Categoria Policial

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Polícia apreende 20 quilos de drogas e prende dois suspeitos de tráfico em Monteiro

A Polícia Militar apreendeu 20 quilos de drogas, no início da tarde da última segunda-feira (24), na cidade de Monteiro. Na ação, duas pessoas foram presas, e uma terceira pessoa que estava com uma arma de fogo também foi detida pelos policiais do 11º Batalhão.

A apreensão aconteceu no fim da manhã e acabou pela tarde, quando dois homens em uma motocicleta, vindos do estado de Pernambuco, foram abordados pela equipe da Rondas Ostensivas Táticas com Apoio de Motocicletas (Rotam). Com eles, os policiais encontraram um pacote de substância semelhante à maconha, e a suspeita é que o material seria traficado na cidade. Os dois homens, de 35 e 28 anos de idade, estavam hospedados em um dormitório nas proximidades de um bar, e lá os policiais encontraram o resto do carregamento.

Foram apreendidos 19 pacotes grandes e 60 pacotes menores de substância análoga à maconha, totalizando 20 quilos de entorpecentes apreendidos no dormitório. Uma espingarda também foi encontrada em uma casa na região, e seu proprietário foi preso. As drogas e os dois suspeitos presos foram encaminhados para a Delegacia de Monteiro e autuados por tráfico interestadual. Já o dono da arma foi autuado por posse ilegal.

 

Com informações de ParaíbaJá

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Policiais militares apreendem duas armas de fogo na cidade de Cajazeiras

Nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (24), que guarnições de Rádio Patrulha e da ROTAM do 6º BPM apreenderam duas armas de fogo na cidade de Cajazeiras.

A primeira foi apreendida no Bairro dos Remédios, por volta das 09hs30min, durante o atendimento de uma ocorrência de violência doméstica onde segundo a vítima seu esposo, que é funcionário público aposentado, de 53 anos de idade, estaria embriagado e lhe ameaçando de morte com um revólver, Cal 38, e uma faca Peixeira.

De imediato duas guarnições foram deslocadas para averiguar a denúncia, e chegando ao local foi constatado a veracidade das informações, momento em que o acusado foi preso e as armas apreendidas.

A segunda arma foi apreendida por volta das 10 h, após a Central de Comunicações do 6º BPM – COPOM, receber uma denúncia anônima no número de emergência – 190, dando conta de que um senhor estaria armado com uma arma de fogo e que o mesmo seria suspeito de ter praticado um homicídio recentemente na cidade de Sousa.

Um trio da ROTAM e uma guarnição de Rádio Patrulha foram acionados para averiguar as informações e chegando ao local o suspeito foi localizado, um senhor, aposentado de 63 anos de idade, o qual passou por uma busca pessoal não sendo encontrado nada de ilegal, no entanto a arma de fogo foi localizada escondida no interior de sua residência.

Em ambos os casos os acusados receberem voz de prisão foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras para as providências legais juntamente com as armas apreendidas.

 

Assessoria

Redação – fmrural.com.br

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Policiais federais vão às ruas para prender organização criminosa que contrabandeia cigarros

Entre os criminosos, estão policiais da PRF, da PM e da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul

Policiais federais saíram às ruas, neste sábado (22), e executaram a Operação Nepsis. O objetivo foi de desarticular organização criminosa responsável pelo contrabando de cigarros, e além disso, combater a corrupção policial que facilitava esses crimes no Mato Grosso Sul, em São Paulo, no Paraná, Rio de Janeiro e em Alagoas.

O contrabando era feito para o Paraguai, na fronteira com o Mato Grosso do Sul. De acordo com a Polícia Federal, a organização criminosa formou um grande grupo de contrabandistas.

Cerca de 280 policiais saíram para cumprir 35 mandados de prisão preventiva, oito de prisão temporária, 12 suspensões de exercício de atividade policial e mais 43 mandados de busca e apreensão em quatro regiões brasileiras.

Entre os presos, existem policiais da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar e Civil do Mato Grosso do Sul.

O nome da operação, Nepsis, faz referência a um termo grego que significa vigilância interior, estado mental de atenção plena, e tem como objetivo combater as atividades contrabandistas no que se refere à corrupção do estado.

 

Com informações da Agência Brasil

Reportagem: Sara Rodrigues

 

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Inquérito que investiga facada em Jair Bolsonaro tem cheiro de armação

Inquérito que investiga facada em Jair Bolsonaro tem cheiro de armação. Polícia Federal deve divulgar resultado da na véspera das eleições

Depois de falhar na proteção que devia oferecer com seus 21 agentes ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), e se estender de forma demasiada nas investigações para descobrir as reais motivações para a agressão à faca sofrida pelo ex-capitão durante passeata em Juiz de Fora, a Polícia Federal volta a dar provas da sua ineficiência – ou má fé – ao pedir a prorrogação das investigações para elucidação de um crime cujo principal suspeito foi preso em flagrante, minutos depois de consumar a agressão.

Ao prorrogar por mais 15 dias as investigações, a PF marca a divulgação do resultado do seu inquérito exatamente para as vésperas da eleição que tem por vítima exatamente o líder das pesquisas. E que já se beneficiou do atentado como deixa claro seu crescimento nas pesquisas, em razão da cobertura da mídia que noticia a evolução do seu quadro clínico desde os primeiros momentos do atentado.

Resta saber a quem pretende servir a PF, ao marcar para as vésperas da eleição a conclusão do inquérito. Como se recorda, nas eleições de 1989, procurou-se vincular ao PT o sequestro do empresário Abílio Dinis, então dono do grupo Pão de Açúcar. Presos no cativeiro de Diniz usando camisas da campanha de Lula, os envolvidos no sequestro do empresário disseram depois que a Polícia os obrigou a vestir as roupas.

Até mesmo teses acadêmicas já provaram que ao ser relacionado ao PT e desmentido logo após a eleição, a cobertura pela mídia (O Globo, Estadão, Veja, Tv Globo etc.) do sequestro de Abílio Diniz pode ter sido decisiva para o resultado do segundo turno da eleição, que deu a vitória de Fernando Collor sobre Lula.

Sempre às vésperas de eleição arranja-se um fato para vinculá-lo ao PT.

No início da semana, insinuou-se por vias transversas que o dinheiro apreendido pela Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos na bagagem do vice-presidente da Guiné Equatorial seria destinado à campanha de Fernando Haddad.

No domingo passado, em entrevista ao Estadão, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, justificou o crescimento da candidatura de Bolsonaro nos quarteis “porque ele procura se identificar com as questões que são caras às Forças Armadas”.

Essas questões com que se identificam Bolsonaro e os militares não são diversas das que fizeram da Polícia Federal linha auxiliar dos órgãos de repressão da ditadura militar (1964-1985).

Isso faz com que esse papel de polícia política, que voltou a contaminar a Polícia Federal no episódio do ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, que levado à morte depois de preso sem provas e afastado de suas funções da UFSC, seguida da perseguição que faz ao corpo docente da instituição, torna questionável as intenções da PF ao marcar para a véspera do pleito presidencial a conclusão do seu inquérito sobre o atentado a Jair Bolsonaro.

 

Pragmatismo Político

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Deputado Anísio Maia fica ferido após acidente de carro em Campina Grande

Na manhã desta sexta-feira (21), o deputado Anísio Maia (PT) ficou ferido em acidente de carro na entrada de Campina Grande, Agreste do estado. No veículo estavam além do deputado, o motorista Diego Oliveira e o assessor de imprensa Caio Moura.

O petista estava indo cumprir uma agenda de um colega político do município.

O acidente pode ter sido ocasionado por conta da pista molhada.

Anísio Maia sofreu escoriações e foi encaminhado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital de Emergência e Trauma da cidade.

 

Com informações do T5

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Polícia Federal deflagra operação para desarticular esquema de tráfico de drogas de dentro de presídios

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (21), a Operação TRIGLAV, com objetivo de cumprir seis mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão, na Paraíba e no Rio Grande do Norte, além de ordens judiciais de bloqueio de valores depositados em contas correntes, expedidos pela Vara de Entorpecentes da Comarca de João Pessoa/PB.

Segundo informações repassadas pela PF, a organização é acusada de transportar maconha, cocaína e crack do Rio Grande do Norte para comercializar na Paraíba. A investigação, iniciada há seis meses, resultou, até a presente esta sexta-feira, na apreensão de 100 Kg de drogas, além da identificação dos integrantes do grupo criminoso responsável pela distribuição de entorpecentes na Paraíba.

Após a identificação, os presos suspeitos de participação na facção foram indiciados pela prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, cujas penas, somadas, podem chegar a trinta anos de reclusão.

A ação tem por finalidade desarticular a associação criminosa, comandada do interior de estabelecimentos prisionais, responsável pelo tráfico de maconha, cocaína e crack oriundos do Rio Grande do Norte e comercializados em todo o estado da Paraíba.

A investigação, iniciada há aproximadamente seis meses, já apreendeu 100 Kg de drogas, além da identificação dos integrantes do grupo criminoso responsável pela distribuição de entorpecentes na Paraíba.

Os presos foram indiciados pela prática dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, cujas penas, somadas, podem chegar a trinta anos de reclusão.

Após os interrogatórios, os investigados serão apresentados à Justiça Estadual, para realização de audiência de custódia e, em seguida, transferidos para o sistema prisional do Estado.

O nome da operação faz alusão à divindade da mitologia Eslava TRIGLAV, deus de três cabeças que representava os três mundos que governava: Céu, Terra e Submundo.

 

Assessoria

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Vereador de Sapé morre em acidente entre carro e caminhão na BR-230

Caminhão teria saído do contorno, na BR-230, sem ver que o carro da vítima estava próximo a ele.

O vereador Johny Rocha, presidente da Câmara Municipal de Sapé, na Paraíba, morreu na madrugada desta sexta-feira (21), após um acidente na BR-230, próximo ao município de Santa Rita, Região Metropolitana de João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, o veículo colidiu com um caminhão, no sentido Campina Grande-João Pessoa.

As informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) à Polícia Civil são de que um caminhão fez o contorno na rodovia e, assim que contornou, foi para o meio da pista, quando deveria ainda permanecer um tempo no acostamento, já que o carro atingido trafegava próximo a ele.

A vítima não conseguiu evitar a colisão com o caminhão, ficou preso nas ferragens, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Segundo a Polícia Civil, ainda estava escuro no momento do acidente e chovia um pouco no local.

Às 6h15 desta sexta-feira, o IML já havia retirado o corpo do local e a polícia aguardava a perícia para ver a parte documental. Além disso, a Civil informou que o motorista do caminhão permaneceu no local, se apresentou espontaneamente e aguarda outro caminhão para fazer a retirada da carga e desobstruir a rodovia.

O motorista do caminhão será encaminhado para a Central de Polícia Civil, em João Pessoa, onde será ouvido formalmente pelo delegado e em seguida, liberado.

G1

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Operação desmonta esquema de exploração de deficientes físicos por associação de JP

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público Estado da Paraíba (Gaeco-MPPB), em atuação conjunta com a Delegacia Especializada no Combate ao Crime Organizado (Deccor) desencadearam, na manhã da última quarta-feira (19/09), a Operação Belerofonte, a fim de reprimir a exploração de pessoas com deficiências, assim como fraudes nos processos de pagamento de órgãos públicos.

A investigação teve início em razão do relatório de auditoria nº 004/2018, oriundo da gerência de controle interno do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, que identificou a incompatibilidade da documentação exigida de regularidade fiscal e trabalhista intrínsecas ao contratado durante a execução do contrato nº 38/2013 – Tribunal de Justiça da Paraíba.

O esforço investigativo identificou que além de burlar os processos de pagamento em vários órgãos públicos, os investigados se apropriavam dos valores devidos às pessoas com deficiência e as ameaçava, caso os denunciassem. O prejuízo aos órgãos públicos e às vítimas ultrapassam os R$ 3 milhões.

Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados e na ASDEF – Associação de Deficientes e Familiares, entidade de caráter associativo e sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ 06.052.745/001-80.

Os crimes sobre os quais pesam indícios sobre os investigados são os constantes nos artigos 168, § 1º, II (apropriação de coisa alheia móvel em razão de ofício) e 304 (uso de documento falso) do Código Penal, além do artigo 1° da Lei n° 9.613/98, (lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores).

 

SEDS-PB

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Corpo de ex-miss é encontrado em mata no Pará

Testemunhas encontraram o corpo da modelo em área de mata situado na comunidade Nova Jerusalém

Foto: WhatsApp

O corpo da modelo Mara Castro Monnarca foi encontrado na última terça-feira (18), em Marituba, região metropolitana de Belém. Familiares confirmaram a identidade da vítima.

Mara de 29 anos concorreu m 2012 ao Miss Pará representando Mosqueiro, distrito de Belém.

Testemunhas encontraram o corpo da modelo em área de mata situado na comunidade Nova Jerusalém, e chamaram a polícia. O IML também foi acionado mas ainda não liberou o relatório de análises da necropsia.

“A minha filha se meteu com um vagabundo. Eu acho que ele, lá da cadeia, mandou matar ela” disse a mãe da vítima ao portal ‘G1’.

A Divisão de Homicídios (DH), relatou que o corpo da vítima estava com perfurações e não apresentava sinais de estupro.

 

Fonte: Noticias ao Minuto

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Câmara Criminal mantém pena de 12 anos de reclusão a condenado por estupro de vulneráve

Condenado a 12 anos de reclusão em regime fechado pela prática de estupro de vulnerável (artigo 217-A do Código Penal) tem apelo negado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba. A decisão, unânime e em harmonia com o parecer da Procuradoria de Justiça, ocorreu na manhã desta terça-feira (18) nos autos da Apelação Criminal nº 0000011-50.2017.815.2003 e teve a relatoria do desembargador Carlos Martins Beltrão Filho.

No voto, o relator deixou registrado que repudiava os delitos cometidos contra crianças e adolescentes e que devem ser veementemente rechaçados. “As crianças e adolescentes, imaturos, precocemente são constrangidos a praticar atos sexuais com pessoas amadurecidas, maiores de idade, que, muitas vezes, se não todas, causam-lhes traumas psicológico e físico que jamais serão apagados de suas vidas”.

De acordo a denúncia, desde o ano de 2015 e, entre os meses de julho e outubro de 2016, o acusado, Washington Firmino Rodrigues, praticou atos libidinosos diversos da conjunção carnal com a vítima que, à época do primeiro abuso, contava com nove anos de idade. Consta, ainda, que o acusado coagia a vítima a não contar os fatos a ninguém, afirmando que ela não mais veria sua avó paterna ou seus primos e que seus pais iriam presos, caso o denunciasse. Em outubro de 2016, a criança contou os fatos a uma professora, durante uma aula de orientação sexual, relatos que foram levados à psicóloga e à diretora do colégio e, posteriormente, informados aos genitores da vítima.

Após a instrução processual, o Juízo da 6ª Vara Criminal da Capital prolatou a sentença condenatória. Inconformado, Washington Firmino recorreu, alegando, preliminarmente, a nulidade do processo por cerceamento de defesa. No mérito, pugnou pela absolvição, sob o argumento de que inexistiam provas do cometimento do delito pela equivocada valoração da prova e do laudo pericial. Subsidiariamente, requereu a redução da pena por  entender ser exacerbada.   Ao analisar os pleitos formulados, o desembargador-relator, rejeitou, inicialmente, a preliminar, afirmando que não houve nenhum prejuízo ao direito de defesa do réu. Quanto ao mérito, disse que a materialidade e autoria do crime atribuídas ao apelante são incontestes.

“O acervo probatório colacionado comprova, categoricamente, a materialidade e autoria delitivas, tendo em vista que os depoimentos da vítima, tanto na fase investigativa, como na fase judicial, e o laudo sexológico são coerentes e harmônicos com os depoimentos das testemunhas, os quais comprovam a existência do crime”, ressaltou.

Em relação à redução da pena, o desembargador Carlos Beltrão disse que o pedido não merecia prosperar, pois a punição foi justa e proporcional. “Verifica-se que todas as circunstâncias encontram-se corretas e devidamente fundamentadas, baseadas na gravidade em concreto do crime perpetrado e nas consequências dele decorrentes, não havendo, portanto, que ser feita qualquer reforma da pena”, concluiu.

 

Fonte: TJ-PB