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OPERAÇÃO CALVÁRIO: Livânia sinaliza esquema de desvio de recursos públicos milionários no Detran e Cinep

Livânia Maria da Silva Farias

Informações extraoficiais indicam que, em sua última sessão de delação, a ex-secretária Livânia Farias teria entregue um esquema de propinas no Detran e na Cinep. No caso do Detran, além de envolver parentes próximos de figurões do Estado, o caso envolveria a contratação de empresas de forma irregular e ao arrepio da legislação e contra orientação do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

No caso da Cinep, o esquema se reportaria à concessão graciosa de terrenos públicos, em parceria com agentes públicos, que, na verdade, seriam parceiros de fraudes com recursos públicos. Até onde o Blog pode apurar, as investigações da força tarefa já teriam avançado o suficiente para constatar a extensão das revelações de Livânia. Os desvios seriam milionários, conforme as primeiras informações.

O caso ainda se refere à Operação Calvário 4. De acordo com as revelações, Livânia não teria acesso direto ao esquema do Detran. Haveriam outros “operadores qualificados para tocar as operações”. Livânia, pelo visto, estava circunscrita aos contratos com organizações sociais da Saúde e Educação.

As últimas revelações de Livânia foram debatidas, na noite da quinta-feira (13), no programa Intrometidos (Mais em http://bit.ly/2KV8IyR).

Fonte: Blog do Helder Moura

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Justiça nega Habeas Corpus a homem acusado de homicídio na cidade de Sousa

Em decisão unânime, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba denegou a ordem no pedido de Habeas Corpus nº 0805095-23.2019.815.000, oriundo da 1ª Vara da comarca de Sousa, em favor de Antônio José da Silva Filho, denunciado pelo crime de homicídio qualificado. O relator do processo foi o desembargador Carlos Martins Beltrão Filho e o voto foi acompanhado pelos desembargadores Arnóbio Alves Teodósio, o presidente do Colegiado, desembargador Ricardo Vital de Almeida.

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, no dia 13 de março de 2017, por volta das 18h, o acusado teria matado Márcio Roberto Ferreira Saldanha. O crime aconteceu no Bar de Nozinho, próximo à Pousada Dinossauros e o homicídio foi praticado com uma arma de fogo que impossibilitou a defesa da vítima. Devido a esta acusado,  Antônio José da Silva Filho teve sua prisão preventiva decretada, cuja a fundamentação foi a prisão do paciente em outro processo, no qual é acusado de porte irregular de arma de fogo. Ao final da instrução processual desta ação penal, a prisão foi revogada.

O impetrante argumentou que a gravidade do delito, ainda mais sendo abstrata, bem como a suposta periculosidade do agente, não são circunstâncias aptas para manter a preventiva. Defende, ainda, que os antecedentes criminais de um sujeito não podem configurar motivo idôneo para a manutenção de um cárcere, afinal a pena não é infinita e o princípio do bis in idem (mesma coisa) veda qualquer dupla punição pelo mesmo fato.

Segundo o relator, o paciente responde a outros processos no Rio Grande do Norte, e somado, esse fato, a certidão de antecedentes criminais do acusado neste Estado conclui pela contumácia da atividade criminosa de Antônio José, restando demonstrado o requisito da “garantia da aplicação da lei penal”, disposto no artigo 312, do Código de Processo Penal. “Estão presentes os fundamentos referentes à gravidade concreta do delito, bem como a alta periculosidade do censurado, sendo sua liberdade temerária a segurança da sociedade, revelando-se imperiosa a necessidade de garantir a ordem pública e manutenção da prisão cautelar do paciente”, comentou o desembargador Carlos  Martins Beltrão Filho.

O relator acrescentou que o crime atribuído ao paciente é doloso, punido com reclusão, e seu cometimento gera repercussão da comunidade, que se vê insegura diante da prática de tantos crimes, aumentando-se ainda o temor público por se tratar de agente investigado pelo crime de homicídio, e que responde a outros processos, demonstrando, tendência à criminalidade, merecendo um tratamento diferenciado das autoridades constituídas, como forma de inibir e coibir a crescente marcha.

Assessoria de Imprensa – TJPB

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Polícia Militar cumpre mandado de prisão e apreende quatro armas de fogo na cidade de Cajazeirinhas, no Sertão da Paraíba

Com base em informações levantadas pela (COINT) por volta das 16 horas desta quarta-feira (12), policiais militares da Companhia de Pombal, cumpriram um Mandado de Prisão, expedido pela Comarca de Pau dos Ferros – RN, em desfavor de José de Sousa Silva, 58 anos de idade.

A captura do foragido aconteceu no Sítio Barrento, município de Cajazeirinhas, ocasião em que também foi apreendido em sua residência, quatro armas de fogo, sendo um revólver calibre ‘38’ e três espingardas, calibres: 20, 32 e 28, além de farta munições de calibres variados.

O foragido é acusado de no mínimo dois homicídios e atualmente estava amedrontando os moradores da comunidade.

No momento da prisão o capturado não esboçou reação e em seguida foi conduzido para Delegacia de Polícia Civil de Pombal, para os procedimentos legais juntamente com as armas apreendidas.

Assessoria de Imprensa – Polícia Militar

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Operação “consumo seguro” fiscaliza 9 restaurantes; dois foram interditados e os responsáveis, presos

Dois restaurantes interditados, duas pessoas presas em flagrante, um depósito clandestino fechado e quatro estabelecimentos autuados por irregularidades fiscais. Esse foi o balanço da operação “Consumo Seguro”, realizada na última terça-feira (11) pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon), com o apoio da Secretaria da Fazenda do Estado da Paraíba, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Vigilâncias Sanitárias do Estado e dos Municípios de João Pessoa e Cabedelo. Ao todo, foram fiscalizados nove estabelecimentos, localizados nos bairros de Cabo Branco, Jardim Oceania, Bessa e Manaíra, em João Pessoa, e, em Ponta de Campina, em Cabedelo.

Foram interditados pelas Vigilâncias Sanitárias os restaurantes Lovina, em Cabedelo, e Praiano Bar, localizado no Jardim Oceania, na capital. Neles, foram encontrados produtos impróprios para o consumo, com data de validade vencida e alimentos acondicionados de forma inadequada, além de irregularidades fiscais. Por conta disso, os responsáveis foram presos em flagrante e vão responder por descumprimento da Lei 8.137/1990.

No Lovina, também foram encontradas irregularidades pelo Corpo de Bombeiros, como extintores de incêndio inoperantes; problemas na instalação elétrica; ausência de hidrantes, de sinalização de emergência, de brigadas de incêndio, de plano e de iluminação de emergência, por exemplo.

Já nos restaurantes Dona Branca e Quintal Gastro, localizados em João Pessoa, a equipe da Secretaria da Fazenda do Estado apreendeu maquinetas de cartão de crédito para averiguar eventual prática de sonegação fiscal. No Quintal Gastro, o Corpo de Bombeiros orientou o responsável a adequar os extintores e no Dona Branca, foi feito um laudo de vistoria e dado prazo de 15 dias para regularização de problemas junto ao Corpo de Bombeiros.

Também foram fiscalizados os estabelecimentos Golfinhos, Fullano Praia e Bessa Gril, onde o Corpo de Bombeiros constatou problemas. Foram feitos laudos técnicos de vistoria em cada local e dado prazo de 15 dias para regularização e posterior aplicação de multa aos estabelecimentos.

Também foram alvos da operação, os restaurantes Sal e Brasa e o Bar do Cuscuz. Neles, não foram encontradas irregularidades.

Durante a operação, foi encontrado ainda, no bairro do Bessa, um depósito clandestino, que foi interditado pela Vigilância Sanitária e autuado pela Secretaria da Fazenda do Estado.

Consumo Seguro

A operação “Consumo Seguro” se baseou no levantamento de informações feito pela Secretaria da Fazenda do Estado, que apontavam indícios de fraudes fiscais em grandes restaurantes da capital e de Cabedelo. “Levantamos os dados dos grandes restaurantes de João Pessoa, os que mais faturam e os que apresentam inconsistências nas informações fiscais. Constatamos indícios de fraudes, como a venda de cartão de crédito superior à emissão de notas fiscais; o uso de artifícios para sonegar imposto; o uso de maquineta de cartão de crédito sem estar conectado com o sistema da secretaria e a emissão de notas fiscais ao consumidor em contingência (que ficam restritas ao sistema do estabelecimento e não são transmitas à secretaria). São algumas fraudes que identificamos no sistema e que vamos verificar na operação”, explicou o gerente-executivo de combate à fraude fiscal da Secretaria da Fazenda, Francisco Cirilo.

De acordo com o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital e diretor-geral do MP-Procon, Francisco Glauberto Bezerra, a fiscalização integra o programa permanente de proteção à saúde do consumidor. “A operação teve como objetivo prevenir e reagir a violências silenciosas que dizem respeito à relação de consumo. São violências que afetam o direito humano fundamental à saúde, vida e segurança no consumo” disse.

Já as Vigilâncias Sanitárias verificaram se os estabelecimentos estavam cumprindo as normas técnicas de higiene para evitar a contaminação de alimentos. Segundo a gerente da Vigilância de João Pessoa, Eliane Navarro, os principais problemas encontrados em restaurantes dizem respeito à manipulação dos alimentos, à existência de produtos fora do prazo de validade e à falta de uso de equipamentos de segurança por parte dos funcionários. “Costumamos encontrar muitas situações que contrariam as normas legais vigentes e que tentam nos driblar, colocando produtos vencidos misturados com os que estão dentro da validade; temos muitos problemas em relação ao acondicionamento de produtos fora da temperatura indicada pelo fabricante, o que leva à perda da qualidade e outra questão importante é que o trabalhador precisa estar com a saúde íntegra e usar os equipamentos de proteção individual para manipular os alimentos, além da estrutura física do estabelecimento, já que são necessárias áreas de manipulação diferenciadas ou com programação para manipular alimentos a cada momento. As carnes, por exemplo, não devem ser manipuladas no mesmo local em que são manipulados os vegetais. São esses quesitos que chamam a atenção e precisam sempre de correção por parte da Vigilância Sanitária. Geralmente, quando isso não é cumprido, o consumidor corre o risco de contrair inúmeras doenças transmitidas por alimentos, como as infecções intestinais”, disse.

O Corpo de Bombeiros, por sua vez, verificou se os estabelecimentos possuíam os certificados expedidos pelo órgão. “Mesmo que se tenha esse documento, verificamos as condições das instalações de prevenção a incêndio, controle e pânico; as saídas de emergência, os extintores de incêndio, as instalações elétricas, de modo geral, com o controle de dispositivo antichoque; hidrantes; iluminação de emergência e o material de acabamento para evitar que os incêndios se propaguem”, disse o coronel Nazareno de Oliveira, diretor de atividades técnicas.

Assessoria de Imprensa – MPPB

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Balanço da Justiça mostra queda de 23% no número de homicídios

Rio de Janeiro – Campanha contra homicídios de jovens negros pinta centenas de silhuetas de corpos no chão do Largo da Carioca (Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (12) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública aponta uma queda de 23% no número de homicídios registrados no país, no primeiro bimestre de 2019. A queda foi registrada nos nove tipos de crimes que compõem as estatísticas oficiais, na comparação com o mesmo período de 2018.

De acordo com o MJ, no primeiro bimestre de 2018 foram registradas 8.498 ocorrências de homicídios dolosos, número que caiu para 6.543 em 2019. Já as tentativas de homicídios apresentaram uma redução de 15,1% (6.431 ocorrências para 5.461).

No caso do crime de estupro, a queda ficou em 7%, com 7.284 ocorrências neste primeiro bimestre, ante 7.834 casos registrados nos dois primeiros meses do ano passado.

Com relação a furto e roubo de veículos, a queda ficou em 10,9% (de 40.527 para 36.123 ocorrências), e 28,3% (43.448 para 31,161 registros), respectivamente. Crimes de lesão corporal seguidos de morte caíram 6% (de 151 para 142 casos).

Ainda segundo o levantamento, os roubos cometidos contra instituições financeiras caíram de 169 para 107 casos e o roubo de cargas caiu de 3.877 para 2.301 ocorrências. Crimes de latrocínio apresentaram uma queda de 321 para 260 casos (-19%).

Por meio de nota divulgada na manhã de hoje, o ministro Sergio Moro, disse que o resultado se deve à atuação integrada feita com os governos locais. Segundo o ministro, os números podem ser ainda menores caso o pacote anticrime apresentado pelo governo federal seja aprovado pelo Legislativo. A nota também foi reproduzida no Twitter  pessoal do ministro.

 

Agência Brasil

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Defesa revela doença de Roberto Santiago pede prisão domiciliar e justiça nega

A defesa do empresário Roberto Santiago, preso na Operação Xeque-Mate, no dia 22 de março, impetrou Habeas Corpus, solicitando a substituição da prisão preventiva em domiciliar. Os advogados alegam que Santiago sofre de doença pulmonar crônica que necessita de sessões semanais de fisioterapia e natação.

Os argumentos elencados pela defesa, no entanto, não foram acatados pelo Tribunal de Justiça da Paraíba nem pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, Félix Fischer é muito menos pelo Ministério Público Federal, que na quarta-feira (5), emitiu parecer contrário à soltura de Roberto Santiago.

Com o parecer do MPF, o pleno do STJ deve julgar até o final do mês a liminar do ministro Félix Fischer, que negou Habeas Corpus ao empresário. A expectativa não é boa para Santiago, já que o ministro do STJ é conhecido pela dureza em suas decisões. Ele negou todos Habeas Corpus impetrados pela defesa do ex-presidente Lula.

Roberto Santiago foi apontado em depoimentos, durante as investigações como o responsável pelos pagamentos que resultaram na compra do mandato do ex-prefeito Luceninha, em Cabedelo. O gestor renunciou ao cargo, em 2013, abrindo caminho para o agora também ex-prefeito Leto Viana (PRP) assumir o cargo de prefeito, que era o vice de Luceninha.

Fonte: Blgo do Anderson Soares

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Caso Neymar engrossa lista de jogadores de futebol acusados de estupro

Conheça outras sete histórias de boleiros denunciados por violência sexual

Em meio a um ano agitado – com lesões, corte, polêmicas e, agora, uma investigação por um suposto caso de estupro –, Neymar Jr. enfrenta um dos momentos mais delicados da carreira.

O camisa 10 da seleção brasileira e do Paris Saint German é acusado de estuprar uma brasileira em um quarto de hotel da capital francesa.

E o jogador de 27 anos não foi o único a se envolver em casos semelhantes.

1 – Robinho

O ex-jogador da seleção brasileira, que atualmente está jogando pelo Sivasspor, da Turquia, foi condenado, em novembro de 2017, a nove anos de prisão por “violência sexual em grupo” contra uma jovem albanesa. O jogador recorreu e segue em liberdade enquanto o caso ainda está em curso. A acusação é de um caso ocorrido numa boate em Milão, em janeiro de 2013, quando o jogador estava no Milan. O crime teria acontecido em conjunto com outros cinco homens.

Essa, no entanto, não foi a primeira acusação do craque. Em 2009, quando defendia Manchester City, Robinho foi acusado de estuprar uma jovem em uma boate. Após investigação policial, foi comprovado que a jovem estava mentindo e ela foi condenada pela justiça.

2 – Cristiano Ronaldo

A norte-americana Kathryn Mayorga acusou o craque da seleção Lusa de tê-la forçado a ter relações sexuais com ele, em um hotel em Las Vegas, em 2009. O atleta negou ter cometido o crime, mas chegou a pagar uma indenização à moça, um acordo para manter o silêncio de Mayorga em troca de US$ 375 mil.

Nesta quarta-feira (5), no entanto, de acordo com a agência de notícias Bloomberg, a acusação feita pela modelo foi retirada do tribunal estadual de Nevada, em Las Vegas, há cerca de um mês. O que não se sabe ainda é se Mayorga e Cristiano fizeram um novo acordo ou não.

3 – Mancini

O ex-jogador fechou a carreira como meia-campista no Atlético Mineiro. Mas antes, se envolveu em um dos casos mais graves envolvendo denúncias feitas por mulheres. Mancini foi acusado e condenado a dois anos e oito meses de prisão sob acusação de ter violentado sexualmente uma modelo brasileira na Itália.

O crime teria acontecido em 2010, quando Mancini jogava pelo Milan, em uma festa na casa do colega e ex-jogador Ronaldinho Gaúcho. Mancini foi acusado de ter praticado relações com a mulher enquanto ela estava desmaiada. Hoje ele está aposentado.

4 – Evaeverson

Mais conhecido como Brandão, o jogador, atual atacante do Levadiakos, da Grécia, chegou a ser detido por suposto estupro em 9 de março de 2011 após a denúncia de uma jovem de 24 anos, que afirmou ter sido violentada pelo jogador em um automóvel quando ele a transportava para casa depois de sair de uma discoteca em Aix-en-Provence.

Mas em 2012, a denúncia foi arquivada na França. De acordo com as declarações da defesa do jogador na época, o juiz de instrução responsável pelo caso decidiu rejeitar as acusações argumentando “inconsistências e contradições” no processo.

5 – Cuca

Técnico do São Paulo, Cuca foi preso na época que jogava pelo Grêmio. O crime: durante uma excursão do Grêmio pela Europa, Cuca e outros três colegas de time foram acusados de estuprar uma adolescente de 14 anos. Todos foram condenados e passaram um mês detidos pela Justiça suíça, mas não foram presos novamente.

6 – Valdiram

O artilheiro da Copa do Brasil de 2006 pelo Vasco foi espancado até a morte, nas ruas de São Paulo, na madrugada do dia 19 de abril deste ano. Valdiram ficou conhecido pelo talento com a bola, mas também pelas encrencas, principalmente, pelo vício nas drogas. Foi preso três vezes, uma delas por tentativa de estupro. Em passagem por Portugal no início dos anos 2000 foi acusado pelo crime por uma jovem.

7 – Jobson

O atacante do Brasiliense, time do empresário e ex-senador Luiz Estevão, foi preso acusado de estuprar quatro garotas menores de idade em 2016, na cidade de Couto Magalhães, no Tocantins. O jogador encerrou a carreira após o caso e ficou detido no mesmo ano até setembro. Depois, passou a usar tornozeleira eletrônica.

 

Repórter Camila Costa – Agência do Rádio

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Veneziano destaca ações na área de segurança e investimentos do Governo do Estado para o São João de Campina Grande

Ao participar e discursar em Campina Grande, durante solenidade de entrega de viaturas e armamentos para as Polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros, por parte do Governador João Azevêdo, na última sexta-feira, 07, o Senador Veneziano Vital (PSB-PB) destacou os investimentos do Estado, não apenas para combater a criminalidade, mas também nas políticas públicas que colaboraram para que a Paraíba pudesse ser reconhecida nacionalmente nesse contexto.

Os equipamentos serão primordiais para o trabalho das unidades militares e civis, notadamente agora, durante os festejos juninos. Veneziano destacou o volume de investimentos pelo Governo em Campina e disse que, nos debates sobre segurança dos quais participa, em Brasília, ao apresentar a realidade da segurança pública da Paraíba, recebe o reconhecimento, pelos resultados e números obtidos pelo Estado.

“São mais de um milhão e duzentos mil reais investidos. E isso tem um significado muito grande. Essa presença da Segurança Pública não é apenas em Campina Grande, mas em toda a Paraíba e vai se estender até o mês de julho, quando muitas cidades ainda realizam festejos juninos”, destacou o Senador paraibano, ao lembrar outras ações no São João de Campina Grande, como a realização do Salão de Artesanato..

Veneziano disse que os números que colocam a Paraíba numa situação de respeito em relação a investimentos e resultados na área de segurança não são forjados, mas trabalhados cientificamente e resultado de ações sem improvisação: “Se não estamos alcançando o ideal, estamos buscando dia a dia melhorar. E tudo isso graças a um trabalho continuado, desde o começo da gestão Ricardo Coutinho, e trabalhado eficazmente no Governo João Azevedo”.

Confira o pronunciamento do Senador:

https://www.facebook.com/senadorvenezianovital/videos/457379001756072/

Os Investimentos

Na solenidade em Campina Grande, o governador João Azevêdo lançou o planejamento operacional do São João 2019. Na ocasião, ele anunciou as promoções de mais de 600 policiais militares e de bombeiros militares e entregou 13 novas viaturas e 18 motos para a Polícia Militar – um investimento superior a R$ 1,2 milhão -, além de duas viaturas de combate a incêndio para o Corpo de Bombeiros, novos veículos para a Polícia Civil, sendo 32 substituídos em todo o Estado, e armamentos para a Secretaria da Administração Penitenciária.

Ele também evidenciou que o São João de Campina Grande contará com o auxílio do sistema de monitoramento e do helicóptero Acauã 2. “Além disso, e da presença da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, nós reforçamos o Hospital de Trauma e destinamos R$ 2 milhões para os comerciantes do Parque do Povo, por meio do programa Empreender; é assim que demonstramos o respeito pelo povo paraibano e por Campina Grande”, completou.

Assessoria de Imprensa

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Prorrogada por 90 dias atuação da Força Nacional no Ceará

O Ministério da Justiça e Segurança Pública prorrogou por 90 dias a atuação da Força Nacional de Segurança Pública no com o objetivo de conter a criminalidade e reduzir o índice de homicídios. Os militares vão atuar no apoio à Polícia Civil do Estado, compondo Força Tarefa de Polícia Judiciária. A autorização está em portaria publicada na edição de hoje (6) do Diário Oficial da União.

O pedido de prorrogação foi feito pelo governo do Ceará. A portaria informa que o prazo de permanência da Força Nacional poderá ser ampliado, se necessário, e mediante novo pedido do órgão apoiado.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública já havia autorizado a atuação da Força Nacional no Ceará no período de 30 de outubro de 2018 a 28 de abril de 2019.

Agência Brasil

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Guerra entre facções criminosas está relacionada a alto número de homicídios no Norte e Nordeste, sugere estudo

O Atlas da Violência foi divulgado nesta quarta-feira (5), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Foto: EBC

O patamar de 31,6 homicídios por 100 mil habitantes, registrado nos últimos dois anos no Brasil, pode ser explicado – principalmente nas regiões Norte e Nordeste – pela guerra entre facções criminosas.

A constatação vem do Atlas da Violência, divulgado nesta quarta-feira (5), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

O coordenador de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia do Ipea, Hélder Ferreira, analisa que esse agravo de homicídios por conta de facções nas regiões Norte e Nordeste pode ser notado nos massacres que ocorridos em presídios.

“Isso faz com que trabalhamos com a hipótese de que uma das principais explicações para o homicídio no Norte e Nordeste está relacionada a essa guerra de facções criminosas.”, confirma Ferreira.

O atlas mostra que o número de pessoas assassinadas com armas de fogo cresceu 6,8% no país, entre 2016 e 2017. Em 2017, 65 mil mil pessoas foram mortas no Brasil, sendo que 47,5 mil (72,4%) foram vitimadas por tiros.

Segundo Ferreira, o estudo indica que o Estatuto do Desarmamento teve uma importância para contenção ainda maior das taxas de homicídio. “Um outro estudo de um dos participantes indicou que uma maior prevalência da arma de fogo leva um aumento de homicídios”, completa.

Já o número de armas em posse de civis só aumenta desde 2017. Até abril de 2019 houve alta de 10% em relação a 2018 nos registros para a posse de armas concedidos pela Polícia Federal.

Estados

O levantamento aponta um crescimento nos índices de assassinatos em sete estados: Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo, Acre, Amazonas .

O destaque vai para o Ceará e para o Acre, com alta de 48,2% e 39,9%, respectivamente.

O atlas registrou uma diminuição em 15 Unidades da Federação, como Rondônia e no Distrito Federal – que tiveram baixas de 22% e 21,4%.

Os motivos dos crimes explicados por Ferreira são a posse de arma de fogo, o uso e tráfico de drogas ilícitas e resolução violenta dos conflitos interpessoais.

Já no Acre, mais de 10 rotas do tráfico de drogas vindas do Peru e da Bolívia determinariam o rumo tomado pelas mortes – a maioria ligada ao rastro violento deixado pela disputa de poder entre traficantes.

Para Ferreira, há a necessidade de uma estruturação de políticas do estado para diminuir as taxas de homicídios, com ações preventivas focadas na infância e juventude, em territórios mais vulneráveis.

“Cada vez mais as informações têm avançado no sentido de permitir identificar, nas cidades que tem mais taxas de homicídios, quais são os bairros que os homicídios têm acorrido em montante maior. [É preciso] Investir em políticas que envolvam questões de mediação de conflito, o aumento do trabalho de inteligência policial. Acho que isso é importante para gente conseguir mudar essa realidade”, explica.

Violência com pessoas LGBTI+

O Atlas também traz pela primeira vez uma análise para mostrar a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais (LGBTI+).

No último ano, houve crescimento de 127% de denúncias de homicídio contra a população LGBTI+.

O levantamento foi feito com base em dados do Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, e dos registros administrativos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde. O Disque 100 analisa e encaminha denúncias de violações de direitos humanos desde 2011.

 

Repórter Juliana Gonçalves – Agência do Rádio