Juiz federal Bianor Arruda assume a diretoria da Escola de Magistratura Federal na Paraíba

porpjbarreto

Juiz federal Bianor Arruda assume a diretoria da Escola de Magistratura Federal na Paraíba

O magistrado ficará à frente das funções no biênio 2019-2021

O juiz federal Bianor Arruda Bezerra Neto, da 3ª Relatoria da Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais na Paraíba, foi designado como novo diretor da Escola de Magistratura Federal – Núcleo da Paraíba (Esmafe-PB) para o biênio 2019-2021. A nomeação do magistrado ocorreu com a publicação da Portaria 03/2019, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), assinada pelo desembargador federal Rogério de Meneses Fialho Moreira, diretor da Esmafe na 5ª Região.

Para Bianor Arruda, a indicação para assumir as funções na Esmafe-PB vem como um desafio honroso. “A Escola de Magistratura é uma referência em termos de capacitação na área jurídica e a oportunidade de dirigi-la me deixa motivado, orgulhoso e com plena consciência da grande responsabilidade”, ressaltou.

Na última quinta-feira (4), o magistrado esteve reunido, em Recife, com equipe da Esmafe em âmbito regional, alinhando os projetos para serem desenvolvidos e dando continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado por seu antecessor, o juiz federal Sérgio Murilo Wanderley Queiroga.

Além de integrar a Justiça Federal, desde 2006, Bianor Arruda faz parte da Turma Nacional de Uniformização (TNU), em Brasília/DF (2016/2020). É ex-Procurador da Fazenda Nacional (PGFN), ex-Diretor da Escola Superior da PGFN/PB, mestre em Direito pela UFPB, doutor em Direito pela PUC/SP, professor da UEPB, diretor da Revista Paraíba Judiciária, professor conferencista do IBET/Brasil e coordenador do IBET/PB (Instituto Brasileiro de Estudos Tributários). Em dezembro de 2017, publicou o livro “O que define um julgamento e quais são os limites do juiz?”.

Assessoria de Comunicação 
Justiça Federal na Paraíba – JFPB

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pjbarreto editor

1 comentário até agora

Gabriel Advogado em ResendePostado em8:56 pm - maio 2, 2019

Excelente artigo! Na minha opinião as audiências de conciliação nos juizados especiais cíveis são descartáveis, tendo em vista que os meios eletrônicos por si só já satisfazem qualquer tipo de conciliação caso realmente haja interesse na mesma.

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