Categoria Política

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Gaeco recebe 5 mil mensagens, em uma semana; fluxo leva órgão a criar novo WhatsApp

Quase 5 mil mensagens foram recebidas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), na última semana, através do aplicativo de mensagens WhatsApp. Os contatos resultaram em cerca de 2 mil denúncias, que estão sendo analisadas. Por causa do intenso fluxo, foi disponibilizado um novo número (83 9.8820-2679), através do qual o Gaeco poderá ser acionado, a partir de agora.

O e-mail gaecodenuncia@mppb.mp.br continua ativo também para o recebimento de denúncias de corrupção. Os canais de comunicação com a população foram criados no último dia 15. Por meio deles, os promotores de Justiça do Gaeco estão recebendo informações da população em diversos formatos (áudio, vídeo, texto e imagem), que estão sendo triadas e poderão ser investigadas, caso haja indícios de crimes cometidos.

As denúncias poderão abranger operações e investigações em curso (a exemplo de operações deflagradas, como ‘Xeque-Mate’, ‘Cartola’, ‘Cidade Luz’ e ‘Calvário’) ou novos fatos e casos, no âmbito criminal. Assim, além da possibilidade de municiar o órgão ministerial com documentos e informações, os cidadãos poderão participar ativamente da luta contra a corrupção, exercendo o controle social.

Assessoria de Imprensa – MPPB

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CASO MARIELLE: PF cumpre mandatos para apurar supostas tentativas de prejudicar as investigações

Onze meses se passaram e a autoria dos crimes ainda é desconhecida

Nesta quinta-feira (21), policiais federais cumpriram oito mandados de busca e apreensão para apurar supostas tentativas de prejudicar as investigações dos homicídios da vereadora Marielle Franco e do seu motorista, Anderson Gomes.

Os mandados foram autorizados pela Justiça, mas a Polícia Federal não pode dar mais detalhes, afinal, esta é uma apuração sigilosa. O que se sabe é que esta investigação teve início em novembro de 2018, quando os policiais começaram a receber denúncias de que agentes do estado estariam agindo para prejudicar as investigações do caso.

Segundo a PF, os agentes federais não estão apurando a autoria ou a motivação dos assassinatos, mesmo porque isso é responsabilidade da Polícia Civil. As investigações se restringem à identificação de entraves e obstáculos dirigidos à investigação dos crimes.

Neste mês, completou 11 meses que a vereadora e o motorista foram mortos a tiros, no centro do Rio de Janeiro, depois de um evento político. Onze meses se passaram e a autoria dos crimes ainda é desconhecida.

 

Repórter Cintia Moreira

Agência do Rádio

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Maduro avisa que vai fechar fronteira da Venezuela com o Brasil

O país vizinho vive a maior crise política e econômica da história

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro disse nesta quinta-feira (21) que fechará a fronteira do país com o Brasil. O anúncio foi feito durante reunião com líderes das Forças Armadas de todas as regiões da Venezuela.

A decisão do ditador pode ser considerada uma resposta ao governo brasileiro que na última terça-feira (19) anunciou o envio de ajuda humanitária à Venezuela. O país vizinho vive a maior crise política e econômica da história.

A previsão é de que a ajuda humanitária chegue à Venezuela no próximo sábado (23). Além do Brasil, os Estados Unidos também estão envolvidos na coordenação da ação.

 

Repórter João Paulo Machado

Agência do Rádio

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Meu mandato será uma trincheira de luta contra essa reforma que vem para beneficiar banqueiros e prejudicar os trabalhadores afirma Jeová

Em duro discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (21), o deputado estadual Jeová Campos (PSB) se colocou contra o projeto de Reforma da Previdência encaminhado ontem pelo Governo Federal ao Congresso Nacional. “Meu mandato será uma trincheira de luta contra essa reforma que não vem para acabar privilégios, nem acabar com as injustiças, mas prejudicar os servidores públicos, os trabalhadores, pois essa é uma reforma que beneficia banqueiros e capitaliza bancos, que traduz a ânsia e a ganância dos poderosos, que querem que as pessoas sejam miseráveis para morrer aos 70 anos, antes mesmo de terem acesso à aposentadoria”, afirmou o parlamentar, reiterando que seu mandato será “uma trincheira de luta contra essa reforma”.

“O presidente da república disse que a reforma da previdência era para acabar com as injustiças, mas, isso não condiz com a realidade”, disse o deputado. Para Jeová, quem escreveu o texto do projeto não tem dentro de si um sentimento de humanismo. “Que projeto para ajudar pobre é esse que para um idoso aos 70 anos receber um benefício de prestação continuada ele tem que ser miserável? Chamar um ser humano de miserável é afrontar o próximo. Eu entendo que as pessoas possam ser desprovidas de oportunidade ou de poder econômico, mas, daí ser taxada de miseráveis por isso foi demais”, destacou o deputado, sugerindo ao presidente Bolsonaro que demita quem redigiu esse texto.

Outro ponto questionado pelo deputado, diz respeito a forma de votação para aprovação da matéria. “Essa reforma está quebrando com o principal alicerce da Constituição de 1988 que é a questão do edifício da seguridade social, assistência à saúde e previdência. Isso que está neste texto significa um cheque em branco, porque para se propor alterações ao texto constitucional, é preciso 308 votos, a maioria de 3/5, ou seja, quórum qualificado. E eles querem votar com maioria absoluta, ou seja, 256 votos, e isso sinceramente é colocar a Constituição e seu poder constituinte numa crise profunda”, reiterou o parlamentar, que é advogado.

Jeová lembrou ainda que o que está na Constituição só pode ser modificado com um quórum qualificado e não com um quórum de maioria. “A reforma que se pretende fazer é usando um caminho completamente antijurídico, um caminho sem conteúdo jurídico normativo”, disse o parlamentar, que solicitou a deputada Cida Ramos, autora da proposta de criação da Frente da Seguridade Social na ALPB, para incluí-lo como vice-presidente da Frente. “Essa pauta será norteadora de meu mandato pela importância e relevância que essa matéria requer de quem tem compromisso com o povo, com os trabalhadores, com a sociedade brasileira e, sobretudo, com a Constituição Brasileira”, finalizou Jeová.

 

Assessoria de Imprensa 

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Deputados propõem criação de Frente Parlamentar para discutir Reforma da Previdência na ALPB

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) debateu, na sessão ordinária desta quinta-feira (21), a proposta da Reforma da Previdência Social apresentado ao Congresso Nacional pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Na avaliação dos deputados, a proposta, caso seja aprovado o seu texto original, poderá prejudicar os mais pobres. Também foi proposta a criação de uma Frente Parlamentar para debater o tema na Casa.

O texto da reforma da Previdência foi entregue ao Congresso Nacional pelo presidente Jair Bolsonaro na última quarta-feira (20). Para que as regras sejam implantadas, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara Federal e no Senado. Na avaliação do deputado Buba Germano, a reforma é extremamente necessária, no entanto, existe também a necessidade de punir aqueles que sonegam à Previdência.

Buba defendeu que a proposta apresente medidas para cobrar daqueles que, segundo ele, deixam de repassar recursos à Previdência, decretam falência, mas que continuam com grandes patrimônios. “Há histórias de empresas que faliram, mas que os donos das empresas continuam ricos, ou seja, quebram a empresa, decretam falência, e não se vai atrás do patrimônio de quem era o empresário”, afirmou Buba.

O deputado acrescentou ainda que o Governo Federal, antes de apresentar uma proposta que transfere a responsabilidade para a população, faça a sua parte. “Primeiro o governo tem que fazer o seu dever de casa, acabar com a corrupção, os desvios e os benefícios, que são muitos”, explicou.

O deputado Jeová Campos (PSB), por sua vez, criticou duramente a proposta da Reforma da Previdência por trazer em seu conteúdo o termo ‘miserável’, ao se referir aos menos favorecidos economicamente. “Que projeto para ajudar pobre é esse que um idoso para ter direito a receber um benefício de prestação continuada terá que ser miserável? Não basta ele ser um ser humano desprotegido de condições econômicas? Ele tem que ser miserável?”, questionou o parlamentar.

Jeová concluiu que o texto não vem para por fim a privilégios. “É uma reforma contra servidores públicos e, fundamentalmente, é a reforma dos banqueiros, a reforma da ânsia e da ganância dos poderosos que querem que as pessoas sejam miseráveis para morrerem antes dos 70 anos”, afirmou.

Deputado Cida Ramos (Foto: Keice Victor)

Deputado Cida Ramos (Foto: Keice Victor)

Durante as discussões, a deputada Cida Ramos propôs a instalação de uma Frente Parlamentar na Assembleia para debater a seguridade social, com o objetivo de convidar especialistas, deputados estaduais e federais, representantes da sociedade civil e sindicatos para debater o tema. A parlamentar demonstrou insatisfação diante do que foi proposto para a reforma da Previdência Social.

“A primeira coisa que me causou uma tristeza enorme foi saber que na reforma da Previdência o primeiro ataque veio à proteção social, à assistência social, no tripé saúde, Previdência e assistência. Nossos idosos foram os primeiros a serem atingidos por esta reforma”, lamentou Cida.

Segundo ela, idosos que atualmente têm direito ao benefício no valor de um salário mínimo passariam a receber apenas o valor de R$ 400. “Nós vamos ter uma reforma que vai penalizar ainda mais os mais pobres. Uma reforma e um texto que não deixam claro como o governo vai, em que tempo e de que forma, cobrar das grandes empresas que sonegam hoje à Previdência e que causam o verdadeiro rombo”, argumentou a deputada.

 

Assessoria de Imprensa – ALPB

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Requerimentos de Veneziano pedem a presença de ministros no Senado para debater Reforma da Previdência e Pacote Anticrime

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) apresentou requerimentos nas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Assuntos Econômicos (CAE) convidando os Ministros da Justiça, Sérgio Moro; e da Economia, Paulo Guedes, para comparecer ao Senado visando discutir as propostas de Reforma da Previdência e Pacote Anticrime, enviadas ao Congresso Nacional.

A iniciativa de Veneziano tem o objetivo de debater as propostas no Senado, antes da discussão nas Comissões e da votação em Plenário. Em pronunciamento esta semana, o ele disse que o Congresso não deve desconhecer as boas intenções, mas é importante que os Senadores se debrucem sobre essas propostas com cuidado antes de aprová-las.

– Estou apenas colocando a necessidade de fazermos esse debate, de não nos precipitarmos. Nesses últimos quatro meses, desde a finalização do segundo turno (das eleições), nós temos visto e constatado um governo, que se instalou em janeiro, e um “quase governo”, que conhecido era a partir do dia 28 [de outubro], de idas e vindas, de opiniões desencontradas, de improvisações, na verdade – disse Veneziano.

Ele criticou a facilitação do acesso ao porte de armas, feita por decreto presidencial no início de janeiro, e citou dois casos que mobilizaram a opinião pública: a morte de um taxista em João Pessoa, ao ser alvejado por um cidadão armado, sem discussão prévia; e a morte de um rapaz num supermercado de São Paulo, ao ser contido por um segurança.

O parlamentar paraibano defende que sejam levantados dados que ajudem a mudar a realidade enfrentada pelo País e citou o Atlas da Violência em 2018, que cita exemplos concretos de que é possível se fazer muito mais no combate à violência e à criminalidade do que apenas majorar penas.

Veneziano também criticou o endurecimento de penas de encarceramento, como vem sendo sugerido pelo Executivo, em detrimento de outra ações importantes e necessárias. “Existem exemplos que mostram que você pode fazer muito mais do que simplesmente ampliar, majorar penas, como se as soluções para que nós diminuamos esses índices de criminalidade estivessem aí”, acrescentou.

Assessoria de Imprensa

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Justiça Federal na Paraíba suspende transferência de verbas federais para Cubati

Medida foi motivada pela falta de cumprimento de determinação de construir um aterro sanitário

A 4ª Vara da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), localizada em Campina Grande, determinou a suspensão das transferências voluntárias de verbas federais para o município de Cubati, a 200 quilômetros da Capital. A prefeitura foi intimada diversas vezes para cumprir a determinação de construir um aterro sanitário em substituição a um lixão a céu aberto existente na cidade, mas se omitiu.

De acordo com o juiz federal Vinícius Costa Vidor, a suspensão da transferência de verbas federais é uma medida adotada apenas diante do descaso com as determinações judiciais e de evidente desinteresse dos gestores em solucionar o problema.  “O caráter coercitivo da medida afeta, de imediato, a rotina administrativa do ente municipal, de forma que seja assegurado o cumprimento da decisão e a população não seja, ainda mais, prejudicada pela falta de compromisso do poder público municipal”.

De acordo com o processo, o município deveria depositar os resíduos na área do atual lixão, de forma controlada, em valas, sem queima e cobertas quinzenalmente com terra; proibir o depósito de resíduos decorrentes do abate de animais na área do lixão; apresentar o Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad) ao IBAMA e à SUDEMA, sob pena de majoração da multa já fixada em R$ 1 milhão, além de R$ 50 mil por dia de descumprimento etc.

Processo nº 0000645-30.2013.4.05.8201

Assessoria de Comunicação 
Justiça Federal na Paraíba – JFPB

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Jeová convida deputados e público interessado para uma plenária na Fetag que debaterá a reforma da previdência e suas implicações

Na quinta-feira (28), às 10h, a Federação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares da Paraíba (FETAG) vai promover uma plenária para debater as propostas de Reforma na Previdência em pauta no Congresso Nacional e as diretrizes do atual governo estadual para a agricultura familiar. Na sessão desta quarta-feira (20), o deputado estadual Jeová Campos (PSB) divulgou essa atividade e convidou os parlamentares a se fazerem presentes no evento, que acontece na sede da Federação, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa.

“É preciso fazer um enfrentamento ao que o Governo Federal está propondo, pois se essa reforma passa no Congresso os trabalhadores perderão direitos e serão duramente penalizados com a ampliação do prazo de aposentadoria entre outras questões que comprometerão o futuro dos trabalhadores, justamente, o povo mais simples e humilde deste país”, disse Jeová. Para o parlamentar, essa reforma é, sobretudo, um desrespeito aos trabalhadores brasileiros e uma ameaça aos direitos de seguridade adquiridos com a Constituição de 1988.

“Eu tenho denunciado que essa reforma que ai está, não mexe em nada na previdência social para resolver seu problema de caixa, ela acaba com os direitos dos trabalhadores e favorece grandes grupos econômicos”, disse o deputado. Ainda segundo Jeová, essa proposta de reforma da previdência é, na realidade, um grande conluio, das grandes estruturas econômicas do mundo, contra o trabalhador brasileiro. “Só há uma forma de barrar esse absurdo que é através da mobilização popular, principalmente, dos trabalhadores e agricultores”, reiterou o deputado.

Ainda segundo o deputado, é importante que os parlamentares paraibanos participem deste debate. “A ALPB precisa entrar neste debate que é extremamente sensível, que se pretende alterar princípios da seguridade social, a exemplo da questão da idade para aposentadoria, e outras mudanças de conteúdo muito profundo. Sem dúvida nenhuma, essa será a principal agenda de 2019 em relação ao cenário nacional”, disse Jeová. Para ele, é preciso que os parlamentos estejam unidos contra essa reforma. Com esse propósito, Jeová vai propor que a ALPB realize uma audiência pública, no dia 15 de março, para reunir os deputados estaduais e federais paraibanos em torno deste tema, além de trabalhadores e representantes da sociedade interessados neste debate.

 

Assessoria de Imprensa 

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Assembleia define composição e presidentes de comissões; confira nomes

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) definiu, nesta quarta-feira (20), a composição e elegeu os presidentes das comissões temáticas da Casa.  Foram eleitos presidentes da Comissão de Acompanhamento e Controle da Execução Orçamentária e da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), respectivamente, os deputados Wilson Filho (PTB) e Pollyanna Dutra (PSB). O presidente da ALPB, Adriano Galdino, ressalta que pela primeira vez na história do Legislativo estadual todas as comissões da Casa foram definidas em uma única sessão.

Além de Wilson Filho como presidente, a Comissão de Orçamento terá como membros os seguintes deputados: Buba Germano (vice-presidente), Tião Gomes (Avante), Taciano Diniz (Avante), Eduardo Carneiro (PRTB), João Henrique (PDSB) e Doda de Tião (PTB). Os suplentes são Júnior Araújo (Avante), Dr. Érico (PPS), Raniery Paulino (MDB), Anderson Monteiro (PSC), Ricardo Barbosa (PSB), Branco Mendes (Podemos) e Edmilson Soares (Podemos).

Já a Comissão de Constituição e Justiça terá o deputado Ricardo Barbosa (PSB), como vice-presidente, e os seguintes membros: Júnior Araújo (Avante), Felipe Leitão (DEM), Tovar Correia Lima (PSDB), Camila Toscano (PSDB) e Edmilson Soares (Podemos). Os suplentes são os deputados Taciano Diniz (Avante), Caio Roberto (PR), João Henrique (PSDB), Cabo Gilberto (PSL), Jeová Campos (PSB), Hervázio Bezerra (PSB) e Manoel Ludgério (PSD).

190219 - Sessão Ordinária - Wilson Filho - ©nyll pereira - 1Eleito presidente da Comissão de Orçamento, Wilson Filho agradeceu aos demais parlamentares pelo apoio e pela credibilidade depositada no seu nome. “Eu fico feliz está iniciando os trabalhos e poder ter sido escolhido pelos membros dessa importante comissão”, disse. Novata no parlamento, Pollyana Dutra destacou que será um desafio importante para o mandato presidir a CCJ. “Um trabalho importante para quem está chegando a Casa, mas me sinto preparada para mais esse desafio”, afirmou a deputada.

Já a Comissão de Direitos da Mulher terá como presidente a deputada Camila Toscano e a vice-presidente Dr. Paula. Os outros membros são os deputados Felipe Leitão, Estela Bezerra e Pollyanna Dutra. A presidente disse que o cargo é de muita responsabilidade e recebe a missão com muita alegria e com o senso de que há muito que ser feito em defesa das mulheres.

Camila Toscano“Temos mais mulheres nessa legislatura. Já entrei em contato com elas no sentido de movimentar a comissão. Agora em março, já temos o Dia Internacional da Mulher, em que vamos fazer um movimento bacana, pois precisamos valorizar a mulher paraibana. Vamos trabalhar bastante para trazer os problemas e encontrar soluções”, argumentou Camila Toscano.

Ficou definido para compor a Comissão de Educação, Cultura e Desporto a presidente Estela Bezerra, o vice-presidente Chió, Anderson Monteiro, Walber Virgulino e Dr. Érico. As deputadas Cida Ramos, Pollyanna Dutra e Camila Toscano estão entre os suplentes.

Para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias foram escolhidos: como presidente o deputado Edmilson Soares, Cida Ramos (vice-presidente), Dr. Paula, Walber Virgolino e Tião Gomes, como membro titulares. Entre os suplentes estão os deputados Inácio Falcão, Chió, Galego de Souza e Moacir Rodrigues.

Comissão de Saúde

Comissão de Saúde, Saneamento, Assistência Social, Segurança Alimentar e Nutricional: Presidente Dr. Érico, vice-presidente Dr. Paula, João Gonçalves, Wilson Filho e Cabo Gilberto, como membros titulares. Os suplentes são Hervázio Bezerra, Buba Germano, Tovar Correia Lima, Raniery Paulino e Taciano Diniz.

Comissão de Administração

Comissão de Administração, Serviço Público e Segurança: presidente João Gonçalves, vice-presidente Cabo Gilberto, Doda de Tião, Felipe Leitão e Walber Virgolino. Os membros suplentes são Jeová Campos, Buba Germano, Caio Roberto, João Henrique e Eduardo Carneiro.

Comissão de Turismo

Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente: presidente Moacir Rodrigues, vice-presidente Chió, Jeová Campos, Galego de Sousa e Júnior Araújo. Já os deputados Wilson Filho, Estela Bezerra e Anderson Monteiro estão entre os suplentes.

Legislação Cidadã

Comissão de Legislação Cidadã: presidente Anderson Monteiro, vice-presidente Raniery Paulino, Hervázio Bezerra, Branco Mendes e Caio Roberto. Os suplentes são João Gonçalves, Doda de Tião e Tião Gomes.

Comissão de Direitos das Pessoas com Deficiência

Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência: presidente Cida Ramos, vice-presidente Raniery Paulino, Ricardo Barbosa, Genival Matias e Anderson Monteiro. Os deputados Inácio Falcão, Manoel Ludgério e Tovar Correia Lima estão entre os suplentes escolhidos.

 

Assessoria de Imprensa – ALPB

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Reforma da Previdência chega ao Congresso

Já está no Congresso Nacional o texto base da reforma da Previdência. A proposta foi entregue em mãos pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia, nesta quarta-feira (20).

Bolsonaro veio acompanhado de ministros, como o da Economia, Paulo Guedes, e o da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e do secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Segundo Marinho, em linhas gerais, a proposta ataca principalmente as desigualdades e os privilégios e altera alíquotas de contribuição para a Previdência, no intuito de preservar sua manutenção.

— Nós trabalhamos até as 4h da manhã de hoje para entregar esse texto em tempo hábil, porque há uma série de cálculos que precisavam ser consolidados e adequações, inclusive de caráter constitucional. Estamos trabalhando para a equidade, porque todos darão sua contribuição, inclusive os militares — declarou Marinho.

Rogério Marinho adiantou que o governo também está trabalhando no combate a fraudes no sistema previdenciário, e que uma proposta de lei para endurecer a cobrança de dívidas previdenciárias a partir de R$ 15 milhões também será apresentada em breve. Ele disse que existem cerca de 4 mil devedores do sistema, em todo o Brasil.

Agilidade

Para o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), recém nomeado para o cargo, a intenção principal da reforma é garantir a manutenção da Previdência e evitar crises profundas, como as enfrentadas pela Grécia e Portugal. O parlamentar acredita que o texto será analisado e votado rapidamente pelo Congresso, e ressaltou o empenho dos presidentes das duas casas legislativas para isso.

Ao afirmar que defenderá o projeto original, Fernando Bezerra disse estar aberto para dialogar, argumentar e ouvir as sugestões dos parlamentares, a fim de levá-las à equipe econômica de Jair Bolsonaro.

— É urgente que o Brasil possa criar um novo ambiente na sua economia, tendo condições de voltar a crescer e gerar mais de um milhão e meio de postos de trabalho com carteira assinada.

Impacto nas contas

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou que a reforma da Previdência entregue ao Congresso pode ter impacto de até R$ 1,2 trilhão no orçamento do setor. Ele disse estar ciente de que as mudanças serão acompanhadas de intensos debates, inclusive sobre a previsão dos custos para o Estado, mas declarou que todos os setores da sociedade serão ouvidos.

De acordo com o parlamentar, a proposta leva em conta a preocupação de fazer com que aqueles que ganham menos contribuam com menos, mas disse que há um entendimento comum de que todos terão que dar “sua cota de sacrifício”. Flávio Bolsonaro ressaltou ainda que a margem de negociação do governo para mudanças no texto é mínima, já que a equipe econômica elaborou a proposta com base nas necessidades do sistema.

— Ninguém está feliz por ter que apreciar essa matéria. É uma responsabilidade muito grande, mas se trata de algo necessário, e não temos mais como fugir desse assunto.

Dificuldade

Na avaliação do senador Paulo Paim (PT-RS), é preciso buscar uma composição de idade mínima e tempo de contribuição, para que os mais pobres não sejam prejudicados. Paim acredita que a reforma precisa ser amplamente debatida e não pode ser votada “de afogadilho”.

O senador, que já solicitou duas audiências públicas sobre o assunto na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), da qual é presidente, e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), prevê que o texto não deve ser votado antes do final deste ano.

Protestos

Enquanto esperava a passagem do presidente Jair Bolsonaro, um grupo de parlamentares da oposição organizou um protesto no salão verde da Câmara dos Deputados. Vestidos com aventais alaranjados e segurando laranjas, eles gritavam palavras de ordem, se referindo às suspeitas de que o PSL usou candidaturas laranja em Pernambuco e Minas Gerais na última eleição.

Bolsonaro saiu por um corredor isolado da Câmara, e não se encontrou com os opositores. Ele também não falou com os jornalistas em sua passagem pelo Congresso.

Com a Rádio Senado