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MPF vai investigar Zé Aldemir e Dra. Paula por conta de contratação de cirurgias

Informação está publicada na edição da segunda-feira (15) do Diário Oficial do órgão

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba instaurou inquérito civil para investigar o prefeito de Cajazeiras, José Aldemir (PP), a deputada estadual Dra. Paula (PP) – ex-secretária de saúde do município – e a clínica Dom Rodrigues, em razão da contratação de serviços de exames e procedimentos cirúrgicos para vários pacientes.

A informação está publicada na edição da segunda-feira (15) do Diário Oficial do órgão. De acordo com o MPF, o procedimento preparatório que deu origem ao inquérito, surgiu a partir da representação formulada por Alana Patrícia Leite Nogueira.

A portaria, que autoriza a investigação, está assinada pelo Procurador da República Anderson Danillo Pereira Lima.

O MPF não informou o prazo para conclusão deste inquérito.

 

Fonte: Paraíba Já

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Servidores da Prefeitura de Cajazeiras usam redes sociais para cobrar do gestor pagamento de salário

Está circulando nas redes sociais desde o inicio desta segunda-feira (08), postagens de cobrança por parte de alguns servidores do Município de Cajazeiras, em particular da Secretaria de Educação.

Chegou ao fim do dia 08/04/19”.

E nada de anúncios sobre o pagamento da educação de Cajazeiras, pagamento esse que começou desde o dia 27/03 é a gestão que dizia, fazer do jeito certo”.

“PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJAZEIRAS NÃO PAGA OS SEUS SERVIDORES EM DIA”.

fmrural.com.br

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Após ser agredida verbalmente e ter seus direitos violados, servidora é exonerada pelo prefeito de Cajazeiras

Feminista assumida, defensora dos direitos das mulheres – Francilma Mendes que foi servidora do município de Cajazeiras, como Coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), teve seus direitos violados após expor seu entendimento no tocante à política nacional, foi ai que outro servidor retrucou, dando inicio as agressões verbais.

Em defesa do agressor, o prefeito José Aldemir (PP), optou por exonerar a referida servidora. Abaixo, Francilma emitiu uma nota de esclarecimento, expondo todo o ocorrido.

Portaria de exoneração assinada pelo prefeito José Aldemir (PP).

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Durante os últimos dois anos e três meses em que estive na coordenação do Centro de Referência de Atendimento à Mulher – CRAM, mais de trezentas mulheres foram atendidas neste serviço. Mulheres vítimas das mais diversas formas de violência, cada uma com sua complexidade, todas acolhidas e encaminhadas à Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. O Cram faz um trabalho de acompanhamento a vítima, prestando orientação jurídica, assistência social e psicológica durante todo o processo em andamento. Após a denúncia, a vítima precisa ser acolhida e encaminhada aos diversos serviços da rede para que sejam atendidas as suas necessidades. Vencer a violência não é fácil, principalmente se não tiver assistência necessária, um serviço de proteção que realmente funcione como deveria. Existe uma uniformização na política nacional de enfrentamento a violência contra as mulheres que diz que o CRAM deve funcionar com uma coordenação, com duas equipes técnicas, dois agentes administrativos, duas atendentes, dois vigilantes e um motorista. Durante esse tempo, trabalhamos com muitas dificuldades, não tínhamos motorista, carro exclusivo, agente administrativo e nem um profissional de segurança para fazer proteção as vítimas e a equipe, vale ressaltar ainda que no momento encontra-se sem assistente social. Mesmo com dificuldades, realizamos um trabalho com eficiência, tanto é que levamos o CRAM de Cajazeiras a ser referência em todo estado da Paraíba. O centro passou a ser visto como um órgão que realmente faz enfrentamento a violência contra a mulher, procurado por instituições de ensino, a exemplo da Universidade Federal de Campina Grande que enviou alunos à realizar projetos de extensão em parceria conosco, além de outras instituições em busca de estágios. O trabalho do CRAM ganhou a confiança da Rede de Atendimento, vários casos foram e são encaminhados pelos distintos setores a este centro. Minha relação com os organismos que compõem a referida rede sempre foi muito boa, mantive durante este período uma relação de respeito e confiança com todos os membros de conselhos e outras representações. Atuei com muita responsabilidade junto ao Conselho Municipal de Direitos das Mulheres, discutindo e encaminhando as demandas com as demais companheiras.

Com todas essas referências, venho inicialmente negar uma matéria que circulou no dia 04 de abril, a qual coloca que eu estava desgastada no trabalho. Isso não procede! É muito difícil não ter algum desentendimento dentro de uma gestão pública ou de uma equipe de trabalho, isso é natural do ser humano, principalmente quando se tem responsabilidade e zelo pelo bem público e tem que conviver com pessoas que não partilham desses entendimentos, pessoas desatentas com os direitos dos usuários, como por exemplo, ter na gestão uma coordenadora que se tranca em uma sala para assistir tutorial de maquiagem ao invés  de atender as pessoas de forma humanizada, um vigilante que vigia a vida dos outros mas não vigia o seu trabalho, uma chefe que pratica assédio moral com postura autoritária. Acredito eu que estas pessoas sim estão em desacordo com a função que ocupam, mas, embora eu não concorde com esse tipo de comportamento, essas são questões individuais de cada pessoa. Não me associo a pessoas assim, como também não me alinho a pessoas que tem comportamento machista, misógino, homofóbico e racista, mesmo tendo que conviver durante um longo período da minha vida simplesmente pelo compromisso com a política pública para as mulheres. Todos e todas são sabedores(as) que nos últimos dias fui vítima de violência praticada por um cidadão chamado Joel Santana em rede social. Eu estava em um grupo de WhatsApp dialogando de forma respeitosa com membros do grupo quando fui agredida de forma covarde por Joel, proferindo palavras grosseiras e ofensivas a minha dignidade. Como se não bastasse, em seguida surge um perfil fake em defesa de Joel escrevendo um texto falando mentiras absurdas da minha vida pessoal dizendo, inclusive, que abandonei um marido doente quando sou separada há quase 10 anos.

Quero deixar claro que nunca tive uma relação pessoal com Joel Santana, apesar de trabalhar na mesma gestão, não compartilhamos do mesmo pensamento. Sou uma pessoa que há muitos anos atuo no combate a violência contra a mulher e a pessoa humana, sou de esquerda e sempre combati as injustiças contra as minorias, sempre levantei bandeiras em defesa das mulheres, dos negros, gays, lésbicas, pobres e tantas outras denominações perseguidas e discriminadas nessa sociedade. Sei que muitas mentiras ainda vão surgir com tentativas de manchar a minha honra e comprometer minha imagem, mas vou combater todas as inverdades e responsabilizar na justiça todos os envolvidos. Quero agradecer mais uma vez a minha família pelo apoio e aos companheiros e companheiras de caminhada pela solidariedade a mim dedicada. Minha gratidão. A minha luta não termina aqui. Seguirei firme e forte combatendo a violência, o machismo e todos os tipos de discriminação e preconceito. Serei o que sempre fui, acreditando e defendendo as minhas bandeiras. Lutar é preciso!

Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo – Olga Benário

 

Cajazeiras, Paraíba – 05 de abril de 2019.

Francisca Francilma Mendes Pereira

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Ação contra prefeito de Sousa acusado de supostas irregularidades na gestão 2009/2012, vai para o 1º Grau

Publicada nesta segunda-feira (25) no Diário eletrônico do Tribunal de Justiça da Paraíba, a decisão monocrática do desembargador Arnóbio Alves Teodósio determinando o envio para uma das Varas da Comarca de Sousa dos autos da Representação Criminal/Notícia Crime nº 0000153-78.2019.815.0000. A ação tem como alvo o prefeito Fábio Tyrone,  acusado de supostas irregularidades na aplicação de verbas públicas destinadas à reforma e ampliação do Hospital de Pronto Socorro do Município de Sousa, durante a gestão 2009/2012.

Como os fatos são do mandato anterior, o desembargador Arnóbio declinou da competência para julgar o processo. “Tendo em vista que os supostos fatos delituosos foram cometidos entre os anos de 2009/2012, ou seja, em mandato eletivo anterior e não contínuo à atual gestão do Prefeito, mister é a remessa dos autos ao juízo de primeiro grau”.

A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal acerca do foro privilegiado. “Conforme recente decisão do Supremo Tribunal Federal, em questão de ordem, levantada nos autos da Ação Penal nº 937, o foro por prerrogativa de função dos agentes públicos e outros se aplica apenas aos casos praticados no exercício e em razão da função”, destacou o desembargador Arnóbio.

A posição tomada pelo desembargador foi em harmonia com o parecer do Ministério Público Estadual, subscrito pelo 1º subprocurador-eral de Justiça, Alcides Orlando de Moura Jansen.

Por Lenilson Guedes 

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Prefeito de Cajazeiras é condenado a pagar indenização ao deputado Júnior Araújo por danos morais. Veja!

Em em sua rede social, o deputado estadual cajazeirense Júnior Araújo (Avante), explanou sobre uma ação que tramitou na 5ª Vara Mista da Comarca de Cajazeiras, onde a justiça condenou o prefeito da cidade de Cajazeiras, no Sertão paraibano – José Aldemir Meireles de Almeida (PP) a pagar R$ 10.000,00 (dez mil reais) a título de indenização por danos morais, mais a quantia de R$ 1.000,00 (um mil reais), para honorários advocatícios.

 

Redação – fmrural.com.br