Arquivo mensal novembro 2018

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Dia Internacional da Tolerância

Um dia dedicado a combater qualquer tipo de preconceito, seja racial, sexual ou religioso

Dia 16 de Novembro. Dia Internacional da Tolerância.

O Dia Internacional da Tolerância é uma data instituída pela ONU em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada em 12 de novembro de 1995 por 185 países. A intenção da data é comemorar o bem estar e promover a tolerância, um dia dedicado a combater qualquer tipo de preconceito, seja racial, sexual ou religioso. O ano de 1995 foi o Ano das Nações Unidas para a Tolerância. A data também remete à Declaração Universal dos Direitos Humanos, que garante a liberdade de opinião e a amizade entre as nações.

A Música do Dia é “Intolerância“, de Lenine.

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
Fonte: Agência Câmara Noticias
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Conselho de Medicina: Investimento com saúde pública está ‘abaixo do ideal’

Por meio de nota, Ministério da Saúde afirma que desconhece o método utilizado no levantamento

Dados publicados nesta semana pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) revelam que o gasto diário com saúde no país é de R$ 3,48 por pessoa. Por ano, isso representa um investimento médio de R$ 1.271 por cidadão. Diante dos números, a entidade considerou o valor “abaixo do ideal”.

Segundo o CFM, o gasto total com saúde pública no país corresponde, atualmente, a 2,94% do PIB brasileiro, enquanto o índice deveria ser três vezes maior, próximo aos 10%.
Os dados se referem às despesas do governo federal, dos estados e dos municípios em 2017. Gastos com custeio de hospitais, compra de equipamentos e pagamento de funcionários do setor estão entre as despesas.

Ainda de acordo com o levantamento, em 2008, o investimento médio do governo era de R$ 2,76 por habitante. O salto de 26% para o patamar atual (R$ 3,48), no entanto, aponta que os gastos com saúde, na verdade, registraram queda. A explicação, segundo o conselho, se dá por conta da inflação do período ter sido de 79,02%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

Por meio de nota, o Ministério da Saúde afirmou que “desconhece o método utilizado pelo Conselho sobre gastos per capita em saúde no país.” Além disso, ressaltou que os gastos públicos em ações e serviços públicos de saúde em 2017 tiveram uma despesa per capita de aproximadamente R$ 1.320, “um aumento de 119% em relação a 2008.”

A pasta informou ainda que em 2018, “a aplicação mínima da União em ações e serviços públicos de saúde deve chegar a R$ 117,9 bilhões”. O valor, segundo o ministério, representa R$ 5,5 bilhões a mais do que determinado pela legislação.

Reportagem – Marquezan Araújo

Fonte: Agência do Rádio

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Com desfalques, Brasil faz amistoso com o Uruguai em Londres

Tite convocou Renato Augusto, Alex Sandro e Rafinha para repor baixas de Casemiro, Marcelo e Coutinho

Sexta-feira pós-feriado e dia de rever a seleção brasileira. Essa será a penúltima apresentação do time comandado pelo técnico Tite em 2018. E a promessa é de jogão, isso porque o Brasil terá o Uruguai pela frente, em amistoso que será disputado em Londres.Tite convocou Renato Augusto, Alex Sandro e Rafinha para repor baixas de Casemiro, Marcelo e CoutinhoPara montar a equipe, o técnico brasileiro terá o desfalque de Philippe Coutinho, que não poderá atuar pela primeira vez desde que Tite assumiu a seleção. O meia do Barcelona foi cortado por conta de uma lesão e Renato Augusto foi chamado para seu lugar. O mesmo ocorreu com Casemiro e Marcelo, ambos jogadores do Real Madrid. Alex Sandro, da Juventus, e Rafinha, do Barcelona, foram chamados para repor as ausências.

De resto, tudo normal para Tite esquematizar a equipe. Essa é mais uma oportunidade para fazer testes antes da Copa América, que começa em junho do ano que vem e será disputada aqui no Brasil.

A provável escalação do Brasil para enfrentar o Uruguai deve ser: Alisson no gol, Danilo, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís na zaga; Walace, Arthur e Renato Augusto no meio-campo, com Douglas Costa, Neymar e Firmino formando o trio de ataque. A bola rola a partir das seis da tarde, horário de Brasília.

Com colaboração de Raphael Costa – Reportagem Tácido Rodrigues

Fonte: Agência do Rádio

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O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira (16) com chuva isolada no Nordeste do país

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sudeste tem céu nublado e chuva isolada nesta sexta-feira (16)

Umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%

O céu fica nublado nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo, mas podem receber pancadas de chuva e trovoadas isoladas nesta sexta (16). A chuva pode ser carregada para o estado de Espírito Santo também. Os termômetros por toda a Região sofrem alteração e variam entre 13 graus de mínima e 37 graus de máxima.

O TEMPO E A TEMPERATURA: Região Sul tem céu nublado nesta sexta-feira (16)

Umidade relativa do ar varia entre 25% e 100%

O céu nesta sexta-feira (16) fica nublado, mas recebe pancadas de chuva junto a trovoadas por todo o estado de Paraná e o ponto oeste de Santa Catarina. O Rio Grande do Sul recebe clima claro a parcialmente nublado. Para os demais pontos da Região Sul o céu fica parcialmente nublado a nublado. Os termômetros para todos os estados variam entre 12 graus de mínima e 35 graus de máxima.

O TEMPO E A TEMPERATURA: Centro-Oeste tem céu encoberto nesta sexta (16)

Umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%

O céu nesta sexta-feira (16) varia entre nublado e encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas por todos os estados da Região Centro Oeste. Além do clima assim, o Mato Grosso do Sul recebe chuva forte no centro-sul e oeste. Com todo esse clima, os termômetros da Região variam entre 18 graus de mínima e 36 graus de máxima.

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sexta-feira (16) com chuva isolada no Nordeste do país

Intensidade do vento por toda a região varia de fraco a moderado

O clima na região sudoeste do Maranhão e o estado da Bahia fica nublado a parcialmente nublado, mas pode receber pancada de chuva isolada. A previsão é que também tenha chuva ao sudoeste e centro-norte do Piauí e pelo leste dos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Para as demais áreas da Região, o céu fica nublado a parcialmente nublado. Os termômetros ficam estáveis e variam entre 17 e 41 graus.

O TEMPO E A TEMPERATURA: Região Norte tem tempo parcialmente nublado a nublado, nesta sexta-feira (16)

Umidade relativa do ar varia entre 30 e 100% em toda a Região

Os estados de Rondônia, Acre e Tocantins ficam com céu nublado e podem receber uma pancada de chuva isolada com trovoadas nesta sexta-feira (16). Os pontos sudoeste do Amazonas, sudoeste e Região Metropolitana do Pará também recebem esse mesmo clima. Para as demais áreas o que prevalece é o tempo nublado a parcialmente nublado. Os termômetros variam entre 18 graus de mínima e 36 graus de máxima em toda a região.

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Igor Brandão, o tempo e a temperatura

Fonte: Agência do Rádio

 

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Prefeitos: saída de médicos cubanos pode causar ‘irreparáveis prejuízos’

Na última quarta-feira (14), a FNP (Frente Nacional de Prefeitos) declarando que a saída de médicos cubanos do programa Mais Médicos pode trazer “irreparáveis prejuízos à saúde da população”.

A carta foi endereçada ao governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Os chefes municipais enfatizaram que as perdas maiores serão para os mais pobres. Eles pedem que o futuro ocupante do Palácio do Planalto reveja posição e mantenha, em caráter emergencial, as atuais condições.

Na 4ª feira, o Ministério da Saúde Pública de Cuba anunciou que o país não participará mais da iniciativa. De acordo com o órgão, a decisão foi uma resposta às declarações “ameaçadoras e depreciativas” feitas por Bolsonaro. Segundo a FNP, os cerca de 8.500 médicos cubanos representam mais da metade dos profissionais do programa, que atende a 29 milhões de brasileiros. A nota ainda informa que mais de 80% dos municípios só possuem médicos por causa da iniciativa.

A ABM (Associação Brasileira dos Municípios) também se manifestou sobre o caso. Por meio de uma carta aberta enviada a Bolsonaro, pediu que ele tome “ações imediatas” que possam reverter a decisão do governo de Cuba. O pedido foi feito em nome dos prefeitos do Brasil.

Para a ABM, o programa Mais Médicos proporcionou atendimento básico pela 1ª vez à população, uma vez que os municípios não conseguiam contratar profissionais para pequenas cidades, regiões de periferias e distritos indígenas. O Mais Médicos foi lançado em 2013, no governo de Dilma Rousseff (PT), com o objetivo de reduzir o deficit de profissionais de saúde, especialmente no interior do país e nas unidades do SUS (Sistema Único de Saúde).

O Ministério da Saúde brasileiro já informou que lançará nos próximos dias 1 edital para convocar médicos que queiram ocupar as vagas que serão deixadas pelos profissionais cubanos. Leia a íntegra da nota dos prefeitos: “Nota sobre o programa Mais Médicos e a saída dos profissionais cubanos do país.

Com a decisão do Ministério da Saúde de Cuba, anunciada na quarta-feira, 14, de rescindir a parceria, mais de 29 milhões de brasileiros serão desassistidos. Os cubanos representam, atualmente, mais da metade dos médicos do programa. Por isso, a rescisão repentina desses contratos aponta para um cenário desastroso em, pelo menos, 3.243 municípios.

Dos 5.570 municípios do país, 3.228 (79,5%) só têm médico pelo programa e 90% dos atendimentos da população indígena é feito por profissionais de Cuba. Além disso, o Mais Médicos é amplamente aprovado pelos usuários, 85% afirma que a assistência em saúde melhorou com o programa. Nos municípios, também é possível verificar maior permanência desses profissionais nas equipes de saúde da família e sua fixação na localidade onde estão inseridos.

Cabe destacar que o programa é uma conquista dos municípios brasileiros em resposta à campanha “Cadê o Médico?”, liderada pela FNP, em 2013. Na ocasião, prefeitas e prefeitos evidenciaram a dificuldade de contratar e fixar profissionais no interior do país e na periferia das grandes cidades.

Com a missão de trabalhar na atenção primária e na prevenção de doenças, a interrupção abrupta da cooperação com o governo de Cuba impactará negativamente no sistema de saúde, aumentando as demandas por atendimentos nas redes de média e alta complexidade, além de agravar as desigualdades regionais.

 

Frente Nacional de Prefeitos (FNP)

Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems)”

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Deputado Jeová Campos levanta questão da não liberação de empréstimos já aprovados para a Paraíba durante debate da LOA

Os deputados estaduais, representantes do governo e convidados de várias instituições participaram na última terça-feira (13), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), de uma audiência pública que debateu o Projeto de Lei Orçamentária Anual 2019 (LOA 2019), a partir do qual estima-se a receita e fixa as despesas do Governo do Estado para o próximo ano. Em meio a vários pronunciamentos, o do deputado estadual Jeová Campos (PSB) chamou atenção por levantar uma questão muito importante para o próximo governo e que diz respeito diretamente ao equilíbrio financeiro: a questão dos empréstimos já aprovados e até então não liberados.

 O parlamentar lembrou que a Paraíba tem três empréstimos aprovados, inclusive, um deles diz respeito a recursos para investimentos em obras e ações na área de recursos hídricos, que até agora não foram liberados. “Diante de um quadro de instabilidade, de um governo federal que ninguém sabe ao certo como atuará, qual a perspectiva de liberação dos empréstimos já aprovados?”, indagou Jeová ao secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, Waldson Souza, que representou o governo na audiência.

Segundo Waldson, todos os documentos e informações que dizem respeito a liberação dos três empréstimos foram apresentados pelo Governo às instituições detentoras dos recursos, mas, até agora não se tem um aceno de liberação dos mesmos. Waldson, inclusive, levantou uma questão preocupante que é a mudança de avaliação e critérios para que entes governamentais possam ser habilitados para receber investimentos. Segundo ele, nas novas diretrizes, a capacidade de credenciamento da Paraíba, a partir de 2019, pode ser reduzida em 50%.

O secretário Waldson Souza também fez, na ocasião, uma apresentação da LOA, destacando que o orçamento para o ano de 2019 prevê receita de R$ 11,8 bilhões, valor que representa um acréscimo de 7,64% em relação ao ano de 2018. O prazo para apresentação de emendas à LOA é até o dia 16 de novembro. A apreciação do Parecer Final deve acontecer entre os dias 19 de novembro e 10 de dezembro. Após a publicação do Parecer prevista para o dia 11 de dezembro, estará aberto prazo de inclusão da Lei Orçamentária Anual – 2019 na Ordem do Dia da ALPB, concluindo o processo com a votação pelos deputados.

 

Assessoria

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Governador eleito da Paraíba emite nota explicando sua ausência em reunião com Bolsonaro em Brasília

Após diversas publicações e acusações maldosas, o governador eleito da Paraíba, João Azevedo (PSB), cuidou de emitir uma nota à imprensa estadual, para esclarecer sobre sua ausência em Brasília, nesta quarta-feira (14), com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e demais governadores. Abaixo, a nota de Azevedo, na íntegra.

NOTA

Para deixar bem claro aos que, por mera desinformação ou má fé, vem criando as mais absurdas teorias a respeito de minha ausência em encontro de governadores previsto para esta quarta-feira, gostaria de lembrar que não existe convite algum do presidente eleito da República para que eu estivesse presente em reunião alguma.

É mentirosa qualquer outra informação que se divulgue sobre o assunto sem levar em conta essa afirmativa. Quando houver, estarei completamente disposto a participar e lutar pelas demandas da Paraíba, que são muitas e necessárias, junto à União, da mesma forma que participei ao lado do governador Ricardo Coutinho dos encontros com então presidente Michel Temer, e seus antecessores, bem como da bancada federal paraibana, independentemente das diferenças políticas de seus integrantes.

A reunião suscitada em questão foi idealizada e convocada por um dos governadores eleitos este ano, sem pauta definida, sem confirmação prévia da participação do presidente eleito e sem o mínimo sinal de que servirá, efetivamente, para trazer resultados práticos.

Estaremos participando brevemente de uma reunião com os governadores eleitos e reeleitos do Nordeste a fim de que possamos consolidar as reivindicações da região, bem como as específicas de cada estado para que possamos provocar encontro com a futura gestão do governo federal e assegurar conquistas de ações importantes para o nosso povo.

Ao longo de todo esse tempo, já tivemos a clara capacidade de demonstrar que os interesses da Paraíba, para nós que fazemos parte desse projeto transformador, estão acima de qualquer disputa política.

 

João Azevedo
Governador Eleito da Paraíba

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Só um governador do Nordeste participa de encontro em Brasília

O governador reeleito do Piauí, Wellington Dias (PT), foi o único chefe de estado presente desta quarta-feira (14) no fórum, em Brasília, dos nove estados do Nordeste. Ao chegar à reunião, o petista se apresentou como representante do Fórum de Governadores do Nordeste e adiantou que o grupo quer conversar com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, para tratar de uma agenda comum da região

“Alguns pontos avançaram, mas [em] outros não chegamos a um pleno entendimento e, na data que for possível, estamos prontos para o diálogo [com Bolsonaro]”, afirmou Wellington Dias, informando que há uma agenda em curso com o governo do presidente Michel Temer.

O governador reeleito da Bahia, Rui Costa (PT), que está em Israel, enviou seu vice, João Leão (PP). Wellington Dias negou que haja resistência por parte dos governadores ausentes. “Quando recebemos o convite, vários governadores estavam com missões no exterior, outros com compromissos, com dificuldades de alteração [na agenda], então acertamos que eu compareceria.”

Anfitrião do encontro, o governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também disse que houve um desencontro de agendas. “Sei que cada um tem seus problemas, o Renan Filho [governador reeleito de Alagoas], por exemplo, está em viagem e nos comunicou, mas não tem nada de retaliação. Acho que todos querem se integrar a esse novo modelo de administração.”

Não compareceram ao encontro os governadores eleitos e reeleitos da Bahia, Rui Costa (PT); do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT); do Ceará, Camilo Santana (PT); do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB); da Paraíba, João Azevêdo (PSB); de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD); e de Alagoas, Renan Filho (MDB).

Pauta

No encontro em Brasília , Wellington Dias destacou que o principal ponto da agenda da região é a segurança pública. “O Nordeste responde por pouco mais de 40% dos homicídios no país. É uma situação muito grave para o país e para a nossa região”, afirmou.

Os governadores também têm propostas para combater o desemprego e promover o crescimento da economia, a partir de um política industrial focada no desenvolvimento regional. A questão hídrica também está entre as prioridades.

Norte

O governador eleito do Pará, Helder Barbalho (MDB), chegou ao encontro disposto a deixar claro que a realidade dos estados amazônicos é distinta da vivida por estados do Sudeste e do Sul. Barbalho defendeu que dentro do pacto federativo é fundamental que haja compensação pela Lei Kandir.

“Todos devem contribuir e fazer o seu dever de casa. É necessário que os estados possam ser mais eficientes no gasto público, possam compreender o fortalecimento do desenvolvimento das duas economias para ampliar a sua receita e a sua capacidade de investimento e otimizar a utilização de mão de obra pra não inchar a folha”, disse acrescentando que tais medidas devem ser analisadas paralelamente ao pacto federativo.

Helder Barbalho defendeu ainda que governos federal e estaduais trabalhem em conjunto. “Se o Brasil não der certo, os estados não darão certo. Se os estados não tiverem capacidade de enfrentar os seus desafios, a sobrecarga acabará recaindo sobre o governo federal. Portanto, é hora de buscar caminhos conjuntos. Dissociar o governo federal dos governos estaduais é absolutamente um equívoco”, alertou.

Carta

Ao final do encontro será elaborada uma carta do governadores. Ibaneis Rocha disse o documento será um registro do encontro e não um texto para o governo eleito. Na programação, está prevista a participação dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ),  e do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE).

 

Agência Brasil

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Câmara aprova a criação do Dia Nacional do Maracatu

Rubens Pereira Júnior defende que a proposta aprovada valoriza a identidade brasileira

A Câmara dos Deputados aprovou a criação do Dia Nacional do Maracatu, a ser celebrado em todo o território nacional, anualmente, no dia 1º de agosto (PL 7133/17). A data já é comemorada em Pernambuco desde 1997, por causa de uma lei estadual. O objetivo, agora, é que as celebrações alcancem todo o país.

O relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), defende que a ideia é valorizar a identidade brasileira.

“Estamos cumprindo um dispositivo da Constituição Federal segundo o qual a lei vai dispor sobre as datas comemorativas, de alta significação pra diferentes segmentos étnico-nacionais. É uma forma de promover a nossa cultura por meio do resgate da nossa memória, da afirmação da nossa cidadania e da valorização da identidade brasileira”, afirma.

O Maracatu surgiu em Pernambuco, durante o período escravocrata, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu. Sua origem remonta aos séculos dezessete e dezoito.

Existem dois ritmos diferentes: o maracatu rural ou de baque solto e o maracatu nação ou de baque virado.

O maracatu rural é manifestação cultural que ocorre durante as comemorações do Carnaval e no período da Páscoa, tem como personagem central o Caboclo de Lança e tem dança, música e poesia. É associado ao ciclo canavieiro da Zona da Mata Norte de Pernambuco.

Já o Maracatu Nação tem a maioria dos grupos concentrada nas comunidades de bairros periféricos da região metropolitana de Recife, e traz um conjunto musical percussivo e um cortejo real, evocando as coroações de reis e rainhas do antigo Congo africano.

Os grupos apresentam um espetáculo recheado de simbologias e marcado pela beleza e pela musicalidade, que têm seu principal momento do ano nas apresentações do período carnavalesco.

Para ser reconhecido como maracatu nação, o grupo precisa ser ligado a uma religião de matriz africana e ocupar território fixo.

O batuque do maracatu é, em geral, dominado pelos homens. Mestra Joana, do Maracatu Encanto do Pina, foi a primeira mulher a comandar um batuque. Precisou que os búzios sinalizassem a autorização dos orixás para que, há dez anos, assumisse o posto no maracatu fundando por sua bisavó.

Mestra Joana conta que o trabalho da Nação Encanto do Pina vai muito além das apresentações.

“Aqui dentro da sede a gente tem o “Encantinho”, que é um trabalho ligado diretamente com as crianças, jovens e adolescentes da comunidade. A gente faz atividades pedagógicas, oficinas de capoeira, de percussão, reforço escolar, dança. Além do trabalho que é feito também com as mulheres, o “Baque Mulher”, um maracatu só com mulheres, onde a gente trabalha o empoderamento feminino, a luta contra a opressão dentro da comunidade com as mulheres.”

Para Mestra Joana, nada mais justo que levar mais conhecimento a respeito dessa manifestação cultural tipicamente brasileira a todos os rincões do país.

“O maracatu é comunidade, maracatu é luta, é resistência. Através do maracatu a gente proporciona novos caminhos e salva vidas de verdade. Temos vários jovens e adolescentes nossos pelo Brasil afora dando oficinas de maracatu. Para além do tocar, o maracatu traz essa conscientização da negritude, do meio ambiente”, explica.

A proposta que cria o Dia Nacional do Maracatu já passou pelas comissões e irá direto para análise do Senado, a não ser que haja um recurso para votação, antes, pelo plenário da Câmara.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Ana Chalub

Fonte: Agência Câmara Notícias
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Hospital do Bem só atende pacientes com atendimentos agendados previamente

O Hospital do Bem – Unidade de Oncologia do Sertão – é uma unidade de saúde que trabalha com regulação, ou seja, para o paciente ser atendido é necessário que ele seja encaminhado via Secretarias Municipais de Saúde, por meio de regulação da Secretaria Estadual de Saúde, que é a gestora do hospital. Esse esclarecimento se faz necessário, segundo a diretora geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, Liliane Sena, porque alguns pacientes têm se dirigido à recepção da unidade, querendo atendimento de imediato, o que não é possível.

“Nós não funcionamos de ‘portas abertas’ como o Hospital Regional. Os atendimentos precisam ser regulados via Secretarias Municipais, em sintonia com o sistema de regulação do Estado, tanto para os atendimentos nos ambulatórios, quanto para as sessões de quimioterapia, exames e cirurgias”, reitera a diretora.

O atendimento ambulatorial acontece de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h, sempre com horários agendados. A unidade também disponibiliza exames diversos, além de tratamento quimioterápico e cirurgias para os quatro tipos de câncer mais comuns na região onde está inserido, ou seja, câncer de pele, próstata, mama e colo de útero. “Mas é importante que a população saiba que não basta chegar ao hospital para ser atendido. A admissão de pacientes precisa ser regulada”, reforça Liliane Sena.

E para serem atendidos no Hospital do Bem, os pacientes deverão trazer no dia marcado de sua admissão, um documento de identificação, o Cartão Nacional do SUS, a guia de encaminhamento médico, os exames complementares para estadiamento (resultados de ressonância, tomografia, USG e outros já realizados pelo paciente) e o resultado de biópsia, se for o caso. O paciente, após o primeiro atendimento, recebe um cartão de identificação contendo o nome e o número do prontuário único, no qual constam todos os atendimentos, informações completas do quadro clínico e sua evolução, todas devidamente escritas pelos profissionais de saúde envolvidos no atendimento.

“Os serviços de uma unidade oncológica diferem do atendimento de um hospital de portas abertas, que é aquele que atende o paciente de urgência ou emergência assim que ele chega, por isso, é necessário essa regulação”, explica Liliane Sena. Ela lembra que a exceção fica por conta de internações de urgência. “O paciente oncológico que precise de uma internação de urgência, precisa se dirigir ao Hospital Regional, ser atendido pelo médico que avaliará a necessidade ou não de internação no Hospital do Bem”, esclarece a diretora, lembrando que em todos os demais casos vale a regulação.

Em relação aos pacientes que já fazem tratamento em Campina Grande ou João Pessoa, Liliane explica que para eles serem atendidos no Hospital do Bem precisam ser regulados pelo médico que já os atende.

O Hospital do Bem, que começou a funcionar no dia 5 de setembro, presta serviços de Oncologia de média e alta complexidade, tem uma estimativa de atendimento de 650 cirurgias oncológicas e 5.300 procedimentos de quimioterapia/ano, direcionados para a população dos 68 municípios que compõem a 3ª e 4ª macrorregiões de saúde.

 

Assessoria