Arquivo mensal setembro 2018

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Mais de 379 mil estudantes desistiram dos cursos superiores de engenharia no Brasil

Em 2017, mais de 289 mil alunos ingressaram nos cursos superiores das áreas de engenharia, em todo o Brasil. Os dados são do Censo da Educação Superior, que também apontou que mais de 379 mil estudantes desistiram de ser engenheiros e trocaram de curso, trancaram a matrícula ou se desvincularam da universidade.

Crédito: Agência do Rádio Mais

Para o coordenador dos cursos de engenharia da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), José Renato de Oliveira, é preciso deixar o ensino mais interessante para que os alunos não desistam da engenharia.

“Não basta ensinar os cálculos sem dar aplicações e sem ligar aquilo à vida, ao cotidiano do aluno. A oportunidade de ter prática, de ter experimento, é imprescindível.”

Diante da fragilidade e a necessidade da modernização do ensino de engenharia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) identificou uma série de propostas para a atualização do currículo dos cursos superiores da área. A diretora de Inovação da CNI e superintendente nacional do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Gianna Sagazio, explica que o novo currículo de engenharia deve estar integrado com as novas tecnologias e estimular a produtividade.

“É importantíssimo que a formação privilegie o domínio das competências ligadas ao desenvolvimento e à gestão de projetos, habilidades como o empreendedorismo, a liderança, a criatividade, a facilidade de trabalho em equipes multidisciplinares e a capacidade de aprendizagem autônoma.”

As propostas foram definidas a partir de um trabalho conjunto entre a CNI, líderes empresariais e reitores de importantes universidades; e encaminhadas aos candidatos à presidência da República.

Reportagem: Aline Dias

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Vaza áudio da irmã de Ricardo Coutinho sobre esquema para obtenção de votos com servidores na base da ameaça. Escute!

Poderia ser apenas mais uma discussão entre amigos no Whatsapp. Mas nos áudios vazados de um grupo de apoiadores da candidatura de João Azevêdo, a voz que aparece é bastante conhecida na cena política paraibana. Em seis trechos, Sandra Coutinho, irmã do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, revela um esquema em que a moeda de troca para cobrar participação nos eventos da campanha do candidato do (PSB) é a ocupação de cargos no Governo do Estado.

Sandra ameaça e constrange pessoas que, supostamente, receberam cargos no Governo e não estariam se dedicando nos eventos de João Azevêdo. Em diversos momentos, ela pressiona os membros do grupo e chega a confessar que guarda, em sua residência, informações sobre as pessoas que foram beneficiadas com cargos no Governo do irmão.

“Eu sei bem quem eu coloco pra trabalhar. Ninguém pense que eu esqueço nada, porque eu tenho, na minha casa… eu tenho na minha casa todos que eu emprego, todos que, de alguma forma, devem favores. Eu é que não tenho que tá atrás. Porque as pessoas têm que se tocarem (sic) que, na hora da necessidade, quem chegou foi Sandra Coutinho”, afirma, em um dos áudios que chegaram até o blog.

Em diversos trechos fica claro o poder da irmã de Ricardo Coutinho em conseguir nomeações dentro do Governo do Estado. Em uma das falas, Sandra Coutinho afirma ter mais poderes até mesmo que os deputados.

“Lembrando que, aqui, quase uma totalidade, nós conseguimos colocar no mercado de trabalho. (…) eu duvido qual é o deputado, quem é que vai honrar com as pessoas do jeito que eu honro. Eu duvido. Eu aposto, tá entendendo?”, dispara a irmã de Ricardo Coutinho.

O estopim para o início das ameaças que Sandra Coutinho fez aos integrantes do grupo foi a dificuldade encontrada pela candidatura de João Azevêdo em mobilizar apoiadores para as caminhadas de campanha. A irmã do governador deixa claro que aqueles que não participarem dos eventos todos os dias deixarão de contar com o apoio dela.

“Todo mundo tá: ‘tamo junto’. Mas quando eu chego na caminhada são sempre as mesmas pessoas. Nunca tem mais gente. Aí fica complicado, né?”. (…) Eu tô dizendo, tô avisando, que, a partir de hoje, eu quero pessoas desse grupo na caminhada. (…) Lembrando que ninguém é obrigado, não. Assim como eu não serei obrigada a ter honra com ninguém que não tem honra comigo. Meu compromisso será zero”, garante a irmã de Ricardo.

Sandra chega a citar o irmão governador para reforçar a pressão sobre os integrantes do grupo.

“Eu tô fazendo a relação, porque eu tô cheia de gente ingrato (sic). Eu não sou burra. Eu vou fazer que nem Ricardo: “ninguém bota papa na minha boca, não’. Quem tá junto, tá junto na hora da dor, na hora da caminhada, do suor, na hora de gastar sola de sapato”.

 

Fonte: Bastidores da Politica PB

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Prefeitura de Cajazeiras inicia pagamento de servidores efetivos referente ao mês de setembro

A Prefeitura de Cajazeiras, por meio da Secretaria Municipal de Administração e Secretaria Municipal da Fazenda Pública iniciou no último dia (28), parte do pagamento dos servidores efetivos – referente ao mês de setembro do ano em curso (2018).

As secretárias acima menconadas não divulgaram ainda, o restante da tabela das demais categorias – nem tão pouco, a tabela de pagamento para comissionados e contratados.

 

Redação – fmrurla.com.br

Com Secom

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Ex-prefeito afirma que está se preparado para enfrentar José Aldemir nas ruas e nas urnas em 2020

Num vídeo ao vivo exibido nos stories do Instagram do candidato a deputado estadual Júnior Araújo (Avante), o médico Carlos Antônio (DEM), ex-prefeito de Cajazeiras e ex-secretário de Estado, disse que está preparado para enfrentar o atual prefeito José Aldemir (Progressista) nas urnas e nas ruas em 2020.

Principal incentivador e mais influente coordenador da campanha de Júnior Araújo, o ex-prefeito Carlos Antônio foi categórico ao dizer que nada vai impedi-lo de disputar as próximas eleições municipais na sua terra.

Quero dizer que estou me preparando para enfrentar esse prefeito nas ruas e urnas sem medo de nada. Faço o bem a esse povo e a pobreza sabe o que estou falando. Nosso governo ficou marcado pelas ações que fizeram com que Cajazeiras desse um salto gigantesco em todas as áreas e pretendo contribuir muito mais. Primeiro, Júnior deputado e João governador,” frisou.

 

Fonte: Coisas de Cajazeiras

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Ruy Dantas ‘criou um Maranhão virtual’, mas não é mágico

Semiótica é uma esfera do conhecimento que existe há um longo tempo, e revela as formas de como o indivíduo dá significado a tudo que o cerca. É, portanto, a ciência que estuda os signos, símbolos e todas as linguagens e acontecimentos culturais como se fossem fenômenos produtores de significado.

No melhor ensinamento do filósofo americano Charles S. Peirce, semiótica é uma disciplina que compõe uma arquitetura filosófica concebida como ciência de caráter abstrato. Entre seus ramos se destaca a lógica crítica, que estuda os tipos de ilações e argumentos como a indução.

Ao que parece, Ruy Dantas fez bem o dever de casa na matéria semiótica. É o que tem se percebido com o seu esforço em tentar induzir a oposição sobre a viabilidade da candidatura de José Maranhão ao governo em 2018, apresentando-a como uma novidade.

Ruy é um empresário bem sucedido e um publicitário talentoso, mas não é mágico. Ele até conseguiu criar um Maranhão virtual, desvinculado do impopular e radioativo presidente Michel Temer e do seu candidato Henrique Meirelles, mas não consegue o mais difícil: vendê-lo como novidade no mundo real.

Não é fácil transformar em novidade um senhor de 84 anos, que por 3 vezes foi governador, tendo amargado em sua passagem pelo governo, índices bem aquém do esperado em áreas essenciais como educação, saúde e segurança. E que não satisfeito com os seus quase 60 anos na política, defende que pode voltar fazer o que não fez em 10 anos de mandato.

É brincar com a inteligência das pessoas.

Mesmo utilizando uma abordagem semiótica inteligente, o publicitário tem dificuldade em demonstrar, na prática, o candidato vigoroso que José Maranhão diz ser nas entrevistas e debates que participa. Isto é, quando consegue chegar a tempo nestes espaços. Nos últimos dias, o candidato chegou atrasado em 3 debates dos quais saiu antes do término em 2, demonstrando aparente cansaço. Num desses foi vaiado pela atitude.

Em que pese sua determinação, a falta vigor físico é compreensível para um homem nesta idade, uma rápida olhada nas agendas do candidato atesta que ela foi estrategicamente reduzida quanto as atividades de rua.

O resumo das agendas diárias de campanha do ex-governador compreende reuniões com a equipe de campanha e adesões imaginárias. Sim, imaginárias, porque são movimentos para fazer com que as pessoas, sobretudo pessoas da oposição, sejam induzidas a acreditar que a campanha está crescendo. Mas adesões que vem num dia e n’outro se vão, não existem. São, portanto, obras da imaginação, basta que nos lembremos da adesão de Arnaldo Monteiro de Esperança.

Procura-se a militância de Zé!

Não tem. Pelo menos aqui em João Pessoa, suas caminhadas são raras. Confesso que ainda não vi arrastões e/ou grandes atividades, também não custa lembrar a dificuldade que foi para o MDB colocar gente no Clube Branco no dia da sua convenção.

Diferente das outras duas candidaturas, mais competitivas, que dispõem de agendas robustas e volumosas em contingente, não se observa volume na campanha de Zé, e até aonde se sabe não se ganha eleição sem volume de campanha.

Dito isto, passo a escrever sobre o histórico recente de resultados eleitorais de José Maranhão em João Pessoa. Algo que não é digno de grandes comemorações.

Vamos aos números.

Nas eleições para prefeito em 2012, o ex-governador amargou a 4ª colocação, atrás da então desconhecida candidata do PSB, Estelizabel Bezerra. Na peleja de 2014 – quando venceu para o senado –, enquanto Lucélio Cartaxo obteve 161,595 mil votos e chegou a 50,27% dos votos válidos, Maranhão alcançou 81,625 mil votos, o correspondente a 25,39% dos válidos.

Os dados apresentados bastam em si para desmontar o que determinadas pesquisas de intenção de voto demonstram ao colocarem o senador do MDB em patamares acima de 30% na capital. Além disso, o desempenho de Zé em retas finais de campanha para o governo tem sido tão sofrível que nem mesmo a melhor semiótica se fez capaz para atenuá-lo.

O que se observa ao longo dessa campanha, é que a candidatura de José Maranhão tem servido a dois infelizes propósitos: dividir a oposição e dar sobrevida a candidatura governista.
Na verdade, se quiser vencer as eleições, o campo das oposições precisa parar de vacilar e concentrar suas energias em Lucélio e Micheline. A História tem nos mostrado que a união de João Pessoa e Campina Grande consegue, não apenas pautar, mas integrar a Paraíba. Isso já aconteceu no passado, acontecerá novamente.

Para isso, é preciso que as lideranças da oposição façam a análise mais inteligente. Tomando por base para tal leitura, que a obra semiótica de Ruy Dantas merece elogio, mas é, na verdade, uma grande cilada.
A oposição não precisa de um candidato com capacidade de ir ao 2º turno, precisa de um que ganhe a eleição.
O desafio é complexo, mas o que já foi demonstrado é que para derrotar o projeto do governador Ricardo Coutinho não basta recall e fala mansa, é preciso ter o que mostrar e capacidade de comparar. Receita que os Cartaxos dominam muito bem. Afinal, foram os únicos que experimentaram esse sabor… por duas vezes.

 

Por Rômulo Oliveira - (Polêmica Paraíba)
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Polícia da Paraíba investiga golpe de revendedora de veículos que teria causado prejuízo de aproximadamente R$ 3 milhões

A Polícia Civil da Paraíba está investigando um suposto golpe ocorrido em João Pessoa que pode ter causado a cifra de R$ 3 milhões de prejuízos às vítimas. Na tarde da última quinta-feira (26), a Delegacia de Defraudações e Falsificações da Capital recebeu denúncias de que clientes teriam sido lesados pelo proprietário de uma revendedora de veículos, que atuava às margens da BR 230, no bairro de Miramar, em frente ao Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.

Segundo a queixa prestada na delegacia, o proprietário da loja teria fechado o estabelecimento e desaparecido, com todos os veículos da revendedora. Estima-se que havia no local cerca de 40 automóveis. Com isso, houve prejuízos aos clientes, que deixaram seus carros no comércio com o objetivo de serem revendidos.

De acordo com o delegado da DDF, Lucas de Sá, o desparecimento do dono e dos veículos teria ocorrido na última segunda-feira (24). Nas primeiras diligências feitas pelos policiais, foi constatado que a loja está fechada e com placa de “aluga-se”.  O proprietário da concessionária, de nome Josebrando Lopes Maciera Júnior, mais conhecido como “Júnior da Ponto Auto”, ainda não foi localizado pelos policiais.

Também há informações de que o empresário teria causado prejuízos até entre os funcionários, que não receberam direitos trabalhistas e não foram sequer informados sobre o fechamento do estabelecimento.

A DDF orienta que outras pessoas que tenham sido vítimas da loja também procurem a delegacia para fazer a denúncia. Qualquer informação sobre o caso pode ser repassada à polícia de forma anônima e gratuita pelo número 197. A Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social garante o sigilo das informações.  A identidade do denunciante será preservada.

Com informações de portais

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Bolsonaro omite da Justiça Eleitoral R$ 2,6 milhões em bens, segundo cartórios

O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, omitiu de sua prestação de contra à Justiça Eleitoral duas casas cujos valores, somados, totalizam R$ 2,6 milhões. A constatação teve origem no cruzamento de informações de cartórios do Rio de Janeiro com a declaração de bens do deputado para fins de disputa eleitoral, segundo levantamento veiculado há pouco no jornal O Globo.

A publicação diz ter solicitado esclarecimentos de quatro assessores de Bolsonaro, e que nenhum deles atendeu aos pedidos. A reportagem informa que Bolsonaro e sua esposa em 2002, Ana Cristina Siqueira Valle, adquiriram um imóvel na rua Maurice Assuf, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo processo de partilha de bens instaurado em 2008, quando o casal se separou, a casa foi avaliada em R$ 1,6 milhão – o divórcio resultou em acusação a Bolsonaro, como mostra reportagem de capa da revista Veja desta semana, de furto de R$ 600 mil de um cofre do casal, além de omitir patrimônio.

Uma consulta nos registros de imóveis em dois cartórios do Rio confirmou que a propriedade, relacionada pela ex-esposa de Bolsonaro no processo a que Veja teve acesso, de fato foi comprada pelo casal em 22 de novembro de 2002. Mas a propriedade não foi incluída em declaração de bens de Bolsonaro em sua campanha para a Câmara em 2006.

“Naquele ano, ele informou patrimônio de R$ 433,9 mil, entre os veículos Pajero, Golf e micro-ônibus, um lote no condomínio Limeira Tênis Clube, em Resende (RJ) e uma sala comercial no centro do Rio. Após a separação, o deputado tornou-se o único dono do imóvel e o vendeu em setembro de 2009”, informa a reportagem assinada por Hudson Corrêa, Carolina Morand e Waleska Borges.

“Alguns meses antes, em 21 de janeiro de 2009, Bolsonaro comprou a casa 58 num condomínio de frente para o mar. Ele declarou ao Registro de Imóveis ter pago R$ 400 mil. A guia do imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) mostra que a casa tem preço de mercado de R$ 1,05 milhão”, acrescenta o jornal.

Já na campanha de 2010, acrescenta a reportagem, Bolsonaro declarou um total de bens de R$ 826 mil e sequer faz menção à casa. Apenas nas eleições de 2014 o imóvel foi incluído na relação patrimonial, depois que a imprensa começou a fazer questionamentos e levantar dúvidas sobre as declarações de bens do deputado.

O jornal cruzou bens declarados por Bolsonaro à Justiça Eleitoral com o patrimônio considerado no processo de partilha. “O presidenciável omitiu dos eleitores nove dos 17 bens listados na ação movida por Ana Cristina Valle. Ela anexou ao processo cópias das declarações de imposto de renda do ex-marido”, finaliza a reportagem.

 

Fonte: Congresso em Foco

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Justiça Federal na Paraíba já digitalizou cerca de 2 milhões de páginas de processos físicos em tramitação

A quantidade está relacionada a mais de 11 mil autos das Varas Federais do estado

A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) já digitalizou 1 milhão 922 mil e 932 páginas de 11.309 processos físicos em tramitação, migrando os documentos para o sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). O trabalho começou no primeiro semestre deste ano e foi reforçado com a criação de uma comissão especial para agilizar o procedimento. A meta da JFPB é inserir na internet, até agosto de 2019, todos os processos físicos que tramitam no órgão.

De acordo com o diretor do Foro, juiz federal Bruno Teixeira de Paiva, a medida tornará as informações mais acessíveis e facilitará o controle dos processos. “Essa é uma iniciativa que acompanha a modernidade e deixa a rotina de trabalho mais dinâmica. Dessa forma, agilizamos o curso dos processos e colaboramos com a preservação ambiental, pois tudo é migrado para o sistema eletrônico”, declarou o magistrado.

Já foi concluída a digitalização dos processos físicos nas 4ª e 10ª Varas Federais, em Campina Grande; na 14ª, em Patos; na 11ª, em Monteiro; na 3ª, em João Pessoa. A JFPB criou uma ferramenta virtual de acompanhamento, em tempo real, da quantidade de folhas digitalizadas e processos migrados para o sistema PJe. Os dados do Digitômetro podem ser visualizados na página www.jfpb.jus.br, através do banner localizado no canto inferior direito.

Mutirão em Sousa

A 8ª Vara Federal, localizada na Subseção Judiciária de Sousa, realiza, até o dia 05 de outubro, um mutirão de trabalho para digitalizar todo o acervo de processos físicos em tramitação naquela unidade, além de realizar a migração para o sistema PJe. Nesse período, os prazos processuais e atendimento às partes e advogados estarão suspensos, salvo em caso de urgências, uma vez que toda a equipe estará empenhada em tornar a Vara 100% digital, visando atender às Resoluções nº 13/2017 e Pleno nº 3/2018 do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

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Assessoria de Comunicação 
Justiça Federal na Paraíba – JFPB

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Lewandowski autoriza que Lula conceda entrevista para imprensa

Constitucionalidade da prisão em segunda instância do ex-presidente deve ser julgado somente no próximo ano

O ex-presidente Lula, condenado e preso desde abril, foi autorizado nesta sexta-feira (28) pelo ministro Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) a conceder uma entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Em sua decisão, o ministro argumenta que o STF já tem inúmeros precedentes de garantir o “direito de pessoas custodiadas pelo Estado, nacionais e estrangeiros, de concederem entrevistas a veículos de imprensa, sendo considerado tal ato como uma das formas do exercício da autodefesa”.

A Folha de S. Paulo tinha questionado a decisão anterior da vara responsável pela execução da pena do ex-presidente que se posicionou contrariamente à possibilidade de o petista conceder entrevista. O jornal foi ao STF reclamar do fato de que estaria ocorrendo um desrespeito à liberdade de imprensa, assegurada por decisão do próprio Supremo.

Essa é a primeira decisão favorável ao petista relativa a concessão de entrevista, desde que ele foi preso em abril para cumprir pena por corrupção e lavagem de dinheiro.
O petista está preso em Curitiba desde o dia 7 de abril por conta da condenação no processo do tríplex do Guarujá (SP). Em janeiro deste ano, a turma do TRF4 – além de ter condenado Lula por unanimidade – também aumentou a pena dele para 12 anos de prisão.

Quanto à constitucionalidade da prisão em segunda instância do ex-presidente, o STF já se manifestou dizendo que só deve realizar o julgamento no próximo ano. Sendo assim, continua valido o precedente fixado em 2016 que permite a execução provisória da pena após esgotados os recursos em segundo grau.

Reportagem: Juliana Gonçalves

 

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Prefeito de Cajazeiras sanciona lei que aplica multas para quem maltrata ou abandona animais

O prefeito Zé Aldemir sancionou a Lei º 2.771 que determina multas para quem maltratar ou abandonar animais domésticos. A lei foi uma propositura do vereador Jucinério Félix, na Câmara Municipal de Cajazeiras, acatando sugestão da coordenadora da Zoonoses, Cleo Moura. As multas para os infratores da lei vão de meio a dois salários mínimos.

Em seu artigo 1º, a Lei autoriza a implantação de multa para quem maltratar ou abandonar animais domésticos. O artigo 2º, proíbe o transporte de cargas exageradas com muito peso, que sejam transportadas por animais em carroças.

Conforme, ainda, a Lei, em seu artigo 3º, fica sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde, através do Núcleo de Zoonoses, fazer a fiscalização, receber denúncias, repassar para a Polícia Militar e ao Ministério Público, além de aplicar as devidas multas aos responsáveis.

As multas estabelecidas para quem infringir a Lei são: dois salários mínimos vigentes para maus tratos praticados dolosamente que provoquem a morte do animal; um salário mínimo vigente para maus tratos praticados dolosamente que provoquem lesões ao animal e meio salário mínimo para quem abandonar seu animal nas ruas.

Secom