidade, mesmo que não exista.

A solução fácil de dizer, mas mais difícil de fazer, é evitar situações que possam ser tentadoras ou levar a algo tentador. Também é aconselhável evitar situações que possam dar a aparência de más intenções, já que não há necessidade de adicionar dores de cabeça desnecessárias.

Em caso de dúvida, verificar com o seu parceiro primeiro e transparência ao longo do caminho também pode ajudar a acalmar as intuições ansiosas do seu parceiro. Se eles trazem algo à tona, faça o possível para manter a calma e ouvir suas preocupações sem ficar na defensiva. Se você é o único que tem a dúvida desconfortável, morda a bala e faça-a com o mínimo de acusação possível. Concentre-se em como você se sente, não no que seu parceiro está fazendo e não vá muito além do que você sabe que é verdade.

Busque opiniões, não votos

Pode ser útil conversar com amigos ou familiares para ver como eles lidam com esses assuntos em seus relacionamentos. Também pode ser útil descobrir como eles chegaram à sua posição atual. Foi fácil e mútuo? Houve desacordos que eles tiveram que lutar? Houve acordos que foram violados e precisavam ser tratados novamente? Mais importante, por que eles têm os acordos que têm atualmente? Suas experiências e ideias podem informar seu pensamento ou dar-lhe uma perspectiva diferente.

Ascom

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Livro de jornalista paraibano é selecionado pela Amazon para promoção “Especial Não Ficção”

O livro “Emagreça bebendo cerveja”, do jornalista paraibano Felipe Gesteira, foi selecionado pela Amazon para fazer parte da promoção “Especial Não Ficção”. O ebook estará até esta sexta-feira (10) sendo vendido pela metade do preço, no valor promocional de R$ 7,99, diretamente neste link.

A obra é um relato autobiográfico sobre a busca do autor por adotar um modo de vida mais saudável, sem abrir mão de pequenos prazeres. “Não há fórmulas exatas aqui, rotinas de treinos, dietas mirabolantes a seguir.

Há, sim, um princípio onde cada um pode encontrar seu próprio caminho, com pequenas concessões, e até emagrecer sem cortar a cervejinha do fim de semana”, diz Gesteira na apresentação do livro.

Nesta promoção da Amazon, o livro do paraibano aparece junto a obras de autores consagrados, como “O universo numa casca de noz”, de Stephen Hawking, e “As veias abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano.

Edição em inglês

Lançado em setembro de 2019, “Emagreça bebendo cerveja” recebeu sua primeira tradução no mês passado. Publicado com o título “How to Get Fit Even Drinking Beer”, o livro foi traduzido por Krys Carneiro. Ambas as edições têm prefácio de Phelipe Caldas e capa de William Medeiros. A edição em português tem revisão de Cadu Vieira.

Sobre o autor

Felipe Gesteira é jornalista formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e mestre em Computação, Comunicação e Artes pela mesma instituição. Casado e pai de dois meninos, é apaixonado por corrida de rua, futebol, videogames e fotografia, além de não dispensar biscoitos, pizza e cerveja. Atua como consultor político, é editor no portal Termômetro da Política e escreve semanalmente para o jornal A União.


Assessoria

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Tratado Geral da Imbecilidade

Alguns escritores e pensadores contemporâneos têm se dedicado ao tema com preocupação e procurando respostas que estão sendo maturadas no campo das reflexões de ordem filosófica, sociológica e poética. O campo cultural, onde podemos realizar interseções de ordem reflexiva, aponta para um novo muro de contenção, a ignorância. Com a queda do Muro de Berlim, a dissolução administrativa e política da União Soviética e o desmembramento da Iugoslávia, rompemos de vez com a Guerra Fria e passamos a viver a era do Capitalismo estratificado.

Uma nova ordem e a imposição de modelos para estreitar distâncias e economizar esforços foram implementados pelos países de economia sólida e conquistas tecnológicas sedimentadas. Restou aos países periféricos e subdesenvolvidos uma reinvenção para escapar da degola econômica e social. América Latina, África e Ásia aceleraram esse processo e revelaram que alguns países conseguiram retroceder nas conquistas do mundo globalizado.

Ser o maior produtor de soja, ter reservas minerais incalculáveis e ser detentor da maior biodiversidade do planeta não tornou o Brasil um país competitivo e ordenador de políticas internacionais inclusivas. É aí que entra o título deste artigo. Nosso povo, sem identidade que possa atingir o conhecimento da história e das virtudes do país, tornou-se refém de políticos e de sub-religiões. Duas formas de bestializar e subalternizar as mentes. Em outras palavras, o cultivo da educação e das riquezas culturais do país ficou sufocado pela falta de uma identificação do povo com a sua própria história.

As corporações que fabricam as riquezas e flutuam nos mercados frágeis, como sanguessugas, conhecem o potencial de investimento de países continentais e populosos como o Brasil. Do subproduto cultural das décadas de 70 e 80, que recebíamos dos Estados Unidos, ao boom das redes sociais inclusivas, fomos substituindo a nossa liberdade por um aprisionamento consentido num computador ou num smartphone. Bibliotecas e Museus foram virtualizados, mas não frequentados pela acessibilidade. Os equipamentos culturais de tijolo e alvenaria estão cada vez mais abandonados, trocados por horas a fio nas redes sociais. São, pelo menos, cinquenta anos de lavagem cerebral. Começou na ditadura militar e prosseguiu com os governos neoliberais de FHC, Lula e Dilma, com avanços e recuos na ordem da ruptura desse modelo alienador. Mas o povo não foi levado às escolas que foram construídas. O sentimento de pertencimento ao país que venceu parte da crise não foi explorado como parceria entre governo e povo. Eis por que o fracasso das alianças políticas entre um governo de esquerda e a direta podre resultou na cassação da Dilma e na prisão do Lula. Eles foram incapazes de romper o sistema podre, preferindo a adesão “ingênua” e suicida para manutenção no poder. Os mesmos insatisfeitos com a política de diminuição tímida entre ricos e pobres, reagiram voltando-se para o que tinham de trunfo como elemento distintivo, o poder aquisitivo. Só um lembrete necessário: ricos e classe média no Brasil não são sinônimos de aculturados e intelectualizados cidadãos de “bens”. Ao contrário, a maioria destes empapuçados de grana são tão estúpidos de conhecimento, que muitos creem que a terra é plana, o que não dá mais para continuar a definição. Essa crença por si só já lhes define.

O problema da esquerda é o sectarismo, agravado com a chegada ao poder. Conheço muitos que se dizem lutadores sociais que disputam cargos de terceiro escalão com altos índices de trairagem e golpismo, modos presentes e costumeiros na direita.

O que mais me preocupa e se trata de uma questão de sobrevivência de um povo, é a expansão da estupidez como prática comum entre as visões sobre a convivência humana. Ricos que ostentam patrimônio como virtude, desfilam seus carrões em meio a uma pandemia (que restringiu o acesso às aglomerações por recomendação dos órgãos de saúde internacionais) e o fazem por direito de não deixarem de ganhar dinheiro daqueles que exploram como trabalhadores e consumidores. É a lógica do extermínio da galinha dos ovos de ouro. Podem morrer muitos infectados pelo coronavírus, mas a reposição destes mortos se fará facilmente com a reserva de mercado.

Lembra do primeiro parágrafo, quando falei de capitalismo estratificado? Pois é isso. O capitalismo selvagem está tão atuante nas sociedades sem educação que, se não bastasse uma Reforma da Previdência que retira direitos dos mais pobres, o surgimento de uma pandemia de um vírus letal como o Covid-19 revela ainda mais a desinformação do povo e a morbidade gulosa dos capitalistas mais ignorantes de cultura geral.

O que fazer para não ser ignorante em meio a esta pandemia de estupidez? Não adianta eu tentar repetir a fórmula do sucesso neurológico dos que venceram pelo estudo. Vencer não significa se humanizar – que fique claro. Talvez um choque profundo na alma apague o egoísmo, a ganância e a estupidez, tornando, quem precisa de luz, um palito de fósforo, em busca de uma barreira de fósforo para se transformar em luz e se acender.

 

(Primeira Parte)

Carlos Gildemar Pontes*

*Doutor em Letras – UERN, Professor da UFCG. Membro da Academia Cajazeirense de Artes e Letras – ACAL.

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Professor e poeta Carlos Gildemar Pontes lança livro “O Olhar Tardio de Maria”. Confira!

O professor e poeta cearense Carlos Gildemar Pontes, irá fazer o lançamento de mais um trabalho literário de sua autoria, na oportunidade, o poeta convida amigos e sociedade para se fazerem presentes no próximo dia (12) de dezembro, às 19 horas, na Livraria Universitária, localizada à Praça Major José Marques, 45 – Centro – Cajazeiras/PB.

Redação

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Delzinho: da surpresa à realidade de um grande presidente

Houve quem duvidasse, houve quem não acreditasse, houve até os que pagaram para ver! Mas o fato é que o atual presidente da Câmara de Cajazeiras, “Deuzinho da Arara” (PTC), vem tendo um desempenho considerado de ótimo à excelente, à frente do Poder Legislativo Municipal.

São inúmeras as ações que fazem da sua gestão uma das mais produtivas daquela casa legislativa e que coloca “Deuzinho” no rol dos principais presidentes que já dirigiram aquele poder.

Dentre os muitos destaques está a implantação do painel eletrônico que permite a dinamização dos trabalhos, além do acompanhamento mais apurado e controle de presenças dos parlamentares, dando maior visibilidade do plenário que ganhou ares de grandes parlamentos.

A construção do arquivo no próprio prédio da Câmara é outra grande conquista do presidente, que realizou uma promessa antiga de outros administradores, preservando assim, a memória da Casa.

A aquisição de um novo elevador que vai resolver de vez o problema das pessoas que não conseguem se locomover pelas escadas será um marco da administração de “Deuzinho”, que a partir de 2020 não vai mais locar veículos, pois o presidente tem dito que está adquirindo um carro e uma motocicleta, para realização dos serviços necessários.

Por essas e outras ações tão importantes, “Deuzinho da Arara” deverá ter o seu nome marcado na história da Câmara Municipal – como um dos maiores benfeitores do Poder Legislativo cajazeirense.

 

Por Eutim Rodrigues

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Rio Piranhas pede socorro urgente

O nosso alerta vai para os senhores políticos, administradores e povo em geral que também pode se manifestar e cobrar a quem de direito nas regiões de Sousa e Cajazeiras. Veja minha gente o grande problema, talvez esquecido por muitas autoridades, mas que merece toda a atenção. A rede de esgoto gerada na cidade de São José de Piranhas está sendo lançada atualmente nas águas do Rio Piranhas, não está afetando totalmente a cidade de São José de Piranhas, mas de forma indireta parte da área urbana vem sendo afetada, principalmente as residências próximas do riacho da CAGEPA.

Esse afluente do Rio Piranhas é atualmente o maior receptor da rede de esgotos da cidade. Podemos observar que em algumas áreas, as residências ficam a menos de 40 metros da margem do Riacho, o mau cheiro apresentado é desagradável e prejudicam as famílias que residem às margens do Riacho da CAGEPA, como exemplo, o lar dos idosos que fica a aproximadamente 50 metros da borda do Riacho.

Temos que lembrar que os detritos dos esgotos passam em correntezas misturados com água, prossegue até o Rio Piranhas e se lança nas águas do açude de Boqueirão. Durante o período chuvoso, momento em que o rio está em correnteza, estes detritos poluídos se misturam com a água e caem direto no açude de Boqueirão. As últimas observações de analistas ambientais, concluíram que o açude de Boqueirão corre um grande risco de contaminação, e poderá ser atingido totalmente em poucos anos.

A rede de esgoto de uma cidade afeta sempre os vizinhos de baixo, mas no caso de São José de Piranhas a coisa muda, está prejudicando os ribeirinhos do rio Piranhas, e em um futuro breve o açude de Boqueirão, onde 75 % de suas águas, detentora de grande serventia ficam no município de São José de Piranhas. Se aumentar a contaminação no Açude, as cidades de Cajazeiras, Marizópolis, Sousa e sues distritos serão afetadas diretamente, por que atualmente recebem todo o consumo de água do açude de Boqueirão.

Alguns anos a traz foi liberada uma verba superior a 8 milhões de reais para a construção do esgotamento sanitário de São Jose de Piranhas, a obra foi iniciada e feita aproximadamente 50 %, a firma que estava executando os serviços foi embora e até nunca mais. Com a conclusão desta obra, teremos a solução definitiva do problema. O prefeito Chico Mendes e outros representantes estão na luta para a conclusão do esgotamento sanitário de nossa cidade. Sabe em 2018, houve uma licitação para a continuação da obra, mas até o momento não tivemos o ar da graça de vê-la iniciada. É claro, se em pleno final de 2019 ainda não foi iniciada, o retorna das obras para finalizar o esgotamento sanitário de São Jose de Piranhas, está embaraçado. Com essa obra concluída e seguindo os tramites de manutenção da lagoa de estabilização que será construída no final da tubulação, chega-se a solução e salvação do Rio Piranhas e do açude de Boqueirão. Esperamos que quem de direito conclua esta obra tão importante para a nossa região sertaneja.

Temos que lembrar aqui que os investimentos em tratamento de esgoto e preservação da água têm um alto valor, mas não podemos deixar de lembrar também que um grande manancial de água como o açude de Boqueirão posse a ser contaminado por falta de atenção e cuidado dos nossos representantes. Tal montante de dinheiro para a construção de um sistema de proteção na cidade de São José de Piranhas, ponto inicial do problema, seria a maior solução.

Como aumento da população urbana na cidade de São José de Piranhas, consequentemente aumentou o número de residências e redes de esgotos domésticos na cidade. Não sei se essa é uma preocupação dos nossos representantes, mas é uma preocupação dos que lidam com o meio ambiente em nossa região, e principal os problemas ecológicos que os nossos Rios enfrentam. Esgoto doméstico causa a morte ou polui totalmente os Rios. O crescimento da população humana e sua concentração nas cidades geram graves impactos ambientais, e principalmente onde os administradores não tomam as providencias e prevenções. As prefeituras precisam se prevenir para enfrentar tais situações. Um dos maiores problemas consiste na construção de residências e o aumenta a quantidade de esgoto doméstico, rico em matéria orgânica que são lançadas nos rios, provoca a contaminação e a morte dos peixes e de outros organismos aquáticos. Vale também lembrar, o que elimina os peixes não é tanto a presença de substâncias químicas tóxicas que muitas vezes são inexistentes nos esgotos domésticos, mas a falta de oxigênio, consumido pelos microrganismos decompositores (fungos e bactérias) que se alimentam da matéria orgânica biodegradável. Esses microrganismos conseguem sobreviver no rio poluído porque necessitam de menores concentrações de oxigênio, apenas 1 mg/l ou menos, já os peixes precisam aproximadamente de 3 a 4 mg/l.

Além do esgoto doméstico, existem outras fontes de matéria orgânica poluidoras dos rios, como: matadouros, cuja seu saneamento comumente é lançado direto e em afluentes dos rios de nossa região, esgotos de hospitais, outras casas de saúde e clínicas médicas. Seu efeito pode ser agravado dado à presença de muitos produtos de natureza química usado nestes locais.

Fontes de poluição da água: A água pode conter barro, areia e outras impurezas. Um grande perigo de contaminação da água está, por exemplo, na presença de produtos químicos tóxicos, que por sinal é muito usado às margens do Rio Piranhas e açude de Boqueirão, como o famoso mata mato, usado pelos agricultores que deixaram a enxada de lado, existem ainda muitos tipos de microrganismos que tornam a água poluída. Ainda existem outras fontes de poluição, a consequência falta de tratamento de esgoto – O grande número de dejetos dos populosos núcleos residenciais, descarregado em córregos, rios provocam a poluição e a contaminação das águas. Estas contaminações podem provocar doenças como: Febre tifoide, hepatite, cólera e muitas verminoses, além de outras doenças contagiosas e prejudiciais à população, e algumas destas doenças pode provocar a morte.

Francisco Inácio de Lima Pita é Radialista e Professor Licenciado em Ciências e Biologia pela UFPB e UFCG respectivamente. Atualmente é professor aposentado por tempo de serviço em sala de aula, escritor dos livros CONCEITOS E SUGESTÕES PARA VIVER BEM O MATRIMÔNIO, AS DROGAS E A RETA FINAL DA VIDA E VARIAÇÕES POÉTICAS e tem outros livros em andamentos, mora atualmente na cidade de São José de Piranhas – PB. Produz e apresenta todos os sábados o Jornal Terra News pela Rádio Terra Nova FM, 88.7 MHz. E-mail: pittadoradio@gmail.com

 

Por Francisco Inacio Pita

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Chico César: uma pedrada após a outra em “O Amor é Um Ato Revolucionário”

“Eu quero que o sistema se foda” (Chico César)

Hoje quero compartilhar um ato revolucionário, quero compartilhar o amor, quero compartilhar “O Amor é Um Ato Revolucionário”, novo álbum do Chico, do nosso Chico, o Chico César. Estamos diante da incrível música paraibana que, como diz Totonho, “é música universal”. Aqui falo de um novo som, novo que já é um clássico da Música Popular Brasileira. Verdade, não sou conhecedor de música, é exatamente por esse motivo que faço tal afirmação, quem afirmou ser um clássico foi meu coração, que não analisou técnica, que sentiu cada pedrada, que dançou, que sorriu, que chorou.

Não lembro de tal sentimento com uma música, muito menos com uma música que eu nunca tinha escutado, que não remete a nenhum fato específico, mas “Minha Morena” bateu com uma força, com uma energia, que foi junto com o coração e as lágrimas que corriam pelo rosto até encontrar meu canto de boca sorrindo.

Com o corpo ainda sensível, a barba molhada e os olhos vermelhos, mas firme como os fios do cânhamo fumado em “Luzia Negra”, o corpo foi lavado a dançar, a sentir o baque e o amor incondicional sem fim que segue com “As Negras” das origens de “onde se banham as almas” e “De Peito Aberto” falando sobre liberdade e gênero.

Chico conecta as origens da “Mama África” com o “Like” e o “History” de uma atualidade marcada pelas redes sociais, tudo isso em um gingado que a vontade que vem é de dançar agarradinho – com um “tremelique de tanto gostar”.

Logo depois ouvir o “O Homem Sob O Cobertor Puído”, na mesma perfeita sonoridade, cantando a hipocrisia da atual conjuntura (sem virar panfleto), vem “Mulher” que fortalece a vontade coletiva de Nero em “colocar fogo no fórum”. Daqui para frente não tem tempo para respirar, “Eu Quero Quebrar” convida para sair do coma para o cometa e “tirar a ira do papel”, convite aceito!

Quando você acha que deu, aí vem um reggae “Pedrada” sobre a “república dos parentes” – resultado do “ovo da serpente fruto do cinismo” –  e a palavra de ordem de “fogo nos fascistas”. Não seguiremos sendo “carne humana para moer”. Mas não para, segure o fôlego, ainda tem “Cruviana” levando “os telhados de vidro” até chegar a faixa bônus “Eu Quero Quebrar”, que fecha quebrando a porra toda, botando o bloco na rua e metendo o louco geral. Quem vamos?

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E agora, Jeová? Seguirás a tempestade ou o vento?

Umbilicalmente ligado ao prefeito de São José de Piranhas, Chico Mendes, que além do espólio eleitoral na cidade tem mais de mil funcionários em suas empresas, o deputado estadual Jeová Campos, do PSB, não é um ponto de interrogação e, nesse racha entre Ricardo e João, segue Chico Mendes e fica com o governo.

E isso não é nenhuma surpresa. Jeová tem que seguir para onde o vento sopra em sua base e decidir ao contrário equivaleria a virar biruta de aeroporto desgovernada.

Argumentos não faltam ao deputado para invocar coerência e, além do desejo da base, tem o de que foi eleito pra ser governo e incoerente seria romper sem motivos com o governador que elegeu, intempestivamente.

Vento ou tempestade? Eis o dilema de Jeová, tentado permanentemente no deserto.

Por Dércio Alcântara

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Analfabeto Funcional: Coluna “A Faisqueira” desta sexta-feira (13). Leia!

Ano Eleitoral – Algumas regras do Projeto, que vão mudar nas eleições de 2020, a que mais preocupa é o fim das coligações proporcionais e o  Senado tem apenas 21 dias para aprovar o projeto, que já passou pela Câmara, tendo em vista o início do ano eleitoral.

Nada de Coleguismo – Nas eleições de 2020, cada partido terá que atingir o quociente eleitoral (número de votos válidos dividido pelas vagas a serem preenchidas). Em 2018, a coligação permitia que os partidos com mais candidatos e votos favorecessem na eleição os bem votados dos pequenos partidos. Agora, cada partido tem que se rebolar. Mas tudo leva a crer que a regra vai beneficiar os partidos com mais candidatos e quem tiver um bom fundo eleitoral.

Analfabeto Funcional – O prefeito Zé Aldemir se encontra na relação dos milhões de brasileiros que estão aprendendo a usar, sem cometer erros/enganos, as redes sociais. Esta semana teria passado por um “perrengue” ao tentar enviar uma mensagem para um grupo privado de assessores, mas a postagem “caiu” num grupo público. Deu um “moído” infeliz.

Com os Olhos no Futuro – O deputado e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, teria anunciado a sua saída do PSB. Tem partido de sobra querendo-o, mas ele impõe uma condição: ser presidente da legenda, onde ele possa dizer: aqui posso e mando. Está com os olhos voltados para o futuro.

Adesões – O deputado Adriano Galdino anunciou ainda que tem duas deputadas estaduais que irão “migrar” para a base do governo. Uma delas, com certeza, será Dra. Paula Meireles, que já vem fazendo e recebendo de volta “mimos” do governo do estado. O deputado federal Aguinaldo Ribeiro estaria alicerçando a entrada do prefeito Zé Aldemir no Palácio da Redenção.

Ricardo x João – Tem mais gente tocando fogo do que botando água na “briga” entre a criatura e o criador. Alguns afirmam que não tem “cura”, outros que pregam a paz. O fato é que Ricardo e João Azevedo estão distanciados um do outro. ‘Pras’ bandas de Cajazeiras, os dois grupos políticos vivem esta expectativa com o coração na boca.

Sem Chance – A “cisão” entre João e Ricardo poderia dar dores de cabeça em quem tem cargos comissionados, indicados pelas lideranças de Cajazeiras, mas como ninguém é “maluco” de romper com o governo que tem apenas oito meses de existência, tudo fica d´antes no quartel de Abrantes.

Tem Saída? O povão, que votou duas vezes em Ricardo e uma vez em João, ao ser questionado em torno desta atual “rixa” entre os dois vem se manifestando nas esquinas e bares de Cajazeiras, com um ar de exclamação, “tão cedo assim?!!” Ou, os dois deviam criar juízo, se trancarem num quarto e brigarem até suar a camisa, depois se abraçarem e se beijarem em nome da Paraíba e do grande projeto do PSB que vem dando certo e servindo de exemplo para o Brasil. O Povão é sábio!

Crescimento – A vocação comercial de Cajazeiras cada vez mais se torna patente: brevemente a cidade vai ganhar um novo shopping, com perspectivas para cinquenta lojas, salas para cinema e uma moderna área para refeição. O empreendimento tem a assinatura três empresários vitoriosos de Cajazeiras.

A Lenda – Elair Diniz Brasileiro, que ganhou seis eleições para prefeito de Santa Helena, durante 24 anos, com a caneta na mão, construiu a História de sua terra, deixando um legado imensurável, faleceu neste último dia 11 de setembro, aos 80 anos de idade. O povão de Santa Helena chora a sua partida para as alamedas da eternidade.

Zé Mangueira – O prefeito de Triunfo, mesmo diante de inúmeras dificuldades e comendo broxa com arame farpado, teve suas contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado, por unanimidade, relativas ao ano de 2018.  A cidade continua em colapso de água e suas finanças sangradas pelos bloqueios de seus recursos, mas Zé continua firme e forte como uma frondosa mangueira.

 

Fonte: Jornal Gazeta do Alto Piranhas

Edição: sexta–feira (13/09/2019)

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Tarcio Teixeira critica tentativa de acabar com o projeto “Praia Acessível”

Deficiência Não é Crime, Preconceito Sim!

Inaceitável a postura preconceituosa de algumas pessoas que tiveram a audácia de ir pessoalmente a Câmara Municipal de João Pessoa na tentativa de impedir a ida de pessoas com deficiência para praia do Cabo Branco.

Nosso repúdio vai além dessas pessoas representarem quase 30% da população paraibana, poderia ser uma única pessoa e deveria ter seu direito respeitado, democracia não é necessariamente maioria, mas respeito e cuidado.

Nós sabemos de onde as pessoas estão tirando coragem para tirar seus preconceitos do armário e ter a audácia de ir em uma instituição pública pedir para que uma vereadora pratique um crime, sim impedir qualquer pessoa de ter acesso a um espaço público como nossa linda praia do Cabo Branco é crime, não pode ser visto de outra forma. A vereadora Helena Holanda foi muito feliz em não deixar essa postura no silêncio, pois esse absurdo precisa ser enfrentado publicamente para impedir que se amplie, parabéns.

Nossa solidariedade a todas as pessoas com deficiência. Um dos poucos acertos da Prefeitura de João Pessoa, o projeto Praia Acessível, deve ser ampliado, não extinguido como alguns tiveram a audácia de solicitar.

Não deixemos a escuridão da fumaça que queima nossa floresta tomar conta dos nossos corações. Que na contramão do ódio crescente vença a diversidade, o respeito e o amor. Eu acredito, tenho que acreditar.

Tárcio Teixeira
Gente, como qualquer outra gente.