Categoria Rural

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Mãe de alunos clama por transporte escolar na Zona Rural de Cajazeiras. Escute!

Em contato com a redação do site da Rádio Rural FM de Cajazeiras, na tarde desta quinta-feira (25) de outubro, a mãe de dois alunos do Sistema Municipal de Ensino de Cajazeiras, informou da ausência dos ônibus escolares que deveriam atender ás comunidade do Assentamento Frei Damião, Sítio Angelim, Gadelha e adjacências estão sem prestar os devidos serviços à população – há duas semanas.

Segundo relatou Cilene, mãe de duas crianças, ela já tentou falar com o diretor de transportes da Secretaria Municipal de Educação, mas sem êxito, o servidor não atende. “Isso já vem acontecendo há muito tempo, a gente reivindica e não é atendido não”.

Abaixo, os áudios de uma mãe de aluno relatando os acontecimentos no tocante ao transporte escolar na Zona Rural de Cajazeiras.

 

Redação – fmrural.com.br

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INDICADORES: Café fica mais caro nesta quarta-feira (24)

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve baixa de 0,63% e é negociada a R$ 34,88

A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (24) com alta de 2,11% no preço e é vendida a R$ 456,81 na cidade de São Paulo. O café robusta também apresentou elevação no preço. A alta foi de 0,07% e a saca é comercializada a R$ 335,17 para retirada no Espírito Santo.

O açúcar cristal apresentou recuo de 1,70% no preço e o produto é vendido a R$ 64,59 em São Paulo. Já em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, caiu 3,49% e a mercadoria é comercializada a R$ 64,39.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve baixa de 0,63% e é negociada a R$ 34,88. Em Campinas, em São Paulo, o produto registrou redução de 1,02% no valor e a saca é comercializada a R$ 34,10. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 33. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 24. Em Barreiras, na Bahia, o preço à vista é R$ 32,75. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Paulo Henrique Gomes

 

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INDICADORES: Preço do boi gordo sofre baixa nesta quarta-feira (24)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto é negociado a R$ 5,94

A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (24) com queda de 1,28% no preço e o produto é negociado a R$ 146,05 no estado de São Paulo. Em Goiânia, a arroba é vendida à vista a R$ 136. No norte do Mato Grosso, o valor é R$ 130,50. Já Barretos e Araçatuba, em São Paulo, comercializam a arroba a R$ 148,50 à vista.

O preço do quilo do frango congelado subiu 0,69% e o produto é vendido a R$ 4,37 no estado de São Paulo. O preço do frango resfriado teve aumento de 0,23% e a mercadoria é comercializada a R$ 4,34.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu variação e o produto é negociado a R$ 5,94. Em Minas Gerais, o preço do suíno vivo continuou o mesmo e a mercadoria ainda é vendida a R$ 3,94. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 3,45. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Paulo Henrique Gomes

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INDICADORES: Soja e milho registram queda nos preços nesta segunda (22)

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve redução de 1,21% e é negociada a R$ 35,21

Indicadores

A saca de 60 quilos da soja começou a segunda-feira (22) com queda de 0,86% no Paraná, onde grão é vendido a R$ 83,32. Na cidade de Bebedouro, em São Paulo, o produto é comercializado a R$ 92. Enquanto em Dourados, no Mato Grosso do Sul a mercadoria é vendida a R$ 83, a cidade goiana de Rio verde negocia a soja a R$ 81.

Já a saca de 50 quilos do arroz vendido do Rio Grande do Sul teve redução de 0,76% no preço. O produto em terras gaúchas é negociado a R$ 44,50. Enquanto isso, o valor do açúcar registra aumento de 0,60% na cidade de São Paulo e chega a R$ 65,90.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve redução de 1,21% e é negociada a R$ 35,21. Em Campinas, em São Paulo, o produto registrou queda de 1,40% no valor e a saca é comercializada a R$ 34,59. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 33. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 24. Em Barreiras, na Bahia, o preço à vista é R$ 32,75. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

Reportagem: Marquezan Araújo

 

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INDICADORES: Boi gordo começa a semana com elevação no preço

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial tem redução de 0,85% e o produto é negociado a R$ 5,94

Indicadores

A cotação da arroba do boi gordo começou a segunda-feira (22) com queda de 1,74% no preço e o produto é negociado a R$ 146,70 no estado de São Paulo. No Norte de Minas Gerais, a arroba é vendida à vista a R$ 142. Já no Espírito Santo, o valor é R$ 143. O Sul da Bahia, por sua vez, comercializa a arroba a R$ 140 à vista.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial tem redução de 0,85% e o produto é negociado a R$ 5,94. Em São Paulo, o preço do suíno vivo continuou o mesmo e a mercadoria ainda é vendida a R$ 3,82. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 3,43.

O preço do quilo do frango congelado não sofreu variação e o produto ainda é vendido a R$ 4,34 no estado de São Paulo. O preço do frango resfriado também não mudou e a mercadoria é comercializada a R$ 4,40. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

 

Reportagem: Marquezan Araújo

 

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Veja o volume diário dos principais açudes da Paraíba e sua evolução no mês de outubro

Monitoramento diário dos principais açudes públicos do estado. Volumes em milhões de m³.

Clique no nome de um açude para ver gráficos da evolução do seu volume.

Dias
Acauã (Argemiro de Figueiredo)

(Itatuba)

Capac. 253.000.000,00

Coremas

(Coremas)

Capac. 591.646.222,00

Engenheiro Ávidos

(Cajazeiras)

Capac. 255.000.000,00

Epitácio Pessoa

(Boqueirão)

Capac. 411.686.287,00

Gramame / Mamuaba

(Conde)

Capac. 56.937.000,00

Lagoa do Arroz

(Cajazeiras)

Capac. 80.220.750,00

Marés

(João Pessoa)

Capac. 2.136.637,00

Mãe dÁgua

(Coremas)

Capac. 567.999.136,00

Sumé

(Sumé)

Capac. 44.864.100,00

São Domingos

(São Domingos do Cariri)

Capac. 7.760.200,00

São Gonçalo

(Sousa)

Capac. 44.600.000,00

19 23,19 78,89 54,80 110,15 50,18 12 1,30 42,43 0,80 16,27
18 23,22 79,26 54,88 110,44 50,35 12,03 1,29 42,52 0,80 16,30
17 23,29 79,62 54,96 110,59 50,52 12,06 1,31 42,61 2,66 0,81 16,33
16 23,36 79,98 55,04 110,88 50,69 12,09 1,33 42,79 2,66 0,81 16,37
15 23,46 80,35 55,12 111,17 50,69 12,12 1,35 42,87 2,69 16,40
14 23,56 80,71 55,20 111,46 50,86 12,15 42,96 2,69 16,46
13 23,63 81,07 55,28 111,61 50,86 12,18 1,39 43,05 2,73 16,50
12 23,75 81,43 55,43 111,76 51,03 12,23 1,43 43,14 2,75 16,56
11 23,83 81,80 55,51 112,05 51,19 12,26 1,43 43,31 2,76 16,60
10 23,94 82,18 55,59 112,34 51,36 12,29 1,48 43,49 2,80 16,63
09 24,02 82,57 55,67 112,63 51,36 12,32 1,47 2,83 0,82 16,70
08 24,14 82,95 55,75 112,78 51,53 12,35 1,46 2,85 0,82 16,73
07 24,25 83,34 55,90 113,07 51,70 12,41 1,46 2,87 0,82 16,80
06 24,33 83,72 55,98 113,36 51,87 12,43 1,44 2,89 0,82 16,83
05 24,41 84,11 56,06 113,65 12,46 1,44 44,37 2,90 0,83 16,86
04 24,52 84,36 56,14 113,98 52,04 12,49 1,43 44,47 2,94 0,83 16,93
03 24,60 84,75 56,22 114,14 52,21 12,52 1,46 44,56 2,96 0,83 16,96
02 24,72 85,14 56,29 114,47 53,22 12,58 1,45 44,66 2,99 0,83 17,03
01 24,79 85,52 56,37 114,80 55,59 12,61 1,45 44,76 3,01 0,83 17,06

 

Fonte: AESA / DNOCS / CAGEPA | OBS: * sem informação

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Programa de Vendas em Balcão deve liberar mais de 100 mil toneladas de milho para pequenos produtores

Pedido de liberação do grão foi feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) junto à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)

Apenas uma publicação no Diário Oficial. É o que falta para que as vendas de milho no Programa de Vendas em Balcão (ProVB) sejam retomadas. É o que afirma a Confederação Brasileira de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que fez a solicitação da retomada do programa para a Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab.

O Programa de Vendas em Balcão (ProVB) pretende viabilizar o acesso de criadores rurais de pequeno porte e micro agroindústrias aos estoques de produtos agrícolas por meio de vendas diretas, a preços compatíveis com os praticados em pregões públicos e mercados atacadistas locais. Esse modelo de venda foi utilizado este ano para sanar o desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, em maio.Produção de milhoNa época, a Conab criticou o uso do programa para beneficiar grandes empresas que estavam sem rações para a produção de frangos e porcos, fugindo a regra inicial que era de atender a pequenos e médios produtores. Por conta da demanda, a Companhia Nacional de Abastecimento já está perto do volume máximo de venda estabelecido pelo Governo Federal, que é de aproximadamente duzentas mil toneladas.

Para facilitar essa situação, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil entrou com um pedido de liberação de mais uma parte do estoque para que o milho seja comercializado por pequenos produtores.

De acordo com o coordenador de assuntos estratégicos da CNA, Joaci Medeiros, a entidade aguarda apenas a oficialização para que 100 mil toneladas de milho sejam liberadas e detalha de que forma o programa auxilia o pequeno produtor.

“Esse programa é fundamental, como eu falei, para a manutenção dos rebanhos. Eles precisam acessar o milho para fazer a alimentação do rebanho dele, e fará isso no mercado local e não na Conab. Isso gera um custo adicional a ele. Nós sabemos que as margens de lucro estão cada vez mais curtas, o custo de produção cada vez mais alto, e isso impacta diretamente no custo dele.”

Em nota, a Conab destacou que não está medindo esforços para atender a todos os clientes, seja na disponibilização do milho para ração como o atendimento a clientes em todo o país. A companhia ressalta que o pedido de um reforço de mais 100 mil toneladas do produto já foi feito ao Conselho Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos. Além da greve dos caminhoneiros, a Conab ressalta que o tabelamento dos fretes dificultou a remoção do milho em algumas regiões, o que atrasou o reposicionamento do estoque.

 

Reportagem: Raphael Costa

 

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INDICADORES: Valor do bezerro registra elevação nesta quinta (11)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve queda de 0,68% e o produto é negociado a R$ 5,81

Indicadores

O preço do bezerro subiu 0,08% e atingiu R$ 1.165,54 no Mato Grosso do Sul. Já a arroba da vaca gorda chega a R$ 141 no Noroeste do Paraná. Enquanto isso, a arroba do boi gordo, no mercado financeiro, registrou queda de 1,69% e é comercializada a R$ 148,05.

O valor do litro do leite tipo B é R$ 1.43 no Vale do Paraíba, em São Paulo. No Sul de Minas, o produto também chega a R$ 1.43. Já no Rio de Janeiro, o preço é R$ 1.20. Em relação ao leite tipo C, o litro é vendido a R$ 1.44 no Espírito Santo. Em Goiânia, o valor é R$ 1.24.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve queda de 0,68% e o produto é negociado a R$ 5,81. Em São Paulo, o preço do suíno vivo não sofreu variação e a mercadoria ainda é vendida a R$ 3,82. Em Minas Gerais, o produto é comercializado à vista a R$ 3,94. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Raphael Costa

 

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INDICADORES: Preço do açúcar sobe nesta quinta-feira (11)

O valor do milho no mercado financeiro registrou redução de 1,57% e o preço da saca de 60 quilos do produto chega a R$ 36,97

Indicadores

O preço da saca de 50 quilos do açúcar cristal registrou alta de 0,52% e o produto é vendido a R$ 63,60 em São Paulo. Já em Santos, no litoral paulista, o valor da saca, sem impostos, recuou 0,55% e a mercadoria é comercializada a R$ 63,68.

O valor do milho no mercado financeiro registrou redução de 1,57% e o preço da saca de 60 quilos do produto chega a R$ 36,97. Já o preço médio do trigo, no Paraná, caiu 0,22% e é vendido a R$ 839,48. No Rio Grande do Sul, o produto é comercializado a R$ 881,80.

O preço atual da saca do feijão carioca em Chapecó, Santa Cataria, é R$ 92.50. Na cidade Baiana de Irecê, o valor é R$ 110, enquanto em Avaré, em São Paulo, o preço é R$ 100. Já o preço atual do feijão preto chega a R$ 140 em Sobradinho, Rio Grande do Sul, e atinge R$ 112.50 em Guarapuava, no Paraná. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem: Raphael Costa

 

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Asplan participa da 6º Feira Nordestina dos Produtores de Cana

A 6º Feira Nordestina dos Produtores de Cana (Norcana), evento direcionado aos Produtores do Nordeste, que acontece até amanhã (11), no Centro de Convenções de Pernambuco, tem a participação de produtores paraibanos. Os diretores da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Neto Siqueira e Pedro Neto, estão participando do evento que, nesta quinta-feira (11), também contará com a participação do presidente da entidade, José Inácio de Morais.

Palestras sobre assuntos técnicos, atualidades, tendências comerciais e do mercado de cana-de-açúcar estão na pauta da Norcana que acontece, simultaneamente, unto com a maior feira agrícola do NE/Nordeste, a 26º Agrinordeste. A Norcana é uma realização da Cooperativa da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (Coaf/AFCP) em parceria com a Federação da Agricultura do Estado de PE (Faepe).

Entre as palestras técnicas realizadas durante os três dias da Agrinordeste, a que abordou  o tema “O futuro do produtor de cana-de-açúcar”, com Enio Jaime Fernandes Júnior, presidente da Comissão Nacional de Cana-de-açúcar da CNA, chamou especial atenção dos representantes da associação paraibana. Segundo Pedro Neto, a abordagem mostrou o quanto é importante a união da classe para poder conseguir políticas públicas e ações que melhorem o dia a dia no campo e ainda a questão da organização do produtor na busca de melhorar sua produtividade e lucro. “O fornecedor que não se organizar ou não se modernizar e não tiver total controle de seus custos, não vai muito longe nos dias atuais. Para sobreviver é preciso organização e redução de custos”, reiterou Pedro Neto.

Amanhã, último dia do evento, as palestras da Norcana focarão temas como adubação foliar, variedades de cana e sua mecanização. Para Neto Siqueira participar deste tipo de evento é fundamental. “Além de ter contato com produtores de outros estados e trocar experiências com eles, a gente atualiza informações sobre assuntos que nos interessam diretamente e sempre aprende algo novo”, destacou Neto que é coordenador do Departamento Técnico da Asplan.

 

Assessoria