Categoria Cultura

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Em João Pessoa: Ney Suassuna lança dois livros na Academia Paraibana de Letras no próximo dia 19

O ex-senador Ney Suassuna (PRB) vai lançar duas novas obras, de sua autoria, no próximo dia 19, em solenidade marcada para as 18h na Academia Paraibana de Letras, na Rua Duque de Caxias, 37, Centro, em João Pessoa. São livros que tratam de problemas nacionais que afetam o Brasil na atualidade e que Ney já discutia e sugeria soluções, desde a época em que exercia mandato no Senado Federal.

As obras relatam projetos, alertas e discursos defendidos por Ney entre os anos de 1995 a 2002, período em que exercia mandato de Senador. Como parlamentar representante da Paraíba, Ney defendia teses que poderiam mudar os rumos da política, evitando assim, o rombo nas contas da União.

Para a solenidade, Ney Suassuna, primeiro suplente do Senador eleito Veneziano Vital do Rêgo (PSB), está convidando políticos dos mais variados partidos, autoridades, amigos, eleitores e os paraibanos em geral, por considerar que o tema é de interesse coletivo.

Os livros de autoria de Ney Suassuna são: “Mofando na Gaveta” e “Continuam na Gaveta”. A esposa de Ney, Raquel Suassuna, confirmou presença no evento, oportunidade em que, ao lado de seu esposo, recepcionará todos os convidados.

Ney acredita que, com essas duas obras, estará dando uma considerável contribuição para o futuro do País, pois os problemas relatados por ele, desde a época de Senador, continuam válidos; e as soluções por ele propostas tem uma grande relevância para o debate que o país está se propondo nesta atual conjuntura política e econômica nacional.

Ney Suassuna lança dois livros na Academia Paraibana de Letras.

Assessoria de Comunicação de Ney Suassuna

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Terra de Cultura: Festival de Artesanato é realizado em Carpina/PE. Veja galeria de fotos!

Um deleite de cores, formas e tradição para os olhos de quem visita o I Festival de Artesanato de Carpina e Região, realizado no Largo da Igreja de São Sebastião, no Centro da cidade. O evento teve início no último domingo (09), em uma parceria entre a Associação das Mulheres Artesãs Divina Arte (AMADA), SEBRAE e Prefeitura de Carpina, através de sua Secretaria de Turismo, Cultura e Desporto.

Participam do Festival artesãos e artesãs de Carpina e cidades como Paudalho, Timbaúba, Araçoiaba, Passira, Limoeiro, Feira Nova, Macaparana, Lagoa de Itaenga, Goiana e Salgadinho. Entre a grande variedade de produtos expostos é possível encontrar bonecas de pano, mamulengos, bordados, fantoches, bijuterias, roupas, brinquedos artesanais e quadros em óleo sobre tela, todos divididos em 24 stands.

“Carpina é uma cidade com grande potencial cultural. Vemos isso quando realizamos projetos como este e vemos o engajamento dos artistas, assim como o interesse da população. Nossa meta é desenvolver esse potencial e trazer de volta o brilho da cultura e tradições para nossa cidade”, disse o Secretário Municipal de Turismo, Cultura e Desporto, Samuel Higino.

No primeiro dia, o Bloco Lira de Carpina realizou uma bela apresentação cultural seguida por um desfile de moda com peças confeccionadas pelas rendeiras da AMADA. O festival seguirá até o dia 15 de dezembro, funcionando das 15h às 22h, nos dias de semana, e das 10h às 22h, no sábado, quando será o encerramento.

 

Marcelo Assis  & Rebeka Raelly 

Assessora de Comunicação – Governo de Carpina/PE

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SESC anuncia destaques de Mostra de Cinema neste domingo

Mais de mil produções foram inscritas na 2ª Mostra Sesc de Cinema, mas apenas 34 foram escolhidas para exibição

Termina neste domingo, dia nove de dezembro, a 2ª edição da Mostra Sesc de Cinema no Rio de Janeiro. Após a exibição de 34 curtas e longas-metragens, serão anunciados os oito destaques na premiação de melhor roteiro, direção, filme, direção de fotografia, direção de arte, direção de elenco, montagem e desenho de som.

Com objetivo de espalhar cultura de forma gratuita e incentivar a produção cinematográfica brasileira, o Sesc recebeu inscrição de quase mil e cem filmes, 950 curtas e mais de 100 longas nacionais.

A escolha dos finalistas está nas mãos de especialistas nas áreas de cultura e cinema como a crítica Maria Castanho Caú, o cineasta Clementino Luiz de Jesus e a cineasta Milena Manfredini.

Desde o dia quatro de dezembro, a programação exibiu filmes para todas as idades. Para o público infantil, um exemplo foi a animação Metempsicose, da região Norte, que aborda a destruição do planeta pelas mãos do homem. Já para o público mais velho, o filme Vesti La Giubba trouxe uma releitura da ópera Pagliacci, de Ruggero Carvalho. A produção é da região Centro-Oeste.

A cerimônia de premiação será realizada neste domingo no Sesc Tijuca, na Rua Barão de Mesquita, a partir das seis da tarde.

 

Reportagem – Sara Rodrigues

Fonte: Agência do Rádio

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Aniversário de 77 anos de Benito di Paula

O pianista, cantor e compositor, que fez muito sucesso nos anos 70 e 80, mistura arranjos românticos e jazzísticos

Hoje é aniversário de Benito di Paula. O pianista, cantor e compositor, que mistura arranjos românticos e jazzísticos, fez muito sucesso nos anos 70 e 80. Chegou a apresentar na TV o programa Benito di Paula e seus convidados, na extinta TV Tupi. Ele tem mais de 35 discos gravados.

A Música do Dia é “Se Não For Amor“.

Produção e apresentação – Luiz Cláudio Canuto
Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Ricardo Lacerda tem nome cotado para assumir a direção do teatro Ica de Cajazeiras

O radialista, interprete e teatrólogo cajazeirense Ricardo Lacerda, que faz o personagem “Maria Calado”, tem nome cotado para assumir a direção do Teatro Irácles Pires Brocos Pires, o Teatro Ica.

De acordo com informações chegadas a nossa redação, outros nomes têm sido ventilados, a exemplo do ex-secretário de cultura e ex-diretor do Ica – Francisco Hernandes, do ex-secretário de cultura Aguinaldo Cardoso, além dos nomes de Walter Nunes e Karla Cristiane.

Porém, de acordo com uma fonte ligada ao deputado Jeová Campos, Ricardo Lacerda que votou em Jeová nas eleições passadas, motivo pela qual, houve sua demissão da Secretaria Municipal de Cultura de Cajazeiras e têm fortes laços com o Vereador Jucinério Félix, que foi assessor parlamentar de Campos, poderá assumir a direção daquela casa de espetáculo.

Os fatos acima mencionados, foram repassados por uma pessoa ligada ao deputado Jeová Campos, a mesma pediu sigilo para não revelar sua identidade. Comentários outros dão conta, que o Vereador Rivelino Martins não deverá fazer objeções, pois o parlamentar fez a indicação dos últimos dois diretores e não agradou ao seguimento artístico.

 

Redação – fmrural.com.br

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Teatro de bonecos leva arte e educação para 60 mil pessoas em Fortaleza e João Pessoa

Bonecos de cinco metros e meio, com mais de 100 anos, dentro de cenários na casa das toneladas e com enredos que trazem conhecimentos para toda uma vida. Esse é o resumo da ópera do Festival SESI Bonecos do Mundo, o maior festival de teatro de bonecos do Brasil. Carregado de cultura, valor histórico e imaterial, o Festival compartilhou arte com cerca de 60 mil pessoas em 15 dias de apresentações por Fortaleza e João Pessoa, mas, mais do que isso, proporcionou, de forma democrática, aprendizado e intercâmbio cultural com outros nove países.

A cenografia é interativa, o conteúdo é inteligente, com diferentes performances, tudo acontecendo simultaneamente, diante os olhos de dezenas de milhares de pessoas. O Festival SESI Bonecos do Mundo edição 2018 apresentou, entre os dias 5 e 18 de novembro, várias técnicas, numa viagem entre o tradicional mamulengo nordestino, passando pela manipulação com fios e varas, até apresentações nas quais os personagens são partes do próprio corpo dos
Artistas.

Segundo a idealizadora e curadora do Festival, Lina Rosa Vieira, um dos grandes diferenciais é, justamente, o acesso democrático a uma arte “especial, misteriosa e com tanto conteúdo inteligente”. Ainda Segundo Lina, além das apresentações, o público teve acesso a educação profissional, dentro de oficinas para formação de novos artistas, novas companhias e de até novos espetáculos.

“Não existe educação de qualidade onde a cultura não seja elevada como importância. Os principais mestres da educação, os mais respeitados no Brasil e no mundo, falando de Paulo Freire, por exemplo, não existe construção de conhecimento educativo sem a presença intensa da cultura. Então você poder trazer espetáculos que estimulam a inteligência e não estão completos neles mesmos, que o olhar do outro é necessário a partir das suas próprias referências, para que esse espetáculo seja compreendido e completado dentro de cada um”, pondera a curadora.

O conhecimento está dentro de cada apresentação, afirma Lina. Releituras como a de “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Carroll, e de “Aladim”, encenados pelos artistas tchecos The
Forman Brothers’ Theatre, puderam ser apreciadas em cerca de uma hora de espetáculo, onde o público era convidado para entrar na história, refletir e questionar. “Há vários ganchos que também ficam para as pessoas pesquisarem, correrem atrás do conhecimento depois, complementarem, continuarem com esse conhecimento, porque o processo de aprendizado não termina quando termina uma aula, assim como não termina quando termina a peça de teatro. Serve para a vida toda. E essas memórias vão ficar para sempre, em reflexões para a vida toda”, garante Lina Rosa.

SESI Bonecos

Fortaleza voltou a receber o Festival depois de seis anos da última apresentação no estado. Já João Pessoa, tinha visto o mesmo espetáculo pela última vez em 2008. Sempre gratuito, o Festival é feito por mais de 150 artistas de diversas nacionalidades que, apenas este ano, fizeram um total de mais de 100 apresentações nas duas capitais; e tem patrocínio do Serviço Social da Indústria (SESI). “O festival é uma iniciativa que beneficia não apenas o nosso trabalhador e sua família, mas também toda a comunidade”, afirma Paulo Mól, diretor de Operações do SESI.

 

Por Camila Costa

Fonte: Agência do Rádio

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Movimento negro cobra ensino obrigatório da história da cultura afrobrasileira e africana nas escolas

Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o movimento negro cobrou a implementação da lei de 2003 (10.639/03) que torna obrigatório o ensino da história da cultura afrobrasileira e africana nas escolas de ensino fundamental e médio brasileiras. Para os debatedores, esse ensino é essencial para a superação da desigualdade racial e do racismo no Brasil. O debate promovido pela Comissão de Educação (21) tratou dos desafios para a promoção da igualdade racial na educação.

Maura Cristina da Silva, do Fórum Nacional de Mulheres Negras do Brasil, ressaltou a dificuldade de implantação da lei. Na visão dela, existe uma grande resistência de profissionais da área em trabalhar a norma, e isso passa pela intolerância religiosa.

Para ela, os estudantes brasileiros precisam aprender, por exemplo, que existem muitos outros heróis brasileiros negros, além de Zumbi de Palmares. Ela citou, por exemplo, os heróis da Revolta de Búzios, que ocorreu no final do século XVIII e queria um governo democrático e o fim da escravidão. Maura Cristina também ressaltou a importância de o Brasil ter mais professores negros e de existir material didático voltado para o ensino da cultura afro-brasileira.

“Nós temos livros que foram recolhidos, gente. Essas crianças não se veem nos livros. Então se nós não tivermos esse cuidado de material didático, nada vai adiantar. Nós estaremos fazendo de conta que estamos fazendo luta. A lei está sendo aplicada, está. Mas de que forma. Qual é a eficácia?”

Victor Nunes, subsecretário de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Distrito Federal, defendeu a formação de professores para o ensino da história da cultura afro-brasileira e a garantia de recursos para implementar a lei que obriga esse ensino nas escolas. Segundo Nunes, isso deve ser uma política de Estado, já que a população negra não pode depender da boa vontade de um ou outro governo.

“Queremos, sim, que o Estado brasileiro, reconhecendo o nosso trabalho e que, sim, explorou nossa mão de obra, explorou nossas vidas, ele faça uma reparação, uma reparação que seja efetiva para a nossa transformação. Por um projeto de sociedade em que a gente tenha equidade nas relações. Que a gente garanta que, se 56% da população se autodeclaram negra, a gente garanta que neste Parlamento tenhamos 56% de representação de deputados.”

O subsecretario defendeu ainda a aprovação do projeto de lei do Senado (PL 8350/17) que destina no mínimo 5% dos recursos do fundo partidário para as candidaturas de afrodescendentes.

Alguns deputados presentes no debate, como a Professora Marcivânia, do PCdoB do Amapá, manifestaram preocupação com possíveis retrocessos na promoção da igualdade racial durante o governo do presidente eleito, Jair Bolsonoro – por exemplo, em relação à política de cotas para negros nas universidades. Já Bacelar, do Podemos da Bahia, destacou que pelo menos 10 ministros já foram anunciados pelo futuro presidente e nenhum é negro. Não havia parlamentares apoiadores do novo governo no debate.

Reportagem – Lara Haje
Fonte: Agência Rádio Câmara
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Fórum Açude Grande acontece nos dias 06 e 07 de dezembro em Cajazeiras

Com o título Festival Vida Açude Grande, o movimento cultural pretende chamar atenção da sociedade para um dos principais pontos de partida que deu inicio á criação da vila, que se tornou a cidade de Cajazeiras. O movimento é permanente e as pessoas interessadas no assunto continuam se reunindo com os trabalhos em volta do projeto de revitalização.

O evento está agendado para acontecer entre os dias 06 e 07 de dezembro, a partir das 17hs00, às margens do velho Açude Grande, patrimônio cultural da cidade.

Com apresentação de música, dança, cinema, poesia, literatura, fotografia, capoeira, artesanato, ciclismo e gastronomia, a referida ação busca resgatar a história do manancial, que saciou a sede dos cajazeirenses até os idos do final da década dos anos (sessenta) do século passado e intuito de aproximar as pessoas e manter o sentimento de pertencimento deste belo e aprazível local turístico e histórico.

Redação – fmrural.com.br

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Equipe do programa Gira Mundo é recebida pela cônsul brasileira na Espanha

A equipe do Programa Gira Mundo, do Governo do Estado da Paraíba, foi recepcionada em Málaga pela cônsul do Brasil na Espanha, Paloma Almeida Boatella. Os 50 estudantes brasileiros da Rede Estadual de Educação que embarcaram para o país no último dia 9 estão divididos em cidades nas províncias de Málaga e Cádiz.

Na reunião com a cônsul, a equipe apresentou o programa consolidando a parceria com o país, assim como oportunizando aos intercambistas apresentarem a cultura brasileira nas atividades realizadas pelo consulado. A cônsul elogiou o investimento do governo da Paraíba no programa Gira Mundo e falou que o intercâmbio cultural e dos estudos é importante na vida dos estudantes. Paloma Almeida se propôs a contribuir com o programa, proporcionando aos discentes brasileiros a participação em eventos que proporcionem a relação da cultura brasileira com as famílias espanholas.

O coordenador do programa, Tulhio Serrano, e a equipe Gira Mundo estão realizando visitas às casas das famílias que estão abrigando os estudantes brasileiros e escolas da região nas quais irão estudar. O objetivo é verificar in loco as instalações, o funcionamento e a parte pedagógica onde os estudantes vão cursar o período de intercâmbio. Uma das visitas essa semana foi no Instituto de Educação Secundária de Almenara em Málaga, escola pública da Espanha.

O programa Gira Mundo visa proporcionar aos alunos matriculados na segunda série do Ensino Médio o desenvolvimento linguístico e a interação com novas culturas e métodos de ensino. Ao regressarem, os alunos serão multiplicadores do Programa Gira Mundo em suas regiões e desenvolverão ações voltadas ao aprimoramento da educação no estado da Paraíba. O projeto objetiva motivar alunos e professores da rede pública estadual na busca de melhor formação e desempenho na escola.

Os estudantes classificados e aprovados para o intercâmbio recebem uma bolsa instalação e bolsa manutenção. A primeira foi entregue antes do embarque, para cobrir despesas iniciais, e as demais, no decorrer do programa. Eles também recebem seguro de saúde durante o período em que estiverem residindo no país de destino.

 

Secom – PB

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Samba da Minha Terra – 40 anos sem Candeia

Samba da Minha Terra mata a saudade de Antônio Candeia Filho, que nos deixou em 16 de novembro de 1978

Antônio Candeia Filho

Portelense, boêmio e, às vezes, mal-humorado, Candeia tem dezenas de composições de sucesso e ajudou a difundir as rodas de samba, o partido alto e o samba de raiz.

O programa também relembra fatos marcantes na vida dele, como o acidente que o deixou com paralisia nas pernas, a superação da depressão por meio do samba e a idolatria que Candeia desperta hoje na nova geração do samba.

 

 

Apresentação e Pesquisa – José Carlos Oliveira
Fonte: Agência Câmara Noticias