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VEP de JP cria canal direto com diretores de presídios para acompanhar situação carcerária

Em uma semana, o Cartório da VEP movimentou 2.132 processos e foram decididos 182 benefícios de apenados 

Mesmo diante da situação causada pela pandemia do novo coronavírus, a Vara de Execução Penal (VEP) da Comarca de João Pessoa mantém suas atividades por meio do trabalho remoto e utilizando o Sistema Único de Execução Unificado (SEEU). A unidade não para de acompanhar, na forma digital, as atividades desenvolvidas nas unidades prisionais da Capital, principalmente, observando as medidas voltadas aos presos em situação de risco e em condições de maior gravidade de contaminação da Covid-19, os chamados grupo de risco. Para auxiliar nesse trabalho, foi criado um grupo de WhatsApp, como forma de contato direto entre a VEP, a Secretaria de Administração Penitenciária e os diretores de presídios.

O juiz titular da unidade judiciária, Carlos Neves da Franca Neto, informou que as recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estão sendo devidamente cumpridas, em um rigoroso trabalho de equipe, envolvendo a juíza auxiliar da Vara, Andréa Arcoverde, assessores e a equipe de cartório. Para exemplificar, o magistrado informou que, entre os dias 18 e 25 de março, 182 decisões relacionadas aos benefícios carcerários, concedendo ou não a progressão de regime, livramento condicional, permissão de saída, indulto, comutação de pena, entre outros, foram encaminhadas eletronicamente às diretorias das penitenciárias.

“Entre os dias 19 e 25 de março, a Cartório da VEP movimentou 2.132 processos, entre atos processuais que envolve juntada de documentos, conclusão para juiz, envio de processos ao Ministério Público e distribuidor, entre outros. Por sua vez, os juízes e assessores de VEP, nesse mesmo período, trabalharam em 454 feitos eletrônicos, na plataforma SEEU”, ressaltou o juiz, informando que além das decisões, o relatório do gabinete consta sentenças de extinção de punibilidade, guia de recolhimento e despacho.

Das recomendações do CNJ, Carlos Neves destaca a de nº 62/2020. O texto orienta aos tribunais e magistrados a adoção de medidas preventivas à propagação da infecção pelo novo coronavírus (Covid-19) no âmbito dos sistemas de Justiça Penal e socioeducativo. “Diariamente, mantemos contato, via internet, com todos os diretores das penitenciárias, com objetivo de saber quais as necessidades mais urgentes e, assim, tomar as devidas providências. Criamos um grupo de WhatsApp, que nos permite esse contato instantâneo com os diretores”, revelou.

Segundo o magistrado, nas reuniões do grupo, são repassados relatórios diários sobre a situação dos apenados e apenadas, como, ainda, a condição da estrutura das unidades, no tocante à higienização dos ambientes. “Temos solicitado laudos médicos para avaliação das situações e, se for o caso, colocar o apenado em prisão domiciliar, obedecendo a Lei de Execução Penal e a própria Recomendação do CNJ”, esclareceu.

Carlos Neves disse, também, que está sendo cumprido o artigo 5º da Recomendação n° 62/2020 do CNJ, que orienta os magistrados com competência em Execução Penal que, com vistas à redução dos riscos epidemiológicos e, em observância ao contexto local de disseminação do vírus, conceda a prisão domiciliar em relação a todos as pessoas presas em cumprimento de pena em regime aberto e semiaberto, mediante condições a serem definidas pelo juiz da Execução.

Também deve ser colocado em prisão domiciliar a pessoa presa com diagnóstico suspeito ou confirmado da Covid-19, mediante relatório da equipe de saúde, na ausência de espaço de isolamento adequado no estabelecimento penal.

“Até agora, não foi constatada nenhuma intercorrência relacionada a essa situação”, informou o juiz Carlos Neves. O magistrado acrescentou que o telefone do chefe de Cartório da VEP já foi disponibilizado aos advogados e partes envolvidas nos processos, para eventuais informações, inclusive publicado no Diário da Justiça eletrônico.

Medidas – Atendendo a Recomendação n° 62/2020 do CNJ, o Tribunal de Justiça da Paraíba determinou a redução do número de visitas aos presídios de todo o Estado, bem como a entrada de materiais alimentícios. Ficou a cargo da Secretaria de Administração Penitenciária fiscalizar e fazer cumprir essa medida. A própria Secretaria adotou ações preventivas com relação a esse período de quarentena, “Em João Pessoa, está tudo dentro da normalidade. Claro, que existem problemas em relação à questão da ausência de visitas, mas os apenados já estão compreendendo essa nova realidade”, disse Carlos Neves.

Fernando Patriota – Assessoria de Imprensa/TJPB

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Brasil tem 78 mortes e 2.915 casos confirmados de covid-19

Ministério da Saúde atualiza números oficiais para esta quinta-feira (26)

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus no Brasil subiu para 78 nesta quinta-feira (26) ante 57 óbitos decorrentes da doença registrados ontem. De acordo com o Ministério da Saúde, houve um crescimento de 2.433 para 2.915 pessoas testadas com o vírus de um dia para o outro. O índice de letalidade está em 2,7%.

Acompanhe a coletiva do Ministério da Saúde ao vivo:

 

Ministério da Saúde

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Unida encaminha propostas para serem incluídas no Plano Agrícola 2020/2021

Os produtores de cana do Nordeste, através da UNIDA – União Nordestina dos Produtores de Cana-de-Açúcar, encaminharam um oficio ao secretário substituto de Polícia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, Wilson Vaz Araújo, elencando propostas da classe a serem incluídas no Plano Agrícola 2020/2021. Segundo o presidente da UNIDA e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, as sugestões visam a garantia da manutenção da cultura de cana no NE, tendo em vista as dificuldades dos produtores, principalmente, em relação às oscilações do preço da matéria-prima, a ausência de políticas públicas para os produtores independentes e a irregularidade das chuvas.

O documento contém seis propostas: 1- Adesão da cultura ao Programa de Garantia de Preço Mínimo – PGPM; 2 – Subvenção para a lavoura de cana; 3 – A construção de barragens em propriedades rurais e financiamento de sistema de irrigação; 4 – A criação de um conselho arbitral para revisão do sistema de pagamento de cana; 5 – Atualizações para a NR31 e 6 – Incentivo para reabertura de unidades industriais através de cooperativas de produtores. Para o presidente da UNIDA, as indicações trarão segurança e renda para que os produtores independentes de cana voltem a realizar os investimentos na sua cultura.

“A Unida tem mais de 20 anos, representa mais de 15 mil fornecedores de cana e nove associações de produtores de cana filiadas no Nordeste. Temos discutido e levado ao Governo Federal e ao legislativo as necessidades dos plantadores de cana. Nos debates, a principal questão é a ausência de politicas publicas para os produtores independentes de cana que participam com 33% da cana produzida no Nordeste e que operam, nesse momento, ao sabor das adversidades climáticas e da sazonalidade de preço sem os mecanismos que lhes deem segurança para os investimentos, isso sem entrar no mérito desta pandemia do Covid-19 que ninguém sabe ao certo onde iremos parar”, destaca José Inácio, lembrando também que a cultura da cana é uma das únicas atividades agrícolas que não está beneficiada no Programa de Garantia de Preços Mínimos – PGPM.

Em relação ao pedido de Subvenção para a cana, a UNIDA justifica dizendo que a solicitação é necessária devido ao cálculo do preço da tonelada de cana que é feito em cima dos preços do açúcar e do etanol. Assim, o pagamento da remuneração oscila muito de acordo com o mercado interno e externo. Além disso, o Nordeste fica em desvantagem em relação ao Sudeste nos custos de produção em função da topografia acidentada que dificulta o corte mecanizado e solos menos férteis. “Levando em consideração que Nordeste é grande a mão de obra, chegando a ser cerca de 45% dos recursos de um ciclo, temos o cunho social da atividade também, pois a região tem muita gente com baixa escolaridade e a atividade rural é a única fonte de emprego e renda”, destacou o dirigente da UNIDA.

Já sobre o incentivo para reabertura de unidades industriais através de cooperativas de produtores, a UNIDA acredita que com mais unidades moendo cana o sistema fica mais distribuído, evitando retardamento no processo e perdas para os fornecedores. “A despeito do sucesso ocorrido pela transferência de unidades em recuperação judicial, os produtores de cana, no sistema de cooperativismo em Pernambuco e Alagoas, e em virtude de várias outras unidades se encontrarem na mesma situação sem funcionar ou em recuperação judicial, está havendo uma oferta maior de matéria-prima para usinas e elas estão com medidas que estão prejudicando a entrega das canas dos produtores e  retardando a entrega da cana e isso está prejudicando a qualidade da ATR”, finaliza o documento, aguardando a boa recepção das necessidades da classe canavieira pelas autoridades, em Brasília.

Assessoria

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Creci-PB requer do governo federal ações emergenciais em favor dos corretores de imóveis

Depois do Cofeci, foi a vez de o presidente do Creci-PB, Rômulo Soares (foto), apelar aos presidentes da República, Jair Bolsonaro; do Banco do Brasil, Rubem Novaes e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães; bem como ao ministro da Economia Paulo Guedes agora, em busca de linhas de crédito bancário com taxas, prazos e condições especiais, com adequada carência para início do pagamento das prestações, dentre outros meios que beneficiem os corretores de imóveis e imobiliárias.

Em seu requerimento, Rômulo destacou que os profissionais corretores de imóveis e donos de imobiliárias sobrevivem e custeiam suas despesas pessoais, familiares e profissionais, em sua grande maioria exclusivamente com os rendimentos obtidos através das transações imobiliárias que realizam, ora extremamente dificultadas pelo isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19.

Enfrentamento de dificuldades

As ações emergenciais acima referidas, visam ajudar os nossos inscritos a prover uma estabilidade financeira para enfrentar as dificuldades durante esse período de isolamento até o retorno da normalidade do mercado imobiliário”, justificou.

Ele acrescentou que apenas no Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado da Paraíba, há 9.606 corretores de imóveis inscritos, além de 863 imobiliárias inscritas, o que totaliza 10.469 inscritos e em toda a Federação, são aproximados 480 mil inscritos entre corretores de imóveis e imobiliárias.

Medidas administrativas

Desde a semana passada, em nível administrativo, o Creci-PB adotou uma série de medidas administrativas e preventivas em decorrência da disseminação do coronavírus, a exemplo de antecipação de 10 dias de férias dos funcionários e dos prazos processuais e defesas dos autos, as reuniões de todas as comissões, grupos de trabalho e turma de julgamento, bem como os cursos e eventos presenciais relacionados ao programa de educação continuada Educacreci.

A retomada das atividades, com atendimento ao público, está, portanto, prevista para o dia 2 de abril e dependerá de uma avaliação acerca dos efeitos no combate à pandemia.

Sugestões e reivindicações

Na última sexta-feira (20), Rômulo formalizou através de ofício, uma série de sugestões e reivindicações ao presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, João Teodoro da Silva, todas fundamentadas no atual estado de calamidade pública, que causou forte impacto na cadeia produtiva da construção civil e do mercado imobiliário, comprometendo corretores de imóveis e imobiliárias de exercer a profissão.


OFICIO PRES 027-2020 COFECI REQUERIMENTOS DEVIDO A PANDEMIA DO CORONAVIRUS

OFICIO PRES 028-2020 OFICIO A PRESIDENCIA DA REPUBLICA EM DECORRENCIA DA PANDEMIA DO CORONAVIRUS

OFICIO PRES 029-2020 OFICIO A CEF EM DECORRENCIA DA PANDEMIA DO CORONAVIRUS

OFICIO PRES 030-2020 OFICIO AO BB EM DECORRENCIA DA PANDEMIA DO CORONAVIRUS

OFICIO PRES 031-2020 OFICIO AO MINIS. DA ECONOMIA DO BRASIL EM DECORRENCIA DA PANDEMIA DO CORONAVIRUS

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MPPB denuncia radialista preso na ‘Calvário’ acusado de extorsão de investigados

Fabiano Gomes é acusado de tentar extorquir e constranger possíveis alvos da investigação, com o pretexto de que teria proximidade com autoridades que coordenam os trabalhador

O radialista cajazeirense Fabiano Gomes, preso na oitava fase da Operação Calvário, foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) à Justiça. Fabiano Gomes é acusado de tentar extorquir e constranger possíveis alvos da investigação, com o pretexto de que teria proximidade com autoridades que coordenam os trabalhador. Uma das vítimas, de acordo com o Ministério Público, teria sido o empresário Denylson Oliveira Machado, sócio-majoritário do Paraíba de Prêmios.

A defesa de Fabiano Gomes soube da movimentação processual distribuída na 6ª Vara Criminal na véspera da soltura de Fabiano Gomes, mas informou que não teve acesso a nenhuma denuncia.

A pressão e as ameaças teriam começado a partir da recusa do pagamento de anúncio publicitário a um programa jornalístico do radialista. Denylson teria considerado o valor exigido “exagerado”. Em troca do anúncio, Fabiano teria prometido “blindar” o empresário na Justiça e na imprensa quanto as denúncias envolvendo o nome dele na Operação Calvário.

“Nessa oportunidade, mais precisamente, no dia 30 de dezembro de 2019, o indigitado denunciado renovou seus diálogos com o citado empresário, passando, em tom de ameaça, a ideia de que possuía ‘degravações’ prejudiciais a ele (Denylson), supostamente colhidas de um ‘ex-chefe de transportes do Governo do Estado’ e que esclareceria a sua sociedade oculta com Coriolano Coutinho (irmão do ex-governador Ricardo Coutinho)”, relata a denúncia.

Os promotores do Gaeco ainda assinalam que essas atitudes de buscar os alvos da investigação e insinuar poder e influência, poderiam precipitar estratégias quando usados em canais de comunicação em massa, atrapalhando o andamento de qualquer procedimento da investigação.

Fabiano Gomes chegou a passar dez dias preso temporariamente. A prisão foi determinada pelo desembargador Ricardo Vital, relator da Operação Calvário. Após a prisão, os advogados dele divulgaram uma nota em que afirmam que o radialista “esteve e sempre estará à disposição da Justiça para colaborar com todos os atos da investigação e esclarecer os fatos com a verdade”.

A 8ª fase da Operação Calvário foi deflagrada no dia 10 de março pela Polícia Federal na Paraíba e pelo Gaeco, com apoio da Controladoria Geral da União (CGU). A operação culminou na prisão do radialista Fabiano Gomes e no cumprimento de nove mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados, e no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba. A última fase da operação aponta o envolvimento da Lotep no esquema criminoso de desvio de recursos.

Com G1-PB

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Romero intensifica conversas com segmentos, renova pedidos de apoio à Saúde contra o Covid-19 e recebe pleitos por flexibilização de medidas

Prefeito de Campina Grande diz que manterá foco na preparação da cidade na prevenção e enfrentamento ao coronavírus, mas não abre mão do caminho do diálogo

Mantendo o ritmo de trabalho com o foco nas ações de prevenção e enfrentamento ao Covid-19, o prefeito Romero Rodrigues dedicou a maior parte da manhã e tarde desta quinta-feira, 26, a contatos com vários setores da sociedade, através de videoconferências, no Gabinete do Prefeito.

Nos contatos mantidos, Romero Rodrigues trocou informações com representantes do Ministério Público da Paraíba, conselhos, congressistas, a Câmara de Vereadores de Campina Grande, empresários e líderes classistas e religiosos.  Entre as pautas das conversas, da parte dele solicitação por mais recursos para investimentos neste momento na estrutura da Saúde e avaliações sobre vários cenários de flexibilização das medidas.

Entre os secretários que participaram das reuniões e acompanharam as videoconferências, Alcindor Villarim Filho (Chefe do Gabinete do Prefeito), Filipe Reul (Saúde), Eva Gouveia (Assistência Social) e Diogo Flávio Lyra Batista (Administração). O secretário executivo Raymundo Asfora Neto (Saúde) e o coordenador Marcos Alfredo (Comunicação) também integraram o time de auxiliares da rodada de consultas e conversas online.

Para Romero Rodrigues, sua estratégia de definições e ação continuará a levar em conta o processo de diálogo permanente com a sociedade, através de seus representantes legítimos, priorizando as recomendações da Organização Mundial da Saúde, mas aberto a ouvir e a ponderar os argumentos dos que recomendam reavaliação de algumas medidas. “O único ponto inegociável é a vida e saúde das pessoas”, destaca o prefeito campinense.

 

Assessoria de Comunicação – PMCG

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TRF5 institui julgamento de processos judiciais por meio de sessões virtuais

O Pleno do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 aprovou, na última quarta-feira (25), a Resolução nº 5, que institui o julgamento de processos judiciais por meio de sessões virtuais ou telepresenciais das Turmas e do Plenário da Corte.

A sessão de aprovação, da qual participaram os desembargadores federais titulares do TRF5, foi feita em modo telepresencial, por meio de aplicativo de videoconferência. Juízes federais auxiliares do TRF5 e convocados, além de diretores administrativos, acompanharam a votação em tempo real.

A medida considera o período emergencial de restrições sanitárias decorrentes da pandemia do Novo Coronovírus (Sars-COV-2), declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), assim como a Declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional da OMS, de 30 de janeiro de 2020.

De acordo com a Resolução, nas sessões virtuais, os votos deverão ser lançados exclusivamente no sistema Processo Judicial eletrônico (PJe) do TRF5. Quando houver pedido de destaque no painel da sessão, por desembargador federal, o processo será obrigatoriamente excluído da pauta virtual e incluído, posteriormente, em pauta de sessão presencial. O mesmo se dará se, dentro do prazo de cinco dias contados da intimação da pauta, houver pedido de sustentação oral ou requerimento das partes ou do Ministério Público, através de petição, para que o processo seja julgado presencialmente pelos desembargadores.

Nas intimações de pauta, as secretarias de Turma deverão inserir menção expressa ao fato de que os processos integrarão sessão virtual. Julgamentos de processos em que haja impedimento ou suspeição de algum dos membros do Colegiado não serão incluídos nessa modalidade de julgamento.

Já as sessões telepresenciais contarão com a participação de todos os membros do Pleno ou das Turmas, votando a distância. No caso específico do Pleno, as sessões serão realizadas a cada 15 dias, através de ferramenta tecnológica de videoconferência ou similar. Os advogados poderão fazer sustentação oral através da mesma ferramenta. Nas Turmas, essa modalidade se aplicará aos casos de urgência que não podem esperar uma sessão física, como habeas corpus, agravos contra decisão de relator, concessão de liberdade provisória, entre outras.

Coronavírus – A Resolução nº 5 considera, ainda, a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, que dispõe sobre medidas para enfrentamento da situação de emergência em saúde pública de importância internacional, decorrente do Novo Coronavírus, e a Resolução nº 313, de 19 de março de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que uniformiza o funcionamento dos serviços judiciários, com o objetivo de prevenir o contágio pelo Novo Coronavírus, cujo artigo 6º autoriza, expressamente, a realização de sessões virtuais pelos tribunais.


O inteiro teor da Resolução será publicado no Diário da Justiça Eletrônico e no site do Tribunal.

 
Divisão de Comunicação Social do TRF5
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Cagepa reforça equipes de manutenção e pede para população economizar água

Presidente Marcus Vinícius visita ETA de Gramame

Com os paraibanos em casa durante o período de quarentena e medidas de higiene sendo reforçadas, o consumo de água no Estado cresceu acima do normal na última semana. Diante desse quadro, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) apela aos seus usuários para que façam o uso racional em casa. Segundo a companhia, não há risco de racionamento ou desabastecimento total na Grande João Pessoa, mas a importância da água tratada para a higiene neste momento de pandemia exige medidas de economia.

O presidente da Cagepa, Marcus Vinícius Fernandes Neves, explicou que o alto consumo tem implicado em interrupções pontuais no abastecimento de água em algumas localidades, principalmente na Grande João Pessoa. “Temos que ponderar o equilíbrio entre oferta e demanda. O consumo desenfreado pode baixar o nível dos reservatórios. Mas, estamos com 100% de nossas equipes de operação e manutenção para monitorar os sistemas de abastecimento e consertar rapidamente os vazamentos de água. Entendemos que somos um serviço essencial neste momento de pandemia”, afirmou.

As equipes de manutenção e operação da Cagepa seguem trabalhando com os devidos protocolos de prevenção contra a Covid-19, com fardamentos e acessórios de trabalho devidamente higienizados, proteção com luvas e máscaras, portando álcool em gel e evitando contato pessoal.

O senso coletivo da população é imprescindível nesse processo, segundo Marcus Vinícius. O presidente alertou sobre a necessidade de priorizar o uso da água apenas para atividades essenciais. “Em tempos de coronavírus, quando lavar as mãos com frequência vira recomendação geral, a orientação é para que a água seja usada prioritariamente para higienização das mãos e em banhos rápidos. Além disso, a máquina de lavar roupa deve ser acionada só quando estiver cheia. Não podemos abusar, agora mais do que nunca”, advertiu.

Como economizar água sem descuidar da limpeza?

– Feche bem as torneiras durante o ensaboamento das mãos e após o uso. Torneira aberta em 1 minuto gasta 3 litros de água;
– Feche a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba;
– Evite banhos demorados. O chuveiro aberto em 15 minutos gasta 60 litros de água;
– Antes de lavar a louça, remova restos de comida dos pratos e das panelas, ensaboe e só abra a torneira para o enxague;
– Evite lavar as calçadas com mangueira. Elas podem ser varridas;
– Molhe plantas e jardins ao entardecer ou amanhecer. Isso evita a evaporação rápida da água. Utilize regador em vez de mangueira;
– Evite que as crianças brinquem de tomar banho com mangueira;
– Fique atento aos vazamentos em pias, chuveiros e vasos sanitários;
– Conserte imediatamente os vazamentos, trocando as partes danificadas das canalizações. Não faça remendos provisórios.

CANAIS DE ATENDIMENTO
– Teleatendimento 115
– Redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram)
– Agência virtual (www.cagepa.pb.gov.br)
– App Cagepa, que está disponível para smartphones com sistema Android

 

Assessoria 

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Vídeo: Pastor Poróca chama imagem de Nossa Senhora Aparecida de praga e nova “Coronhavírus”, professor rebate

Após publicação de vídeo do polêmico Pastor Poróca, onde o mesmo faz uma narrativa sobre o novo Coronavírus, mas usa a imagem de Nossa Senhora Aparecida e atribui como praga, à Padroeira do Brasil.

O professor e cientista das religiões, Paulo Duarte rebate o pastor. Veja os vídeos de ambos!

 

 

Redação com WhatsApp

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Presidente da Asplan avalia como precipitado pronunciamento de Bolsonaro e espera que governo encontre um ‘meio termo’ para a situação do Covid-19

O pronunciamento em cadeia nacional do presidente Jair Bolsonaro, na noite da última terça-feira (24), dividiu opiniões mas em todas elas, houve a percepção que fazer o chamamento da população à normalidade na atual conjuntura foi, no mínimo, precipitado. Essa também é a opinião do presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais. “É fato, que o presidente deve estar preocupado com o grande desastre econômico que vem por aí com tantas empresas paradas, mas, também é preciso ter cautela, neste momento, e ouvir não somente os economistas, mas, também as autoridades de saúde. É preciso encontrar um meio termo para que o país não sofra tanto as consequências que estão por vir como desemprego e falência de milhares de empresas, mas, sobretudo, proteger a população”, afirma José Inácio.

Para o dirigente da Asplan, mesmo bem intencionado, o presidente precisa ter muita cautela. “Concordo com algumas coisas que ele disse, a exemplo da necessidade de manter o país funcionando, mas, ele também foi infeliz quando chamou o Covid-19 de ‘gripezinha’. Nisso, ele não tem razão e me lembrou Lula quando ele disse que a crise era só uma ‘marolinha’ e todo mundo sabe que não foi. Foi um desastre econômico grande. A gente sabe que essa pandemia vem matando muita gente e isso não é brincadeira. O momento é de isolamento social e não de interação social”, afirmou José Inácio, frisando, no entanto, que o país também não pode continuar parado. “Também não pode parar o país. Se não as pessoas vão morrer de fome. Temos que continuar os serviços essenciais e avaliar, oportunamente, a volta das outras atividades”, defendeu o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra também que não é toda a comunidade médica e científica que concorda com o isolamento total. “Tem gente que recomenda quarentena para o grupo de risco e o restante da população circulando, vivendo, trabalhando, com determinados cuidados, mas na ativa. O pessoal idoso, com risco, e qualquer pessoa que esteja no grupo de risco, também deve ficar em casa. Não foi totalmente ruim o discurso de nosso presidente. Acho que mostrou que o país não pode parar e que tem que encontrar um meio termo”, afirmou o dirigente da Asplan, lembrando que o isolamento social na atual conjuntura tem o objetivo de diminuir a disseminação do vírus para mais pessoas e que essa atitude é provisória, impõe restrições, mas, é extremamente necessária.

Assessoria