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Lira diz que vitória de Bolsonaro em capitais e grandes cidades do Nordeste refletirá para ampliar votação no interior

O Senador Raimundo Lira (PSD-PB) afirmou, durante discurso na última quinta-feira (11) na tribuna do Senado Federal, que a expressiva votação dada ao candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) em capitais e grandes cidades do Nordeste refletirá positivamente para ampliar a votação que ele terá no segundo turno destas eleições, nas cidades do interior nordestino.

Lira agradeceu a votação que Bolsonaro obteve em João Pessoa e Campina Grande, as duas maiores cidades da Paraíba, e citou a votação do candidato do PSL em outras capitais do Nordeste, onde Bolsonaro saiu vencedor. “Quero agradecer à Paraíba, dizer que essas duas grandes metrópoles vão, com certeza, influenciar o voto das cidades do interior, porque o interior, à medida que visualizar essa votação expressiva da capital, vai também dar uma votação expressiva a Bolsonaro”.

O Senador lembrou que, das nove capitais nordestinas, cinco deram a vitória a Bolsonaro no primeiro turno. “É uma situação em que o Nordeste merece ser, portanto, agradecido, porque deu ao candidato opositor ao Bolsonaro 10 milhões de votos a menos do que teve o candidato adversário, no primeiro turno das eleições de 2014”.

Assessoria de Imprensa

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Ministério Público denuncia sete pessoas por desvio de R$ 15 milhões em construção civil

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) denunciou sete pessoas, entre ex-administradores e empresários, por suposto envolvimento em um esquema que desviou mais de R$ 15 milhões na construção do condomínio de luxo, Brisas de Coqueirinho, na Paraíba.

A fraude foi investigada pela Operação Maresias, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa, ainda em 2017.

Foram denunciados Célio Silva, Mário Sérgio Coutinho Soares Júnior, Marco Gralio de Lima Soares, Victor Caetano de Oliveira, Luís Barbosa, Fábio Proença dos Reis e Ruben Willnael de Lemos, conforme o documento abaixo.

Destaque-se que o MP também ressaltou que a loja de roupas de luxo Dhom foi aberta com dinheiro desviado do empreendimento pelos empresários Marco Grálio, Fábio Reis e Rubinho Lemos, etc.

Segundo o MP, os envolvidos teriam cometido fraudes auferidas para obterem vantagens ilícitas em prejuízo alheio ao procederem a venda fraudulenta, bem como se apossarem de quantias pertencentes a uma construtora com capital britânico.

A Polícia Civil pugnou pela prisão preventiva de alguns denunciados, mas o pedido não foi acatado pelo MPPB e nem pela Juíza Andréa Galdino da 4ª Vara Criminal desta Capital/PB.

Ainda na denúncia, o MP aponta como os denunciados agiam, alterando planilhas, desviando recursos e enriquecendo ilicitamente de maneira meteórica. Alguns deles, com salários de apenas R$ 3 mil, de uma hora para outra alcançaram patrimônio milionário sem nenhuma justificativa.

As investigações sobre o caso tiveram início após, à época, diversas vítimas procurarem a delegacia com documentação vasta indicando que um empreendimento de luxo vinha sendo negociado há mais de 5 anos, já tendo sido vendidos mais de 300 lotes no Brasil e no exterior, sem que nada fosse construído até àquela data.

Conforme apurado, os ex-administradores em conjunto ou não com os demais denunciados passaram a apresentar diversas desculpas para o descumprimento das obrigações. Ainda assim, o empreendimento continuava a ser negociado em João Pessoa e em sites do exterior, mesmo com nenhuma construção em andamento.

A Construtora forneceu o acesso a documentos, como registros de movimentações bancárias, bem como a auditorias realizadas pela mesma a Polícia Civil. Cada vítima investiu pelo menos R$ 40.000, mas algumas pessoas chegaram a investir mais de R$ 300 mil, confiando no empreendimento.

Por fim, o inglês proprietário da Construtora não foi denunciado porque, no entender do Ministério Público, foi vítima dos desfalques.

 

PB Agora

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João Azevêdo critica declaração de Bolsonaro que pode prejudicar a Paraíba em uma eventual gestão do PSL: “Discriminação”

Governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB) criticou ontem o que classifica como “discriminação” do candidato Jair Bolsonaro aos estados que lhe fazem oposição. É que o jornalista Boris Casoy fez a seguinte pergunta ao candidato do PSL: “Como o senhor vai se relacionar com os governadores de oposição? [na hipótese de ser eleito]”.

Resposta: “Vamos priorizar os governadores mais afinados conosco. Governadores que fazem oposição, pretendemos dar tratamento secundário”. Para o socialista, “Um cidadão que pretende ser presidente da República não pode fazer uma afirmação dessa, é discriminação. Ele já vai com essa intenção?”, questionou.

Veja o questionamento feito por Boris Casoy a Bolsonaro e a resposta do candidato do PSL: https://youtu.be/uXn8u6c25DU

 

 

Redação – fmrural.com.br

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Assassino de capoeirista nega motivo político para homicídio em Salvador

O barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36 anos, assassino confesso do homicídio do capoeirista Moa do Katendê, alegou à imprensa local que não cometeu o crime por questões políticas.

Em vídeo de entrevista à imprensa, Paulo Sérgio diz que foi ofendido pelo capoeirista e pede desculpas aos familiares da vítima.

O capoeirista morreu na última 2ª feira (8.out.2018) após ser esfaqueado 12 vezes, em Salvador, por uma discussão. Segundo testemunhas, a briga aconteceu por divergências políticas, após o capoeirista defender o voto no PT. A polícia já havia dito que o crime não teve motivação política.

Jair Bolsonaro, candidato ao Planalto pelo PSL, lamentou o ocorrido e comentou sobre o crime em uma entrevista coletiva na 3ª feira (9.out).

 

Poder360

 

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Por que o Dia das Crianças é comemorado em 12 de outubro no Brasil?

No dia 12 de outubro de 1923, o Rio de Janeiro, então capital federal, sediou um evento que reuniu estudiosos de infância e políticos de vários países. Era o Congresso Sul-Americano da Criança, cuja pauta discutia questões educacionais, alimentares e de desenvolvimento.

Um político notou a comoção provocada pelo tema na época. No ano seguinte, o recém-eleito deputado federal Galdino do Valle Filho (1879-1961) propôs uma lei instituindo, no 12 de outubro, o Dia das Crianças no Brasil.

Em 5 de novembro de 1924, o então presidente da República Arthur Bernardes (1875-1955) sancionou o Decreto 4.867. “Artigo único. Fica instituído o dia 12 de outubro para ter lugar, em todo o território nacional, a festa da criança, revogadas as disposições em contrário”, diz o texto.

E, assim, foi criado o Dia das Crianças.

Mas a data custou a pegar. Não havia feriado e o comércio não atentava para ela.

Em 1940, o presidente Getúlio Vargas (1882-1954), criou um novo decreto. Por pouco, o Dia das Crianças não “mudava” de data.

Na lei de Vargas, que “fixava as bases da organização da proteção à maternidade, à infância e à adolescência em todo o País”, o artigo 17 do capítulo 6 dizia: “será comemorado em todo o País, a 25 de março de cada ano, o Dia da Criança”.

“Constituirá objetivo principal dessa comemoração avivar na opinião pública a consciência da necessidade de ser dada a mais vigilante e extensa proteção à maternidade, à infância e à adolescência”, dizia o texto.

Mas o 25 de março não saiu do papel.

Nos anos 1950, uma intensa campanha de marketing criou, de fato, o Dia das Crianças no Brasil.

Bebê robusto

Foi uma promoção conjunta entre duas gigantes da indústria: a fábrica de brinquedos Estrela e a Johnson & Johnson. Em 1955, elas lançaram a Semana do Bebê Robusto. Era uma ação para aumentar as vendas dos produtos, é claro. Mas envolvia a população, pois os clientes eram convidados a enviar fotos de seus filhos – de 6 meses a 2 anos. E os pais do “bebê Johnson do ano” embolsavam um prêmio, enquanto o rebento tinha o rosto e a fofurice estampados em revistas e jornais.

Com a adesão de outras empresas, em pouco tempo a Semana do Bebê Robusto se tornou Semana da Criança. Foi quando os fabricantes decidiram concentrar os esforços em uma única data. Recuperaram o decreto de 1924 e, desde então, todo brasileiro sabe: dia 12 de outubro é dia de presentear a criançada.

Menina com pincel na mão e boneca no chão com o corpo pintado com tintas coloridasDireito de imagem: MAURICIO GRAIKI / GETTY IMAGES

“Essas datas surgem pois o comércio precisa conseguir vender também em épocas de baixa sazonalidade”, contextualiza a administradora de empresas Mariana Munis, especialista em marketing e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie de Campinas.

“Do meu ponto de vista, algumas datas comemorativas pegam mais do que outras porque surgiram primeiro. Dia das Crianças, Natal, Dia dos Namorados e Dia das Mães são exemplos bem-sucedidos.”

“Também acho que o Dia das Crianças desperta sentimentos de nostalgia. Aproxima os pais dos filhos”, acrescenta Munis. “É quando os pais, em meio a uma vida tão corrida, querem dar algo para os filhos. Por isso acabou se tornando uma data tão importante para o calendário brasileiro.”

Comércio paulistano

De acordo com o economista Marcel Solimeo, da Associação Comercial de São Paulo, o Dia das Crianças “não tem peso significativo para o comércio” – ao contrário de datas como Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados.

Por outro lado, ele afirma que “como o Dia das Crianças se encontra em um período próximo ao Natal, ele representa para os lojistas um termômetro “de como vai ser o fim do ano”.

“Se no Dia das Crianças as vendas de brinquedos forem boas, por exemplo, é sinal de o comércio está mais aquecido e isso deve se refletir positivamente no Natal”, exemplifica.

Solimeo ressalta que, depois da forte crise econômica, o comércio vem se recuperando. E isto já pode ser notado pelas vendas em datas comemorativas. “Acreditamos este ano em um crescimento na casa dos 3% em relação a 2017 no movimento de vendas do varejo paulistano no Dia das Crianças”, prevê.

“É um ritmo moderado e aproximado ao que o setor tem apresentado: no período acumulado de janeiro a agosto de 2018, as vendas cresceram em média de 2,8%. Importante lembrar que a realização do primeiro turno das eleições no fim de semana anterior ao Dia das Crianças pode diminuir o movimento nas lojas, já que a atenção do consumidor tende a estar voltada para o cenário político e à escolha dos candidatos”, lembra ele.

Ainda de acordo com os dados da Associação Comercial, nos últimos anos, o Dia das Crianças sentiu quedas bruscas nas vendas – de 6,9% em 2016 e 13% em 2015. “Em 2017 o movimento voltou a crescer, 3%, mas sobre uma base muito fraca”, salienta o economista.

Três meninos em brinquedo de parqueDireito de imagem: EDISON VEIGA
A Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) reconhece o dia 20 de novembro como o Dia Mundial da Criança

Outros países

Ao redor do mundo, outros países também celebram o Dia das Crianças, mas em outras datas. Em 1925, houve uma Conferência Mundial para o Bem-Estar da Criança em Genebra, na Suíça. Ali ficou instituído o dia 1º de junho como o Dia Internacional da Criança – e esta data entrou para o calendário de diversas nações, como Portugal, China, Eslovênia, Polônia e Angola.

Já a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) reconhece outra data. Dia 20 de novembro é considerado o Dia Mundial da Criança porque foi neste dia, em 1959, que foi aprovada a Declaração Universal dos Direitos da Criança. Finlândia, França, Trinidad e Tobago, Reino Unido e Canadá estão entre os países que levam em conta esta data.

Imagem mostra crianças dentro de uma bolha de sabão observadas por grupo de adultos, em uma praça na EuropaDireito de imagem: MARIANA VEIGA
Data é comemorada em diferentes períodos ao redor do mundo

Mas há muitos exemplos diferentes. A Austrália instituiu como Dia da Criança a última quarta-feira de outubro. Na Argentina, é o segundo domingo de agosto. Na África do Sul, o primeiro sábado de novembro. Países da África Central – Congo, Chade, Camarões e outros – comemoram a data junto ao Natal, 25 de dezembro. O Japão tem uma data para meninas (3 de março) e outra para meninos (5 de maio). Na Hungria, é o último domingo de maio.

Arquidiocese de Brasília realiza missa solene e procissão durante Festa da Padroeira - Nossa Senhora Aparecida, na Esplanada dos Ministérios, em 2017Direito de imagem: MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL
O feriado brasileiro de 12 de outubro não tem nada a ver com o Dia das Crianças, mas com a padroeira, Nossa Senhora Aparecida

Nossa Senhora Aparecida

Mas não se engane. O feriado brasileiro de 12 de outubro não tem nada a ver com o Dia das Crianças. A data foi criada em 1980 por causa de outra comemoração de 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida.

A santa já era oficialmente padroeira do Brasil desde 1930, após decreto papal. Em 30 de junho de 1980, João Paulo II (1920-2005) se tornava o primeiro papa a pisar em solo brasileiro. O presidente João Figueiredo (1918-1999), último da ditadura militar do Brasil, aproveitou a data para declarar feriado nacional o dia da Padroeira, 12 de outubro.

A partir daquele ano, portanto, ficou “declarado feriado nacional o dia 12 de outubro, para culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil”, conforme o texto da lei.

“O Dia das Crianças, no meu entender, não ofusca a festa de Nossa Senhora Aparecida. As celebrações, entre crianças e a padroeira, são compartilhadas”, acredita o pesquisador e estudioso da vida de santos José Luís Lira, fundador da Academia Brasileira de Hagiologia. “Vez por outra, vemos até a imagem de Nossa Senhora Aparecida estilizada para crianças.”

 

BBC Brasil

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Boletos a partir de R$ 100 vão poder ser pagos em qualquer banco

A Nova Plataforma de Cobrança permite que o pagamento seja feito mesmo após o vencimento

Foto: Febraban

A partir deste sábado (13), os boletos com valor igual ou superior a R$ 100,00 poderão ser pagos em qualquer banco, se estiverem registrados na nova base de dados da Federação Brasileira de Bancos, a Febraban.

Os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma de Cobrança, que forem rejeitados pelos bancos, devem procurar o emissor do boleto para fazer o pagamento.

A nova plataforma dá mais segurança ao sistema de compensação de boletos, pois ele identifica com facilidade tentativas de fraude. Além disso, o sistema permite o pagamento em qualquer banco mesmo após o vencimento.

A Nova Plataforma de Cobrança é um projeto que nasceu há cerca de quatro anos, com o apoio de todos os recursos de tecnologia de ponta do setor bancário brasileiro e veio para modernizar o sistema de cobrança que existe há mais de 20 anos no país.

Testes foram feitos anteriormente e agora, a partir deste sábado (13), a Nova Plataforma de Cobrança chega aos boletos com valor igual ou superior a R$ 100,00.

Reportagem: Cintia Moreira

 

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Cássio recebe R$ 1,57 milhão de fundo partidário e não consegue reeleição, diz Estadão

De 81 candidatos ao Senado que foram financiados com pelo menos R$ 1 milhão, só 26 se elegeram. Com R$ 4 milhões recebidos, Dilma Rousseff (PT), por exemplo, não conseguiu a vaga. Outros 20 senadores que tentaram a reeleição com financiamento público falharam, entre eles Lúcia Vânia (PSB-GO), com R$ 3,5 milhões recebidos, Romero Jucá (MDB-RR), com R$ 2,25 milhões, e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), com R$ 1,57 milhão.

Dos quase 9 mil candidatos que disputaram uma cadeira no Congresso neste ano, menos da metade (44,7%) recebeu recursos do fundo eleitoral, composto por dinheiro público. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que, entre os que usaram esse recurso em suas campanhas, 11,62% conseguiram se eleger. Por outro lado, 175 dos 359 candidatos a deputados e senadores que receberam R$ 1 milhão ou mais do fundo ficaram sem a vaga.

Aprovado no ano passado pelos parlamentares após a proibição de doações empresariais, o fundo eleitoral contou com R$ 1,7 bilhão, valor repassado aos partidos.

Para quem concorreu sem o fundo eleitoral, o porcentual de sucesso foi baixo – só 2% conseguiram se eleger. A exceção ficou com o PSL, que elegeu 37 deputados e três senadores que não usaram esses recursos. Eles foram impulsionados pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL) ao Planalto, que também não usou a verba pública até

As legendas priorizaram as candidaturas à Câmara, aplicando nelas 46% do total de R$ 1,7 bilhão (R$ 794 milhões) recebido. Esse é o destino preferencial porque a fatia de recursos que as siglas recebem e também o tempo de TV dependem do tamanho da bancada.

A maior parte desse investimento, ou R$ 443,6 milhões, foi feita em parlamentares que não se elegeram, como o deputado e ex-ministro da Justiça Osmar Serraglio (PP-PR) e o deputado federal por quatro mandatos Benito Gama (PTB-BA).

Também ficaram fora da Câmara dos Deputados candidatos como Danielle Cunha (que recebeu R$ 2 milhões do fundo eleitoral) e Cristiane Brasil (R$ 1,85 milhão) – filhas, respectivamente, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), condenado e preso na Lava Jato, e do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), condenado no processo do mensalão.

Senado – Só oito dos 32 senadores candidatos à reeleição tiveram êxito, o que quer dizer que 85% dos eleitos vão renovar o Senado, ainda que alguns não sejam novatos, como Jarbas Vasconcellos (que recebeu R$ 2,1 milhões) e Jaques Wagner (R$ 1,3 milhão). Partidos aplicaram R$ 174 milhões para obter vagas no Senado, mas 70% (R$ 120 milhões) foram para candidatos que não conseguiram a eleição.

Criterioso – Na avaliação do cientista político Humberto Dantas, o investimento no Senado não foi tão certeiro porque o eleitor foi mais criterioso na avaliação dos nomes propostos, em comparação com a lista de deputados. “Talvez o dinheiro seja menos eficiente porque o eleitor enxerga de maneira mais clara onde está colocando o dinheiro dele. Diante de escândalos em Estados como Paraná e Goiás, o eleitor evitou ex-governadores”, afirma. “Ele também demora mais nessa eleição ao Senado, tem dificuldade de eleger dois. Mas ele enxerga nominalmente de maneira clara.”

A eleição de 37 deputados do PSL sem recurso de fundo eleitoral é um dos pontos destacados. “O grande impacto dessa eleição foi uma campanha extremamente bem-sucedida e aparentemente muito barata de um partido que se preparou e soube usar as redes sociais”, afirma o cientista político.

Depois do PSL, a Rede foi a segunda sigla que mais elegeu deputados sem o uso do fundo eleitoral. Os candidatos têm até o início de novembro para apresentar as contas finais da campanha ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

O Estado de S. Paulo

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Acusada de planejar morte do irmão é condenada a 29 anos de prisão

O 2º Tribunal do Júri da Paraíba condenou Maria Celeste de Medeiros por planejar a morte do irmão Marcos Antônio do Nascimento Filho, no dia 4 de junho de 2016, em João Pessoa. Após mais de 20 horas de julgamento, ela recebeu a pena de 29 anos de reclusão.

Também foram condenados Werlyda Rayara da Silva, à época namorada de Maria Celeste, e Jairo César Pereira, taxista acusado de dar cobertura aos bandidos, ambos a 17 anos e quatro meses de reclusão. A pedido do Ministério Público, o júri decidiu pela absorvição de Walber Nascimento Castro, por falta de provas de envolvimento no crime.

Durante o julgamento, Maria Celeste confessou ser a mandante do crime e que o motivo foi financeiro.

O crime – A vítima foi baleada em um suposto assalto na padaria administrada pela irmã, no Jardim Luna, em João Pessoa. O crime foi flagrado por câmeras de segurança, que mostram o momento em que a vítima é levada para dentro do estabelecimento e termina baleada, apesar de não reagir. Em seguida, os bandidos fogem em uma motocicleta.

Marcos ainda foi levado para o hospital mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A irmã, Maria Celeste, acompanhou todo o socorro, assim como as homenagens, que aconteceram nos dias seguintes. Ela ainda prestou depoimento como testemunha, mas a polícia já suspeitava da participação dela no crime.

Investigações – Maria Celeste e sua companheira, Werllida Raynara da Silva, teriam planejado a ação, segundo a polícia. Tanto elas quanto os executores do crime e o intermediário foram presos no fim do mês de junho de 2016.

A polícia começou a desvendar a situação através de uma investigação feita nos celulares dos suspeitos e chegou à conclusão de que o crime teria acontecido por divergências na partilha dos bens da família. A polícia também teve acesso à mensagens trocadas entre Maria Celeste e o intermediário, que ficou responsável por fazer contato com os executores. Em uma das mensagens a ela teria dado a ordem de execução.

Ainda de acordo com as investigações, ela pagaria R$ 13 mil pelo crime, que entregaria quando recebesse o dinheiro dos membros da família, incluindo a parte do irmão.

Foto: Zuíla David/TV Cabo Branco

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PARAÍBA: Empresas que investem em saúde e segurança no trabalho podem aumentar produtividade

Taxa de acidentes nas companhias do estado diminuiu quase 8%

O número de acidentes de trabalho reduziu na Paraíba, de acordo com dados da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda. Entre 2015 e 2017, a taxa de acidentes nas companhias diminuiu quase 8%, chegando, no ano passado, a 3.975 casos. Além disso, a taxa de incidência, que era de 10,16 ocorrências a cada mil vínculos empregatícios em 2013, caiu para 7,92 em 2016.

Na avaliação da gerente Executiva de Saúde e Segurança na Indústria do SESI-PB, Grinete Pinheiro de Melo, as ações de investimento nas áreas de saúde e segurança no trabalho contribuíram para a redução do número de ocorrências.

“O nosso propósito é, sobre esse número, nós podermos traçar novas metodologias, trabalhar com inovações. Porque o nosso objetivo é que a gente tenha dados primários e que a gente possa dar uma resposta para a indústria paraibana dizendo: a atuação do SESI reduz o número de acidentes, melhora a qualidade de vida do trabalhador, reduz o número de afastamento por doença ou por acidente.”

Para o consultor na área de Segurança do Trabalho, Antônio Carlos Vendrame, o investimento na saúde e segurança dos empregados também ajuda a reduzir os valores de taxas pagas pelas companhias.

“Se o meu desempenho coletivo com outra empresa também for bom, o meu seguro de acidente de trabalho também tende a cair. Então veja que é um universo muito grande de aumento e redução de imposto que eu posso ter. Imagina, 17,5% da folha de pagamento, quanto dinheiro que não significa e eu podendo manipular isso de forma a reduzir essas condições.”

Em todo o país, o destaque é para o setor industrial. De acordo com a Confederação Nacional de Indústria, a CNI, um dos fatores que mostra o bom desempenho é a relação do número de empregados formais, que cresceu 20,7%, com o de acidentes típicos, que ao mesmo tempo diminuiu 21,9%.

Além disso, segundo a Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, em atividades como da indústria de transformação, por exemplo, a quantidade de acidentes caiu 40,9% entre 2007 e 2016.

A CNI também fez um estudo que aborda o tema. Um dos pontos do balanço aponta que é necessário que o serviço médico da empresa, por exemplo, possa subsidiar a perícia médica do INSS.

A medida, segundo a Confederação, aumenta a transparência do processo e dá maior efetividade à decisão do perito, que terá informações complementares. Isso poderia gerar um impacto direto na redução de custos previdenciários.

 

Reportagem: Marquezan Araújo

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Saiba quantos votos seus candidatos receberam em cada seção de Cajazeiras e em cada cidade do Estado

Com base nos dados do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba e TSE, disponibilizamos para pesquisa dos nossos leitores, o resultado das eleições gerais do primeiro turno – realizado no último domingo (07) de outubro de 2018.

Basta clicar nos links abaixo, para navegar.

Eleicao_2018_t1_Cajazeiras_Deputado Federal

Eleicao_2018_t1_Cajazeiras_Deputado Estadual

Eleicao_2018_t1_Cajazeiras_Senador

Eleicao_2018_t1_Cajazeiras_Governador

ParaíbaEleicao_2018_t1_Paraiba_Deputado Federal

ParaíbaEleicao_2018_t1_Paraiba_Deputado Estadual

ParaíbaEleicao_2018_t1_Paraiba_Senador

ParaíbaEleicao_2018_t1_Paraiba_Governador

ParaíbaEleicao_2018_t1_Paraiba_Presidente (primeiro turno)

Eleicao_2018_t1_Cajazeiras_Presidente

 

Redação – fmrural.com.br