Categoria Rural

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INDICADORES: Boi gordo começa a semana com elevação no preço

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial tem redução de 0,85% e o produto é negociado a R$ 5,94

Indicadores

A cotação da arroba do boi gordo começou a segunda-feira (22) com queda de 1,74% no preço e o produto é negociado a R$ 146,70 no estado de São Paulo. No Norte de Minas Gerais, a arroba é vendida à vista a R$ 142. Já no Espírito Santo, o valor é R$ 143. O Sul da Bahia, por sua vez, comercializa a arroba a R$ 140 à vista.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial tem redução de 0,85% e o produto é negociado a R$ 5,94. Em São Paulo, o preço do suíno vivo continuou o mesmo e a mercadoria ainda é vendida a R$ 3,82. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 3,43.

O preço do quilo do frango congelado não sofreu variação e o produto ainda é vendido a R$ 4,34 no estado de São Paulo. O preço do frango resfriado também não mudou e a mercadoria é comercializada a R$ 4,40. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

Reportagem: Marquezan Araújo

 

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Veja o volume diário dos principais açudes da Paraíba e sua evolução no mês de outubro

Monitoramento diário dos principais açudes públicos do estado. Volumes em milhões de m³.

Clique no nome de um açude para ver gráficos da evolução do seu volume.

Dias
Acauã (Argemiro de Figueiredo)

(Itatuba)

Capac. 253.000.000,00

Coremas

(Coremas)

Capac. 591.646.222,00

Engenheiro Ávidos

(Cajazeiras)

Capac. 255.000.000,00

Epitácio Pessoa

(Boqueirão)

Capac. 411.686.287,00

Gramame / Mamuaba

(Conde)

Capac. 56.937.000,00

Lagoa do Arroz

(Cajazeiras)

Capac. 80.220.750,00

Marés

(João Pessoa)

Capac. 2.136.637,00

Mãe dÁgua

(Coremas)

Capac. 567.999.136,00

Sumé

(Sumé)

Capac. 44.864.100,00

São Domingos

(São Domingos do Cariri)

Capac. 7.760.200,00

São Gonçalo

(Sousa)

Capac. 44.600.000,00

19 23,19 78,89 54,80 110,15 50,18 12 1,30 42,43 0,80 16,27
18 23,22 79,26 54,88 110,44 50,35 12,03 1,29 42,52 0,80 16,30
17 23,29 79,62 54,96 110,59 50,52 12,06 1,31 42,61 2,66 0,81 16,33
16 23,36 79,98 55,04 110,88 50,69 12,09 1,33 42,79 2,66 0,81 16,37
15 23,46 80,35 55,12 111,17 50,69 12,12 1,35 42,87 2,69 16,40
14 23,56 80,71 55,20 111,46 50,86 12,15 42,96 2,69 16,46
13 23,63 81,07 55,28 111,61 50,86 12,18 1,39 43,05 2,73 16,50
12 23,75 81,43 55,43 111,76 51,03 12,23 1,43 43,14 2,75 16,56
11 23,83 81,80 55,51 112,05 51,19 12,26 1,43 43,31 2,76 16,60
10 23,94 82,18 55,59 112,34 51,36 12,29 1,48 43,49 2,80 16,63
09 24,02 82,57 55,67 112,63 51,36 12,32 1,47 2,83 0,82 16,70
08 24,14 82,95 55,75 112,78 51,53 12,35 1,46 2,85 0,82 16,73
07 24,25 83,34 55,90 113,07 51,70 12,41 1,46 2,87 0,82 16,80
06 24,33 83,72 55,98 113,36 51,87 12,43 1,44 2,89 0,82 16,83
05 24,41 84,11 56,06 113,65 12,46 1,44 44,37 2,90 0,83 16,86
04 24,52 84,36 56,14 113,98 52,04 12,49 1,43 44,47 2,94 0,83 16,93
03 24,60 84,75 56,22 114,14 52,21 12,52 1,46 44,56 2,96 0,83 16,96
02 24,72 85,14 56,29 114,47 53,22 12,58 1,45 44,66 2,99 0,83 17,03
01 24,79 85,52 56,37 114,80 55,59 12,61 1,45 44,76 3,01 0,83 17,06

 

Fonte: AESA / DNOCS / CAGEPA | OBS: * sem informação

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Programa de Vendas em Balcão deve liberar mais de 100 mil toneladas de milho para pequenos produtores

Pedido de liberação do grão foi feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) junto à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)

Apenas uma publicação no Diário Oficial. É o que falta para que as vendas de milho no Programa de Vendas em Balcão (ProVB) sejam retomadas. É o que afirma a Confederação Brasileira de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que fez a solicitação da retomada do programa para a Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab.

O Programa de Vendas em Balcão (ProVB) pretende viabilizar o acesso de criadores rurais de pequeno porte e micro agroindústrias aos estoques de produtos agrícolas por meio de vendas diretas, a preços compatíveis com os praticados em pregões públicos e mercados atacadistas locais. Esse modelo de venda foi utilizado este ano para sanar o desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, em maio.Produção de milhoNa época, a Conab criticou o uso do programa para beneficiar grandes empresas que estavam sem rações para a produção de frangos e porcos, fugindo a regra inicial que era de atender a pequenos e médios produtores. Por conta da demanda, a Companhia Nacional de Abastecimento já está perto do volume máximo de venda estabelecido pelo Governo Federal, que é de aproximadamente duzentas mil toneladas.

Para facilitar essa situação, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil entrou com um pedido de liberação de mais uma parte do estoque para que o milho seja comercializado por pequenos produtores.

De acordo com o coordenador de assuntos estratégicos da CNA, Joaci Medeiros, a entidade aguarda apenas a oficialização para que 100 mil toneladas de milho sejam liberadas e detalha de que forma o programa auxilia o pequeno produtor.

“Esse programa é fundamental, como eu falei, para a manutenção dos rebanhos. Eles precisam acessar o milho para fazer a alimentação do rebanho dele, e fará isso no mercado local e não na Conab. Isso gera um custo adicional a ele. Nós sabemos que as margens de lucro estão cada vez mais curtas, o custo de produção cada vez mais alto, e isso impacta diretamente no custo dele.”

Em nota, a Conab destacou que não está medindo esforços para atender a todos os clientes, seja na disponibilização do milho para ração como o atendimento a clientes em todo o país. A companhia ressalta que o pedido de um reforço de mais 100 mil toneladas do produto já foi feito ao Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos. Além da greve dos caminhoneiros, a Conab ressalta que o tabelamento dos fretes dificultou a remoção do milho em algumas regiões, o que atrasou o reposicionamento do estoque.

 

Reportagem: Raphael Costa

 

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INDICADORES: Valor do bezerro registra elevação nesta quinta (11)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve queda de 0,68% e o produto é negociado a R$ 5,81

Indicadores

O preço do bezerro subiu 0,08% e atingiu R$ 1.165,54 no Mato Grosso do Sul. Já a arroba da vaca gorda chega a R$ 141 no Noroeste do Paraná. Enquanto isso, a arroba do boi gordo, no mercado financeiro, registrou queda de 1,69% e é comercializada a R$ 148,05.

O valor do litro do leite tipo B é R$ 1.43 no Vale do Paraíba, em São Paulo. No Sul de Minas, o produto também chega a R$ 1.43. Já no Rio de Janeiro, o preço é R$ 1.20. Em relação ao leite tipo C, o litro é vendido a R$ 1.44 no Espírito Santo. Em Goiânia, o valor é R$ 1.24.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve queda de 0,68% e o produto é negociado a R$ 5,81. Em São Paulo, o preço do suíno vivo não sofreu variação e a mercadoria ainda é vendida a R$ 3,82. Em Minas Gerais, o produto é comercializado à vista a R$ 3,94. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Raphael Costa

 

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INDICADORES: Preço do açúcar sobe nesta quinta-feira (11)

O valor do milho no mercado financeiro registrou redução de 1,57% e o preço da saca de 60 quilos do produto chega a R$ 36,97

Indicadores

O preço da saca de 50 quilos do açúcar cristal registrou alta de 0,52% e o produto é vendido a R$ 63,60 em São Paulo. Já em Santos, no litoral paulista, o valor da saca, sem impostos, recuou 0,55% e a mercadoria é comercializada a R$ 63,68.

O valor do milho no mercado financeiro registrou redução de 1,57% e o preço da saca de 60 quilos do produto chega a R$ 36,97. Já o preço médio do trigo, no Paraná, caiu 0,22% e é vendido a R$ 839,48. No Rio Grande do Sul, o produto é comercializado a R$ 881,80.

O preço atual da saca do feijão carioca em Chapecó, Santa Cataria, é R$ 92.50. Na cidade Baiana de Irecê, o valor é R$ 110, enquanto em Avaré, em São Paulo, o preço é R$ 100. Já o preço atual do feijão preto chega a R$ 140 em Sobradinho, Rio Grande do Sul, e atinge R$ 112.50 em Guarapuava, no Paraná. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Raphael Costa

 

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Asplan participa da 6º Feira Nordestina dos Produtores de Cana

A 6º Feira Nordestina dos Produtores de Cana (Norcana), evento direcionado aos Produtores do Nordeste, que acontece até amanhã (11), no Centro de Convenções de Pernambuco, tem a participação de produtores paraibanos. Os diretores da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Neto Siqueira e Pedro Neto, estão participando do evento que, nesta quinta-feira (11), também contará com a participação do presidente da entidade, José Inácio de Morais.

Palestras sobre assuntos técnicos, atualidades, tendências comerciais e do mercado de cana-de-açúcar estão na pauta da Norcana que acontece, simultaneamente, unto com a maior feira agrícola do NE/Nordeste, a 26º Agrinordeste. A Norcana é uma realização da Cooperativa da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (Coaf/AFCP) em parceria com a Federação da Agricultura do Estado de PE (Faepe).

Entre as palestras técnicas realizadas durante os três dias da Agrinordeste, a que abordou  o tema “O futuro do produtor de cana-de-açúcar”, com Enio Jaime Fernandes Júnior, presidente da Comissão Nacional de Cana-de-açúcar da CNA, chamou especial atenção dos representantes da associação paraibana. Segundo Pedro Neto, a abordagem mostrou o quanto é importante a união da classe para poder conseguir políticas públicas e ações que melhorem o dia a dia no campo e ainda a questão da organização do produtor na busca de melhorar sua produtividade e lucro. “O fornecedor que não se organizar ou não se modernizar e não tiver total controle de seus custos, não vai muito longe nos dias atuais. Para sobreviver é preciso organização e redução de custos”, reiterou Pedro Neto.

Amanhã, último dia do evento, as palestras da Norcana focarão temas como adubação foliar, variedades de cana e sua mecanização. Para Neto Siqueira participar deste tipo de evento é fundamental. “Além de ter contato com produtores de outros estados e trocar experiências com eles, a gente atualiza informações sobre assuntos que nos interessam diretamente e sempre aprende algo novo”, destacou Neto que é coordenador do Departamento Técnico da Asplan.

 

Assessoria

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Prazo para declarar Imposto sobre a Propriedade Rural termina nesta sexta-feira (28)

Os dados devem ser informados pelos donos de terras pelo programa gerador da Receita Federal

Foto: EBC

Os titulares ou proprietários de imóveis rurais têm até esta sexta-feira (28) para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR). Este prazo serve tanto para as pessoas físicas, quanto para jurídicas. Para isso, é necessário registrar os dados pelo Programa Gerador, chamado ITR 2018.

O intuito da medida é não estimular a manutenção de grandes latifúndios improdutivos. Desta forma, as alíquotas mais altas são cobradas das terras fora da região urbana dos municípios, com maior área e com uso reduzido.

De acordo com dados da Receita Federal, 4,5 milhões de contribuintes já passaram as informações ao órgão. O prazo então vai até esta sexta-feira (28), e quem perder a data, terá que pagar multa de 1% ao mês.

Reportagem: Cintia Moreira

 

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INDICADORES: Valor do bezerro registra elevação nesta terça (25)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 5,78

Indicadores

O preço do bezerro subiu 0,47% e atingiu R$ 1.162,05 no Mato Grosso do Sul. Já a arroba da vaca gorda chega a R$ 138 no Noroeste do Paraná. Enquanto isso, a arroba do boi gordo, no mercado financeiro, registrou queda de 0,60% e é comercializada a R$ 150,10.

O valor do litro do leite tipo B é R$ 1,20 no Vale do Paraíba, em São Paulo. No Sul de Minas, o produto chega a R$ 1,25. Já no Rio de Janeiro, o preço é R$ 1,15. Em relação ao leite tipo C, o litro é vendido a R$ 131 no Espírito Santo. Em Goiânia, o valor é R$ 0,65.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto ainda é negociado a R$ 5,78. Em São Paulo, o preço do suíno vivo registrou redução de 0,27% e a mercadoria é vendida a R$ 3,71. Em Minas Gerais, o produto é comercializado à vista a R$ 3,89. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Marquezan Araújo

 

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Asplan divulga trabalho de produção de insumos Biológicos em seu stand na Expofeira Paraíba Agronegócios

A edição 2018 da Expofeira Paraíba Agronegócios, que acontecerá até o próximo domingo, dia 23 de setembro, no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa, além da exposição de animais, eventos, leilões e outros atrativos, também está propiciando que os visitantes conheçam a produção de insumos biológicos da Estação de Camaratuba.

Mantida pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), a Estação produz insumos biológicos capazes de controlar duas das principais pragas que atacam os canaviais no Estado: a Broca Comum e a Cigarrinha da Folha.

Os laboratórios da Estação Experimental de Camaratuba produzem a Cotesia flavipes (Vespas) e o Metahizium anisopliae (Fungo). Os insumos são distribuídos gratuitamente aos associados da Asplan e vendidos no mercado com preços competitivos.

Os visitantes da Feira que desejarem saber um pouco mais sobre essa produção terão todas as explicações do biólogo e coordenador dos laboratórios de controle de pragas, Roberto Balbino.

Essa é a primeira vez que a Asplan tem um stand na ExpofeiraA entidade está dividindo o espaço com a empresa Agromape.

Além de conhecer a produção dos insumos biológicos, quem for ao stand da Associação poderá saber um pouco mais  sobre os serviços e diferenciais de atuação da entidade, que se destaca como uma das mais organizadas e respeitadas entidades do setor produtivo do país.

A Expofeira é promovida pela Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca e conta com a execução da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA), além do o apoio de diversas associações de criadores do Estado, entre elas, a Asplan.

Assessoria

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Presidente da Unida participa de debate na ALRN sobre revitalização da cultura da cana-de-açúcar no NE

A recomposição da atividade canavieira no Nordeste, com ênfase no Rio Grande do Norte, através do Projeto Renovar, foi o tema de um debate na ALRN. O evento, que contou com a participação do presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), José Inácio de Morais, e do presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), Alexandre Lima, além de outros representantes do setor sucroenergético, aconteceu na última quarta-feira (19).

 Além da geração de 60 mil empregos, o programa de natureza socioeconômica, de iniciativa da Unida, objetiva tornar-se uma saída viável para o soerguimento da atividade canavieira nos estados do Nordeste, onde a cultura de cana-de-açúcar representa um importante sustentáculo econômico.

Dados do setor produtivo mostram que foram perdidos de 50 a 60 mil empregos no universo canavieiro do Nordeste nos últimos anos. “Precisamos promover o aperfeiçoamento agronômico e a correção das distorções na política da atividade canavieira, a fim de melhorar nossa produção e esse projeto que deve ser desenvolvido pela iniciativa privada com apoio dos governos estaduais tem tudo para promover o soerguimento do setor”, destacou José Inácio. Ele lembrou que se a proposta de reativação da usina São Francisco, que fica no Vale do Ceará Mirim, for concretizada a produção canavieira do Rio Grade do Norte terá outra dimensão.

O presidente da Unida reiterou ainda a importância da isonomia de mercado em relação ao preço da ATR da matéria-prima pago pelas indústrias aos fornecedores do RN. “Tem usina pagando bem e outras pagando mal aqui. É preciso que haja um equilíbrio”, disse José Inácio, lembrando que embora o mercado não seja regulado, os governos estaduais podem interferir para esse equilíbrio através da oferta de incentivos fiscais.

Durante o debate, o Secretário de Agricultura, da Pecuária e da Pesca do RN, Guilherme Saldanha, também se posicionou e firmou o compromisso de efetivar o projeto e cumprir com todas as obrigações da secretaria relacionadas ao setor. O presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (SINDAÇÚCAR), Renato Cunha, também presente ao debate, falou da importância do álcool para o RN e o Nordeste como um todo, já que o produto, hoje, substitui 38% das demandas de gasolina e também falou sobre a complexidade do setor açucareiro no Nordeste, no Brasil e no mundo. Arlindo Farias, presidente do Sindicato do Álcool do RN e CE também abordou essa temática.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana-de-açúcar do RN (ASPLAN), Humberto Concentino, cobrou políticas públicas fortes de segurança para que os produtores possam trabalhar com tranquilidade e dignidade no campo. Ele citou os assaltos que estão acontecendo e pediu providências das autoridades. O diretor da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato, também participou do debate.

Assessoria