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Bolsonaro sofre 4 duros golpes em um único dia. Hoje ele tenta sair da lona

Bolsonaro sofre 4 duros golpes em um único dia. Hoje ele tenta sair da lona

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), acordou com o pé esquerdo nesta terça (18). Em poucas horas, foi golpeado quatro vezes. Aos fatos:

1 – No começo da tarde, a revista Veja divulgou conversas de WhattsApp entre Bolsonaro e Gustavo Bebianno, demitido do posto de secretário-geral da Presidência. Os 12 áudios revelam uma escalada de tensão entre o presidente e o ex-ministro no caso dos laranjas do PSL.  Em entrevista à rádio Jovem Pan, Bebianno completou o entrevero: “Fui demitido por Carlos Bolsonaro”, referindo-se ao filho do presidente que o chamou de mentiroso.

2 – Na primeira derrota do governo no Congresso, a Câmara dos Deputados derrubou o decreto do vice-presidente, Hamilton Mourão, que alterou as regras da Lei de Acesso à Informação (nº 12.527/2011) – aquele que permitia a assessores classificassem dados do governo como secretos ou ultrassecretos.

3 – No STF, Bolsonaro também perdeu. O ministro Marco Aurélio Mello manteve a condenação do presidente a pagar R$ 10 mil à deputada Maria do Rosário (PT-RS) por danos morais.

4 – Se o presidente foi condenado, o opositor Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi inocentado por injúria, calúnia e difamação. Quando eram deputados, o ex-colega de Câmara acusou Bolsonaro de lavagem de dinheiro e o chamou, em uma entrevista, de “burro”, “fascista”, “desonesto”, entre outros adjetivos pesados.

E as prioridades?

Outro ponto que pode obrigar Bolsonaro a se movimentar ‘no ringue’ é o fato de que os cargos do 3º escalão viraram moeda de troca para aprovar a Previdência e o pacote anticrime, como conta nossa correspondente Jéssica Sant’Anna. Contudo, a oportunidade para o presidente erguer a cabeça e tocar o barco é nesta quarta-feira (20). A Jéssica também conta como o presidente vai entrar em campo para buscar apoio à reforma da Previdência.

Uma das maneiras é entregar pessoalmente a proposta de reforma da Previdência ao presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nosso editor Fernando Jasper abriu uma boa questão: Será que Bolsonaro vai mexer no maior vespeiro da Previdência? Logo, logo teremos a resposta, mas a Bolsa está otimista e fechou em alta.

Se por um lado Bolsonaro saiu arranhado na terça (19), o ministro da Justiça, Sergio Moro, bem que tentou sair por cima. Ele seguiu a estratégia do chefe do executivo e entregou pessoalmente o projeto de lei anticrime a Maia. De Brasília, Kelli Kadanus conta essa história e mostra ainda que o único problema é que, na mesa de negociações, Moro teve que fatiar o projeto ao apresentar a criminalização do caixa 2 de forma separada.

Para combater o crime, contudo, tem gente querendo verba – e não tem nada de errado com isso. São os estados que se unem à Bancada da Bala em busca de dinheiro para segurança pública. A Kelli acompanhou de perto.

E mesmo sem Moro, o pessoal da Lava Jato segue firme no combate à corrupção. A operação  driblou Gilmar Mendes ao levar Paulo Preto para Curitiba e, após ser alvo de uma nova fase da Operação, o ex-chanceler e ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) pediu demissão da presidência da Investe SP.
Em outra frente da Polícia Federal, pior para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, preso pela manhã. A suspeita é que o Sistema S, ligado à CNI, celebrou contratos de R$ 400 milhões com empresas de fachada. O martírio na cadeia durou poucas horas: no fim da tarde, Andrade foi solto.

Demissões em massa?

Notícia ruim mesmo tiveram os trabalhadores da Ford. A empresa anunciou que irá fechar a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. No setor aéreo, novo revés para a Avianca, que está recuperação judicial. A Anac exigiu que a empresa devolva aeronaves. E a Embraer também cambaleou: Associação Brasileira de Investidores, a Abradin acusa executivos de induzirem investidor a erro.

Por outro lado, a Honda vai investir R$ 500 milhões em Manaus. Porém, a ideia é modernizar a fabrica e não deve gerar novos empregos. Vagas mesmo foram abertas no Canadá: a província de Québec está intensificando a busca por talentos brasileiros. Esta Gazeta explica como participar: são 400 empregos abertos.

Ativismo judicial em alta 

Se as prioridades do Governo neste início de ano no Congresso fogem às pautas de costumes, o Supremo vem tomando essa frente. Na mesma semana em que o STF iniciou o julgamento sobre a possível criminalização da homofobia, a Associação dos Magistrados Brasileiros publicou uma pesquisa que mostra que os juízes consideram legítimo agir como legisladores. Em editorial, esta Gazeta se posiciona sobre o tema:

” Quando um juiz, desembargador ou ministro de tribunal superior força suas próprias convicções sobre a sociedade a despeito da existência dos outros poderes, a despeito que dizem as leis elaboradas por representantes do povo, a despeito do que a sociedade deseja, ele está agindo menos como um juiz e mais como um déspota esclarecido.”

De olho no caso do jogador Daniel

Justiça também é o tema do momento no Paraná. O segundo dia de audiência sobre o assassinato de Daniel foi marcado pelos depoimentos dos familiares do atleta. A mãe do jogador ficou frente a frente com os Brittes, réus confessos. Por lá, advogados trocaram farpas. Nossa equipe de jornalistas Durval Ramos, Gustavo Ribeiro e Cecília Tümler mostram os detalhes.

Voltando à Brasília, os  deputados federais do Paraná elegeram o coordenador da bancada na Câmara. Apesar dos discursos de renovação, quem ficou no cargo foi um velho conhecido. O correspondente João Frey conta como foi essa eleição.

O estado também discute o fim da taxa antidumping cobrada do leite em pó vindo da Europa. O debate que tomou conta do agronegócio não tem consenso e o Paraná foi a Brasília cobrar que o governo federal volte a proteger os produtores. Como? Cobrando uma taxa de importação ainda maior. Alex Silveira conta essa história.

Já o governador do estado, Ratinho Júnior, está enfrentando críticas de ambientalistas. O presidente da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), Clóvis Borges, criticou a decisão de tirar o poder de licenciamento ambiental do Colit – Conselho de Desenvolvimento Territorial do Litoral Paranaense. Segundo ele, a medida silencia a discussão ambiental no Litoral. Entenda melhor essa confusão na matéria de Giulia Fontes.

Do Paraná para o mundo

A Espanha acaba de ganhar sua primeira casa de vidro flutuante. O intuito é ampliar a experiência turística no Mediterrâneo. O projeto é de baixo impacto ambiental e se destaca por diversas soluções tecnológicas.

Perto dali, a França e a Bélgica enfrentam uma decisão difícil. Qual é a responsabilidade desses países em relação à segurança das crianças filhas de cidadãos europeus radicalizados que fugiram para os territórios do Estado Islâmico? Enquanto os tribunais se preparam para decidir se crianças de até seis anos serão repatriadas, o debate se intensifica.

Por bandas sul-americanas, o governo brasileiro anunciou que montará uma força-tarefa em Roraima para a entrega de ajuda humanitária à Venezuela. Alimentos e medicamentos enviados pelos Estados Unidos devem aliviar a escassez de bens básicos que causa desnutrição e doenças no país.

Recomendações de nossos jornalistas

Hora de colocar o pé no freio com leituras que podem melhorar sua qualidade de vida. Confira as recomendações de jornalistas da Gazeta do Povo:

Boas leituras e um ótimo dia!

 

Fonte: Gazeta do Povo

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Direitos Humanos para Seres Humanos, 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Artigo 1 – Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

Artigo 2 – 1. Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

(Declaração Universal dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 1948)

Hoje, 10 de dezembro de 2018, é uma data que marca os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Alguns/mas, por ignorância ou por má fé, distorcem o que representa esse avanço civilizatório, avanço esse que não é nada comunista ou revolucionário, no sentido da ruptura mais radical, mas um avanço que vem no sentido de estabelecer uma nova ordem mundial após as barbaridades decorrentes da II Guerra Mundial e do Fascismo com seus inúmeros genocídios.

Direitos surgiram das tensões daquele período de negociações entre dois polos majoritários (politicamente, belicamente e economicamente). Um pacto mundial que delimita de forma objetiva o ser Humano como Sujeito de Direitos, entre estes o direito a Vida e a Liberdade sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer condição.

Nesse pacto mundial todos/as passam a ser reconhecidos enquanto pessoas perante a lei; a proibição da escravidão, servidão e tortura passa a ser reconhecida em termos legais, assim como a proteção contra qualquer discriminação. Nele ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado, todos/as terão direito a igualdade, ao devido processo legal e a presunção de inocência. Homens e mulheres gozam de iguais direitos. Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião.

No direito à liberdade de opinião e expressão inclui a liberdade de ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias. Todo ser humano tem igual direito de acesso ao serviço público do seu país. A instrução será orientada no sentido do pleno desenvolvimento da personalidade humana e do fortalecimento do respeito pelos direitos do ser humano e pelas liberdades fundamentais.

No exercício de seus direitos e liberdades, os seres humanos não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos objetivos e princípios das Nações Unidas. Em outras palavras, defender o fascismo, a ditadura, a tortura ou a discriminação de outro ser humano, não é liberdade de expressão, mas ataque aos Direitos Humanos.

Para você, de coração bom, esses direitos não deveriam precisar sequer fazer parte de um tratado internacional, deveriam ser compreendidos como algo comum, algo natural para cada ser humano, mas na vida real não é bem assim que funciona. Infelizmente esse avanço civilizatório não é algo que possamos ter como perene, como uma conquista irrevogável. Verdade que não podemos descartar a possibilidade de uma sociedade igualitária, de respeito e dignidade para todos/as, mas também não podemos descartar a possibilidade de voltarmos ao período anterior a Declaração Universal dos Direitos Humanos, ao período das guerras mundiais e suas barbaridades.

O ataque aos Direitos Humanos é uma realidade constante, seja na negativa de direitos (saúde, educação, habitação, segurança…) para qualquer cidadão ou na execução de defensores/as dos Direitos Humanos, como os dois agricultores e militantes do MST, os companheiros Orlando e Rodrigo (executados na Paraíba menos de 48 horas antes do aniversário da Declaração), e a companheira Marielle Franco, homenageada em praticamente todas as ações alusivas aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos agendadas para acontecer na Paraíba.

A postura ideológica do presidente eleito, Jair Bolsonaro, é um perigo para esse avanço civilizatório em nosso país, ele já fez muitas falas que caminham no sentido contrário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, além de nomear ministros que vão nessa mesma linha de ataque aos direitos e a vida de determinados setores sociais. Lembrando que a Declaração é um tratado internacional que tem o Brasil como um dos seus signatários, tendo consequências econômicas e políticas para quem a desrespeitar.

As ações dessa semana, alusivas aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mostram que ganhar as eleições não significa um cheque em branco para por o Brasil em xeque com a quadrilha nomeada por Bolsonaro para seu Ministério[ii]. O presidente deixou ainda mais claro que a Farra Não Acabou, mas a população tem mostrado que existe muita força popular para defender nosso país.

Sigamos, por Direitos e Liberdade!

 

Tárcio Teixeira

Presidente do PSOL/PB
Presidente Conselho Regional de Serviço Social da Paraíba (CRESS/PB- 2011/2016)
Candidato ao Governo da Paraíba nas Eleições de 2014 e 2018.
Membro da Direção Nacional do PSOL (2015/2017)
Membro da Comissão Nacional de Ética do PSOL (2012/2015)
Oi – (83)987735730 / Tim – (83)996177517.
www.tarcioteixeira.com
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Bolsonaro sai na frente no Datafolha e mobiliza seus generais. Mas o PT sonda a caserna

Bom dia!

Na largada para o segundo turno, Bolsonaro marcou 58% das intenções de voto, contra 42% de Fernando Haddad (PT). A contagem é dos votos válidos.Confira aqui os números completos, o registro e a metodologia. Ainda antes desse primeiro retrato, porém, as peças já se moviam: sob o comando do general Augusto Heleno, quase 30 equipes temáticas trabalham no programa de governo de Bolsonaro. Ao mesmo tempo, emissários petistas com trânsito nas Forças Armadas sondam as altas patentes do Exército sobre a eventual eleição de Haddad.

Banho de loja

Enquanto isso, para o público, Haddad não é mais Lula, é casado há 30 anos, um pai que valoriza a família e suas cores são o verde e o amarelo.Ele vai até visitar os bispos da CNBB para tentar se aproximar dos votos religiosos. E, de olho no Nordeste, a campanha de Bolsonaro anunciou a intenção de criar um “13º salário” do Bolsa Família.

Avanço

E, ontem à noite, pelo Twitter, Bolsonaro finalmente se manifestou com mais firmeza sobre os casos de violência que têm sido associados a seus apoiadores: “Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar”, afirmou o candidato.

Ainda não…

Segundo a equipe médica, Bolsonaro não pode participar de eventos de campanha até, pelo menos, o próximo dia 18. Com isso, a Band e a RedeTv cancelaram os debates que ocorreriam hoje (11) e no domingo (14).

Chances

Na edição desta semana do Podcast Eleições, sob a batuta de Fernando Martins, o colunista Mário Vitor Rodrigues, Lúcio Vaz e este que vos escreve discutimos por que Bolsonaro tem mais chances de levar a eleição.

Com que roupa

Guido Orgis escreve sobre os tropeços que o candidato Bolsonaro – que se quer liberal – vem dando no deputado Bolsonaro, aquele de tendências estatizantes:

“A reação do mercado na segunda-feira, após o resultado do primeiro turno, foi de euforia, com uma queda substancial do dólar e alta da bolsa. Nesta quarta, o clima azedou. Para o mercado, tanto faz ganhar dinheiro na alta ou na baixa, só interessa acertar a tese sobre o que o próximo governo vai fazer. Aparentemente, Bolsonaro pegou os investidores no contrapé. Eles estavam acreditando no candidato sem lembrar o deputado. Afinal, qual dos dois quer governar o Brasil?”

Nem só de pão

Mesmo que a economia seja o problema mais urgente a ser resolvido, o editorial da Gazeta do Povo comenta a importância dos temas morais na eleição e na discussão pública no Brasil:

“A intelligentsia brasileira, presa em sua bolha e que muitas vezes compartilha do ideário moral esquerdista, tem enorme dificuldade em perceber essa realidade – e, quando a percebe, descreve-a como algo negativo, “alertando” para o “crescimento do conservadorismo”. Ora, o que há de alarmante ao perceber que o brasileiro quer defender a família e valorizar a vida em todos os seus momentos, desde a concepção; que repudia imposições ideológicas que falseiam a verdade sobre a realidade básica das diferenças e das complementariedades entre homem e mulher; que deseja ver seus filhos saudáveis, livres de vícios que destroem a vida de quem neles mergulha?”

Subsidiariedade

Carlos Ramalhete explica por que, embora a onda Bolsonaro não seja propriamente conservadora, mas direitista, o capitão da reserva pode ter a oportunidade de dar passos importantes nessa direção se ganhar as eleições:

“O que cabe fazer agora, para começar a desmanchar o imenso mal feito pelo centralismo da esquerda, é devolver aos cidadãos os poderes que lhes foram roubados pela República. Descentralizar tudo, respeitar a autonomia das famílias, dos municípios, dos bairros, das formas de organização social não governamentais.”

De olho

Aliás, Paulo Guedes, o homem forte de Bolsonaro, é investigado por supostamente se associar a executivos ligados ao PT e ao MDB entre fevereiro de 2009 a junho de 2013 para fraudar negócios com fundos de estatais. Para Guedes, é uma manobra para “confundir o eleitor”.

2019

A nova composição do Congresso tem chamado a atenção de muita gente. Mas, dos 53 candidatos citados na Lava Jato, quantos se deram bem na eleição? Kelli Kadanus e Erick Mota levantaram esses números.
E os partidos nanicos, que não conseguiram passar pela cláusula de barreira mitigada, estão considerando fundir-se a outras siglas para sobreviver.

Mais um

Marconi Perillo, ex-governador de Goiás derrotado nas eleições para o Senado, foi preso preventivamente, enquanto prestava depoimento à Polícia Federal. Ele já tinha sido alvo de operações de busca e apreensão no período eleitoral, quando não podia ser preso, por força da lei.

De saída?

Já o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci quer sair da cadeia, depois de 141 horas de depoimentos.

A melhor do dia

Voodoo da Diamante mede 1,26 m. Ele teve uma filha chamada Betina, de 1,04 metro, que foi comprada por R$ 74 mil para ter um filho com Mezenga, de 1,18 metro. Juro que não inventei nada.

Tendência

Vai engrenar? Luan Galani (Haus) recomenda: “Selecionamos 7 alternativas sustentáveis e cheias de design para abandonar o canudinho de plástico de uma vez por todas. Confira!

Quanto você pagaria?

Partiu virar influencer. Andrea Torrente (Bom Gourmet) informa: “Um restaurante na Itália elaborou um jeito inusitado de cobrar pela comida. A conta depende do número de seguidores que o cliente tem no Instagram. Entenda essa política inédita! 

Atenção

Não é frescura. Isadora Rupp (Viver Bem) recomenda: “A depressão será a doença mais incapacitante do mundo até 2020 – o Brasil é o campeão de casos na América Latina, com 11,5 milhões de pessoas convivendo com o problema, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.”

Volta ao mundo em 1 minuto

A liberdade de imprensa é inegociável. Vandré Kramer (Mundo) escreve:
Diplomacia. Nikki Haley, a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas que deixará o cargo no final do ano, não deverá ficar com uma boa imagem na diplomacia internacional: a de promotora de políticas que alienaram os Estados Unidos do resto do mundo. E também de alguém que perdeu um papel relevante, pois questões chave como as negociações sobre a Coreia do Norte e o acordo nuclear com o Irã ficaram exclusivamente nas mãos do secretário de Estado, Mike Pompeo.
Ventos. O furacão Michael é o mais forte a atingir os Estados Unidos em um mês de outubro. Os ventos chegaram aos 250 quilômetros por hora. A Gazeta do Povo selecionou 11 vídeos que mostram os rastros deixados.
Mídia. A liberdade de imprensa é um dos valores da democracia mais ameaçados nos últimos anos. Só 13% da população mundial vivem em países onde a mídia é totalmente livre. E mesmo os sete países que lideram o ranking – Noruega, Suécia, Holanda, Finlândia, Suíça, Jamaica e Bélgica – enfrentam muitos desafios para garantir essa liberdade fundamental.
Pop. Os jovens americanos preferem o voluntariado a votar. Mas este cenário pode mudar: a cantora pop Taylor Swift aproveitando o alcance e a influência que tem nas redes sociais está estimulando as novas gerações a irem às urnas nas eleições de novembro.

Imagem do dia:

Helicóptero suíço faz demonstração durante evento da Força Aérea Suíça, em Axalp, no Centro do país. Foto: Fabrice Cofrini / AFP

Paraná

Uma entrevista conjunta com os dois senadores eleitos pelo Paraná. Sandro Gabardo (Política Paraná) escreve:
Encruzilhada. A briga do governo Cida com os pedágios chegou a um momento delicado. Se entrar com recurso para a redução imediata das tarifas, após ter o pedido inicial negado, o prejuízo para os cofres públicos pode ser milionário. Se insistir na ação e for derrotado, o governo terá de pagar até R$ 3 milhões em honorários de sucumbência.
Dois em uma. Eleitos senadores pelo Paraná, Flavio Arns (Rede) e Professor Oriovisto Guimarães (Podemos) foram entrevistados juntos na Gazeta do Povo nesta quarta-feira (10). Confira como foi a conversa com o jornalista João Frey no programa Fato do Dia. Eles defenderam as reformas e apontaram erros do PT.
A conta chega. O reajuste dos servidores do Paraná criou um dilema entre dois oponentes na corrida eleitoral. Cida Borghetti havia indicado dar 1% de aumento, mas os apoiadores de Ratinho Junior cobraram do Executivo os mesmos 2,7% de reajuste dados aos funcionários do Legislativo e do Judiciário. Sem acordo, o assunto foi suspenso. Agora, a governadora terá de retomar a negociação. E a jogada eleitoral pode virar uma bomba financeira para Ratinho, o eleito, desarmar.”
E veja esta também esta que Luan Galani (Haus) indica: “O Paraná cria modelo de casa sustentável para Minha Casa Minha Vida, que terá energia solar, reaproveitamento da água da chuva e 98% do esgoto tratado no local. Veja como será!

Curitiba

Uma solução muito boa para as academias. Confira a seleção dos nossos editores:
Preocupante. Fernanda Leitóles (Curitiba) recomenda: “O terreno que por muito anos abrigou uma escola no bairro São Francisco, em Curitiba, agora está vazio e é motivo de preocupação para a vizinhança. Invasões e consumo de drogas são constantes no local.”
Anote. Andrea Torrente (Bom Gourmet) sugere: “Buffet no Alto da XV, em Curitiba, ganhou pelo segundo ano consecutivo o concurso de melhor quilo do Paraná. Que tal botar no seu roteiro de restaurantes para conhecer?
Com cuidado. Fernanda Leitóles (Curitiba) indica: “O feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, vai levar muitos curitibanos para as estradas. A previsão das concessionárias de pedágio é de grande movimento e ele já começa na tarde desta quinta-feira (11). Saiba mais sobre o fluxo nas principais rodovias nas saídas da capital!
Agora vai. Isadora Rupp (Viver Bem) recomenda: “O ‘ambiente de academia’, das tradicionais, cheias de espelhos e música alta, acaba sendo o principal fator de afastamento para muita gente que quer se exercitar, mas não engole a atmosfera de jeito nenhum. Visando esse público, a educadora física Izabel dos Santos Burko fundou em Curitiba a Academia 40+, com menos espelhos e acompanhamento cuidadoso aos alunos.”
Um ótimo feriado a todos!

 

Por Renan Barbosa – Gazeta do Povo

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Ruy Dantas ‘criou um Maranhão virtual’, mas não é mágico

Semiótica é uma esfera do conhecimento que existe há um longo tempo, e revela as formas de como o indivíduo dá significado a tudo que o cerca. É, portanto, a ciência que estuda os signos, símbolos e todas as linguagens e acontecimentos culturais como se fossem fenômenos produtores de significado.

No melhor ensinamento do filósofo americano Charles S. Peirce, semiótica é uma disciplina que compõe uma arquitetura filosófica concebida como ciência de caráter abstrato. Entre seus ramos se destaca a lógica crítica, que estuda os tipos de ilações e argumentos como a indução.

Ao que parece, Ruy Dantas fez bem o dever de casa na matéria semiótica. É o que tem se percebido com o seu esforço em tentar induzir a oposição sobre a viabilidade da candidatura de José Maranhão ao governo em 2018, apresentando-a como uma novidade.

Ruy é um empresário bem sucedido e um publicitário talentoso, mas não é mágico. Ele até conseguiu criar um Maranhão virtual, desvinculado do impopular e radioativo presidente Michel Temer e do seu candidato Henrique Meirelles, mas não consegue o mais difícil: vendê-lo como novidade no mundo real.

Não é fácil transformar em novidade um senhor de 84 anos, que por 3 vezes foi governador, tendo amargado em sua passagem pelo governo, índices bem aquém do esperado em áreas essenciais como educação, saúde e segurança. E que não satisfeito com os seus quase 60 anos na política, defende que pode voltar fazer o que não fez em 10 anos de mandato.

É brincar com a inteligência das pessoas.

Mesmo utilizando uma abordagem semiótica inteligente, o publicitário tem dificuldade em demonstrar, na prática, o candidato vigoroso que José Maranhão diz ser nas entrevistas e debates que participa. Isto é, quando consegue chegar a tempo nestes espaços. Nos últimos dias, o candidato chegou atrasado em 3 debates dos quais saiu antes do término em 2, demonstrando aparente cansaço. Num desses foi vaiado pela atitude.

Em que pese sua determinação, a falta vigor físico é compreensível para um homem nesta idade, uma rápida olhada nas agendas do candidato atesta que ela foi estrategicamente reduzida quanto as atividades de rua.

O resumo das agendas diárias de campanha do ex-governador compreende reuniões com a equipe de campanha e adesões imaginárias. Sim, imaginárias, porque são movimentos para fazer com que as pessoas, sobretudo pessoas da oposição, sejam induzidas a acreditar que a campanha está crescendo. Mas adesões que vem num dia e n’outro se vão, não existem. São, portanto, obras da imaginação, basta que nos lembremos da adesão de Arnaldo Monteiro de Esperança.

Procura-se a militância de Zé!

Não tem. Pelo menos aqui em João Pessoa, suas caminhadas são raras. Confesso que ainda não vi arrastões e/ou grandes atividades, também não custa lembrar a dificuldade que foi para o MDB colocar gente no Clube Branco no dia da sua convenção.

Diferente das outras duas candidaturas, mais competitivas, que dispõem de agendas robustas e volumosas em contingente, não se observa volume na campanha de Zé, e até aonde se sabe não se ganha eleição sem volume de campanha.

Dito isto, passo a escrever sobre o histórico recente de resultados eleitorais de José Maranhão em João Pessoa. Algo que não é digno de grandes comemorações.

Vamos aos números.

Nas eleições para prefeito em 2012, o ex-governador amargou a 4ª colocação, atrás da então desconhecida candidata do PSB, Estelizabel Bezerra. Na peleja de 2014 – quando venceu para o senado –, enquanto Lucélio Cartaxo obteve 161,595 mil votos e chegou a 50,27% dos votos válidos, Maranhão alcançou 81,625 mil votos, o correspondente a 25,39% dos válidos.

Os dados apresentados bastam em si para desmontar o que determinadas pesquisas de intenção de voto demonstram ao colocarem o senador do MDB em patamares acima de 30% na capital. Além disso, o desempenho de Zé em retas finais de campanha para o governo tem sido tão sofrível que nem mesmo a melhor semiótica se fez capaz para atenuá-lo.

O que se observa ao longo dessa campanha, é que a candidatura de José Maranhão tem servido a dois infelizes propósitos: dividir a oposição e dar sobrevida a candidatura governista.
Na verdade, se quiser vencer as eleições, o campo das oposições precisa parar de vacilar e concentrar suas energias em Lucélio e Micheline. A História tem nos mostrado que a união de João Pessoa e Campina Grande consegue, não apenas pautar, mas integrar a Paraíba. Isso já aconteceu no passado, acontecerá novamente.

Para isso, é preciso que as lideranças da oposição façam a análise mais inteligente. Tomando por base para tal leitura, que a obra semiótica de Ruy Dantas merece elogio, mas é, na verdade, uma grande cilada.
A oposição não precisa de um candidato com capacidade de ir ao 2º turno, precisa de um que ganhe a eleição.
O desafio é complexo, mas o que já foi demonstrado é que para derrotar o projeto do governador Ricardo Coutinho não basta recall e fala mansa, é preciso ter o que mostrar e capacidade de comparar. Receita que os Cartaxos dominam muito bem. Afinal, foram os únicos que experimentaram esse sabor… por duas vezes.

 

Por Rômulo Oliveira - (Polêmica Paraíba)
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Programa Rural em Debate do próximo domingo (30) recebe o professor e escritor Abraão Vitoriano

O programa Rural em Debate apresentado pelos jornalistas/professores Carlos Gildemar Pontes e Humberto Nóbrega, do próximo domingo (30), a partir das 10hs – receberá Abraão Vitoriano que é formado em Pedagogia pelo (ISEC) e em Letras pela (UFCG). Mestre em Educação pela (UTIC) e mestrando em Letras pela (UERN).

Abraão é professor da FASP e do Sistema Municipal de Ensino de Cajazeiras – PB.

Autor dos livros de poemas e prosa-poética: “Pétalas Raras” (Motográfica, 2013), “Estado de Graça” (Penalux, 2014) e, o mais recente, “Cidadezinha Qualquer” (Gramma, 2018), além de participações em antologias nacionais e publicações acadêmicas.

Para ouvir o programa em qualquer lugar o ouvinte pode sintonizar a rádio pelo site http://fmrural.com.br/, aplicavos: https://www.radios.com.br/aovivo/fm-rural/62061 e  https://play.google.com/store/apps/details?id=zdx.fmrural

 

Assessoria