Apresentação do Renovabio para produtores independentes acontece nesta terça-feira em Brasília e terá a participação da Asplan e Unida

Apresentação do Renovabio para produtores independentes acontece nesta terça-feira em Brasília e terá a participação da Asplan e Unida

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Como participar do Renovabio e de que forma o produtor independente de cana-de-açúcar pode ser inserido no Programa. Essa é a proposta de uma reunião que acontece nesta terça-feira (12), a partir das 10h, na sede da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), em Brasília. O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais e o vice-diretor do Departamento Técnico da Asplan, Pedro Neto, participam do evento para, posteriormente, disseminarem as informações com os associados.

“O Renovabio vai criar um mercado de créditos de descarbonização (CBios) e esse mercado precisa envolver e favorecer também os produtores independentes e não apenas as indústrias, dai ser muito importante conhecer detalhes de como isso pode ser operacionalizado”, afirma José Inácio.

De acordo com divulgações do Ministério de Minas e Energia (MME) o ponto de destaque, que determinará todo o funcionamento do Renovabio, é a meta proposta. Segundo o modelo criado e proposto pelo MME, a Intensidade de Carbono (IC) deve cair 7% em relação a 2017, passando de 74,25 gCO2/MJ para 68,97 gCO2/MJ. É com base nesse valor que será estabelecido o mercado de créditos de descarbonização (CBios).

Outras atividades

No dia 13, das 10 às 13h, José Inácio tem outra agenda em Brasília. Trata-se da reunião da Câmara Setorial de Açúcar e Álcool. Em pauta, entre outros assuntos, a iniciativa de rever a determinação da Agência Nacional do Petróleo que impede que as usinas possam vender o etanol diretamente aos postos de combustíveis. “É preciso rever essa determinação porque ela só encarece o produto por causa da elevação do processo logístico que, da forma como é feita hoje, inclui o armazenamento do produto e posterior transporte. Sem a intermediação das distribuidoras, o etanol sairia da indústria diretamente para os postos e chegaria mais barato para o consumidor”, destaca José Inácio.

 

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