Categoria Brasil

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‘O Doutrinador’ é o primeiro filme brasileiro de ação baseado em personagem de histórias em quadrinhos

Além de poder assistir nos cinemas neste ano, em 2019 vai ser exibida a série “O Doutrinador” pelo Canal Space

Está em cartaz nos cinemas o primeiro filme brasileiro de ação baseado em um personagem de histórias em quadrinhos, chamado “O Doutrinador”.

O personagem principal é interpretado por Kiko Pissolato, que é um anti-herói que persegue políticos e empresários corruptos. É o que explica o diretor do filme, Gustavo Bonafé.

“O Doutrinador é um filme baseado em uma história em quadrinhos, uma HQ, criada pelo Luciano Cunha; e ele é basicamente um anti-herói assassino de político. Ele conta a história desse cara, que sofre uma decepção muito grande, não só com a política, mas um trauma mesmo familiar e acaba perdendo um pouco a cabeça e resolve ver as coisas com base na violência.”

Gustavo Bonafé conta também que quem for conferir o filme vai ver várias cenas de ação, planejadas minunciosamente pelo “O Doutrinador” – personagem que é interpretado por Kiko Pissolato. De acordo com o diretor, o filme conta com um excelente elenco, com alguns atores e atrizes conhecidos e outros nem tanto assim, mas que foram muito comprometidos com seus papéis, para proporcionar uma certa reflexão sobre a corrupção e o quanto ela faz mal para o nosso país.

“O Kiko tem este físico de herói, né E é um cara, um ator super dedicado, um cara que gosta muito do que faz. Inclusive as cenas de ação, toda vez que eu podia, ele descartava a presença do dublê, porque ele queria fazer ele mesmo, com as próprias mãos. A gente tem atores famosos. Tem uma participação incrível do Dudu Moscovis (Eduardo Moscovis), ele faz o papel de um governador corrupto; tem o Carlos Betão, que é um ator baiano, que até estava na novela da Globo, que faz um grande vilão do filme também, o Otero Gomes; Tem também a Helena Ranaldi, que é incrível; temos a Tainá Medina, que é uma menina também maravilhosa, que foi outra surprezássa para mim, era uma atriz que eu não conhecia, uma atriz jovem, carioca, que faz a Nina, que é uma parceira do Miguel, do Doutrinador, no filme, ela faz o papel de uma hacker que acaba ajudando o Doutrinador a conseguir as coisas que ele quer, fazer esta vingança dele; Marília Gabriela faz uma participação interessantíssima também como uma juíza; Tuca Andrada, que faz um delegado; temos o Samuel (Samuel de Assis) que faz o papel do Edu, que é o parceiro do Miguel. A gente tem um elenco grande aí de atores e atrizes muito talentosos, foi uma alegria para mim! A criança, que é a Helena, que é uma ótima atriz também; um papel dificílimo para uma criança da idade dela. Foi uma das coisas mais difíceis do filme, sabe? Escolher esta criança, porque tem cenas difíceis para ela fazer, né? Mas no final deu certo.”

Além de poder assistir nos cinemas neste ano, em 2019 vai ser exibida a série “O Doutrinador” pelo Canal Space.

 

Reportagem: Cintia Moreira

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Sérgio Moro aceita convite de Bolsonaro para chefiar Ministério da Justiça

Sérgio Moro é quinto ministro anunciado pelo presidente Bolsonaro

O convite para chefiar o Ministério da Justiça feito pelo presidente eleito Jair Bolsonaro foi aceito pelo juiz federal Sérgio Moro nesta quinta-feira (1).

O encontro entre os dois aconteceu na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Após a reunião, Moro divulgou nota dizendo ter aceitado o convite com honra, porém com certo pesar por abandonar a carreira de juiz após mais de 20 anos de magistratura.

Segundo nota divulgada por Moro, a decisão foi tomada na perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos.

O juiz federal disse que Operação Lava Jato seguirá em Curitiba “com os valorosos juízes locais”. Ele afirmou que, desde já, vai se afastar de novas audiências.

Moro é o quinto ministro anunciado pelo governo Bolsonaro. Outros quatro já foram anunciados, como Onyx Lorenzoli para a Casa Civil, Paulo Guedes no Ministério da Economia, o general Augusto Heleno para o Ministério da Defesa e Marcos Pontes para o ministério da Ciência e Tecnologia.

 

Reportagem: Juliana Gonçalves

 

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Rádio Rural FM de Cajazeiras – Sempre ligada em você!

Desde que foi ao ar em 27 de dezembro de 2017, a Rádio Rural FM de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, alcança patamares superiores às emissoras nesta classificação (web rádio) e, inclusive, emissoras em Frequência Modulada com mais de trinta anos, outras com mais de dez anos de fundação. A rádio conta com uma programação eclética. Músicas atualizadas e as mais tocadas ao longo dos tempos. A emissora pertence a uma entidade filantrópica, o Instituto de Desenvolvimento Social da Paraíba (IDESP) e dispõe de programas de conteúdo para o homem do campo, cultural e, político. Parceira da Rádio Câmara e Rádio Senado – reproduz programas e conteúdo de interesse social.

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Redação 

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PDT, PSB e PCdoB formam pacto que pode rifar PT da liderança da oposição ao governo Bolsonaro

Juntos, os três partidos somam 69 deputados, fazendo frente aos 56 petistas eleitos para o próximo mandato

Derrotado no segundo turno das eleições presidenciais deste ano, o PT pode encontrar dificuldades para liderar a oposição ao governo de Jair Bolsonaro. O partido enfrenta resistência de outras siglas de esquerda que não ficaram satisfeitas com a postura adotada pela legenda durante todo o processo eleitoral.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado na eleição ao Planalto, afirmou nesta semana que foi “miseravelmente traído” pelo ex-presidente Lula e seus “asseclas”. O ex-governador do Ceará disse que não declarou voto em Haddad porque não quer mais fazer campanha com o PT.

Esse ressentimento foi parar na Câmara Deputados. O PDT, de Ciro, se aliou ao PSB e ao PCdoB, partido que fez campanha ao lado do PT, indicando a vice da chapa, a deputada estadual Manuela D’ávila (RS). Juntos, os três partidos pretendem formar um bloco parlamentar que poderia somar 69 deputados, fazendo frente aos 56 petistas eleitos para o próximo mandato. A articulação pode tirar do PT a liderança da oposição ao governo Bolsonaro.

Líder do PCdoB na Câmara, o deputado federal Orlando Silva (SP), ressalta que o bloco não rejeita o apoio de outros partidos, mas que o grupo trabalhará em convergência, sem que uma sigla queira se sobrepor a outra.

“Sem vetos a nenhum partido que queria fazer oposição ao governo de Jair Bolsonaro. Nós somos afirmativos, nós vamos priorizar o que nós unifica. E, hoje, o PSB, o PDT e o PCdoB, a partir dos seus líderes, encontram muitas convergências”.

Além dos 56 deputados petistas, outros 10 congressistas do PSOL não se aliaram ao bloco. Orlando Silva, que é ex-ministro do Esporte de Lula e Dilma Rousseff, disse ainda que não existe uma briga contra o Partido dos Trabalhadores, mas, sim, uma luta contra a fragmentação da oposição.

 

Reportagem: João Paulo Machado

 

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Bolsonaro vai oferecer a Moro um superministério da Justiça

Jair Bolsonaro deve receber Sergio Moro na quinta (1º), e sua intenção é turbinar o Ministério da Justiça para entregar ao juiz de piso da Lava Jato em Curitiba.

Segundo a Folha desta quarta (31), a ideia de Bolsonaro é fundir a Justiça com a pasta de Segurança Pública, Transparência, Controladoria-Geral da União e Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

O governo Bolsonaro estuda formas de reduzir o número de ministérios e pastas com status de ministério para cerca de 15. Ontem, ele anunciou a fusão do Ministério do Meio Ambiente com a Agricultura, o que despertou críticas de Marina Silva e outros ativistas verdes.

 

Folha de S. Paulo

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Prefeitos já cobram R$ 28 bilhões do presidente eleito

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) mal acabou de comemorar a vitória e já recebeu um pedido de R$ 28 bilhões dos prefeitos. Esse dinheiro deveria ter sido transferido pelo governo federal aos municípios para a conclusão de milhares de obras paradas, mas a União costuma postergar o repasse desses recursos para o ano seguinte.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, já se reuniu cinco vezes com a equipe de Bolsonaro e vai retomar o diálogo nos próximos dias. “São restos a pagar da União, que nós chamamos de restos a receber”, diz Aroldi, que vê no novo governo uma preocupação em resolver o problema.

Em seu discurso após a divulgação do resultado das urnas, Bolsonaro disse que as pessoas vivem nos municípios e que “os recursos federais irão diretamente do governo central para os Estados e municípios.”

Além dos recursos para concluir obras paradas, a CNM negocia outras mudanças como por exemplo a chamada “transferência fundo a fundo”, no qual o recurso federal é depositado diretamente em uma conta bancária da prefeitura. Com isso, seriam eliminados os trâmites burocráticos hoje existentes nos ministérios responsáveis pela obra e na Caixa, que atua como agente financeiro.

Outro item da pauta é o reforço da União no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) e a própria continuidade do fundo, previsto para acabar em 2020. Os prefeitos querem ainda assento nos diversos conselhos do governo federal e um diálogo permanente.

Esses pedidos convergem com ideias em discussão na equipe de Bolsonaro. Segundo um colaborador, a ideia é mesmo fortalecer as prefeituras para que elas liderem a retomada da atividade econômica e do emprego.

A nova divisão de recursos e responsabilidades seria amparada numa nova lei complementar, que já está em estudo. Ela regulamentaria o artigo 23 da Constituição Federal, que lista 12 tarefas de competência partilhada entre as três esferas de governo. Por exemplo, proteção do meio ambiente, programas de construção de moradias, combate à pobreza. Embora a Carta seja de 1988, essa questão até hoje não recebeu uma lei específica.

A falta dessa regulamentação gera uma descoordenação do setor público e prejudica a prestação de serviços aos cidadãos, comentou o professor Daniel Vargas, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Não há clareza na divisão de competências.”

O problema é que não há dinheiro para isso, segundo alerta o ex-ministro da Fazenda Mailson da Nóbrega. “A equipe econômica [DE BOLSONARO]está se iludindo com uma proposta que pode fazer sentido teórico, mas é desprovida de viabilidade fiscal”, disse. “Não estão fazendo as contas.”

Ele diz que, se forem somadas as despesas de pessoal, previdência, educação, saúde e juros, todas obrigatórias, o valor ultrapassa a previsão de receitas para o ano que vem. “Vão transferir o quê?”, questionou.

Constituição

Número dois do Ministério da Fazenda quando a Constituição foi elaborada, Mailson lembra que a afirmação que “as pessoas vivem nos municípios” era repetida por políticos como Orestes Quércia e Franco Montoro. A Carta de 1988 elevou a transferência de recursos para prefeituras e governos estaduais, com a promessa de acabar com a política do “pires na mão”. Mas, diz ele, não foi o que se viu.

Ele chegou a discutir com o então senador paranaense José Richa a possibilidade de incluir, na Constituição, a transferência de novas responsabilidades para os Estados e municípios: “Chegamos à conclusão que não tinha o que transferir.”

Em defesa das prefeituras, Aroldi diz que o governo central transferiu muitas de suas responsabilidades aos municípios, na prática. Mas isso não é acompanhado dos aportes financeiros necessários. Ele acredita que a situação pode ser equacionada no novo governo. “Se não tem o dinheiro para resolver todos os problemas, precisamos ter cuidado para fazer mais com o pouco que tem.”

Para Vargas, da FGV, a transferência de mais dinheiro não necessariamente vai resolver o problema dos municípios. Ele observa que eles vivem o “paradoxo da incapacidade”, ou seja, os que têm questões mais graves a resolver são os que têm menor capacidade de fazê-lo.

“Temos problemas muito graves para resolver, antes de criar novos”, afirmou Mailson. Ele alerta que haverá uma “erupção” de Estados entrando em falência.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Em entrevista ao ‘JN’, Bolsonaro fala de violência e ataca ‘Folha’

O presidente eleito concedeu entrevista ao “Jornal Nacional” na segunda-feira (29)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi entrevistado nessa segunda-feira (29) pelos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos, do “Jornal Nacional”. Entre as declarações, atacou o jornal “Folha de S. Paulo” e reiterou o compromisso de manter a Constituição da República.

“Eu quero governar para todos, como você bem disse, no Brasil. Não apenas para os que votaram em mim. Temos uma Constituição que tem que ser realmente a nossa bíblia aqui na Terra. E respeitá-la, porque só dessa maneira podemos conviver em harmonia”, disse Bolsonaro já no começo da entrevista.

Ao ser questionado sobre como pretende agir em casos de agressões a homossexuais, o presidente eleito preferiu falar sobre a fama de homofóbico, que diz ser injusta. “Agora, deixo bem claro: eu ganhei o rótulo, por muito tempo, de homofóbico. Na verdade, eu fui contra a um kit feito pelo então ministro da Educação, Haddad, em 2009 para 2010, onde chegaria nas escolas um conjunto de livros, cartazes e filmes onde passariam crianças se acariciando e meninos se beijando. Não poderia concordar com isso, e a forma como eu ataquei essa questão é que foi um tanto quanto agressiva”, disse.

LIBERDADE DE IMPRENSA

Jair Bolsonaro se declarou “totalmente favorável a liberdade de imprensa”. No entanto, atacou a “Folha de S. Paulo” pela matéria sobre a suposta funcionária fantasma empregada pelo político. Bonner questionou se Bolsonaro queria que o jornal terminasse.

“Por si só esse jornal se acabou. Não tem prestígio mais nenhum. Quase todas as fake news que se voltaram contra mim partiram da Folha de S. Paulo. Inclusive a última matéria, onde eu teria contratado empresas fora do Brasil, via empresários aqui para espalhar mentiras sobre o PT. Uma grande mentira, mais um fake news do jornal Folha de S. Paulo, lamentavelmente”, respondeu Bolsonaro.

VIOLÊNCIA

Um dos temas controversos da campanha de Bolsonaro foi quando o então candidato declarou que iria “varrer os marginais vermelhos”. Com relação a isso, o presidente eleito afirmou se tratar apenas de um “discurso inflamado, com a Avenida Paulista cheia”. “Logicamente eu estava me referindo à cúpula do PT e cúpula também do PSOL. O próprio Boulos havia momentos antes dito que invadiria a minha casa aqui na Barra da Tijuca por ela não ser produtiva. Vimos o candidato do PT derrotado em vídeo também dizendo que a crise no Brasil só acabaria quando o Lula fosse eleito presidente. Então, foi um momento de desabafo, é um discurso acalorado, mas não ofendi a honra de ninguém. O que eu quero dizer com aquilo: no Brasil de Jair Bolsonaro, quem desrespeitar a lei sentirá o peso da mesma contra a sua pessoa”.

 

NOTÍCIAS AO MINUTO

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Gabinete de transição do novo governo deve começar a ser implantado nesta semana

A sede do gabinete será no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília

Foto: Divulgação CCBB-Brasília

A previsão é que nesta semana comece o processo de transição do atual governo para o novo, que irá assumir no dia 1º de janeiro. O presidente Michel Temer já indicou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, como o responsável por centralizar as informações e fazer a interlocução com o novo governo.

De acordo com o ministro, que é o coordenador da transição, uma das dificuldades que o novo governo vai ter será com a negociação da Reforma da Previdência no Congresso. Temer já disse que irá encaminhar a proposta já aprovada em comissão especial da Câmara dos Deputados até o final do ano.

Segundo Eliseu Padilha, o novo governo terá dois grandes desafios: reduzir o déficit público – cujo rombo é de R$ 300 bilhões atualmente – e gerar empregos.

A expectativa é que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, defina logo a equipe que vai trabalhar no processo de transição de governo. Deverão ser escolhidas cerca de 50 pessoas para fazer esta tarefa. Os primeiros nomes da equipe de Bolsonaro devem sair nesta quarta-feira (31). A sede do gabinete de transição será no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília.

Reportagem: Cintia Moreira

 

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CONTA DE LUZ: Bandeira tarifária será amarela em novembro

Agora, cada 100 kWh (quilowatts-hora) vai custar R$ 1

Foto: EBC

Boa notícia para os brasileiros. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, a bandeira tarifária que vai ser aplicada nas contas de luz em novembro será amarela. Com isso, o cidadão vai ter uma redução na cobrança, já que nos cinco meses anteriores a bandeira estava vermelha.

De acordo com a Aneel, a justificativa para a diminuição na cobrança está no início do período de chuvas. Mesmo que os reservatórios ainda estejam com níveis reduzidos, a agência acredita que com o início da estação chuvosa, vai ter uma elevação gradual no nível de produção de energia pelas usinas hidrelétricas.

Agora, em novembro, cada 100 kWh (quilowatts-hora) vai custar R$ 1. Só para ter uma ideia, nos meses anteriores estávamos pagando R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora).

Independentemente de nós termos esta redução na cobrança, é sempre importante economizar. Você pode fazer isso tomando banhos mais rápidos, optando por uma temperatura morna ou fria. Outra sugestão é tentar diminuir o uso do ar-condicionado, e quando você for usar, é importante não esquecer de fechar as portas e janelas.

Outro eletrodoméstico que gasta bastante energia é a geladeira. Então é importante que o consumidor fique atento ao tempo em que a porta da geladeira fica aberta e que nunca se coloquem alimentos quentes dentro dela.

O ferro é outro vilão, então a dica é juntar as roupas para serem passadas de uma só vez e não deixar ele ligado por muito tempo. Além disso, se você for se ausentar de casa por um longo período, o mais indicado é tirar os aparelhos da tomada.

Reportagem: Cintia Moreira

 

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Prazo para justificar ausência no 2º turno das eleições vai até 27 de dezembro

Quem não votou e não fizer a justificativa poderá ser impedido de obter passaporte, se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo público

Foto: Agência Brasil

Quem não votou no último domingo (28) por algum motivo, ainda pode regularizar a situação eleitoral. Para os que se ausentaram no segundo turno das eleições, o prazo vai até 27 de dezembro.

Essa justificativa pode ser feita por meio de um formulário chamado Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE). Esse formulário pode ser obtido gratuitamente na página do TSE, nos cartórios eleitorais, nos postos de atendimento ao eleitor ou nas páginas dos tribunais regionais eleitorais (TREs).

Além de ter que entregar este formulário, o cidadão vai ter que entregar uma documentação que comprove a impossibilidade de comparecimento na votação.

Aqueles que não regularizarem a situação com a Justiça Eleitoral terão que pagar uma multa por cada turno. Esse valor é determinado de acordo com o juiz eleitoral da região e varia de R$ 3,50 a R$ 35,10.

Além disso, quem não votou também pode sofrer outras sanções, como ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade para receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.

A não justificativa da ausência no dia da votação pode implicar em diversas outras penalidades, como por exemplo, não poder se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo e função pública.

E atenção! Aquele formulário que for preenchido com dados incorretos, que não permitam a identificação do eleitor, não será hábil para justificar a ausência na eleição.

 

Reportagem: Cintia Moreira