Categoria Policial

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Segurança de supermercado mata cachorro a pauladas na Grande São Paulo

Carrefour vira alvo de protestos após segurança da rede matar cachorro a pauladas em Osasco

Um cachorro foi espancado com um cabo de vassoura e, em seguida, morto por envenenamento por um segurança do Carrefour de Osasco, Região Metropolitana de São Paulo, no dia 28 de novembro. Segundo relatos de funcionários do supermercado, o cão vagava pelas dependências da loja, localizada no bairro de Vila Yara, após ter sido abandonado no estacionamento há algumas semanas:

— O cachorro estava aos cuidados dos funcionários e circulava pelo interior do supermercado normalmente. No entanto, entre quinta e sexta, a gerência pediu a um segurança para expulsar o animal do local, o que foi feito com violência e resultou na sua morte — contou o deputado estadual eleito Delegado Bruno Lima, do PSL. Defensor dos direitos dos animais, ele afirma que o autor do crime já foi identificado.

O animal chegou a ser socorrido pelo Núcleo de Controle de Zoonoses ainda na sexta-feira, mas não resistiu. A causa da morte do animal, segundo o laudo, foi envenenamento. O caso foi registrado e será investigado pela Delegacia de Investigações sobre o Meio Ambiente como maus-tratos.

— Realizamos um protesto contra as ações do funcionário do Carrefour no sábado e faremos outros em breve — afirmou Beatriz Silva, presidente da ONG Bendita Adoção. A organização foi acionada no dia 30 de novembro, dois dias após o incidente, por moradores da região.

Em nota, a rede Carrefour declarou que “repudia veementemente qualquer tipo de maus-tratos” e que “afastou a equipe responsável pela segurança do local no dia da ocorrência até que a rigorosa apuração em curso seja concluída e devidas providências adotadas”. Eles acrescentaram também ter acolhido o animal nas dependências da loja, oferecendo água e comida, até o recolhimento pela equipe do Centro de Controle de Zoonoeses de Osasco.

Fonte: Extra

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Polícia Federal prende o governador Luiz Fernando Pezão em mais uma etapa da Lava Jato

Ordem de prisão preventiva foi do Superior Tribunal de Justiça. Delator afirma que Pezão recebia mesada de R$ 150 mil quando era vice de Cabral.

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi preso por volta das 6h desta quinta-feira (29) no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do estado. A operação é baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sergio Cabral.

Carros da Polícia Federal param na porta do Palácio Laranjeiras, residência oficial de Pezão — Foto: Reprodução/TV Globo

Além de Pezão, a força-tarefa da Lava Jato tenta prender outras oito pessoas. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro.

Além da prisão de Pezão, a ação tem como alvo o atual secretário estadual de Obras do Rio, José Iran Peixoto. Há buscas e apreensão na casa de Hudson Braga, que foi secretário de Obras durante o governo de Sérgio Cabral.

Carlos Miranda detalhou o pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral. Também houve pagamento de 13º de propina e ainda dois pagamentos de R$ 1 milhão como prêmio. A ação é mais uma etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Segundo o depoimento à Justiça, o “homem da mala” do ex-governador Sérgio Cabral disse que o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, guardou R$ 1 milhão em propina com um empresário do Sul Fluminense.

Por Arthur Guimarães – TV Globo/G1

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Elementos tentam roubar casa na zona rural de Cajazeiras e agricultor reage a bala

Foi por volta das 16hs30 da tarde desta quinta-feira (22), que populares da zona rural de Cajazeiras, avistaram um veículo de cor prata, passando em alta velocidade pela estrada vicinal de acesso aos sítios Catolé Pé de Serra e Cachoeirinha e, em seguida, foram ouvidos disparos de arma de fogo.

De acordo com relatos de testemunhas, dois homens chegaram à residência de um homem de pré-nome “Loló”, anunciaram o roubo, mas o agricultor reagiu à ação criminosa disparando vários tiros contra os bandidos. Os dois elementos foram atingidos, porém, um evadiu-se do local, já o outro foi detido, conduzido ao HRC e em seguida encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, para tomada das providências cabíveis.

Na delegacia, o elemento foi autuado e reconhecido pela alcunha de “Luquinha”, onde há diversas ocorrências registradas em desfavor do mesmo.

 

Foto: WhatsApp

Redação – fmrural.com.br

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Polícia Federal, CGU e MPF deflagram Operação Recidiva em Patos e cidades da região com 15 mandados de prisão

O Ministério Público Federal (MPF) em Patos (PB) ajuizou ações cautelares penais e a Justiça deferiu 15 pedidos de prisão e 28 de busca e apreensão na Paraíba e no Ceará. As buscas estão sendo realizadas em residências e estabelecimentos comerciais dos dois estados, sendo oito em prefeituras paraibanas. Em todos os locais existem documentos e bens de interesse da investigação. O objetivo é impedir que o grupo criminoso inutilize ou destrua provas ou bens adquiridos com o proveito do crime. 

A Operação Recidiva ocorre nesta quinta-feira (22) e está sendo deflagrada em parceria com a Polícia Federal e Controladoria-Geral da União (CGU). Os presos estão sendo encaminhados para a sede da PF em Patos.

Segundo o MPF, há inveterada reincidência, neste novo caso, de pessoas que já foram investigadas nas operações Desumanidade e Dublê, também ocorridas no âmbito da Procuradoria da República no Município (PRM) de Patos.

Bloqueio de bens – Além das sete prisões preventivas, oito prisões temporárias e dos 28 mandados de busca e apreensão, o juiz da 14ª Vara da Justiça Federal deferiu o sequestro de todos os bens móveis e imóveis dos envolvidos, até o montante de R$ 2,3 milhões.  

A investigação – A investigação do MPF, PF e CGU, que resultou na Operação Recidiva, reuniu elementos probatórios que indicam a existência de uma organização criminosa do colarinho branco, com o objetivo reiterado de fraudar licitações públicas em diversos municípios paraibanos, bem como do Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte, além de mascarar desvios de recursos públicos, lavar o dinheiro público desviado e fraudar os fiscos federal e estadual.

Segundo o MPF, os valores envolvidos com as fraudes, de 2015 a 2018, alcançam mais de R$ 20 milhões – relativos à execução de obras de construção civil.

Ainda de acordo com o MPF, alguns envolvidos “fazem do crime sua profissão e não se intimidaram em renovar seus esquemas ilícitos, mesmo quando já descobertos em duas outras oportunidades [operações Dublê e Desumanidade], recaindo novamente nas mesmas práticas criminosas”.

Nome da operação – Em Medicina, recidiva significa o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura. Já no Direito Penal, o termo significa recaída na mesma falta, no mesmo crime. Portanto, o nome da operação faz alusão à reincidência de envolvidos nas operações Dublê e Desumanidade.

Entrevista coletiva – Os detalhes da Operação Recidiva, a exemplo dos nomes dos envolvidos – todos sem foro privilegiado -, serão divulgados em entrevista coletiva de imprensa, a ser realizada a partir das 10 horas desta quinta. Na oportunidade, membros do MPF, Polícia Federal e CGU também divulgarão o balanço da operação.

PF, CGU e MPF deflagram Operação Recidiva em Patos e região; 15 mandados de prisão são cumpridos PF, CGU e MPF deflagram Operação Recidiva em Patos e região; 15 mandados de prisão são cumpridos PF, CGU e MPF deflagram Operação Recidiva em Patos e região; 15 mandados de prisão são cumpridos PF, CGU e MPF deflagram Operação Recidiva em Patos e região; 15 mandados de prisão são cumpridos

Prisões – Processo: 0805794-83.2018.4.05.8205

Busca e Apreensão – Processo: 0805804-30.2018.4.05.8205

Sequestro de Bens – Processo: 0805806-97.2018.4.05.8205

Serviço

Evento: Coletiva de imprensa

Dia: 22/11/2018 (quinta-feira)

Local: Sala de recepção do Hotel Nord Easy Patos (R. Darcílio Vanderlei da Nóbrega, 95-173 – Centro, Patos – PB)

Horário: 10 horas

Órgãos participantes: MPF, PF e CGU.

 

Assessoria