Votação paralela tem início neste sábado (6) e prevê auditoria em tempo real das urnas eletrônicas

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Votação paralela tem início neste sábado (6) e prevê auditoria em tempo real das urnas eletrônicas

Votação paralela tem início neste sábado (6) e prevê auditoria em tempo real das urnas eletrônicas

A votação paralela é um evento realizado no mesmo dia das eleições, usando um sistema informatizado de captação e contabilização de votos, com o objetivo de demonstrar o funcionamento e a segurança das urnas eletrônicas. Os trabalhos na Paraíba terão início no sábado (06), véspera da eleição, com o sorteio das seções eleitorais que serão utilizadas nos trabalhos e tudo deve ocorrer sob a supervisão do Ministério Público Eleitoral, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e representantes dos partidos políticos.

No domingo, 07 de outubro, os trabalhos prosseguem com a votação paralela e auditoria das urnas. A Paraíba possui 9.955 seções eleitorais e, para a realização da auditoria de funcionamento das urnas, serão sorteadas, por turno, três seções no cadastro eleitoral.

Em agosto deste ano, o Tribunal instituiu a Comissão de Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas referente às Eleições gerais deste ano. Os trabalhos serão coordenados pelo Juiz Adilson Fabrício Gomes Filho, que atuará como presidente da comissão, e de servidores da Corregedoria, Assessoria Jurídica, Secretaria Judiciária e de Informação, Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação e Assessoria de Planejamento Estratégico.

Como a votação paralela funciona na prática?

Na prática, essa auditoria consiste em realizar uma votação paralelamente à votação oficial, a fim de comprovar que o voto digitado pelo eleitor na urna eletrônica é exatamente o mesmo que foi escrito em uma cédula de papel e em um terminal de apuração independente. Tudo é feito em ambiente filmado e fiscalizado.

Após a emissão da zerésima – relatório expedido pela urna que comprova que não há nenhum voto no dispositivo – serão iniciados os trabalhos de auditoria, conforme os procedimentos e horários estabelecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a votação oficial. A ordem de votação deverá ser aleatória em relação à folha de votação.

O objetivo final é que seja comprovada a coincidência entre os resultados obtidos nos boletins de urna e os dos relatórios emitidos pelo sistema de apoio à votação paralela e entre as cédulas da auditoria de funcionamento das urnas eletrônicas e o registro digital dos votos apurados.

Mais três sessões sorteadas para serem auditadas no dia do pleito, por meio da verificação de autenticidade e integridade dos sistemas eleitorais, a partir das 7h, sob a supervisão do Juiz Eleitoral e Ministério Público Eleitoral, e acompanhada por fiscais dos Partidos Políticos/Coligações e OAB.

 

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