Categoria Brasil

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Veneziano elogia governadores que, em carta a Bolsonaro, pediram revogação do decreto que amplia porte de armas no País

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) foi à tribuna, durante sessão plenária nesta quarta-feira (22), e criticou os decretos editados pelo presidente Jair Bolsonaro em maio, que flexibilizaram o porte de armas no Brasil, por compreender que o País poderá ser levado a uma carnificina sem precedentes na sua história.

Veneziano disse que ficou surpreso quando teve conhecimento que o Decreto iria ser modificado pelo Governo Federal. “Só que ficamos sabendo que o novo Decreto não mudava muita coisa em relação ao anterior. Apenas quando diz que vai tirar o direito dos cidadãos de ter um fuzil em suas mãos, ter carabina, de ter escopeta, de ter espingarda”.

Para o Senador, diante das críticas da sociedade e das evidentes ilegalidades, o governo editou o novo decreto, publicado na última quarta-feira (22) no Diário Oficial da União.

Sobre o fato de o Governo insistir em que os brasileiros possam ter armas em casa, o Senador disse que o fato preocupa. “Os números falam. Nós não precisamos nos valer desse discurso fácil de que a sociedade brasileira está precisando, clamando, cobrando e requerendo armas para se defender. Quando, na verdade, se assim o fizermos nas proporções e pretensões do presidente da República, nós estaremos levando o país a uma carnificina. Eu não tenho dúvidas”.

Cata dos Governadores – Por ocasião do seu pronunciamento, o Senador paraibano cumprimentou os 14 governadores, incluindo o da Paraíba, João Azevêdo, que assinaram uma carta pedindo a revogação do decreto das armas. Ele considerou uma postura “muito lúcida” dos governantes, que, na carta, reafirmaram a preocupação com o decreto, alegando que ele aumentará a violência, ao invés de reduzi-la.

Ao final, Veneziano lamentou que o Governo Bolsonaro esteja incentivando as pessoas a possuir uma arma. “Todos os dias vemos episódios lamentáveis na imprensa, graças ao uso de armas, como o episódio em que um homem entrou em uma igreja evangélica e matou pessoas inocentes”, lembrou Veneziano, ao citar, também, casos de brigas de trânsito e de mortes dentro de casa, por acidente com armas de fogo.

Assessoria de Imprensa

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Projeto de levantamento de custos da atividade canavieira mostra que remuneração de produtores de cana paraibanos está defasada

Pesquisadores do Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas – PECEGE, que estão realizando um estudo em parceria com a Escola Superior de Agricultura ‘‘Luiz de Queiroz’’ – ALQ e Universidade de São Paulo -USP, com apoio da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), voltaram a se reunir com produtores da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, na última terça-feira (21). O estudo, iniciado com produtores canavieiros paraibanos no ano passado, aponta um déficit significativo no valor de remuneração quando comparado os custos de produção da matéria-prima. Atualmente, essa defasagem chega a R$ 25,00 por tonelada de cana.

Segundo ficou constatado no estudo, o custo de produção por hectare de cana fica, em média, na Paraíba, por R$ 125,00, enquanto que a remuneração, hoje, é de R$ 95,00. O vice diretor do Departamento Técnico da Asplan (Detec), Pedro Neto, explica que esse estudo é muito importante pois faz um levantamento de custos de produção de cana com muitos detalhes. “A partir desse levantamento, nós temos um custo real da atividade e, a partir daí, podemos identificar o que podemos fazer para reduzir custos da porteira para dentro, porque da porteira para fora não depende do produtor”, destaca Pedro Neto.

Ainda segundo Pedro Neto, o estudo engloba custos com a mão de obra, produtividade, investimento em plantio, tratos culturais, na socaria, com mão de obra, veículos, etc. “O levantamento é muito detalhado e é norteador de novas ações no sentido de ajudar os produtores a serem mais eficientes na atividade, facilitando o processo de tomada de decisão e reduzindo, assim, esse déficit de remuneração que tem se repetido nas últimas safras”, afirma o representante da Asplan. Ele lembra que, em breve, a Associação fará um evento onde reunirá os produtores paraibanos para apresentar os resultados e as sugestões de melhorias.

Para o presidente da Asplan, José Inácio de Morais, a adesão da entidade a essa iniciativa traduz a preocupação da Associação em sempre disponibilizar para seus associados ferramentas que lhes proporcionem ganhos de produtividade e desenvolvimento. “Todo projeto que venha a agregar valor à nossa atividade será muito bem-vindo, a exemplo deste da PECEGE”, finaliza o dirigente canavieiro.

 Esse estudo do PECEGE está sendo feito em nível nacional, em entidades representativas tanto dos produtores, quanto das indústrias. No ano passado, foi colhido dados e agora está sendo feito os detalhamentos. As informações sobre Custos de Produção de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Etanol no Brasil serão publicadas no portal e aplicativo Sucroenergético Pecege-Esalq/USP.

Assessoria de Imprensa 

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Aniversário de nascimento de Sílvio Caldas, em 1908

A Música do Dia é “Chão de Estrelas“, de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa.
Minha vida era um palco iluminado,
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões,
Cheio dos guizos falsos da alegria,
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações.
Meu barracão no morro do Salgueiro,
Tinha o cantar alegre de um viveiro,
Foste a sonoridade que acabou,
E, hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão sinto saudade,
Da mulher, pomba rola, que voou…
Nossas roupas comuns dependuradas,
Na corda qual bandeiras agitadas,
Parecia um estranho festival,
Festa dos nossos trapos, coloridos,
A mostrar, que nos morros, mal vestidos,
É sempre feriado nacional…
A porta do barraco era sem trinco,
Mas a lua furando o nosso zinco,
Salpicava de estrelas nosso chão,
E tu pisavas nos astros distraída,
Sem saber que a ventura desta vida,
É a cabrocha, o luar, e o violão.
Compositores: Sylvio Caldas / Orestes Barbosa

 

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
Agência Rádio Câmara
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Ministro diz que estuda propostas para ampliar recursos do Fundeb

Abraham Weintraub fala na Comissão de Educação da Câmara

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta quarta-feira (22), que o Ministério da Educação (MEC) trabalha em uma proposta para ampliar os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A pasta pretende também premiar aqueles que tiverem melhores resultados educacionais.

“A gente está trabalhando em uma proposta que melhore o Fundeb, amplie os recursos, acho muito importante. Sou a favor, sim, de dar mais autonomia a recursos, mas cobrar também algumas métricas, para que a gente tenha uma premiação para quem tiver melhor desempenho”, disse em audiência na Comissão de Educação na Câmara dos Deputados.

O Fundeb é, atualmente, uma das principais fontes de financiamento para as escolas de todo o país. Pela legislação vigente, o Fundeb tem validade até o final de 2020. Para tornar o fundo permanente, propostas com conteúdos relativamente semelhantes tramitam tanto no Senado Federal (PEC 33/2019 e PEC 65/2019), quanto na Câmara dos Deputados (PEC 15/2015).

A diferença entre as propostas é o aumento da complementação da União, que passaria a colocar mais recursos no fundo. Atualmente, a União contribui com o equivalente a 10% dos recurso do Fundeb. Pela proposta da Câmara, esse percentual passaria para 30% em dez anos. No Senado, a complementação chegaria a 30% em três anos ou a 40% em 11 anos, dependendo da proposta. O ministro não mencionou nenhuma porcentagem.

Contingenciamento

Em diversos momentos na audiência, o ministro ressaltou as dificuldades financeiras pelas quais passa o país. “O país está quebrado e a gente tem que buscar eficiência”, disse.

Ele disse que o Brasil “está no limite de entrar em dissolvência fiscal”, e quando se chega a essa situação é preciso fazer escolhas. “Não adianta a gente tentar achar que recursos são infinitos. Não dá. Nossos recursos são finitos. Nossos desejos são infinitos”, disse, acrescentando “a gente tem que fazer escolhas, a gente não pode ter tudo que agente quer ao mesmo tempo”.

Sobre o contingenciamento de 3,4% do orçamento total das universidades federais, o ministro disse que “parte do que foi contingenciado pode ser resolvido”. Ele informou que tem recebido representantes de universidades federais e que nenhuma delas apresenta dificuldades, agora, que os recursos passarão a fazer falta em setembro.

Weintraub voltou a afirmar que quer aplicar na educação os recursos recuperados de atos de corrupção praticados na Petrobras. O montante é de cerca de US$ 600 milhões, o equivalente a R$ 2,4 bilhões, e seria aplicado em educação e saúde.

O ministro disse ainda que é necessário rever a forma como o dinheiro é gasto. De acordo com ele, os investimentos públicos hoje chegam ao equivalente a 7% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas pelo país). De acordo com os últimos dados, de 2015, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é de 5,5% do PIB. “Dinheiro sempre ajuda, mas não é garantia de sucesso”.

Críticas

Weintraub criticou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que classificou como fracasso. “A gente usou R$ 13 bilhões no Pronatec. A pessoa faz [o curso] e não consegue reverter isso em uma melhora de vida”, disse. Também criticou o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) dizendo que é uma política equivocada da forma como é executada. Ele ressaltou o alto nível de inadimplência no Fies, que, de acordo com ele, chega a 50%. “Precisamos de política mais calibrada para financiar esses jovens”. Garantiu, no entanto, que o financiamento aos estudantes está mantido.

Segundo o ministro da Educação, o governo pretende valorizar os professores da educação básica, etapa que vai do ensino infantil ao ensino médio, que ganham menos que professores universitários. A intenção é atrair os melhores profissionais para essa etapa.

Weintraub também disse que a pasta pretende investir em incubadoras de startups. Para isso, poderão ser usados recursos de emendas parlamentares. Tratam-se, segundo ele, de iniciativas que “mudam a realidade da região”. “Não estamos inventando a roda. Ideias que estão dando certo, inclusive no Brasil, mas com pouquíssimos exemplos”.

Startups são pequenas empresas que estão no período inicial de desenvolvimento em condições de alto risco e incerteza. Geralmente são de base tecnológica, desenvolvidas a custos menores e processos ágeis.

Discussão

A sessão terminou em discussão, por volta das 14h. Os presentes teriam que desocupar o plenário para a realização de outra sessão no local. Tanto parlamentares quanto entidades da sociedade civil queriam ainda fazer perguntas ao ministro da Educação.

Deputados que defendiam a participação das entidades chegaram a abraçar estudantes para que eles não fossem retirados do plenário pela segurança da Casa. Com gritaria e bate-boca, a sessão foi encerrada.

 

EBC

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Frango e carcaça suína têm alta no preço nesta quarta (22)

A cotação da arroba do boi gordo começou o dia com baixa de 0,65% no preço e o produto é negociado a R$ 153,30 no estado de São Paulo

Foto: Notícias Agrícolas

O preço da carcaça suína especial começou a quarta-feira (22) com alta de 1,04% no preço e o produto é negociado a R$ 6,81. Já o valor do suíno vivo apresentou alta em alguns estados. Em Minas Gerais, por exemplo, a mercadoria teve elevação de 0,65% no preço e é vendida a R$ 4,62. No Rio Grande do Sul, o produto passou a ser comercializado a 3,89. Já no Paraná, o valor é R$ 4,12.

O preço do quilo do frango congelado registrou elevação de 0,62% e o produto é vendido a R$ 4,89 no estado de São Paulo. O preço do frango resfriado apresentou alta de 0,20% e a mercadoria é comercializada a R$ 4,96.

Foto: Ítalo Novaes - Agência do Rádio Mais

Já a cotação da arroba do boi gordo começou o dia com baixa de 0,65% no preço e o produto é negociado a R$ 153,30 no estado de São Paulo. O valor da arroba da vaca gorda chega a R$ 132 na região Sul de Goiás. Nas cidades paulistas de Barretos e Araçatuba, o preço do produto é R$ 139. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

Repórter Paulo Henrique – Agência do Rádio

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Polícia encontra no RN quatro carros usados durante explosões a bancos em São Bento, na PB

Não foi divulgada informação de valores roubados dos bancos. Os criminosos estavam fortemente armados. As explosões nas agências aconteceram na madrugada desta quarta-feira (22).

Quatro veículos supostamente usados pelos bandidos que explodiram os bancos do Brasil e  Bradesco em São Bento, no Sertão paraibano, foram encontrados em Caicó, no Rio Grande do Norte. As explosões nas agências aconteceram na madrugada desta quarta-feira (22).

Não foi divulgada informação de valores roubados dos bancos. Os criminosos estavam fortemente armados.

No local em Caicó, a Polícia Militar e o Bope encontraram, também, bananas de dinamite e munições deflagradas.

Os carros estavam com faróis cobertos com fita adesiva preta para inibir a visualização deles pela PM. As equipes policiais seguem em busca dos assaltantes dos bancos.

 

Caicó em Foco

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Gracyanne Barbosa mostra elasticidade no pole dance

Usuária assídua das redes sociais, Gracyanne Barbosa compartilhou, na noite dessa terça-feira (21), em seus Stories um pouco de sua rotina no pole dance, mostrando muita elasticidade e habilidade na barra de ferro.

Não é a primeira vez que Gracyanne, que é casada com o cantor Belo, compartilha registros de suas aulas de pole dance. Ela também já chegou a postar fotos no feed, sempre rendendo muitos elogios por parte de seus fãs. Além do pole dance, a modelo também chama atenção por conta de seu corpo musculoso.

IstoÉ

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Governo publica decreto sobre armas; civis não podem adquirir fuzis

O governo federal publicou nesta quarta-feira (22) novo decreto que altera regras do Decreto nº 9.785, de 7 de maio de 2019, que trata da aquisição, cadastro, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo no país. Em nota, o Palácio do Planalto informou que as mudanças foram determinadas pelo presidente Jair Bolsonaro “a partir dos questionamentos feitos perante o Poder Judiciário, no âmbito do Poder Legislativo e pela sociedade em geral”.

novo decreto (nº 9.797, de 21 de maio 2019) está publicado no Diário Oficial da Uniãodesta quarta-feira (22).

Entre as alterações está o veto ao porte de armas de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns. Além de mudanças relacionadas ao porte de arma para o cidadão, há outras relacionadas à forças de segurança; aos colecionadores, caçadores e atiradores; ao procedimento para concessão do porte; e sobre as regras para transporte de armas em voos, que voltam a ser atribuição da Agência Nacional de Aviação Civil.

Também foram publicadas hoje retificações no decreto original que, segundo a Presidência, corrige erros meramente formais no texto original, como numeração duplicada de dispositivos, erros de pontuação, entre outros.

EBC

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Há dez anos morreu Zé Rodrix

A Música do Dia é “Jesus Numa Moto“, de Sá, Rodrix e Guarabyra.

Preso nesta cela
De ossos carne e sangue
Dando ordens a quem não sabe
Obedecendo a quem tem
Só espero a hora
Nem que o mundo estanque
Pra me aproveitar do conforto
De não ser mais ninguém
Eu vou virar a própria mesa
Quero uivar numa nova alcatéia
Vou meter um Marlon Brando nas idéias
E sair por aí
Pra ser Jesus numa moto
Che Guevara dos acostamentos
Bob Dylan numa antiga foto
Cassius Clay antes dos tratamentos
John Lennon de outras estradas
Easy Rider, dúvida e eclipse
São Tomé das letras apagadas
E arcanjo Gabriel sem apocalipse
Nada no passado
Tudo no futuro
Espalhando o que ja está morto
Pro que é vivo crescer
Sob a luz da lua
Mesmo com sol claro
Não importa o preço que eu pague
O meu negócio é viver
Eu vou virar a própria mesa
Quero uivar numa nova alcatéia (nova alcatéia)
Vou meter um Marlon Brando nas idéias
E sair por aí
Pra ser Jesus numa moto
Che Guevara dos acostamentos
Bob Dylan numa antiga foto
Cassius Clay antes dos tratamentos
John Lennon de outras estradas
Easy Rider, dúvida e eclipse
São Tomé das letras apagadas
E arcanjo Gabriel sem apocalipse
Eu vou virar a própria mesa
Quero uivar numa nova alcatéia (nova alcatéia)
Vou meter um Marlon Brando nas idéias
E sair por aí
Pra ser Jesus numa moto
Che Guevara dos acostamentos
Bob Dylan numa antiga foto
Cassius Clay antes dos tratamentos
John Lennon de outras estradas
Easy Rider, dúvida e eclipse
São Tomé das letras apagadas
E arcanjo Gabriel sem apocalipse
Sob a luz da lua
Mesmo com sol claro
Preso nesta cela
Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
Agência Rádio Câmara
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Decreto de Bolsonaro libera compra de Fuzil T4, afirma Taurus

Casa Civil, ligada ao Palácio do Planalto, disse que o decreto não enquadra o fuzil T4 como arma de uso permitido ao cidadão comum

A empresa brasileira fabricante de armas, a Taurus, informou que o decreto que flexibiliza a compra de armamentos por civis também abre espaço para aquisição de um fuzil, mais especificamente o T4 semiautomático, usado por forças táticas militares.

A empresa disse à TV Globo que existe “uma fila de 2 mil pessoas querendo comprar o armamento” e que só espera a entrada em vigor da regulamentação para “atender os clientes”. Segundo a Taurus, as armas poderiam ser entregues em até três dias depois da compra.”

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a “Casa Civil, ligada ao Palácio do Planalto, disse que o decreto não enquadra o fuzil T4 como arma de uso permitido”. O órgão teria ressaltado que a arma “é de uso restrito e, por isso, o cidadão comum não consegue adquiri-la”.

O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de maio aumentou o limite da energia cinética das armas permitidas para 1.620 joules e, segundo a Taurus, a energia cinética do fuzil T4 é de 1.320.

A mudança na legislação sobre aquisição de armas estabelece ainda a inclusão de 19 categorias que teriam direito ao porte, ou seja, autorização para que o indivíduo ande armado fora de sua casa ou local de trabalho.

Entre as categorias listadas no decreto presidencial, estão agentes de trânsito, advogados, políticos eleitos, conselheiros tutelares e até jornalistas da área policial.

Repórter Marquezan Araújo – Agência do Rádio